Foram encontradas 75 questões.

Provas
Questão presente nas seguintes provas

Provas
Questão presente nas seguintes provas

Provas
Questão presente nas seguintes provas
O vocábulo “que” é o morfema gramatical mais difícil de se analisar na língua portuguesa, em virtude dos seus múltiplos valores
e funções sintáticas. Marque a opção em que a palavra “que” é substantivo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Considerando a colocação pronominal com verbos no infinitivo impessoal, identifique a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka
Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira
da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu
desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava
em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da
surpresa e da fome, tocou a campainha.
Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida,
trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto,
em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.
“Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou
alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia
estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.
Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então
saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria
semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.
K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro
na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente
quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o
seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.
K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido
lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande
curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo,
ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.
K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens,
nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como
poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade,
percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.
Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka
Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira
da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu
desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava
em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da
surpresa e da fome, tocou a campainha.
Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida,
trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto,
em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.
“Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou
alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia
estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.
Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então
saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria
semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.
K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro
na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente
quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o
seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.
K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido
lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande
curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo,
ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.
K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens,
nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como
poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade,
percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.
Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka
Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira
da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu
desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava
em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da
surpresa e da fome, tocou a campainha.
Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida,
trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto,
em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.
“Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou
alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia
estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.
Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então
saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria
semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.
K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro
na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente
quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o
seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.
K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido
lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande
curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo,
ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.
K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens,
nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como
poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade,
percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.
Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
Considerando as regras de uso da vírgula e da pontuação na norma-padrão, identifique a opção correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka
Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira
da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu
desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava
em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da
surpresa e da fome, tocou a campainha.
Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida,
trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto,
em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.
“Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou
alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia
estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.
Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então
saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria
semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.
K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro
na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente
quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o
seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.
K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido
lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande
curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo,
ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.
K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens,
nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como
poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade,
percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.
Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Trecho de “O Processo” – Franz Kafka
Alguém devia ter caluniado Josef K., porque foi preso uma manhã, sem que ele houvesse feito alguma coisa de mal. A cozinheira
da Senhora Grubach, a dona da pensão, que lhe levava o pequeno-almoço todos os dias por volta das oito horas, não apareceu
desta vez. Isto nunca tinha acontecido. K. aguardou mais um pouco; apoiado na almofada da cama, viu a velha senhora que morava
em frente da sua casa a observá-lo com uma curiosidade completamente desacostumada; mas depois, sob o efeito simultâneo da
surpresa e da fome, tocou a campainha.
Bateram logo à porta e entrou um homem que ele nunca vira naquela casa. Era esbelto e, no entanto, de constituição sólida,
trajava um fato preto muito justo que, à semelhança dos fatos de viagem, possuía diversas pregas, algibeiras, botões e um cinto,
em consequência do que, sem que se conseguisse designar-lhe o uso, parecia particularmente prático.
“Quem é o senhor?”, perguntou K., erguendo-se na cama. Mas o homem ignorou a pergunta e limitou-se a perguntar: “Chamou
alguém?” K. respondeu que esperava Anna com o pequeno-almoço, mas o intruso abriu a porta e repetiu para alguém que parecia
estar ao lado: “Ele quer que Anna lhe traga o pequeno-almoço.” Um breve riso ecoou na sala contígua.
Embora o desconhecido não tivesse dito nada que ele já não soubesse, insistiu: “É impossível.” Isso irritou K., que então
saltou da cama, vestiu-se apressadamente e afirmou que queria ver que gente era aquela e como a Senhora Grubach explicaria
semelhante incômodo. Mas o homem apenas sugeriu que ele permanecesse no quarto.
K., no entanto, decidiu atravessar a porta. Na sala ao lado, encontrou outro homem sentado junto à janela aberta, com um livro
na mão, que imediatamente o repreendeu: “Deveria ter permanecido no seu quarto! Franz não lho disse?” K. perguntou novamente
quem eram, mas recebeu a resposta seca: estava detido. “Por quê?”, perguntou. “Não fomos encarregados de lho dizer. Vá para o
seu quarto e espere. O processo judicial acaba de ser instaurado”, respondeu o homem, levantando-se.
K. percebeu que a sala estava arrumada como sempre, com móveis antigos, porcelanas e fotografias — tudo no seu devido
lugar, exceto pela presença desses homens estranhos. Ao olhar pela janela, a velha senhora ainda o observava com grande
curiosidade. O segundo homem avisou que ele não tinha o direito de sair, pois estava detido. Quando K. insistiu em saber o motivo,
ouviu apenas que as autoridades superiores já tinham se informado devidamente sobre a sua pessoa, e que erros eram impossíveis.
K. tentou manter a calma, mas o absurdo da situação o enervava profundamente. Não sabia quem eram aqueles homens,
nem que autoridade possuíam. Estava certo, porém, de que não permitiria que se aproveitassem dele tão facilmente. Afinal, como
poderia alguém ser preso sem culpa, sem acusação clara e sem explicação alguma? Ainda assim, diante de tanta irracionalidade,
percebeu que precisava manter a presença de espírito — seria esse, talvez, o único modo de recuperar o controle da situação.
Fonte: KAFKA, Franz. O Processo. Tradução de Guimarães Editores. Publicações Dom Quixote / LeYa, 2009. p.5-7.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container