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2823059 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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TEXTO

Different Language Teaching Methods

July 13, 2020

Fernando Herbert,

B.A. Spanish Language Consultant

While most of us are familiar with the language teaching methods used in secondary education, there is a huge variety of language learning methods available and some of them are better suited to certain learners than others.

To help, we've put together a list and a brief description of, different language learning methods that might work for you.

The Direct Method

In this method, the teaching is done entirely in the language being learned. The learner is not allowed to use his or her original language. Grammar rules are avoided and there is an emphasis on good pronunciation.

Grammar-Translation

In this method, learning is largely by translation to and from the target language. Grammar rules are to be memorized and long lists of vocabulary learned by heart. There is little or no emphasis placed on developing oral ability. This method is most commonly used in secondary education.

Audio-Lingual

The theory behind this method is that learning a language means acquiring habits. There is much practice of dialogues in every situation. New language is first heard and extensively drilled before being seen in its written form.

The Structural Approach

This method sees language as a complex of grammatical rules which are to be learned one at a time in a set order. So for example the verb “to be” is introduced and practiced before the present continuous tense which uses “to be” as an auxiliary. This method of learning is common in language learning apps.

Total Physical Response (TPR)

TPR works by having the learner respond to simple commands such as “Stand up”, “Close your book”, “Go to the window and open it.” The method stresses the importance of aural comprehension and the importance of kinesthetic learning.

Communicative Language Teaching (CLT)

The focus of this method is to enable the learner to communicate effectively and appropriately in the various situations she would be likely to find herself in. The content of CLT courses are functions such as inviting, suggesting, complaining, or notions such as the expression of time, quantity, location. Much like The Structural Approach, this method is commonly used in language learning apps.

Task-based language learning

The focus of the teaching is on the completion of a task which in itself is interesting to the learners. Learners use the language they already have to complete the task and there is little correction of errors. The aim here is to highlight the importance of learning the language by making it vital to task completion.

The Natural Approach

This approach, propounded by Professor S. Krashen, stresses the similarities between learning the first and second languages. There is no correction of mistakes. Learning takes place by the students being exposed to language that is comprehensible or made comprehensible to them.

https://www.northwestcareercollege.edu/blog/different-language-teachingmethods/

No quarto parágrafo do texto, a expressão learned by heart pode ser substituída, mantendo o mesmo significado, por:

 

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2823058 Ano: 2022
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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TEXTO

Different Language Teaching Methods

July 13, 2020

Fernando Herbert,

B.A. Spanish Language Consultant

While most of us are familiar with the language teaching methods used in secondary education, there is a huge variety of language learning methods available and some of them are better suited to certain learners than others.

To help, we've put together a list and a brief description of, different language learning methods that might work for you.

The Direct Method

In this method, the teaching is done entirely in the language being learned. The learner is not allowed to use his or her original language. Grammar rules are avoided and there is an emphasis on good pronunciation.

Grammar-Translation

In this method, learning is largely by translation to and from the target language. Grammar rules are to be memorized and long lists of vocabulary learned by heart. There is little or no emphasis placed on developing oral ability. This method is most commonly used in secondary education.

Audio-Lingual

The theory behind this method is that learning a language means acquiring habits. There is much practice of dialogues in every situation. New language is first heard and extensively drilled before being seen in its written form.

The Structural Approach

This method sees language as a complex of grammatical rules which are to be learned one at a time in a set order. So for example the verb “to be” is introduced and practiced before the present continuous tense which uses “to be” as an auxiliary. This method of learning is common in language learning apps.

Total Physical Response (TPR)

TPR works by having the learner respond to simple commands such as “Stand up”, “Close your book”, “Go to the window and open it.” The method stresses the importance of aural comprehension and the importance of kinesthetic learning.

Communicative Language Teaching (CLT)

The focus of this method is to enable the learner to communicate effectively and appropriately in the various situations she would be likely to find herself in. The content of CLT courses are functions such as inviting, suggesting, complaining, or notions such as the expression of time, quantity, location. Much like The Structural Approach, this method is commonly used in language learning apps.

Task-based language learning

The focus of the teaching is on the completion of a task which in itself is interesting to the learners. Learners use the language they already have to complete the task and there is little correction of errors. The aim here is to highlight the importance of learning the language by making it vital to task completion.

The Natural Approach

This approach, propounded by Professor S. Krashen, stresses the similarities between learning the first and second languages. There is no correction of mistakes. Learning takes place by the students being exposed to language that is comprehensible or made comprehensible to them.

https://www.northwestcareercollege.edu/blog/different-language-teachingmethods/

No primeiro parágrafo do texto, a conjunção while foi usada com o sentido de:

 

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Um grande clube do futebol brasileiro vai disputar nove partidas no próximo mês, sendo uma pela competição L, duas pela competição C e seis pela competição B. Leonardo pretende comparecer a quatro desses jogos, sendo pelo menos um de cada competição. Assim, o número máximo de maneiras distintas que ele poderá escolher para os quatro jogos corresponde a:

 

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No campo, o milho já vale milhões

Por Gilberto Menezes Côrtes

Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.

A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.

O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).

Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.

Em “Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo)” (3º parágrafo), a função dos parênteses é:

 

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No campo, o milho já vale milhões

Por Gilberto Menezes Côrtes

Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.

A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.

O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).

Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.

