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Foram encontradas 50 questões.

2228154 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma máquina, trabalhando sem parar, produz 320 peças em 30 minutos. Nessas condições, o tempo necessário para que essa máquina produza 800 dessas peças é de

 

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2228153 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Para uma festa, foram compradas garrafas de suco e de refrigerante, no total de 24 garrafas. Se a razão do número de garrafas de suco para o número de garrafas de refrigerante foi !$ { \large 3 \over 5} !$, então o número de garrafas compradas de refrigerante foi

 

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2228152 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

No pátio de uma escola, no horário do intervalo, havia 150 crianças, das quais 60% eram do Ensino Fundamental I e as demais do Ensino Fundamental II. Entre as crianças do Ensino Fundamental II, 45% eram meninos e, entre as crianças do Ensino Fundamental I, havia 40 meninos. O número total de meninos nesse pátio era

 

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2228151 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

O setor de fotocópias de uma empresa recebeu determinado número de pacotes de papel sulfite, que serão empilhados, de modo que cada pilha fique com o mesmo número de pacotes. O funcionário do setor percebeu que é possível fazer pilhas com 12 pacotes em cada uma, ou com 15 pacotes, ou, ainda, com 18 pacotes, e qualquer que seja a opção não restarão pacotes fora das pilhas. O menor número de pacotes recebidos por esse setor foi

 

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2228150 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma escola comprou várias caixas de giz, sendo !$ { \large 3 \over 8} !$ delas de giz colorido, e as 15 caixas restantes, de giz branco. O número total de caixas de giz (branco + colorido) compradas pela escola foi

 

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2228149 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma revolução a galope

Existiam 11 mil táxis em Londres na virada do século 19 para o 20. Todos pretos e elegantes, iguais aos de hoje. Só o motor que era diferente. Todos eram puxados por cavalos. Também tinha ônibus a cavalo. Cada um demandava 12 equinos por dia.

O transporte público equino mais as carroças e carruagens particulares resultavam numa população de 50 mil cavalos circulando pelo centro da capital britânica todos os dias. Valia o mesmo para todas as grandes cidades.

O toque dos cascos contra os paralelepípedos era o som característico das metrópoles. Uma sinfonia de “toc, toc, toc” vinda de todos os lados. Talvez tivesse o seu charme. Menos agradável era o produto do escapamento dos nossos garbosos amigos.

Cada cavalo produz 10 quilos de esterco por dia, o que garantia a Londres sozinha um pavimento constante de dejetos renovado a uma taxa de 500 toneladas a cada 24 horas.

Em 1894, o alemão Karl Benz lançava o primeiro carro com motor a combustão interna e produção em larga escala: o Benz Velo. Em 1903, um engenheiro de Detroit chamado Henry emularia Benz ao criar uma empresa com o seu sobrenome, a Ford, voltada a tornar carros tão baratos quanto carroças. Pronto: em relativamente pouco tempo, o esterco deixaria de ser um problema. Mas, claro, vieram outros. O escapamento das máquinas de Karl Benz, Henry Ford e cia revelaria-se ainda mais pernicioso que o dos cavalos.

Os catalisadores, que reduzem brutalmente a emissão de monóxido de carbono, ajudariam mais tarde a baixar a poluição das cidades para níveis menos intoleráveis. Mas as leis da física não permitem filtrar do escape outro subproduto da combustão, ainda mais danoso, o dióxido de carbono. E não dá mais para brincar com o clima. Logo, a transição para os carros elétricos é inevitável.

(Editorial. Revista Superinteressante. Edição 430. Agosto 2021)

A reescrita da frase do primeiro parágrafo – Cada um demandava 12 equinos por dia. – está em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa em:

 

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2228148 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma revolução a galope

Existiam 11 mil táxis em Londres na virada do século 19 para o 20. Todos pretos e elegantes, iguais aos de hoje. Só o motor que era diferente. Todos eram puxados por cavalos. Também tinha ônibus a cavalo. Cada um demandava 12 equinos por dia.

