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Foram encontradas 40 questões.

2239080 Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA
"É a maior inovação para a vida sexual feminina desde a pílula anticoncepcional", afirmou Sally Grennberg, diretora da Liga Nacional dos Consumidores.
Especialistas, porém, dizem que a flibanserina não é livre de riscos, que incluem diminuição da pressão arterial, desmaios, sonolência, náuseas e tonturas.
Anteriormente, a FDAhavia rejeitado por duas vezes a droga, em 2010 e 2013. Grupos feministas vinham acusado a FDA de retardar a aprovação do medicamento por machismo. Segundo as ativistas, remédios para homens eram aprovados com mais facilidade.
A Associação Holandesa de Sexologia protestou em carta à FDA dizendo que a droga parte do pressuposto errôneo de que a falta de desejo sexual é uma anormalidade, quando ele pode ser mero fruto da falta de estimulo adequado.
Uma questão importante é que o medicamento não deve ser utilizado por mulheres que bebem álcool, porque isso aumenta o risco de desmaios. Leonore Tiefer, da New York University School of Medicine, afirmou que isso vai causar problemas. E absurdo acreditar que mulheres jovens tomando Addyi váo se abster de beber, afirmou, também em carta à FDA."(Data: 18/08/2015. Fonte:http://www1.folha.uol.com.br).
A reportagem faz referência a qual medicamento aprovado nos Estados Unidos?
 

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2239079 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA

Menores expiatórios.

(Jason Tércio)

A redução da maioridade penal sempre vem à tona quando ocorre um crime de grande repercussão cometido por menor. Mas os grupos que a combatem não exercem a mesma pressão para que as medidas socioeducativas sejam cumpridas para que os menores infratores sejam retirados das ruas e recebam assistência social e escolar. Assim a violência infanto-juvenil é esquecida, até o próximo crime chocante. Isto tem sido um círculo vicioso no país nas últimas décadas.

O governo federal também se une com fervor no combate à proposta. Mas é notório que a crescente criminalidade infanta-juvenil constitui a ponta de um iceberg que cresceu exatamente por falta de uma política nacional da segurança.

O resultado dessa omissão é a epidemia de crimes violentos cometidos por adolescentes e adultos, repercutindo mais quando o culpado é menor e a vitima é de classe média ou alta. Nos últimos 20 anos o Brasil teve no mínimo 25 assassinatos por 100 mil habitantes. O Chile tem três, Estados Unidos têm cinco, Japão e países europeus ricos têm 1/100 mil.

Há um fator crucial que nunca é lembrado nesse debate: a maioria dos criminosos profissionais começa a delinquir na menoridade. Exceto em casos raros envolvendo algum fato grave e traumático, ninguém é bonzinho e honesto durante toda a adolescência e depois dos 18 anos resolve ser bandido ou bad boy.

O amadurecimento da personalidade e do caráter não é igual em toda pessoa, depende de diversas variáveis - inteligência, tipo de convívio social e de ambiente familiar etc. Mas há um razoável consenso entre juristas e psicólogos de que a partir dos 16 anos já se tem capacidade suficiente de discernimento e condições psicológicas de assumir (ou não) responsabilidades.

A prova mais eloquente está no Código Civil. A partir dos 16 anos um adolescente brasileiro pode votar, casar, assinar contrato de aluguel, ser sócio de empresas, filiar-se a sindicato, fazer testamento, ser titular de conta bancária, passar procuração, ser testemunha, ser autor de ação popular, viajar sozinho. E aos 14 anos pode legalmente ter relações sexuais com adolescentes. É portanto um cidadão, para todos os efeitos, responsável pelos seus atos, bons e maus.

O comportamento criminal tem múltiplas causas. As mais conhecidas são privações sociais, baixo índice de desenvolvimento humano e de educação, impunidade, falta de policiamento, mas também violência doméstica, influência de amigos, ganância, psicopatia, gosto pela aventura, herança genética. Por isso as soluções também precisam ser múltiplas. É preciso ver a floresta.

Em todos os países que conseguiram reduzir a criminalidade infanta-juvenil, governos e instituições adotaram um conjunto de medidas efetivas e permanentes. No Brasil tais medidas devem focar no mínimo quatro pontos: modernização dos métodos tecnológicos e científicos de investigação, treinamento e reciclagem das polícias, ampliação e humanização de presídios e mudanças na legislação penal conforme a necessidade, incluindo aumento da internação de menores autores de crimes violentos e dos reincidentes, a serem colocados em unidades separadas dos infratores primários. Mas tais medidas só terão efeito se aplicadas como parte de uma política nacional de segurança.

