Foram encontradas 30 questões.
1310744
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Em um grupo de dados (1,5 - 3,8 - 0,7 - 3,0 - 1,8- 3,0 - 2,5 - 3,0 - 0,7 - 3,5 - 4,2) referentes a uma amostragem ocupacional de concentração de pó de madeira, dado em mg/m³, podemos afirmar que a moda é:
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1310702
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
De acordo com a NR-07, considere as seguintes afirmações e assinale a alternativa correta:
I- A Norma estabelece a obrigatoriedade da elaboração e implementação do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional – PCMSO que tem por objetivo a promoção e a preservação da saúde do conjunto dos seus trabalhadores.
II- Cabe à empresa contratante de mão-de-obra prestadora de serviços, informar à empresa contratada, os riscos existentes e auxiliar na elaboração e implementação do PCMSO nos locais de trabalho onde os serviços estão sendo prestados.
III- Deve ser aplicada somente aos trabalhadores que estão expostos aos riscos químicos, físicos e biológicos.
IV- O PCMSO deve ter caráter de prevenção aos riscos, rastreamento e diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, inclusive de natureza subclínica, além da constatação da existência de casos de doenças profissionais ou danos irreversíveis à saúde dos trabalhadores.
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1310552
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Para a extinção de princípios de incêndio em materiais da classe C (elétricos energizados), é indicado o extintor de:
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1310498
Ano: 2009
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
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A redução do Imposto sobre Produtos Industrializados - IPI para geladeiras, fogões, máquinas de lavar e tanquinhos, produtos da linha branca, que encerraria , foi prorrogada por mais três meses.
A partir de 1º de novembro de 2009 entrou em vigor uma nova tabela cujas alíquotas passam a ser estabelecidas com base:
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1310209
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Normas de Segurança para Dispositivos de Acionamento, Partida e Parada de Máquinas e Equipamentos afirmam que as máquinas e equipamentos devem ter dispositivos de acionamento e parada localizados de modo que:
I- seja acionado ou desligado pelo operador na sua posição de trabalho ou em outro local fora a posição de trabalho desde que visível e com indicação
II- não se localize na zona perigosa da máquina ou do equipamento
III- possa ser acionado ou desligado em caso de emergência, por outra pessoa que não seja o operador
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1309977
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
A exposição ocupacional, situação em que as pessoas são expostas a campos eletromagnéticos das radiações não ionizantes em consequência do seu trabalho, de acordo com a legislação do Ministério do Trabalho e Emprego – Portaria 3.214/78, NR 15, anexo 7, pode caracterizar a condição de:
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares” pode-se afirmar que o autor:
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- Estatística DescritivaMedidas de Tendência CentralMédiasMédia AritméticaMédia Ponderada (Agrupados por Valor)
A média aritmética de três números a, b e c é 4. A média ponderada entre eles, considerando pesos de 3, 3 e 4, respectivamente, para a, b e c é 4,2. Sabendo que a é igual a 2, y e z valem:
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Aos meus colegas médicos
Enquanto as mulheres com formação universitária têm em média 1,4 filho, as que vivem abaixo da linha de pobreza começam a tê-los na adolescência e não param mais. Existe modelo mais perverso?
Nós, médicos, conhecemos de perto essa realidade.
Somos testemunhas da falta de anticoncepcionais nos postos do SUS e do calvário que as mães de muitos filhos percorrem na vã esperança de colocar DIU ou laquear as trompas.
Somos nós os responsáveis por esse descalabro?
Não, os principais culpados são os governantes que controlam as verbas públicas e definem prioridades e o poder de intimidação que a cúpula da Igreja Católica exerce sobre eles. Quando as autoridades eclesiásticas condenam o uso de qualquer anticoncepcional que não seja a obsoleta "tabelinha", para os políticos é mais prudente esquecer essa história de planejamento familiar, coisa de gente pobre, uma vez que os mais abastados compram pílulas na farmácia, colocam DIU em nossos consultórios, fazem laqueadura e vasectomia nos hospitais particulares.
Embora sejam os maiores culpados, justiça seja feita, eles não são os únicos: a sociedade contribui com o silêncio. Parece que ninguém vê a molecada equilibrando bolinha nos faróis, as adolescentes grávidas da periferia, o número de crianças nas favelas. Somos cegos ou avestruzes?
[...]
As vozes paralisantes dos esquerdistas de porta de botequim, que interpretam a defesa do acesso universal à contracepção como tentativa de acabar com a pobreza impedindo o nascimento de pobres, bem como as imposições medievais da igreja não podem nos intimidar. Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos. Contrária a ela é a cúpula dirigente, há muito apartada de seus rebanhos, a mesma que comete o crime continuado de condenar o uso de camisinha num mundo em que 40 milhões de pessoas carregam o vírus da Aids nas secreções sexuais.
Sabedores de que muitos de nossos governantes são os primeiros a burlar as leis, nós, médicos, devemos cobrar deles a aplicação da lei do planejamento familiar. Apesar do aviltamento da profissão, ainda dispomos de algum poder: chefiamos postos de saúde, dirigimos hospitais, ocupamos secretarias municipais e estaduais e cargos importantes no Ministério da Saúde.
Se não esquecermos que a função primordial da medicina é aliviar o sofrimento humano, poderemos dar um exemplo à sociedade ao contribuir, de fato, para assegurar às pessoas mais pobres o direito de planejar o tamanho de suas famílias. Exatamente como fazemos com as nossas.
(VARELLA, Drauzio. Aos meus colegas médicos. Ago. 2007. Disponível em <http://www.drauziovarella.com.br/artigo /gravidezadolescencia.a sp>)
No período “Os próprios padres, quando em contato com a miséria de seus paroquianos, só não pregam abertamente a contracepção por impedimentos hierárquicos.” as vírgulas estão sendo utilizadas para:
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1481737
Ano: 2009
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: Ânima
Orgão: Pref. Joinville-SC
De acordo com a NR-24 - Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho, estão inclusas as instalações sanitárias, que constituem o local destinado ao asseio corporal e/ou atendimento das necessidades fisiológicas. As condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho deve garantir a existência mínima de:
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