Foram encontradas 30 questões.
O poder executivo municipal, entre outras
atribuições, tem função de promover o
cumprimento das funções sociais da cidade e seu
desenvolvimento com a sustentabilidade econômica
e ambiental, essa espécie de controle analistas tanto os aspectos urbanísticos gerais como os estruturais e
funcionais das edificações (MP
O texto refere-se a
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Segundo o Art. 96 da Lei Orgânica do Município, as
ações de saúde são de natureza pública e devem ser
executadas
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Analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
Segundo o Art. 3º de Lei Orgânica do Município,
constituem objetivos fundamentais do Município de
Iretama como ente integrante da República
Federativa do Brasil
I. legislar sobre matéria controvérsia ou que ainda não tenha sido apreciada anteriormente por tribunal superior.
II. promover o bem estar de todos os Iretamenses, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
III. erradicar, com a participação da União do Estado do Paraná, a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais, em sua área territorial.
IV. combater o desemprego no município, bem como disponibilizar aos seus cidadãos o acesso à Educação, Saúde e Lazer.
I. legislar sobre matéria controvérsia ou que ainda não tenha sido apreciada anteriormente por tribunal superior.
II. promover o bem estar de todos os Iretamenses, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
III. erradicar, com a participação da União do Estado do Paraná, a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais, em sua área territorial.
IV. combater o desemprego no município, bem como disponibilizar aos seus cidadãos o acesso à Educação, Saúde e Lazer.
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Leia o texto para responder à questão.
Os empregos nos quais os mentirosos se dão bem
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a
mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas
com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente
melhores nesses empregos
Eu tenho uma confissão: eu minto. Muito. Eu minto
para interromper ou iniciar conversas, para poupar os
sentimentos dos outros, ou os meus, e simplificar a vida social
ou profissional de milhões de maneiras.
Até certo ponto, sabemos que as pessoas com quem
trabalhamos estão mentindo para nós. Eles não podem estar
sempre tendo um bom dia, estarem animados com o trabalho
ou ficarem completamente felizes com um colega que foi
promovido no lugar deles.
Mas e quando a mentira não é apenas sobre humor dos
funcionários, mas é também incorporada à rotina da profissão?
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas
quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que
pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são
realmente melhores nesses empregos.
Atitudes em relação aos mentirosos no local de trabalho
Em geral, uma mentira no ambiente de trabalho é vista
de forma negativa - se alguém precisa recorrer à mentira,
provavelmente não é muito boa em seu emprego.
E a mentira pode ser tóxica para uma cultura de
confiança e trabalho em equipe. Mas, de acordo com uma
pesquisa recente dos acadêmicos americanos Brian C. Gunia e
Emma E. Levine, há uma exceção para empregos que são
majoritariamente focados nas vendas.
No estudo de marketing, o relacionamento com o
cliente é voltado completamente para satisfazer as
necessidades de um consumidor, enquanto o relacionamento
de venda se relaciona com o cumprimento das metas do
vendedor.
Certas profissões, como vendas ou orientação de
investimento bancário, são estereotipadas por serem
pesadamente orientadas pela venda - embora, na prática, é
claro, os vendedores podem ser profundamente carinhosos e
os profissionais de saúde, ranzinzas.
Mentir é natural, até certo ponto
Os pesquisadores Gunia e Levine pediram aos
participantes do estudo - que incluía mais de 500 estudantes de
negócios e pesquisadores do site de crowdsourcing americano
Mechanical Turk, da Amazon - para classificarem certos
empregos em termos de orientação de vendas e classificassem
indivíduos hipotéticos de acordo com a competência que eles
percebiam.
Os participantes tiveram cenários como os seguintes:
quando registrava suas despesas, "Julie" afirmou que uma
corrida de táxi custava mais do que realmente foi; "James"
finge gostar de velejar para se aproximar do chefe entusiasta
da vela.
Em última análise, os entrevistados acreditavam que as pessoas que haviam mentido seriam mais bem-sucedidas em empregos relacionados a vendas e priorizariam a contratação.
Por exemplo, 84% dos participantes optaram por
contratar mentirosos para uma tarefa com alta orientação de
vendas, enquanto 75% optaram por contratar pessoas honestas
para uma tarefa com baixo relacionamento com vendas.
