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Dona Iolanda, uma senhora de 84 anos, chega à consulta de rotina na Unidade Básica de Saúde (UBS) esbanjando
vitalidade e bom humor. “Doutor, vim para ver como está a minha saúde”, ela diz, com um sorriso acolhedor. Dona Iolanda
mantém hábitos de vida saudáveis e suas comorbidades — diabetes e hipertensão arterial — estão bem controladas por
meio de medicamentos e mudanças no estilo de vida. O médico de família, conhecedor da importância do cuidado integral
e preventivo, aproveita a oportunidade para avaliar a saúde de Dona Iolanda e orientá-la sobre as medidas mais adequadas
para a sua faixa etária.
Considerando a idade de Dona Iolanda e as suas condições de saúde, qual das seguintes medidas seria a mais adequada durante a consulta?
Considerando a idade de Dona Iolanda e as suas condições de saúde, qual das seguintes medidas seria a mais adequada durante a consulta?
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A família Silva, residente na comunidade da Vila Esperança, procura a Unidade de Saúde da Família (USF) com queixas
de episódios recorrentes de diarreia nos últimos seis meses. Preocupado com a situação, o médico da USF realiza uma
visita domiciliar para investigar mais de perto o caso. Na residência, encontra-se Dona Joana, de 32 anos e seus dois
filhos, Melissa, de 8 anos, e Arthur, de 1 ano. Dona Joana relata que todos em casa têm apresentado diarreia esverdeada,
explosiva, aquosa, fétida e em grande quantidade, com presença de restos alimentares nas fezes. As crianças queixamse de cólicas e aumento do volume abdominal, e Arthur apresenta discreto abaulamento abdominal. Dona Joana ainda
comenta que notou que o consumo de leite parece piorar os sintomas, por isso suspendeu o leite da dieta das crianças.
Ela já havia procurado atendimento na UBS, onde exames laboratoriais foram solicitados, mas não foram realizados por
dificuldades de acesso. Ao exame físico, tanto Dona Joana quanto seus filhos apresentam bom estado geral, estão bem
hidratados, sem sinais de febre, e com coloração normal da pele. Nenhuma anormalidade significativa foi observada no
exame clínico.
Com base nos dados clínicos e epidemiológicos, qual o diagnóstico mais provável para a família Silva?
Com base nos dados clínicos e epidemiológicos, qual o diagnóstico mais provável para a família Silva?
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Maria, 34 anos, chega ao consultório com queixas de palpitações frequentes e tremores há alguns meses. Ela também
relata a presença de um pequeno nódulo em seu pescoço, o que aumentou a sua ansiedade. Durante a consulta, Maria
menciona que é hipertensa, está acima do peso ideal, tem um mioma uterino e é tabagista. Ao realizar o exame físico, o
médico endocrinologista nota taquicardia (120 bpm) e hipertensão arterial (156/93 mmHg). Um nódulo de consistência
elástica, móvel e medindo aproximadamente 2,5 cm é palpável no lobo direito da tireoide. Além disso, há tremores finos
nas mãos, mas o restante do exame físico não apresenta alterações significativas. Os exames laboratoriais revelam TSH
suprimido (0,02 mU/L), T3 elevado (284 ng/dL) e T4 livre elevado (16 µg/L), compatíveis com hipertireoidismo. O ultrassom
da tireoide mostra um nódulo sólido, hiperecoico e com margens regulares no lobo direito, medindo 1,3 x 2,5 x 2 cm. Com
base no quadro clínico e nos exames complementares, qual é a conduta mais adequada neste caso?
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Senhor Antônio, 64 anos, com histórico de insuficiência cardíaca crônica, é admitido no pronto-socorro com queixa de
dispneia intensa há três dias, mesmo em repouso. Recentemente, foi diagnosticado com erisipela bolhosa, e iniciou
tratamento com antibiótico, mas a dispneia vem piorando desde então. Durante o exame físico, o Senhor Antônio está
consciente e orientado, com pressão arterial de 115x65 mmHg, frequência cardíaca de 110 bpm, saturação de oxigênio
de 90% e frequência respiratória de 31 irpm. A ausculta pulmonar revela estertores crepitantes bilaterais, indicativos de
congestão pulmonar, e há edema significativo nos membros inferiores. O paciente faz uso regular de Enalapril 20mg/dia,
Carvedilol 6,25mg 2x/dia, Espironolactona 25mg/dia e Furosemida 40mg/dia.
