Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

1746580 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
TEXTO
Cultivando a Interioridade
Talvez o professor leiturizador não tenha a dimensão da importância de seu papel na educação. Quando o aluno consegue ler silenciosamente e, tomara, sem subvocalizar, um texto, um livro, ficar sozinho com ele, mergulhar na viagem feita pelo autor, que passo deu essa criatura em termos de leiturização! Tem a mesma importância quando o aluno escreve, fica diante da página em branco e consegue montar o seu texto. Cada passo aprendido, cada técnica ensinada pelo professor é muito importante. Por isso, sempre comparo o ato de escrever com o ato de bordar, de pintar. Ninguém constrói um texto perfeito, sem antes ter produzido porcarias. O aluno precisa ter paciência consigo mesmo, e o professor, ser compreensivo com seu pupilo.
Se o aluno produziu o melhor de si, entrega o texto até com emoção a seu professor, que precisa tratar com muito carinho aquela produção. Às vezes, na correção tradicional, com aqueles pacotes à nossa frente, aquele texto é mais um ocupando o nosso tempo. Muitas vezes, os alunos se frustram com nossas correções — matamos nesse momento o ímpeto criativo daquela criança ou daquele jovem. Não temos o direito de fazer isso. Se corrigir redação pelo método tradicional é cansativo e não produz avanços de aprendizagem, mudemos de método. O aluno aprende a escrever, porque escreve e não porque o professor corrige. Para um professor tradicional, essa afirmação é uma heresia.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 43
Está de acordo com o Texto, a afirmativa
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1746014 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
TEXTO
Orientações
Se o professor quiser dar condições aos alunos, para que desenvolvam bem os temas da redação, precisa dar algumas orientações, por exemplo, indicar o gênero que será utilizado. Mas isso não será tolher a imaginação e a criatividade das crianças? Frequentemente, com medo de restringir demais, acaba-se por propor tarefas extremamente abertas. É o caso das redações com tema livre. O professor acredita que, "se for livre e aberto", é mais fácil e permite que o aluno desabroche sua criatividade. É um equívoco.
Restringir, do ponto de vista cognitivo, não significa colocar limitações, mas viabilizar o avanço. Para chegar a ser um grande autor, músico ou pintor, é preciso dominar os conhecimentos básicos característicos de cada área do conhecimento. Sempre que o professor colocar algumas restrições, estará orientando o aluno e permitindo que a qualidade da resposta seja melhor. Caso contrário, pede-se à criança que tome decisões em relação a muitos aspectos ao mesmo tempo:
– Conteúdo
– forma de aprender o conteúdo
– questões de ordem gráfica (diagramação)
– ortografia
– estruturação do texto
– clareza das ideias
É muita coisa! Se o aluno já tem alguns desses problemas resolvidos, fica mais fácil produzir um texto de melhor qualidade. Com uma proposta bem definida, a correção fica mais fácil, tira o seu caráter subjetivo. Assim, possibilita que os próprios alunos a façam em grupo.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 45.
A palavra “extremamente”, revela circunstância de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1710073 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
TEXTO
Cultivando a Interioridade
Talvez o professor leiturizador não tenha a dimensão da importância de seu papel na educação. Quando o aluno consegue ler silenciosamente e, tomara, sem subvocalizar, um texto, um livro, ficar sozinho com ele, mergulhar na viagem feita pelo autor, que passo deu essa criatura em termos de leiturização! Tem a mesma importância quando o aluno escreve, fica diante da página em branco e consegue montar o seu texto. Cada passo aprendido, cada técnica ensinada pelo professor é muito importante. Por isso, sempre comparo o ato de escrever com o ato de bordar, de pintar. Ninguém constrói um texto perfeito, sem antes ter produzido porcarias. O aluno precisa ter paciência consigo mesmo, e o professor, ser compreensivo com seu pupilo.
Se o aluno produziu o melhor de si, entrega o texto até com emoção a seu professor, que precisa tratar com muito carinho aquela produção. Às vezes, na correção tradicional, com aqueles pacotes à nossa frente, aquele texto é mais um ocupando o nosso tempo. Muitas vezes, os alunos se frustram com nossas correções — matamos nesse momento o ímpeto criativo daquela criança ou daquele jovem. Não temos o direito de fazer isso. Se corrigir redação pelo método tradicional é cansativo e não produz avanços de aprendizagem, mudemos de método. O aluno aprende a escrever, porque escreve e não porque o professor corrige. Para um professor tradicional, essa afirmação é uma heresia.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 43
Retomam informações anteriores os termos
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
Feche a Porta para a Dengue
A dengue é uma doença febril aguda causada por vírus. A expansão urbana rápida e desordenada, aliada a fatores como condições climáticas e saneamento, tem ocasionado diversos surtos no Brasil desde a década de 1980. De acordo com dados do Ministério da Saúde, 634.458 pessoas contraíram dengue em todo o País no primeiro semestre de 2008. E só será possível combatê-la com a participação de toda a comunidade, mesmo nos períodos de baixa incidência da doença. Portanto, é importante que o tema seja tratado em sala de aula, para que os alunos divulguem as informações em casa e no bairro.