Em “As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país” (3º parágrafo), a oração isolada por vírgulas é classificada como subordinada:

 

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No campo, o milho já vale milhões

Por Gilberto Menezes Côrtes

Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.

A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.

O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).

Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.

O sufixo presente na palavra “participação” também pode ser atestado na palavra:

 

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No campo, o milho já vale milhões

Por Gilberto Menezes Côrtes

Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.

A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.

O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).

Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.

Em “Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho” (2º parágrafo), o verbo destacado está flexionado no:

 

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No campo, o milho já vale milhões

Por Gilberto Menezes Côrtes

Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.

A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.

O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).

Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.

Em “Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno) [...]” (1º parágrafo), a palavra destacada faz referência à:

 

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No campo, o milho já vale milhões

Por Gilberto Menezes Côrtes

Puxada pela alta recorde de 35,3% na produção de milho na 2ª safra (de inverno), plantada após a colheita da soja em várias regiões (em alternância com o algodão), a safra brasileira de cereais, leguminosas e oleaginosas deve alcançar o recorde de 261,9 milhões de toneladas em 2022, com aumento de 3,4% sobre 2021, conforme estimativas do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), de setembro, divulgado pelo IBGE.

A soja segue liderando a produção nacional, com previsão de colheita de 119,5 milhões de toneladas. Mas, com a queda de 11,4% em relação à produção do ano passado, devido à estiagem no Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, já começa a dividir com o milho o palco da produção de grãos do país. Computando a 1ª safra (25,4 milhões de t.) e a 2ª (84,2 milhões t.) o milho deve colher 109,6 milhões de t. na safra de 2022. Ano passado, com 134,9 milhões de t., a soja representou 55,8% da produção de grãos, contra 29,1% do milho. Em 2022, o IBGE estima que a soja reduza sua participação para 45,9%, enquanto o milho atingiria 41,8%. A produção do arroz foi estimada em 10,7 milhões de t.; a do trigo em 9,6 milhões de t. e a do algodão (em caroço), em 6,7 milhões de t.

O milho é o mais antigo e tradicional cereal cultivado no Brasil. Mas desde o final dos anos 60, quando começou o cultivo de soja no Rio Grande do Sul, foi perdendo a vantagem competitiva. As geadas de julho de 1975, que destruíram os cafezais de São Paulo e Paraná, desequilibraram de modo drástico a produção de milho no país. No Paraná, as áreas de café (em cujas “ruas” o milho, o feijão e a mandioca eram plantados de forma manual) foram ocupadas pelo plantio mecanizado de soja; em São Paulo vieram a monocultura da cana de açúcar e a citricultura da laranja. Fugindo das geadas, o café foi para o Triângulo e o Sul de Minas Gerais (onde esta semana houve chuvas de granizo).

Fonte:https://www.jb.com.br/colunistas/o-outro-lado-damoeda/2022/10/1040047-no-campo-o-milho-ja-vale milhoes.html. Acesso em 06/10/2022. Adaptado.

Por meio da leitura do texto, é possível inferir que:

 

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2823009 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: SELECON
Orgão: Pref. Lucas Rio Verde-MT
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Different Language Teaching Methods

July 13, 2020

Fernando Herbert,

B.A. Spanish Language Consultant

While most of us are familiar with the language teaching methods used in secondary education, there is a huge variety of language learning methods available and some of them are better suited to certain learners than others.

To help, we've put together a list and a brief description of, different language learning methods that might work for you.

The Direct Method

In this method, the teaching is done entirely in the language being learned. The learner is not allowed to use his or her original language. Grammar rules are avoided and there is an emphasis on good pronunciation.

Grammar-Translation

In this method, learning is largely by translation to and from the target language. Grammar rules are to be memorized and long lists of vocabulary learned by heart. There is little or no emphasis placed on developing oral ability. This method is most commonly used in secondary education.

Audio-Lingual

The theory behind this method is that learning a language means acquiring habits. There is much practice of dialogues in every situation. New language is first heard and extensively drilled before being seen in its written form.

The Structural Approach

This method sees language as a complex of grammatical rules which are to be learned one at a time in a set order. So for example the verb “to be” is introduced and practiced before the present continuous tense which uses “to be” as an auxiliary. This method of learning is common in language learning apps.

Total Physical Response (TPR)

TPR works by having the learner respond to simple commands such as “Stand up”, “Close your book”, “Go to the window and open it.” The method stresses the importance of aural comprehension and the importance of kinesthetic learning.

Communicative Language Teaching (CLT)

The focus of this method is to enable the learner to communicate effectively and appropriately in the various situations she would be likely to find herself in. The content of CLT courses are functions such as inviting, suggesting, complaining, or notions such as the expression of time, quantity, location. Much like The Structural Approach, this method is commonly used in language learning apps.

Task-based language learning

The focus of the teaching is on the completion of a task which in itself is interesting to the learners. Learners use the language they already have to complete the task and there is little correction of errors. The aim here is to highlight the importance of learning the language by making it vital to task completion.

The Natural Approach

This approach, propounded by Professor S. Krashen, stresses the similarities between learning the first and second languages. There is no correction of mistakes. Learning takes place by the students being exposed to language that is comprehensible or made comprehensible to them.

https://www.northwestcareercollege.edu/blog/different-language-teachingmethods/

De acordo com o texto, não é permitido ao aprendiz de uma língua estrangeira o uso da língua materna no método de ensino:

 

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