Os resultados são interessantes, mas não definitivos.
Por um lado, os participantes da pesquisa recebiam muito
pouco; mercados de pesquisa como o Mechanical Turk são apontados por pagarem baixas remunerações e receberam
acusações de exploração.
Também não é certo se as crenças dos entrevistados da
pesquisa se traduzem nas ações dos gerentes de contratação.
Há evidências conflitantes sobre se o relacionamento
com o cliente ou se a relação de vendas é mais eficaz na
prática, embora o relacionamento com o cliente pareça ser
uma vantagem em termos de fechamento de vendas.
No recente estudo sobre a ligação entre a mentira
percebida e a competência percebida, "nós recrutamos estudantes de negócios intencionalmente para que pudéssemos
ter certeza de que os estereótipos que examinamos são
realmente mantidos por futuros profissionais", explica Levine,
da University of Chicago Booth School of Business.
Alunos que pretendem ocupar cargos de gesstão "podem realmente acreditar que o engano sinaliza competência nessas
ocupações e, portanto, importam essas crenças em práticas
futuras de contratação".
[...]
Disponível
em https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2019/08/
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Os empregos nos quais os mentirosos se dão bem
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a
mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas
com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente
melhores nesses empregos
Eu tenho uma confissão: eu minto. Muito. Eu minto
para interromper ou iniciar conversas, para poupar os
sentimentos dos outros, ou os meus, e simplificar a vida social
ou profissional de milhões de maneiras.
Até certo ponto, sabemos que as pessoas com quem
trabalhamos estão mentindo para nós. Eles não podem estar
sempre tendo um bom dia, estarem animados com o trabalho
ou ficarem completamente felizes com um colega que foi
promovido no lugar deles.
Mas e quando a mentira não é apenas sobre humor dos
funcionários, mas é também incorporada à rotina da profissão?
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas
quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que
pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são
realmente melhores nesses empregos.
Atitudes em relação aos mentirosos no local de trabalho
Em geral, uma mentira no ambiente de trabalho é vista
de forma negativa - se alguém precisa recorrer à mentira,
provavelmente não é muito boa em seu emprego.
E a mentira pode ser tóxica para uma cultura de
confiança e trabalho em equipe. Mas, de acordo com uma
pesquisa recente dos acadêmicos americanos Brian C. Gunia e
Emma E. Levine, há uma exceção para empregos que são
majoritariamente focados nas vendas.
No estudo de marketing, o relacionamento com o
cliente é voltado completamente para satisfazer as
necessidades de um consumidor, enquanto o relacionamento
de venda se relaciona com o cumprimento das metas do
vendedor.
Certas profissões, como vendas ou orientação de
investimento bancário, são estereotipadas por serem
pesadamente orientadas pela venda - embora, na prática, é
claro, os vendedores podem ser profundamente carinhosos e
os profissionais de saúde, ranzinzas.
Mentir é natural, até certo ponto
Os pesquisadores Gunia e Levine pediram aos
participantes do estudo - que incluía mais de 500 estudantes de
negócios e pesquisadores do site de crowdsourcing americano
Mechanical Turk, da Amazon - para classificarem certos
empregos em termos de orientação de vendas e classificassem
indivíduos hipotéticos de acordo com a competência que eles
percebiam.
Os participantes tiveram cenários como os seguintes:
quando registrava suas despesas, "Julie" afirmou que uma
corrida de táxi custava mais do que realmente foi; "James"
finge gostar de velejar para se aproximar do chefe entusiasta
da vela.
Em última análise, os entrevistados acreditavam que as pessoas que haviam mentido seriam mais bem-sucedidas em empregos relacionados a vendas e priorizariam a contratação.
Por exemplo, 84% dos participantes optaram por
contratar mentirosos para uma tarefa com alta orientação de
vendas, enquanto 75% optaram por contratar pessoas honestas
para uma tarefa com baixo relacionamento com vendas.
Os resultados são interessantes, mas não definitivos.
Por um lado, os participantes da pesquisa recebiam muito
pouco; mercados de pesquisa como o Mechanical Turk são apontados por pagarem baixas remunerações e receberam
acusações de exploração.