O transporte público equino mais as carroças e carruagens particulares resultavam numa população de 50 mil cavalos circulando pelo centro da capital britânica todos os dias. Valia o mesmo para todas as grandes cidades.

O toque dos cascos contra os paralelepípedos era o som característico das metrópoles. Uma sinfonia de “toc, toc, toc” vinda de todos os lados. Talvez tivesse o seu charme. Menos agradável era o produto do escapamento dos nossos garbosos amigos.

Cada cavalo produz 10 quilos de esterco por dia, o que garantia a Londres sozinha um pavimento constante de dejetos renovado a uma taxa de 500 toneladas a cada 24 horas.

Em 1894, o alemão Karl Benz lançava o primeiro carro com motor a combustão interna e produção em larga escala: o Benz Velo. Em 1903, um engenheiro de Detroit chamado Henry emularia Benz ao criar uma empresa com o seu sobrenome, a Ford, voltada a tornar carros tão baratos quanto carroças. Pronto: em relativamente pouco tempo, o esterco deixaria de ser um problema. Mas, claro, vieram outros. O escapamento das máquinas de Karl Benz, Henry Ford e cia revelaria-se ainda mais pernicioso que o dos cavalos.

Os catalisadores, que reduzem brutalmente a emissão de monóxido de carbono, ajudariam mais tarde a baixar a poluição das cidades para níveis menos intoleráveis. Mas as leis da física não permitem filtrar do escape outro subproduto da combustão, ainda mais danoso, o dióxido de carbono. E não dá mais para brincar com o clima. Logo, a transição para os carros elétricos é inevitável.

(Editorial. Revista Superinteressante. Edição 430. Agosto 2021)

O termo “emularia”, destacado no penúltimo parágrafo do texto, expressa a ideia de que o engenheiro de Detroit chamado Henri

 

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2228147 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma revolução a galope

Existiam 11 mil táxis em Londres na virada do século 19 para o 20. Todos pretos e elegantes, iguais aos de hoje. Só o motor que era diferentea. Todos eram puxados por cavalos. Também tinha ônibus a cavalo. Cada um demandava 12 equinos por dia.

O transporte público equino mais as carroças e carruagens particulares resultavam numa população de 50 mil cavalos circulando pelo centro da capital britânica todos os dias. Valia o mesmo para todas as grandes cidades.

O toque dos cascos contra os paralelepípedos era o som característico das metrópoles. Uma sinfonia de “toc, toc, toc” vinda de todos os lados. Talvez tivesse o seu charmeb. Menos agradável era o produto do escapamento dos nossos garbosos amigosc.

Cada cavalo produz 10 quilos de esterco por dia, o que garantia a Londres sozinha um pavimento constante de dejetos renovado a uma taxa de 500 toneladas a cada 24 horas.

Em 1894, o alemão Karl Benz lançava o primeiro carro com motor a combustão interna e produção em larga escala: o Benz Velo. Em 1903, um engenheiro de Detroit chamado Henry emularia Benz ao criar uma empresa com o seu sobrenome, a Ford, voltada a tornar carros tão baratos quanto carroças. Pronto: em relativamente pouco tempo, o esterco deixaria de ser um problema. Mas, claro, vieram outros. O escapamento das máquinas de Karl Benz, Henry Ford e cia revelaria-se ainda mais pernicioso que o dos cavalos.

Os catalisadores, que reduzem brutalmente a emissão de monóxido de carbono, ajudariam mais tarde a baixar a poluição das cidades para níveis menos intoleráveis. Mas as leis da física não permitem filtrar do escape outro subproduto da combustão, ainda mais danosoe, o dióxido de carbono. E não dá mais para brincar com o clima. Logo, a transição para os carros elétricos é inevitáveld.

(Editorial. Revista Superinteressante. Edição 430. Agosto 2021)

O termo destacado na frase do penúltimo parágrafo – O escapamento das máquinas de Karl Benz, Henry Ford e cia revelaria-se ainda mais pernicioso... – tem sentido equivalente ao do termo destacado em:

 

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2228146 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma revolução a galope

Existiam 11 mil táxis em Londres na virada do século 19 para o 20a. Todos pretos e elegantes, iguais aos de hoje. Só o motor que era diferente. Todos eram puxados por cavalos. Também tinha ônibus a cavalo. Cada um demandava 12 equinos por dia.

