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A poluição causada pela queima do combustível fóssil, além de causar problemas de saúde pública em humanos, pode gerar desequilíbrio em ecossistemas aquáticos. A partir deste contexto, analise as proposições a seguir.
I- O processo de acidificação dos oceanos é resultante do processo em que o dióxido de carbono lançado na atmosfera se dissolve e reage com a água para formar ácido carbônico, diminuindo o pH dos oceanos.
II- Uma vez que o pH interno da maioria das células vivas é próximo a 7, uma mudança provocada por este tipo de poluição, ainda que pequena, pode ser prejudicial aos seres que habitam os oceanos.
III- Ácidos são substâncias que aumentam a concentração do íon hidrogênio de uma solução, já que quando os ácidos se dissolvem na água doam H adicionais para a solução.
IV- Este tipo de poluição faz com que os íons carbonatos fiquem menos disponíveis nos oceanos para a calcificação de organismos marinhos, tais como os corais e animais produtores de conchas.
É CORRETO o que se afirma em:
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- EcologiaEcologia de Populações e EcossistemasCadeias e teias alimentares
- Níveis de organização da vida
Algumas acácias abrigam formigas picadoras do gênero Pseudomyrmex em seus espinhos ocos. As formigas se alimentam do néctar da árvore e de intumescências ricas em proteínas localizadas nas bases das folhas. Elas costumam ser agressivas e atacar organismos que entrem em contato com a árvore, além de remover esporos de fungos e detritos.
A relação entre as acácias e as formigas picadoras é um exemplo de
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O design inteligente supõe que existem estruturas biológicas que possuem complexidade irredutível, que é a ideia de que certos sistemas biológicos não podem ter evoluído de sistemas mais simples por meio de seleção natural. E, partindo desta suposição, conclui a existência de um misterioso 'designer' . [...] Quando confrontados com o fato de que a grande maioria das evidências atuais apontam para o processo evolutivo, os defensores do design inteligente contra-argumentam que basta uma prova para desbancar uma teoria.
Fonte: (Adaptado) FONSECA, C.R. Na contramão do pensamento científico. Ciência Hoje, CH358, 2019.
A partir deste contexto, analise as proposições a seguir:
I- Cabe a docentes de ciências refutar a ideia do design inteligente a partir de explicações que indiquem que não há evidências de design complexidade irredutível, como por exemplo, os olhos complexos, que evoluíram de forma independente em moluscos e em humanos.
II- Em uma abordagem moderna, deve-se considerar a ideia do design inteligente como uma teoria alternativa para explicação da design diversidade biológica, que, tal como a teoria criacionista, também utiliza a ideia de um criador para explicar o surgimento das peculiaridades das espécies.
III- Uma vez que há evidências que apontam para ideias convergentes tanto com a teoria evolutiva como com a do design inteligente, podemos dizer que elas são concorrentes para a explicação das estruturas biológicas.
É CORRETO o que se afirma em:
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Considere o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01
Predisposição ao alcoolismo
O alcoolismo é a dependência de uma pessoa ao álcool e é caracterizado pelo consumo abusivo e vontade incontrolável pela substância, associados aos sintomas de tolerância à bebida e abstinência. Os fatores ambientais que podem aumentar o risco para essa condição incluem o ambiente familiar, influência de amigos, contexto cultural, distúrbios psicológicos e consumo precoce da bebida. Estudos científicos demonstraram que fatores genéticos associados ao sistema de recompensa do cérebro e à capacidade do fígado de processar o álcool também podem estar relacionados com a dependência alcoólica.
[...]
O gene chamado FAAH, presente no cromossomo 1, é responsável por uma proteína que regula as funções de um importante neurotransmissor envolvido na sensação de recompensa e no vício. O marcador rs324420 diminui a atividade do gene e está associado aos alelos A e C. As pessoas que possuem o alelo A nesse marcador apresentam predisposição ao alcoolismo.
Considere o Texto 01 para a análise do heredograma abaixo.