Na área educacional deveria ser adotada uma medida simples e prática que sem dúvida teria resultados positivos a longo prazo: incluir as disciplinas de ética e direitos humanos no currículo das escolas, desde o primeiro ano do ensino fundamental até o final do ensino médio.

Estes são os passos mínimos e imediatos, se não quisermos continuar debatendo e combatendo infinitamente a redução da maioridade penal.

(O Globo-5/07/2015)

Sobre o titulo do texto: "Menores expiatórios", só se pode afirmar:

 

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2239077 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA

Menores expiatórios.

(Jason Tércio)

A redução da maioridade penal sempre vem à tona quando ocorre um crime de grande repercussão cometido por menor. Mas os grupos que a combatem não exercem a mesma pressão para que as medidas socioeducativas sejam cumpridas para que os menores infratores sejam retirados das ruas e recebam assistência social e escolar. Assim a violência infanto-juvenil é esquecida, até o próximo crime chocante. Isto tem sido um círculo vicioso no país nas últimas décadas.

O governo federal também se une com fervor no combate à proposta. Mas é notório que a crescente criminalidade infanta-juvenil constitui a ponta de um iceberg que cresceu exatamente por falta de uma política nacional da segurança.

O resultado dessa omissão é a epidemia de crimes violentos cometidos por adolescentes e adultos, repercutindo mais quando o culpado é menor e a vitima é de classe média ou alta. Nos últimos 20 anos o Brasil teve no mínimo 25 assassinatos por 100 mil habitantes. O Chile tem três, Estados Unidos têm cinco, Japão e países europeus ricos têm 1/100 mil.

Há um fator crucial que nunca é lembrado nesse debate: a maioria dos criminosos profissionais começa a delinquir na menoridade. Exceto em casos raros envolvendo algum fato grave e traumático, ninguém é bonzinho e honesto durante toda a adolescência e depois dos 18 anos resolve ser bandido ou bad boy.

O amadurecimento da personalidade e do caráter não é igual em toda pessoa, depende de diversas variáveis - inteligência, tipo de convívio social e de ambiente familiar etc. Mas há um razoável consenso entre juristas e psicólogos de que a partir dos 16 anos já se tem capacidade suficiente de discernimento e condições psicológicas de assumir (ou não) responsabilidades.

A prova mais eloquente está no Código Civil. A partir dos 16 anos um adolescente brasileiro pode votar, casar, assinar contrato de aluguel, ser sócio de empresas, filiar-se a sindicato, fazer testamento, ser titular de conta bancária, passar procuração, ser testemunha, ser autor de ação popular, viajar sozinho. E aos 14 anos pode legalmente ter relações sexuais com adolescentes. É portanto um cidadão, para todos os efeitos, responsável pelos seus atos, bons e maus.

O comportamento criminal tem múltiplas causas. As mais conhecidas são privações sociais, baixo índice de desenvolvimento humano e de educação, impunidade, falta de policiamento, mas também violência doméstica, influência de amigos, ganância, psicopatia, gosto pela aventura, herança genética. Por isso as soluções também precisam ser múltiplas. É preciso ver a floresta.

Em todos os países que conseguiram reduzir a criminalidade infanta-juvenil, governos e instituições adotaram um conjunto de medidas efetivas e permanentes. No Brasil tais medidas devem focar no mínimo quatro pontos: modernização dos métodos tecnológicos e científicos de investigação, treinamento e reciclagem das polícias, ampliação e humanização de presídios e mudanças na legislação penal conforme a necessidade, incluindo aumento da internação de menores autores de crimes violentos e dos reincidentes, a serem colocados em unidades separadas dos infratores primários. Mas tais medidas só terão efeito se aplicadas como parte de uma política nacional de segurança.

Na área educacional deveria ser adotada uma medida simples e prática que sem dúvida teria resultados positivos a longo prazo: incluir as disciplinas de ética e direitos humanos no currículo das escolas, desde o primeiro ano do ensino fundamental até o final do ensino médio.

Estes são os passos mínimos e imediatos, se não quisermos continuar debatendo e combatendo infinitamente a redução da maioridade penal.