Diante desse quadro de descompensação aguda da insuficiência cardíaca, qual é a melhor conduta?
Diante desse quadro de descompensação aguda da insuficiência cardíaca, qual é a melhor conduta?
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O Senhor José, um homem de 55 anos, morador de Governador Valadares, procura ajuda na UBS, queixando-se de
formigamento e dormência nas mãos, que o incomodam há cerca de 2 anos. Ele também relata dores e uma sensação de
choque na região dos cotovelos, além de dificuldade para sentir alguns objetos com as mãos. O Senhor José nega outros
problemas de saúde e afirma que nunca fumou ou bebeu em excesso.
É realizado um exame físico completo, e não se encontra lesões na pele. Os exames laboratoriais (hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, hormônios da tireoide, vitamina B12, vitamina D) estão todos normais. As sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C são negativas, assim como o fator antinuclear (FAN). Ao examinar os nervos do Senhor José, nota-se um espessamento nos nervos ulnares (próximos ao cotovelo) e, ao testar a sensibilidade com monofilamentos, percebe que ele só consegue sentir o monofilamento mais grosso (vermelho, 4g) em alguns pontos das palmas das mãos.
Para investigar melhor o problema, solicita-se uma eletroneuromiografia (ENMG) dos quatro membros.
Considerando o quadro clínico e os achados do exame físico, qual o padrão eletroneuromiográfico mais frequentemente encontrado em casos como o do Senhor José?
É realizado um exame físico completo, e não se encontra lesões na pele. Os exames laboratoriais (hemograma, glicemia, hemoglobina glicada, hormônios da tireoide, vitamina B12, vitamina D) estão todos normais. As sorologias para HIV, sífilis e hepatites B e C são negativas, assim como o fator antinuclear (FAN). Ao examinar os nervos do Senhor José, nota-se um espessamento nos nervos ulnares (próximos ao cotovelo) e, ao testar a sensibilidade com monofilamentos, percebe que ele só consegue sentir o monofilamento mais grosso (vermelho, 4g) em alguns pontos das palmas das mãos.
Para investigar melhor o problema, solicita-se uma eletroneuromiografia (ENMG) dos quatro membros.
Considerando o quadro clínico e os achados do exame físico, qual o padrão eletroneuromiográfico mais frequentemente encontrado em casos como o do Senhor José?
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Ana, de 42 anos, chega à consulta com relato de tristeza profunda há dois meses, acompanhada de desânimo, choro fácil,
perda de prazer em atividades antes prazerosas, falta de apetite e emagrecimento de 5 kg no período. Além disso, a
paciente menciona grande dificuldade para sair da cama, faltas frequentes ao trabalho e isolamento social. Durante a
consulta, Ana diz que se sente um "peso para a família" e revela uma falta de energia que a impede até de cuidar da
própria higiene pessoal. Ela possui antecedentes de hipertensão arterial e dislipidemia. No exame físico, a sua pressão
arterial está elevada (170x110 mmHg), mas o restante do exame é normal.
Diante desse quadro, qual seria a conduta mais adequada para Ana?
Diante desse quadro, qual seria a conduta mais adequada para Ana?
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Joana, uma menina de 5 anos, é trazida à consulta por sua mãe, preocupada com o estado de saúde da filha. A criança
apresenta febre persistente há 4 dias, acompanhada de tosse seca e coriza. No terceiro dia de febre, surgiram manchas
avermelhadas que começaram na face e se espalharam progressivamente pelo corpo. No exame físico, observa-se a
criança com aparência cansada, erupções maculopapulares difusas e pequenas manchas brancas na mucosa bucal, perto
dos dentes molares. Além disso, há presença de conjuntivite sem secreção purulenta.