O transporte público equino mais as carroças e carruagens particulares resultavam numa população de 50 mil cavalos circulando pelo centro da capital britânica todos os dias. Valia o mesmo para todas as grandes cidades.

O toque dos cascos contra os paralelepípedos era o som característico das metrópolesb. Uma sinfonia de “toc, toc, toc” vinda de todos os lados. Talvez tivesse o seu charme. Menos agradável era o produto do escapamento dos nossos garbosos amigos.

Cada cavalo produz 10 quilos de esterco por dia, o que garantia a Londres sozinha um pavimento constante de dejetos renovado a uma taxa de 500 toneladas a cada 24 horas.

Em 1894, o alemão Karl Benz lançava o primeiro carro com motor a combustão internad e produção em larga escala: o Benz Velo. Em 1903, um engenheiro de Detroit chamado Henry emularia Benz ao criar uma empresa com o seu sobrenome, a Ford, voltada a tornar carros tão baratos quanto carroçasc. Pronto: em relativamente pouco tempo, o esterco deixaria de ser um problema. Mas, claro, vieram outros. O escapamento das máquinas de Karl Benz, Henry Ford e cia revelaria-se ainda mais pernicioso que o dos cavalos.

Os catalisadores, que reduzem brutalmente a emissão de monóxido de carbonoe, ajudariam mais tarde a baixar a poluição das cidades para níveis menos intoleráveis. Mas as leis da física não permitem filtrar do escape outro subproduto da combustão, ainda mais danoso, o dióxido de carbono. E não dá mais para brincar com o clima. Logo, a transição para os carros elétricos é inevitável.

(Editorial. Revista Superinteressante. Edição 430. Agosto 2021)

Na seguinte frase do texto, é estabelecida uma relação com sentido de comparação:

 

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2228145 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Jaguariúna-SP

Uma revolução a galope

Existiam 11 mil táxis em Londres na virada do século 19 para o 20. Todos pretos e elegantes, iguais aos de hoje. Só o motor que era diferente. Todos eram puxados por cavalos. Também tinha ônibus a cavalo. Cada um demandava 12 equinos por dia.

O transporte público equino mais as carroças e carruagens particulares resultavam numa população de 50 mil cavalos circulando pelo centro da capital britânica todos os dias. Valia o mesmo para todas as grandes cidades.

O toque dos cascos contra os paralelepípedos era o som característico das metrópoles. Uma sinfonia de “toc, toc, toc” vinda de todos os lados. Talvez tivesse o seu charme. Menos agradável era o produto do escapamento dos nossos garbosos amigos.

Cada cavalo produz 10 quilos de esterco por dia, o que garantia a Londres sozinha um pavimento constante de dejetos renovado a uma taxa de 500 toneladas a cada 24 horas.

Em 1894, o alemão Karl Benz lançava o primeiro carro com motor a combustão interna e produção em larga escala: o Benz Velo. Em 1903, um engenheiro de Detroit chamado Henry emularia Benz ao criar uma empresa com o seu sobrenome, a Ford, voltada a tornar carros tão baratos quanto carroças. Pronto: em relativamente pouco tempo, o esterco deixaria de ser um problema. Mas, claro, vieram outros. O escapamento das máquinas de Karl Benz, Henry Ford e cia revelaria-se ainda mais pernicioso que o dos cavalos.

Os catalisadores, que reduzem brutalmente a emissão de monóxido de carbono, ajudariam mais tarde a baixar a poluição das cidades para níveis menos intoleráveis. Mas as leis da física não permitem filtrar do escape outro subproduto da combustão, ainda mais danoso, o dióxido de carbono. E não dá mais para brincar com o clima. Logo, a transição para os carros elétricos é inevitável.

(Editorial. Revista Superinteressante. Edição 430. Agosto 2021)

De acordo com o texto,

 

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