(O Globo-5/07/2015)

Em um dos excertos há falha em relação à norma padrão. Assinale a alternativa em que isso ocorre.

 

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2239071 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA
Quem deve ser acionado(a) quando o foco do mosquito transmissor do vírus Zika é detectado, e não pode ser eliminado pelos moradores de um determinado local?
 

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2239068 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA

Menores expiatórios.

(Jason Tércio)

A redução da maioridade penal sempre vem à tona quando ocorre um crime de grande repercussão cometido por menor. Mas os grupos que a combatem não exercem a mesma pressão para que as medidas socioeducativas sejam cumpridas para que os menores infratores sejam retirados das ruas e recebam assistência social e escolar. Assim a violência infanto-juvenil é esquecida, até o próximo crime chocante. Isto tem sido um círculo vicioso no país nas últimas décadas.

O governo federal também se une com fervor no combate à proposta. Mas é notório que a crescente criminalidade infanta-juvenil constitui a ponta de um iceberg que cresceu exatamente por falta de uma política nacional da segurança.

O resultado dessa omissão é a epidemia de crimes violentos cometidos por adolescentes e adultos, repercutindo mais quando o culpado é menor e a vitima é de classe média ou alta. Nos últimos 20 anos o Brasil teve no mínimo 25 assassinatos por 100 mil habitantes. O Chile tem três, Estados Unidos têm cinco, Japão e países europeus ricos têm 1/100 mil.

Há um fator crucial que nunca é lembrado nesse debate: a maioria dos criminosos profissionais começa a delinquir na menoridade. Exceto em casos raros envolvendo algum fato grave e traumático, ninguém é bonzinho e honesto durante toda a adolescência e depois dos 18 anos resolve ser bandido ou bad boy.

O amadurecimento da personalidade e do caráter não é igual em toda pessoa, depende de diversas variáveis - inteligência, tipo de convívio social e de ambiente familiar etc. Mas há um razoável consenso entre juristas e psicólogos de que a partir dos 16 anos já se tem capacidade suficiente de discernimento e condições psicológicas de assumir (ou não) responsabilidades.

A prova mais eloquente está no Código Civil. A partir dos 16 anos um adolescente brasileiro pode votar, casar, assinar contrato de aluguel, ser sócio de empresas, filiar-se a sindicato, fazer testamento, ser titular de conta bancária, passar procuração, ser testemunha, ser autor de ação popular, viajar sozinho. E aos 14 anos pode legalmente ter relações sexuais com adolescentes. É portanto um cidadão, para todos os efeitos, responsável pelos seus atos, bons e maus.

O comportamento criminal tem múltiplas causas. As mais conhecidas são privações sociais, baixo índice de desenvolvimento humano e de educação, impunidade, falta de policiamento, mas também violência doméstica, influência de amigos, ganância, psicopatia, gosto pela aventura, herança genética. Por isso as soluções também precisam ser múltiplas. É preciso ver a floresta.

Em todos os países que conseguiram reduzir a criminalidade infanta-juvenil, governos e instituições adotaram um conjunto de medidas efetivas e permanentes. No Brasil tais medidas devem focar no mínimo quatro pontos: modernização dos métodos tecnológicos e científicos de investigação, treinamento e reciclagem das polícias, ampliação e humanização de presídios e mudanças na legislação penal conforme a necessidade, incluindo aumento da internação de menores autores de crimes violentos e dos reincidentes, a serem colocados em unidades separadas dos infratores primários. Mas tais medidas só terão efeito se aplicadas como parte de uma política nacional de segurança.

Na área educacional deveria ser adotada uma medida simples e prática que sem dúvida teria resultados positivos a longo prazo: incluir as disciplinas de ética e direitos humanos no currículo das escolas, desde o primeiro ano do ensino fundamental até o final do ensino médio.

Estes são os passos mínimos e imediatos, se não quisermos continuar debatendo e combatendo infinitamente a redução da maioridade penal.

(O Globo-5/07/2015)

A palavra "omissão", no terceiro parágrafo, resgata termos do segundo parágrafo que são:

 

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2239065 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA
Segundo a literatura, mais de 80% das pessoas infectadas não desenvolvem manifestações clinicas, porém quando presentes são caracterizadas por, exceto:
 

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2239063 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA
Sobre o tratamento ou vacina contra o Zika vírus, não se pode afirmar:
 

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2239059 Ano: 2015
Disciplina: Estatística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA
Um laboratório realizou 115 coletas de sangue entre os funcionários de uma fábrica. Um dos itens analisados foi o grupo sanguíneo do Sistema ASO. Examine o gráfico a seguir e calcule a frequência relativa do grupo sanguíneo tipo AB.
Enunciado 2919327-1
 

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2239057 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA

Menores expiatórios.