Nova Escola. Ano XXIII, n. 216, out. 2008, p. 44.
Deve ser acentuada pela mesma razão da palavra “vírus”, a palavra
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
O vírus e os Sintomas
quatro sorotipos do vírus, chamados de DENV-1, DENV-2, DENV-3 e DENV-4 – não classificados por grau de gravidade, mas sim pela ordem em que foram descobertos pelos cientistas. No Brasil, atualmente, não há registro do DENV-4. Apesar de infectar outros primatas, o vírus sobrevive no ser humano. O período de incubação é de 3 a 15 dias, quando surgem os sintomas: febre alta (38º a 40º), dores no corpo, na cabeça e atrás dos olhos, perda do paladar e do apetite, tonturas, cansaço, náusea e vômito ou manchas vermelhas na pele. A dengue, na criança, apresenta-se como uma síndrome febril com sinais de sintomas inespecíficos: apatia, sonolência, recusa de alimentação, vômitos, diarreia ou fezes amolecidas.
Nova Escola. Ano XXIII, n. 216, out. 2008, p. 45.
Está correta a afirmativa
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Conforme estabelecem as Diretrizes Curriculares Nacionais para a educação de jovens e adultos (EJA), é correto afirmar que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1708289 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
TEXTO
Professor de Redação não é Revisor
O aluno de nível universitário faz sua dissertação de final de curso, na graduação, mestrado ou doutorado. A pesquisa é feita sob a orientação de um professor. Quando este professor lê o texto final, aponta as imperfeições dele, pede que o próprio aluno faça uma correção. Caso houver muitos erros de português, solicitará ao orientando que procure um revisor. O revisor não está preocupado com o processo ensino-aprendizagem: seu objetivo é melhorar aquele texto. Por isso ele faz intervenções, às vezes, drásticas. Essa não é a função do professor de Português, ao avaliar o texto de um aluno, pois sua preocupação é ensinar, conversar com o aluno, deixar um recado na folha de redação.
Na tradição escolar, corrigir é colocar certo ou errado nas questões, apontar erros gramaticais, em síntese, encher a prova ou o texto do aluno de rabiscos vermelhos. E descontar tudo isso na nota. Atualmente, recomenda-se que professores de outras matérias levem em consideração, na avaliação de sua matéria, a variável formal da língua portuguesa, porque isso não é tarefa exclusiva do professor de Português. Quando se fala isso, o professor de História, de Geografia ou de qualquer outra disciplina estrila, dizendo que é injusto descontar nota do aluno por causa de erros de português em suas provas. Tal resposta demonstra a estreiteza de tais professores em sua visão pedagógica, pois confundem medir com avaliar e consideram que avaliar seja punir. Pedir que o professor de outra matéria aponte o erro, converse com o aluno e estabeleça uma comunicação de educador com ele não é para diminuir sua nota. A relação aluno-professor não pode ser burocratizada.
Hoje, há outros métodos de corrigir redação de aluno, mas, se numa escola particular, onde os pais pagam e exigem (às vezes, optam pelo pior), se o professor de redação apontar apenas erros estruturais do texto na avaliação da redação de seu filho, que são muito mais graves do que os erros ortográficos, a reclamação é geral. Até dizem que o professor é preguiçoso. O aluno aprende a redigir, se toda semana compuser um texto e tiver um professor para orientá-lo e não para devolver um texto cheio de anotações em vermelho. Essa situação de escrever para alguém corrigir é artificial, pois não leva em consideração a função social do texto. Por isso, distribuir as redações, para que os colegas leiam, traz muito mais prazer e resultado.
Aquela correção tradicional produz poucos resultados. Adolescentes que têm o hábito de fazer diário, por isso redigem com frequência, são melhores em redação do que os outros.
E ninguém corrige os textos deles. Corrigir, sim, mas de uma forma diferente, com mais diálogo e interação.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 43-4.
A expressão “para que”, revela circunstância de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1704971 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
TEXTO
Professor de Redação não é Revisor
O aluno de nível universitário faz sua dissertação de final de curso, na graduação, mestrado ou doutorado. A pesquisa é feita sob a orientação de um professor. Quando este professor lê o texto final, aponta as imperfeições dele, pede que o próprio aluno faça uma correção. Caso houver muitos erros de português, solicitará ao orientando que procure um revisor. O revisor não está preocupado com o processo ensino-aprendizagem: seu objetivo é melhorar aquele texto. Por isso ele faz intervenções, às vezes, drásticas. Essa não é a função do professor de Português, ao avaliar o texto de um aluno, pois sua preocupação é ensinar, conversar com o aluno, deixar um recado na folha de redação.
