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Os antigos gregos inventaram o estado democrático. Também inventaram a política, termo que deriva da palavra grega para cidade (polis). Antes dos gregos, tinha havido diversos tipos de governo, mas foram eles que inventaram o governo por meio de debates entre todos os cidadãos e pelo voto da maioria. A democracia deles era direta, ou seja, as pessoas se reuniam num só lugar para debater e determinar a política a ser seguida. Nem todas as cidades-estado gregas eram democracias, e as democracias eram sempre precárias. De todos os pequenos estados democráticos, o mais conhecido foi Atenas, onde a democracia durou, com algumas interrupções, 170 anos. Nesse meio tempo, todos os homens nascidos em Atenas tinham o direito de participar no governo, mas mulheres e escravos, não.
Chamamos nosso sistema de democracia, mas ele é muito diferente da democracia de Atenas. A nossa é representativa. Não nos envolvemos regularmente no processo de governar. A cada dois ou quatro anos votamos para eleger quem vai governar; podemos reclamar e fazer protestos e petições, mas não votamos de maneira direta sobre o que fazer em cada assunto considerado pelo parlamento.
Sabemos que, se as pessoas fossem diretamente responsáveis por governar em nossa democracia, o sistema seria bem diferente. É claro que nem todos poderiam se reunir num só lugar, mas poderíamos reproduzir o sistema grego se, para cada assunto, houvesse um referendo realizado na internet. Com base nos resultados de consultas de opinião pública no meu país, por exemplo, sabemos que, se houvesse um sistema assim, a Austrália nunca teria uma política de aceitar imigrantes de outros países que não a Inglaterra; não haveria nenhum imigrante asiáticos; com certeza ainda estaríamos chicoteando e enforcando criminosos; provavelmente não haveria programas de assistência social internacionais; mães solteiras teriam dificuldade para manter sua pensão; estudantes provavelmente precisariam lutar para manter seus benefícios. Com esses exemplos, talvez você ache bom que a ignorância e o preconceito das pessoas não tenham livre curso.
(HIRST, John. A Mais Breve História da Europa. São Paulo: Sextante, 2018, p. 73).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – O autor do texto é austríaco.
II – A Austrália não recebe imigrantes.
III – Antigamente, criminosos eram enforcados na Austrália.
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Os antigos gregos inventaram o estado democrático. Também inventaram a política, termo que deriva da palavra grega para cidade (polis). Antes dos gregos, tinha havido diversos tipos de governo, mas foram eles que inventaram o governo por meio de debates entre todos os cidadãos e pelo voto da maioria. A democracia deles era direta, ou seja, as pessoas se reuniam num só lugar para debater e determinar a política a ser seguida. Nem todas as cidades-estado gregas eram democracias, e as democracias eram sempre precárias. De todos os pequenos estados democráticos, o mais conhecido foi Atenas, onde a democracia durou, com algumas interrupções, 170 anos. Nesse meio tempo, todos os homens nascidos em Atenas tinham o direito de participar no governo, mas mulheres e escravos, não.
Chamamos nosso sistema de democracia, mas ele é muito diferente da democracia de Atenas. A nossa é representativa. Não nos envolvemos regularmente no processo de governar. A cada dois ou quatro anos votamos para eleger quem vai governar; podemos reclamar e fazer protestos e petições, mas não votamos de maneira direta sobre o que fazer em cada assunto considerado pelo parlamento.
Sabemos que, se as pessoas fossem diretamente responsáveis por governar em nossa democracia, o sistema seria bem diferente. É claro que nem todos poderiam se reunir num só lugar, mas poderíamos reproduzir o sistema grego se, para cada assunto, houvesse um referendo realizado na internet. Com base nos resultados de consultas de opinião pública no meu país, por exemplo, sabemos que, se houvesse um sistema assim, a Austrália nunca teria uma política de aceitar imigrantes de outros países que não a Inglaterra; não haveria nenhum imigrante asiáticos; com certeza ainda estaríamos chicoteando e enforcando criminosos; provavelmente não haveria programas de assistência social internacionais; mães solteiras teriam dificuldade para manter sua pensão; estudantes provavelmente precisariam lutar para manter seus benefícios. Com esses exemplos, talvez você ache bom que a ignorância e o preconceito das pessoas não tenham livre curso.
(HIRST, John. A Mais Breve História da Europa. São Paulo: Sextante, 2018, p. 73).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Nosso sistema democrático é muito semelhante ao de Atenas de antigamente.