(Jason Tércio)

A redução da maioridade penal sempre vem à tona quando ocorre um crime de grande repercussão cometido por menor. Mas os grupos que a combatem não exercem a mesma pressão para que as medidas socioeducativas sejam cumpridas para que os menores infratores sejam retirados das ruas e recebam assistência social e escolar. Assim a violência infanto-juvenil é esquecida, até o próximo crime chocante. Isto tem sido um círculo vicioso no país nas últimas décadas.

O governo federal também se une com fervor no combate à proposta. Mas é notório que a crescente criminalidade infanta-juvenil constitui a ponta de um iceberg que cresceu exatamente por falta de uma política nacional da segurança.

O resultado dessa omissão é a epidemia de crimes violentos cometidos por adolescentes e adultos, repercutindo mais quando o culpado é menor e a vitima é de classe média ou alta. Nos últimos 20 anos o Brasil teve no mínimo 25 assassinatos por 100 mil habitantes. O Chile tem três, Estados Unidos têm cinco, Japão e países europeus ricos têm 1/100 mil.

Há um fator crucial que nunca é lembrado nesse debate: a maioria dos criminosos profissionais começa a delinquir na menoridade. Exceto em casos raros envolvendo algum fato grave e traumático, ninguém é bonzinho e honesto durante toda a adolescência e depois dos 18 anos resolve ser bandido ou bad boy.

O amadurecimento da personalidade e do caráter não é igual em toda pessoa, depende de diversas variáveis - inteligência, tipo de convívio social e de ambiente familiar etc. Mas há um razoável consenso entre juristas e psicólogos de que a partir dos 16 anos já se tem capacidade suficiente de discernimento e condições psicológicas de assumir (ou não) responsabilidades.

A prova mais eloquente está no Código Civil. A partir dos 16 anos um adolescente brasileiro pode votar, casar, assinar contrato de aluguel, ser sócio de empresas, filiar-se a sindicato, fazer testamento, ser titular de conta bancária, passar procuração, ser testemunha, ser autor de ação popular, viajar sozinho. E aos 14 anos pode legalmente ter relações sexuais com adolescentes. É portanto um cidadão, para todos os efeitos, responsável pelos seus atos, bons e maus.

O comportamento criminal tem múltiplas causas. As mais conhecidas são privações sociais, baixo índice de desenvolvimento humano e de educação, impunidade, falta de policiamento, mas também violência doméstica, influência de amigos, ganância, psicopatia, gosto pela aventura, herança genética. Por isso as soluções também precisam ser múltiplas. É preciso ver a floresta.

Em todos os países que conseguiram reduzir a criminalidade infanta-juvenil, governos e instituições adotaram um conjunto de medidas efetivas e permanentes. No Brasil tais medidas devem focar no mínimo quatro pontos: modernização dos métodos tecnológicos e científicos de investigação, treinamento e reciclagem das polícias, ampliação e humanização de presídios e mudanças na legislação penal conforme a necessidade, incluindo aumento da internação de menores autores de crimes violentos e dos reincidentes, a serem colocados em unidades separadas dos infratores primários. Mas tais medidas só terão efeito se aplicadas como parte de uma política nacional de segurança.

Na área educacional deveria ser adotada uma medida simples e prática que sem dúvida teria resultados positivos a longo prazo: incluir as disciplinas de ética e direitos humanos no currículo das escolas, desde o primeiro ano do ensino fundamental até o final do ensino médio.

Estes são os passos mínimos e imediatos, se não quisermos continuar debatendo e combatendo infinitamente a redução da maioridade penal.

(O Globo-5/07/2015)

Em qual das opções houve falha de pontuação?

 

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2239054 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Itaituba-PA
Os níveis foram definidos com base na ocorrência de casos importados e/ou autóctones. Existindo 04 níveis, são eles:
I- Nível 0: Casos autóctones esporádicos;
II- Nível 1: Casos importados;
III- Nível 2: Epidemia de febre de chikungunya;
IV- Nível 3: Epidemia simultânea de dengue e de febre de chikungunya.
Está(ão) correto(s) apenas:
 

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