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o tratamento mais adequado para Joana?
Com base no quadro clínico apresentado, qual é o tratamento mais adequado para Joana?
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O Senhor Cosme, um homem de 48 anos que vive sozinho, é um rosto conhecido na comunidade. Seu histórico de
alcoolismo, com consumo diário de 15 doses de aguardente ao longo de 20 anos, é motivo de preocupação para os seus
vizinhos. Recentemente, ele foi hospitalizado com gastrite e, diante do diagnóstico, decidiu interromper o consumo de
álcool. Dois dias após a alta hospitalar, o Senhor Cosme começou a apresentar sintomas preocupantes: tremores nas
mãos, ansiedade, náuseas, insônia, irritabilidade e sudorese. No terceiro dia, o seu quadro agravou-se significativamente,
com tremores generalizados, agitação, alucinações visuais, auditivas e táteis, vômitos, sudorese intensa, febre alta e
taquicardia. Preocupados com a situação, os seus vizinhos acionaram o corpo de bombeiros, que o levou às pressas para
o pronto-socorro. Na avaliação inicial, o hemograma, a função renal e a creatinofosfoquinase apresentaram resultados
normais.
Diante desse quadro, qual a conduta mais adequada para o Senhor Cosme?
Diante desse quadro, qual a conduta mais adequada para o Senhor Cosme?
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Carla, uma mulher de 46 anos, enfrenta os desafios da Doença de Crohn há algum tempo. As dores abdominais e os
episódios frequentes de diarreia têm impactado a sua qualidade de vida e, apesar dos esforços para controlar a doença,
ela se mantém ativa. Agora, uma nova esperança surge: a possibilidade de iniciar a terapia com anti-TNF, um tratamento
promissor para casos como o dela.
Antes de iniciar a terapia, o médico, atencioso e responsável, realiza uma avaliação completa de Carla. Ela nega febre, sudorese noturna e sintomas respiratórios, mas relata dores abdominais difusas e diarreia crônica (cerca de 6 vezes ao dia) nos últimos 40 dias. O exame físico revela ruídos hidroaéreos aumentados e dor abdominal difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. A radiografia de tórax não apresenta alterações, mas o teste IGRA (que detecta a infecção latente por tuberculose) é positivo.
Diante desse cenário, qual o tratamento mais adequado para Carla, antes de iniciar a terapia com anti-TNF?
Antes de iniciar a terapia, o médico, atencioso e responsável, realiza uma avaliação completa de Carla. Ela nega febre, sudorese noturna e sintomas respiratórios, mas relata dores abdominais difusas e diarreia crônica (cerca de 6 vezes ao dia) nos últimos 40 dias. O exame físico revela ruídos hidroaéreos aumentados e dor abdominal difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal. A radiografia de tórax não apresenta alterações, mas o teste IGRA (que detecta a infecção latente por tuberculose) é positivo.
Diante desse cenário, qual o tratamento mais adequado para Carla, antes de iniciar a terapia com anti-TNF?
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O Senhor Joaquim, de 57 anos, buscou auxílio na Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima à sua residência, queixandose de uma profunda fadiga que o acompanha há cerca de uma semana. Mesmo ciente de que a UBS está priorizando o
atendimento a pacientes com diabetes e hipertensão naquele dia, ele decide tentar a sorte. Sensibilizado com a situação
do Senhor Joaquim, o médico o acolhe com atenção, demonstrando que cada paciente é único e merece ser ouvido.
Durante a consulta, o Senhor Joaquim se abre sobre os problemas familiares que vêm tirando o seu sono há semanas.
Relata que dorme pouco e acorda ainda mais cansado, sem energia para enfrentar o dia a dia. Compartilha também o
seu estilo de vida sedentário e a ausência de doenças crônicas preexistentes. Diante desse quadro, assinale a alternativa
que apresenta a opção terapêutica mais resolutiva para o Senhor Joaquim e os princípios da Atenção Primária à Saúde
(APS) relacionados ao caso.
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