Na tradição escolar, corrigir é colocar certo ou errado nas questões, apontar erros gramaticais, em síntese, encher a prova ou o texto do aluno de rabiscos vermelhos. E descontar tudo isso na nota. Atualmente, recomenda-se que professores de outras matérias levem em consideração, na avaliação de sua matéria, a variável formal da língua portuguesa, porque isso não é tarefa exclusiva do professor de Português. Quando se fala isso, o professor de História, de Geografia ou de qualquer outra disciplina estrila, dizendo que é injusto descontar nota do aluno por causa de erros de português em suas provas. Tal resposta demonstra a estreiteza de tais professores em sua visão pedagógica, pois confundem medir com avaliar e consideram que avaliar seja punir. Pedir que o professor de outra matéria aponte o erro, converse com o aluno e estabeleça uma comunicação de educador com ele não é para diminuir sua nota. A relação aluno-professor não pode ser burocratizada.
Hoje, há outros métodos de corrigir redação de aluno, mas, se numa escola particular, onde os pais pagam e exigem (às vezes, optam pelo pior), se o professor de redação apontar apenas erros estruturais do texto na avaliação da redação de seu filho, que são muito mais graves do que os erros ortográficos, a reclamação é geral. Até dizem que o professor é preguiçoso. O aluno aprende a redigir, se toda semana compuser um texto e tiver um professor para orientá-lo e não para devolver um texto cheio de anotações em vermelho. Essa situação de escrever para alguém corrigir é artificial, pois não leva em consideração a função social do texto. Por isso, distribuir as redações, para que os colegas leiam, traz muito mais prazer e resultado.
Aquela correção tradicional produz poucos resultados. Adolescentes que têm o hábito de fazer diário, por isso redigem com frequência, são melhores em redação do que os outros.
E ninguém corrige os textos deles. Corrigir, sim, mas de uma forma diferente, com mais diálogo e interação.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 43-4.
A ideia central do texto é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
TEXTO
A História da Dengue no Brasil e no Mundo
Desde o final do século 18, já eram registradas epidemias com descrição semelhante à da dengue na América do Norte e na Ásia. No entanto, o nome, que quer dizer “câimbra súbita causada por espíritos maus”, só foi utilizado pela primeira vez em 1827 durante um surto da doença no Caribe.
Acredita-se que o mosquito Aedes aegypti, que também é vetor do vírus da febre amarela urbana, tenha chegado ao Brasil no período colonial. Os primeiros casos de dengue, no País, remontam a 1846. Devido às fortes dores musculares e nas articulações, por aqui a doença recebeu o nome popular de “febre quebra-ossos”.
Durante muito tempo, o combate aos focos do mosquito, no Brasil, esteve relacionado à luta contra a febre amarela que, diferentemente da dengue, possui vacina eficaz. Hoje, enquanto esta se restringe a alguns Estados, em áreas de mata, a dengue se faz presente em quase todo o território nacional, sendo que aproximadamente 50% dos casos notificados localizam-se na região sudeste.
No mundo, a doença acomete mais de cem países em todos os continentes, exceto a Europa. A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que entre 80 milhões e 100 milhões de pessoas se infectem com o vírus anualmente, das quais 5% são vítimas fatais. Ainda segundo a OMS, cerca de 2,5 bilhões de pessoas – ou seja, dois quintos da população mundial – vivem sob risco constante de contrair dengue.
Nova Escola. Ano XXIII, n. 216, out. 2008, p. 47.
Está correto afirmar-se que
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1674079 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: Pref. Itapipoca-CE
TEXTO
O Papel Subalterno da Gramática
A gramática precisa ser ensinada na escola de uma forma mais moderna, mas, se você ainda não encontrou esse jeito, continue com a antiga, desde que ela não seja tratada como a soberana do ensino da língua. Ensinar gramática não é fazer o aluno decorar nomenclaturas, mas mostrar-lhe que há uma gramaticalidade, para que o texto seja assim denominado. Ela é ferramenta para ler e escrever bem, do contrário, é gramatiquice, ensino estéril. A ortografia tem o seu valor, mas não pode desqualificar uma redação, porque há alguns erros gráficos, embora o texto esteja bem organizado. A falta de coesão, coerência, a desorganização dos parágrafos são erros gravíssimos num texto. Eles devem preocupar seriamente o professor, porque o aluno, nesse caso, não consegue pensar logicamente, não sabe usar conectivos para relacionar ideias. Está produzindo um texto confuso, com partes incoerentes entre si, ou melhor, não escreve textos.
A conversa do professor com esse aluno sempre resolve: explicar-lhe como fazer para resolver os problemas, exigir rascunho, como revisá-lo, a importância dele. Dar para a classe exercícios estruturais, unindo períodos simples num só período composto, como usar o tópico frasal. Dar esquemas prévios e como montar o texto (ou planejar isso com a classe). Há alunos que precisam desse monitoramento; depois, voam sozinhos.
Língua Portuguesa. N. 15, p. 44-5
Por meio da passagem “A ortografia não pode desqualificar uma redação”, deduz-se corretamente que a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas