Foram encontradas 29 questões.
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e apresenta opções que permitem ao usuário incluir
diferentes categorias de páginas e seções em um
documento. Com base nisso, assinalar a alternativa que
apresenta o nome do ícone destacado.


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Analisar a tirinha abaixo, de Quino.

Na fala da personagem Mafalda, os verbos entre aspas estão em que modo?
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Sobre conotação e denotação, avaliar se as afirmativas
são certas (C) ou erradas (E) e assinalar a sequência
correspondente.
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
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Paronímia é a relação entre palavras com estrutura (grafia
ou som) parecida e, apesar disso, significados diferentes.
Com base nisso, assinalar a alternativa que apresenta um
par de parônimos.
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Em relação à concordância nominal, assinalar a alternativa
que apresenta erro.
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A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
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A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
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A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
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Questão presente nas seguintes provas
A floresta como pirâmide
“A Amazônia é ocupada há mais de 10 mil anos, em
alguns casos por populações de milhares de pessoas. É de se
esperar, portanto, que a floresta que hoje recobre muitos
sítios arqueológicos tenha, além de uma história natural,
também uma história cultural.” Essa passagem aparece no
livro Arqueologia da Amazônia, do pesquisador Eduardo
Góes Neves, um dos responsáveis por mudar a nossa
compreensão do que vem a ser uma floresta.
Reconhecemos a obra de civilizações antigas por
marcas que nos são familiares, por ruínas que lemos como
encarnações antigas de estruturas contemporâneas. O
templo romano é a catedral, a mesquita, a sinagoga; o
anfiteatro grego é a sala de espetáculos; a pirâmide egípcia é
o túmulo e o monumento. Vale também para as construções
simbólicas — para as epopeias, as leis, o Estado. Não temos
dificuldade em identificá-las e valorizá-las porque sabemos
do que se trata: somos feitos dessas mesmas coisas [...].
Na Amazônia não se encontraram (até agora pelo
menos) indícios do uso de metal, de domesticação
significativa de animais, de estruturas centrais de poder que
remetam à ideia de Estado. Mais prosaicamente, não vemos
pirâmides na floresta, e ainda hoje essas ausências induzem
à interpretação de que as civilizações amazônidas ficaram
numa espécie de estágio inaugural da aventura humana [...].
A pedra fica, o metal fica; a madeira, o cipó, a palma
retornam ao solo e são reabsorvidos pelo que nasce e vive.
Ruínas de civilizações orgânicas são mais difíceis de serem
reconhecidas porque se confundem com a paisagem natural.
As civilizações amazônidas precisam ser
compreendidas nos seus próprios termos, sem tomar como
referência padrões exteriores à floresta, construídos como
representação de cidades, palácios, templos e estátuas.
Aqui, coisas diferentes importam; coisas que, tomadas em
seu conjunto, configuram uma complexidade de outro tipo.
Na falta de expressão melhor, pode-se chamá-la de
inteligência ecológica.
Exemplo dessa inteligência é a manipulação de
espécies vegetais. “Uma das maiores contribuições dos
índios das Américas para a humanidade foi a domesticação
de uma série de plantas que atualmente são consumidas de
diferentes modos por todo o planeta”, diz Eduardo Neves.
Fonte: Revista Brasileira. 2022. — adaptado.
( ) O autor desaprova a perspectiva que associa civilizações antigas apenas às estruturas remanescentes, argumentando que a ausência dessas estruturas na Amazônia contribui para a concepção errônea de que os povos que ali viveram possuiriam valor inferior.
( ) Ao afirmar “somos feitos dessas coisas”, o autor refere-se à familiaridade da sociedade moderna com símbolos das civilizações antigas que moldaram sua identidade, o que resultou no reconhecimento e na valorização dessas marcas ao longo dos séculos.
( ) O autor sugere que, caso estruturas como pirâmides estivessem presentes na Amazônia, a população moderna agregaria menor valor ao desenvolvimento cultural dessas civilizações, permitindo comparações com aquelas amplamente reconhecidas.
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