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Assinale a alternativa que apresenta o oitavo
número ímpar antecessor de 201:
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Assinale a alternativa que apresenta o uso correto
do acento grave indicativo de crase, conforme a
norma-padrão da língua portuguesa.
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Assinale a alternativa que apresenta o uso correto
da colocação pronominal observando a normapadrão da língua portuguesa.
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No trecho “a taxa dessa proteína teria sido
reduzida — e foi exatamente isso que os
pesquisadores puderam observar”, verificamos a
presença do pronome “dessa”. Assinale a
alternativa que indica corretamente a
classificação desse pronome.
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No trecho “pesquisa indica que pacientes possam
lidar com o envelhecimento acelerado mesmo na
juventude”, assinale a alternativa que apresenta o
antônimo correto do termo “juventude”.
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No trecho “tínhamos a ideia de que a proteína
estaria baixa na depressão, e que dando a proteína
melhoraria a depressão”, o termo “depressão”
pertence a qual classe de palavras?
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Leia o texto a seguir para responder á questão
Redução de proteína explica envelhecimento
acelerado associado à depressão?
Nos últimos anos, o diagnóstico de depressão tem se tornado cada vez mais comum e, segundo pesquisas recentes, o transtorno mental está relacionado a um envelhecimento mais rápido entre os pacientes. Um estudo feito por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e por cientistas franceses do Instituto Pasteur identificou mecanismos responsáveis por esse envelhecimento avançado em quem tem depressão.
Publicado em fevereiro no periódico Nature
Aging, a pesquisa utilizou a metodologia
translacional, em que são feitos experimentos
laboratoriais em animais e em humanos.
Utilizando o método conhecido como Elisa, eles
injetaram em camundongos a corticosterona, um
hormônio associado ao estresse e que induz
comportamento depressivo nos animais. Essa
metodologia é conhecida por se basear em
reações antígeno-anticorpo detectáveis por meio
de reações enzimáticas.
Nos animais com comportamento depressivo, foi
medido o índice de uma proteína rejuvenescedora
chamada GDF11. A expectativa era que a taxa
dessa proteína teria sido reduzida — e foi
exatamente isso que os pesquisadores puderam
observar. A diminuição da GDF11 está
relacionada com a perda de concentração,
memória e envelhecimento acelerado, sintomas
que podem ser apresentados por quem convive
com a depressão.
Em seguida, a proteína foi reposta aos animais e
eles deixaram de apresentar comportamento
depressivo. O baixo índice de GDF11 também foi
identificado em jovens diagnosticados com o
transtorno mental e a pesquisa indica que
pacientes possam lidar com o envelhecimento
acelerado mesmo na juventude. A proteína não
foi injetada em humanos, pois pode provocar alergias. Mais estudos serão necessários para
averiguar se a GDF11 poderá ser usada em
tratamento inovadores contra a depressão.
Um dos maiores desafios da pesquisa, que foi
realizada entre 2018 e 2023, foi mostrar o
mecanismo que explica a redução da GDF11.
Pois, eles tinham que mostrar e catalogar que a
proteína estava baixa na depressão e que, ao se ter
a reposição, o paciente saía da depressão através
da autofagia, algo que os autores nem cogitam.
“Inicialmente tínhamos a ideia de que a proteína
estaria baixa na depressão, e que dando a proteína
melhoraria a depressão. Mas que era por meio da
autofagia, isso a gente não sabia. Tivemos que ir
testando vários outros mecanismos até isolar esse
da autofagia”, afirma o professor Flávio
Kapczinski, do departamento de Psiquiatria e
Medicina Legal da UFRGS, ao Jornal da
Universidade.
Feita ao longo de cinco anos, outro desafio
enfrentado durante a pesquisa foi a formatura e a
consequente saída de pós-doutorandos que
estavam participando do projeto. “Demorou tanto
que foi desmotivando os pesquisadores. A gente
teve que se manter firme, fazendo aos pouquinhos
cada um dos experimentos”, comenta Kapczinski,
que também comemora a publicação do estudo.
Revista GALILEU. Online.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/04/reducao-de-proteina-explicaenvelhecimento-acelerado-associado-adepressao.ghtml>. Adaptado.
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Leia o texto a seguir para responder á questão
Redução de proteína explica envelhecimento
acelerado associado à depressão?
Nos últimos anos, o diagnóstico de depressão tem se tornado cada vez mais comum e, segundo pesquisas recentes, o transtorno mental está relacionado a um envelhecimento mais rápido entre os pacientes. Um estudo feito por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e por cientistas franceses do Instituto Pasteur identificou mecanismos responsáveis por esse envelhecimento avançado em quem tem depressão.
Publicado em fevereiro no periódico Nature
Aging, a pesquisa utilizou a metodologia
translacional, em que são feitos experimentos
laboratoriais em animais e em humanos.
Utilizando o método conhecido como Elisa, eles
injetaram em camundongos a corticosterona, um
hormônio associado ao estresse e que induz
comportamento depressivo nos animais. Essa
metodologia é conhecida por se basear em
reações antígeno-anticorpo detectáveis por meio
de reações enzimáticas.
Nos animais com comportamento depressivo, foi
medido o índice de uma proteína rejuvenescedora
chamada GDF11. A expectativa era que a taxa
dessa proteína teria sido reduzida — e foi
exatamente isso que os pesquisadores puderam
observar. A diminuição da GDF11 está
relacionada com a perda de concentração,
memória e envelhecimento acelerado, sintomas
que podem ser apresentados por quem convive
com a depressão.
Em seguida, a proteína foi reposta aos animais e
eles deixaram de apresentar comportamento
depressivo. O baixo índice de GDF11 também foi
identificado em jovens diagnosticados com o
transtorno mental e a pesquisa indica que
pacientes possam lidar com o envelhecimento
acelerado mesmo na juventude. A proteína não
foi injetada em humanos, pois pode provocar alergias. Mais estudos serão necessários para
averiguar se a GDF11 poderá ser usada em
tratamento inovadores contra a depressão.
Um dos maiores desafios da pesquisa, que foi
realizada entre 2018 e 2023, foi mostrar o
mecanismo que explica a redução da GDF11.
Pois, eles tinham que mostrar e catalogar que a
proteína estava baixa na depressão e que, ao se ter
a reposição, o paciente saía da depressão através
da autofagia, algo que os autores nem cogitam.
“Inicialmente tínhamos a ideia de que a proteína
estaria baixa na depressão, e que dando a proteína
melhoraria a depressão. Mas que era por meio da
autofagia, isso a gente não sabia. Tivemos que ir
testando vários outros mecanismos até isolar esse
da autofagia”, afirma o professor Flávio
Kapczinski, do departamento de Psiquiatria e
Medicina Legal da UFRGS, ao Jornal da
Universidade.
Feita ao longo de cinco anos, outro desafio
enfrentado durante a pesquisa foi a formatura e a
consequente saída de pós-doutorandos que
estavam participando do projeto. “Demorou tanto
que foi desmotivando os pesquisadores. A gente
teve que se manter firme, fazendo aos pouquinhos
cada um dos experimentos”, comenta Kapczinski,
que também comemora a publicação do estudo.
Revista GALILEU. Online.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/04/reducao-de-proteina-explicaenvelhecimento-acelerado-associado-adepressao.ghtml>. Adaptado.
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Leia o texto a seguir para responder á questão
Redução de proteína explica envelhecimento
acelerado associado à depressão?
Nos últimos anos, o diagnóstico de depressão tem se tornado cada vez mais comum e, segundo pesquisas recentes, o transtorno mental está relacionado a um envelhecimento mais rápido entre os pacientes. Um estudo feito por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e por cientistas franceses do Instituto Pasteur identificou mecanismos responsáveis por esse envelhecimento avançado em quem tem depressão.
Publicado em fevereiro no periódico Nature
Aging, a pesquisa utilizou a metodologia
translacional, em que são feitos experimentos
laboratoriais em animais e em humanos.
Utilizando o método conhecido como Elisa, eles
injetaram em camundongos a corticosterona, um
hormônio associado ao estresse e que induz
comportamento depressivo nos animais. Essa
metodologia é conhecida por se basear em
reações antígeno-anticorpo detectáveis por meio
de reações enzimáticas.
Nos animais com comportamento depressivo, foi
medido o índice de uma proteína rejuvenescedora
chamada GDF11. A expectativa era que a taxa
dessa proteína teria sido reduzida — e foi
exatamente isso que os pesquisadores puderam
observar. A diminuição da GDF11 está
relacionada com a perda de concentração,
memória e envelhecimento acelerado, sintomas
que podem ser apresentados por quem convive
com a depressão.
Em seguida, a proteína foi reposta aos animais e
eles deixaram de apresentar comportamento
depressivo. O baixo índice de GDF11 também foi
identificado em jovens diagnosticados com o
transtorno mental e a pesquisa indica que
pacientes possam lidar com o envelhecimento
acelerado mesmo na juventude. A proteína não
foi injetada em humanos, pois pode provocar alergias. Mais estudos serão necessários para
averiguar se a GDF11 poderá ser usada em
tratamento inovadores contra a depressão.