A partir deste contexto, analise as afirmações a seguir.
I- O homem 4 pode ser heterozigoto ou homozigoto dominante.
II- A mulher 7 só pode ser homozigota recessiva.
III- O homem 10 só pode ser homozigoto dominante.
IV- A mulher 9 só pode ser heterozigota.
V- Se a mulher 7 tiver filhos com o homem 10, todos terão predisposição ao alcoolismo.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Considere o Texto 01 para responder à questão.
Texto 01
Predisposição ao alcoolismo
O alcoolismo é a dependência de uma pessoa ao álcool e é caracterizado pelo consumo abusivo e vontade incontrolável pela substância, associados aos sintomas de tolerância à bebida e abstinência. Os fatores ambientais que podem aumentar o risco para essa condição incluem o ambiente familiar, influência de amigos, contexto cultural, distúrbios psicológicos e consumo precoce da bebida. Estudos científicos demonstraram que fatores genéticos associados ao sistema de recompensa do cérebro e à capacidade do fígado de processar o álcool também podem estar relacionados com a dependência alcoólica.
[...]
O gene chamado FAAH, presente no cromossomo 1, é responsável por uma proteína que regula as funções de um importante neurotransmissor envolvido na sensação de recompensa e no vício. O marcador rs324420 diminui a atividade do gene e está associado aos alelos A e C. As pessoas que possuem o alelo A nesse marcador apresentam predisposição ao alcoolismo.
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
No tocante ao funcionamento linguístico-discursivo do texto em estudo, as assertivas a seguir. analise
I- O texto traz dados estatísticos para endossar a ideia central de que a atuação da prefeitura com relação às cracolândias em São Paulo causou a sua disseminação para outros bairros da cidade, inclusive para bairros considerados nobres.
II- O termo agrupamentos do tipo (“Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo”) evita a repetição desnecessária do referente cracolândia.
III- A ideia de que, em São Paulo, os dependentes químicos e pessoas em situação de rua estão em sofrimento e necessitam, sim, de políticas públicas que tenham um impacto positivo sobre a sua cidadania e qualidade de vida atua como um contra-argumento com relação à opinião de que essas pessoas merecem ser enquadradas pela polícia como quaisquer outros contraventores.
IV- O autor do editorial não é contrário à polícia no contexto da problemática das cracolândias em São Paulo, mas sim à violência policial contra as pessoas que formam esses agrupamentos.
É CORRETO o que se afirma em:
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
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O Texto VI é um editorial, leia-o para responder a questão.
CRACOLÂNDIAS ESPALHADAS
Grupos de usuários, antes restritos à região central, se dispersam por São Paulo
22 jul. 2024, às 22h00
Apesar de existir equipamentos públicos de atendimento a dependentes químicos e pessoas em situação de rua na cidade de São Paulo, a principal abordagem da prefeitura sobre a cracolândia tem sido a policial, com operações para dispersar aglomerações de usuários da droga no centro da capital.
Mas outros bairros possuem agrupamentos do tipo; e as ações das forças de segurança no centro podem ter contribuído para espalhar os dependentes para outras zonas da metrópole.
É o que mostra levantamento exclusivo desta Folha, com dados da Secretaria de Segurança Pública obtidos por meio da Lei Folha de Acesso à Informação. O trabalho mostrou que, no ano passado, a cidade tinha 72 concentrações de usuários distribuídas em 47 bairros. No estado, 160, em 45 municípios.
Na capital, a maioria estava na zona leste (20) e no centro (15). A periferia era a região mais afetada. Mas foram registradas aglomerações em bairros nobres, como Alto de Pinheiros e Pinheiros. São Bernardo e Guarulhos, na região metropolitana, lideram a lista estadual com 8 cada; Campinas, com 7, vem em seguida.
O consumo de crack a céu aberto por grandes grupos de usuários, como os vistos principalmente no centro, causa transtornos a moradores e comerciantes, não só com barulho e acúmulo de lixo nas vias, mas com aumento de crimes, como roubos e furtos. Já os usuários sofrem com a dependência.
Passa da hora de o poder público implementar uma política multidisciplinar integrada (saúde, segurança, moradia e geração de renda) contínua e de longo prazo para combater o problema sem infringir direitos humanos —casos da violência policial e de internações compulsórias indevidas.
No setor específico da segurança, devem-se alocar recursos em inteligência investigativa, para conter o tráfico e eliminar fontes de financiamento das facções; e em policiamento ostensivo para proteger moradores e comerciantes.
Caso contrário, as cracolândias continuarão a se espalhar. Em ano de eleições municipais, candidatos precisam mostrar projetos factíveis, e os eleitores devem exigi-los.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/opiniao/2024/07/cracolandias-espalhadas.shtml. Acesso em: 25 jul. 2024.
Com base no texto, considere as seguintes assertivas.
I- A ideia central do texto gira em torno da tese segundo a qual o combate exclusivamente coercitivo às chamadas cracolândias vem a acarretar a dispersão dos usuários de drogas e pessoas em situação de rua para outros bairros de São Paulo.
II- Em 2023, bairros nobres de São Paulo, como Alto de Pinheiros e Pinheiros, eram mais afetados pelo fenômeno das cracolândias do que a periferia da cidade.
III- O aumento do índice de criminalidade em um bairro não tem relação com a existência de cracolândias.
IV- A Folha defende que cabe ao poder público oferecer ações afirmativas com relação aos usuários de crack e outras drogas, bem como às pessoas em situação de rua.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- MorfologiaVerbosFormas Nominais
Para responder a questão, leia o texto V.
Texto V

Fonte: Quino. Mafalda. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39617671711906286/. Acesso em: 25 jul. 2024.
Ainda com relação ao enunciado presente no último quadrinho da tira (“Bem que dizem que repartir é morrer um pouco"), analise as assertivas abaixo.
I- As duas ocorrências da palavra que correspondem à mesma função sintática.
II- A segunda ocorrência da palavra que atende à função sintática de conjunção integrante.
III- Os verbos repartir e morrer e estão no infinitivo.
IV- Em “ Bem que dizem ”, tem-se uma oração sem sujeito.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Para responder a questão, leia o texto V.
Texto V

Fonte: Quino. Mafalda. Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/39617671711906286/. Acesso em: 25 jul. 2024.
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