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Foram encontradas 40 questões.

2507180 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Read the text to answer.
The world is changing – it is getting both smaller and bigger at the same time. Our world shrinks as technologies now allow us to communicate both synchronously and asynchronously with peers around the world. Conversely, the explosion of information now available to us expands our view of the world. As a result of the ability to communicate globally and the information explosion, education must change.
The current teaching paradigm of the teacher as the possessor and transferor of information is shifting to a new paradigm of the teacher as a facilitator or coach. This new teacher will provide contextual learning environments that engage students in collaborative activities that will require communications and access to information that only technology can provide.
Unfortunately, we don’t have to look hard to find teachers utilizing new technological tools to replicate old educational models. For example, most uses of distance education employ the same instructor delivering the same lecture to the same audience, only now the audience can be larger. This distance education model does nothing toaddress the concept of lifelong learning. This traditional model still places the student in a passive role, merely absorbing as much information as possible. Instead, more collaborative models of distance education could be employed.
(MOLEBASH P. Technology and Education: current and Future Trends. www.itari.in. Adapted.)
According to the text, teachers are seen as facilitators or coaches because:
 

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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
A expressão sublinhada que exerce uma função sintática diferente das demais, por ser considerada um adjunto, e não um complemento é:
 

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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação...” O uso dos advérbios em sequência servem para
 

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Degraus da ilusão
Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações que ainda se estendem por anos.
Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
[...]
A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
(Lya Luft – Revista Veja – 5 de junho de 2012 – Adaptado.)
Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva,...”. De acordo com a autora, os vocábulos destacados
 

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Para calcular o teor calórico de alimentos fritos, Carlos está analisando dois métodos de fritura: o método tradicional, com óleo de cozinha e o método de fritura sem óleo. A batata, por exemplo, possui, em média, 77 kcal por 100 gramas. Ao fritá-la, utilizando o método tradicional, passa a ter 312 kcal por 100 gramas, com acréscimo calórico devido ao óleo de cozinha utilizado. Sabe-se que, no processo de fritura, independente do método utilizado, a batata perde cerca de 70% de seu peso – sua parte que é constituída por água. Dessa forma, após a fritura utilizando-se o método de fritura sem óleo, 100 gramas de batata passarão a ter, aproximadamente:
 

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Analise o seguinte argumento lógico:
p1: Tomás come pipoca se e somente se assiste filme em sua casa.
p2: Ana bebe refrigerante se e somente se Tomás também beber.
p3: Ou Ana bebe refrigerante ou Tomás não come pipoca.
Sabendo que Tomás não assiste filme em sua casa, conclui-se que:
 

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2506007 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Match each sentence with its corresponding complement.
1. I didn’t pick up the clothes in my room, but I should…
2. Last night I stayed out late and now I…
3. Since I played video games all day, my parents decided…
4. I spent all my money on magazines, so my folks…
5. I have to do my chores. I haven’t …
6. I went out instead of doing my homework, and…
A- to ground me.
B- hence my boons were withdrawn.
C- have kept my it tidy.
D- taken out the trash and scrubbed the kitchen.
E- have a curfew.
F- ceased my allowance.
Choose the corresponding sequence.
 

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2505980 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
Read the ad to answer.
GETTING ON THE CLOUD IS
EASY.
BUT THEN WHAT?
The IBM Cloud is backed by 100,000 advisors ready to help solve industry-specific challenges.
What happens when you need help getting the most out of your cloud? In the U.S., enterprises report that the No. 1 challenge they have in working with a cloud provider is a lack of support.1 With the IBM Cloud, you can tap into a wealth of development, implementation and integration expertise specific to your industry. Another reason why IBM is today’s leading hybrid cloud provider, supporting critical workloads in some of the world’s largest industries.2 Business on the cloud is made with IBM.
The IBM Cloud is the cloud for business.
Tap into IBM Cloud expertise at ibm.com/cloud
(The Economist October 25th 2014. Page 21.)
In the active voice “The IBM cloud is backed up by 100,000 advisors” becomes:
 

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O trecho a seguir contextualiza o tema tratado na questão. Leia-o atentamente.
“Os países estavam reunidos há vários dias em Lausanne, na Suíça, para esboçar os princípios de um acordo. A comunidade internacional quer frear o programa nuclear iraniano e controlar de perto para garantir que Teerã não fabricará armas nucleares e bomba atômica. O impasse entre o Irã e o Ocidente acerca do tema já dura quase 12 anos.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/04/potencias-e-ira-definem-diminuicao-de-capacidade-nuclear-diz-agencia.html.)
A assinatura e o cumprimento do acordo foram comemorados pela população do Irã nas ruas já que proporcionaram
 

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2505625 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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GETTING ON THE CLOUD IS
EASY.
BUT THEN WHAT?
The IBM Cloud is backed by 100,000 advisors ready to help solve industry-specific challenges.
What happens when you need help getting the most out of your cloud? In the U.S., enterprises report that the No. 1 challenge they have in working with a cloud provider is a lack of support.1 With the IBM Cloud, you can tap into a wealth of development, implementation and integration expertise specific to your industry. Another reason why IBM is today’s leading hybrid cloud provider, supporting critical workloads in some of the world’s largest industries.2 Business on the cloud is made with IBM.
The IBM Cloud is the cloud for business.
Tap into IBM Cloud expertise at ibm.com/cloud
(The Economist October 25th 2014. Page 21.)
One of the defiances about working with a cloud is:
 

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