II – Estudantes australianos recebem benefícios.
III – Na Austrália há programas de assistência social.
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Os antigos gregos inventaram o estado democrático. Também inventaram a política, termo que deriva da palavra grega para cidade (polis). Antes dos gregos, tinha havido diversos tipos de governo, mas foram eles que inventaram o governo por meio de debates entre todos os cidadãos e pelo voto da maioria. A democracia deles era direta, ou seja, as pessoas se reuniam num só lugar para debater e determinar a política a ser seguida. Nem todas as cidades-estado gregas eram democracias, e as democracias eram sempre precárias. De todos os pequenos estados democráticos, o mais conhecido foi Atenas, onde a democracia durou, com algumas interrupções, 170 anos. Nesse meio tempo, todos os homens nascidos em Atenas tinham o direito de participar no governo, mas mulheres e escravos, não.
Chamamos nosso sistema de democracia, mas ele é muito diferente da democracia de Atenas. A nossa é representativa. Não nos envolvemos regularmente no processo de governar. A cada dois ou quatro anos votamos para eleger quem vai governar; podemos reclamar e fazer protestos e petições, mas não votamos de maneira direta sobre o que fazer em cada assunto considerado pelo parlamento.
Sabemos que, se as pessoas fossem diretamente responsáveis por governar em nossa democracia, o sistema seria bem diferente. É claro que nem todos poderiam se reunir num só lugar, mas poderíamos reproduzir o sistema grego se, para cada assunto, houvesse um referendo realizado na internet. Com base nos resultados de consultas de opinião pública no meu país, por exemplo, sabemos que, se houvesse um sistema assim, a Austrália nunca teria uma política de aceitar imigrantes de outros países que não a Inglaterra; não haveria nenhum imigrante asiáticos; com certeza ainda estaríamos chicoteando e enforcando criminosos; provavelmente não haveria programas de assistência social internacionais; mães solteiras teriam dificuldade para manter sua pensão; estudantes provavelmente precisariam lutar para manter seus benefícios. Com esses exemplos, talvez você ache bom que a ignorância e o preconceito das pessoas não tenham livre curso.
(HIRST, John. A Mais Breve História da Europa. São Paulo: Sextante, 2018, p. 73).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Os antigos romanos inventaram o estado democrático.
II – A palavra “polis” significa “cidade”.
III – Antes dos gregos, já havia governos que utilizavam os debates entre todos os cidadãos.
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No que se refere à higienização, mais precisamente sobre o uso de luvas, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Deve-se trocar de luvas sempre que entrar em contato com outro paciente, exceto se pertencerem ambos à mesma família.
II – Não existe técnica para remoção das luvas, mas apenas para sua inserção.
III – Deve-se trocar luvas antes de entrar em contato com sangue, mas não com saliva.
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Dentre os procedimentos do profissional de Enfermagem no que diz respeito ao choque, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Verificar a dor e realizar o controle.
II – Controlar a glicemia capilar.
III – Realizar acesso venoso dispendioso.
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Com relação às terminologias utilizadas em Enfermagem, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Abrasão: impossibilidade de ficar em pé.
II – Ablepsia: cegueira.
III – Aeremia: perda da audição.
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Disciplina: Saúde Pública
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Laranjal Paulista-SP
No tocante às doenças de notificação compulsória, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Botulismo: notificação imediata.
II – Febre amarela: notificação semanal.
III – Febre maculosa: notificação semanal.
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Com relação ao procedimento de higienização, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes.
II – O pelo é um possível reservatório de diversos microrganismos que podem se transferir de uma superfície para outra, por meio de contato direto (pele com pele), ou indireto, através do contato com objetos e superfícies contaminadas.
III – As luvas podem ser usadas a qualquer tempo e em qualquer circunstância.
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Ainda no que se refere às Doenças Sexualmente Transmissíveis, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – A gonorreia é causada por vírus.
II – O HPV é sempre doloroso.
III – A sífilis transmite-se exclusivamente por relações sexuais.
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Com relação às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs), analise os itens a seguir e, ao final, assinale e a alternativa correta:
I – Clamídia: as mulheres podem não apresentar sintomas.
II – Herpes: nos homens, manifesta-se exclusivamente no saco escrotal.
III – Tricomoníase: corrimento amarelo-esverdeado é um dos sintomas.
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