Um dos maiores desafios da pesquisa, que foi
realizada entre 2018 e 2023, foi mostrar o
mecanismo que explica a redução da GDF11.
Pois, eles tinham que mostrar e catalogar que a
proteína estava baixa na depressão e que, ao se ter
a reposição, o paciente saía da depressão através
da autofagia, algo que os autores nem cogitam.
“Inicialmente tínhamos a ideia de que a proteína
estaria baixa na depressão, e que dando a proteína
melhoraria a depressão. Mas que era por meio da
autofagia, isso a gente não sabia. Tivemos que ir
testando vários outros mecanismos até isolar esse
da autofagia”, afirma o professor Flávio
Kapczinski, do departamento de Psiquiatria e
Medicina Legal da UFRGS, ao Jornal da
Universidade.
Feita ao longo de cinco anos, outro desafio
enfrentado durante a pesquisa foi a formatura e a
consequente saída de pós-doutorandos que
estavam participando do projeto. “Demorou tanto
que foi desmotivando os pesquisadores. A gente
teve que se manter firme, fazendo aos pouquinhos
cada um dos experimentos”, comenta Kapczinski,
que também comemora a publicação do estudo.
Revista GALILEU. Online.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/04/reducao-de-proteina-explicaenvelhecimento-acelerado-associado-adepressao.ghtml>. Adaptado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder á questão
Redução de proteína explica envelhecimento
acelerado associado à depressão?
Nos últimos anos, o diagnóstico de depressão tem se tornado cada vez mais comum e, segundo pesquisas recentes, o transtorno mental está relacionado a um envelhecimento mais rápido entre os pacientes. Um estudo feito por pesquisadores brasileiros da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e por cientistas franceses do Instituto Pasteur identificou mecanismos responsáveis por esse envelhecimento avançado em quem tem depressão.
Publicado em fevereiro no periódico Nature
Aging, a pesquisa utilizou a metodologia
translacional, em que são feitos experimentos
laboratoriais em animais e em humanos.
Utilizando o método conhecido como Elisa, eles
injetaram em camundongos a corticosterona, um
hormônio associado ao estresse e que induz
comportamento depressivo nos animais. Essa
metodologia é conhecida por se basear em
reações antígeno-anticorpo detectáveis por meio
de reações enzimáticas.
Nos animais com comportamento depressivo, foi
medido o índice de uma proteína rejuvenescedora
chamada GDF11. A expectativa era que a taxa
dessa proteína teria sido reduzida — e foi
exatamente isso que os pesquisadores puderam
observar. A diminuição da GDF11 está
relacionada com a perda de concentração,
memória e envelhecimento acelerado, sintomas
que podem ser apresentados por quem convive
com a depressão.
Em seguida, a proteína foi reposta aos animais e
eles deixaram de apresentar comportamento
depressivo. O baixo índice de GDF11 também foi
identificado em jovens diagnosticados com o
transtorno mental e a pesquisa indica que
pacientes possam lidar com o envelhecimento
acelerado mesmo na juventude. A proteína não
foi injetada em humanos, pois pode provocar alergias. Mais estudos serão necessários para
averiguar se a GDF11 poderá ser usada em
tratamento inovadores contra a depressão.
Um dos maiores desafios da pesquisa, que foi
realizada entre 2018 e 2023, foi mostrar o
mecanismo que explica a redução da GDF11.
Pois, eles tinham que mostrar e catalogar que a
proteína estava baixa na depressão e que, ao se ter
a reposição, o paciente saía da depressão através
da autofagia, algo que os autores nem cogitam.
“Inicialmente tínhamos a ideia de que a proteína
estaria baixa na depressão, e que dando a proteína
melhoraria a depressão. Mas que era por meio da
autofagia, isso a gente não sabia. Tivemos que ir
testando vários outros mecanismos até isolar esse
da autofagia”, afirma o professor Flávio
Kapczinski, do departamento de Psiquiatria e
Medicina Legal da UFRGS, ao Jornal da
Universidade.
Feita ao longo de cinco anos, outro desafio
enfrentado durante a pesquisa foi a formatura e a
consequente saída de pós-doutorandos que
estavam participando do projeto. “Demorou tanto
que foi desmotivando os pesquisadores. A gente
teve que se manter firme, fazendo aos pouquinhos
cada um dos experimentos”, comenta Kapczinski,
que também comemora a publicação do estudo.
Revista GALILEU. Online.
Disponível em: <https://revistagalileu.globo.com/saude/noticia/2023/04/reducao-de-proteina-explicaenvelhecimento-acelerado-associado-adepressao.ghtml>. Adaptado.
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