Também não é certo se as crenças dos entrevistados da
pesquisa se traduzem nas ações dos gerentes de contratação.
Há evidências conflitantes sobre se o relacionamento
com o cliente ou se a relação de vendas é mais eficaz na
prática, embora o relacionamento com o cliente pareça ser
uma vantagem em termos de fechamento de vendas.
No recente estudo sobre a ligação entre a mentira
percebida e a competência percebida, "nós recrutamos estudantes de negócios intencionalmente para que pudéssemos
ter certeza de que os estereótipos que examinamos são
realmente mantidos por futuros profissionais", explica Levine,
da University of Chicago Booth School of Business.
Alunos que pretendem ocupar cargos de gesstão "podem realmente acreditar que o engano sinaliza competência nessas
ocupações e, portanto, importam essas crenças em práticas
futuras de contratação".
[...]
Disponível
em https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2019/08/
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaPronomes
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbos
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Os empregos nos quais os mentirosos se dão bem
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a
mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas
com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente
melhores nesses empregos
Eu tenho uma confissão: eu minto. Muito. Eu minto
para interromper ou iniciar conversas, para poupar os
sentimentos dos outros, ou os meus, e simplificar a vida social
ou profissional de milhões de maneiras.
Até certo ponto, sabemos que as pessoas com quem
trabalhamos estão mentindo para nós. Eles não podem estar
sempre tendo um bom dia, estarem animados com o trabalho
ou ficarem completamente felizes com um colega que foi
promovido no lugar deles.
Mas e quando a mentira não é apenas sobre humor dos
funcionários, mas é também incorporada à rotina da profissão?
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas
quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que
pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são
realmente melhores nesses empregos.
Atitudes em relação aos mentirosos no local de trabalho
Em geral, uma mentira no ambiente de trabalho é vista
de forma negativa - se alguém precisa recorrer à mentira,
provavelmente não é muito boa em seu emprego.
E a mentira pode ser tóxica para uma cultura de
confiança e trabalho em equipe. Mas, de acordo com uma
pesquisa recente dos acadêmicos americanos Brian C. Gunia e
Emma E. Levine, há uma exceção para empregos que são
majoritariamente focados nas vendas.
No estudo de marketing, o relacionamento com o
cliente é voltado completamente para satisfazer as
necessidades de um consumidor, enquanto o relacionamento
de venda se relaciona com o cumprimento das metas do
vendedor.
Certas profissões, como vendas ou orientação de
investimento bancário, são estereotipadas por serem
pesadamente orientadas pela venda - embora, na prática, é
claro, os vendedores podem ser profundamente carinhosos e
os profissionais de saúde, ranzinzas.
Mentir é natural, até certo ponto
Os pesquisadores Gunia e Levine pediram aos
participantes do estudo - que incluía mais de 500 estudantes de
negócios e pesquisadores do site de crowdsourcing americano
Mechanical Turk, da Amazon - para classificarem certos
empregos em termos de orientação de vendas e classificassem
indivíduos hipotéticos de acordo com a competência que eles
percebiam.
Os participantes tiveram cenários como os seguintes:
quando registrava suas despesas, "Julie" afirmou que uma
corrida de táxi custava mais do que realmente foi; "James"
finge gostar de velejar para se aproximar do chefe entusiasta
da vela.
Em última análise, os entrevistados acreditavam que as pessoas que haviam mentido seriam mais bem-sucedidas em empregos relacionados a vendas e priorizariam a contratação.
Por exemplo, 84% dos participantes optaram por
contratar mentirosos para uma tarefa com alta orientação de
vendas, enquanto 75% optaram por contratar pessoas honestas
para uma tarefa com baixo relacionamento com vendas.
Os resultados são interessantes, mas não definitivos.
Por um lado, os participantes da pesquisa recebiam muito
pouco; mercados de pesquisa como o Mechanical Turk são apontados por pagarem baixas remunerações e receberam
acusações de exploração.
Também não é certo se as crenças dos entrevistados da
pesquisa se traduzem nas ações dos gerentes de contratação.
Há evidências conflitantes sobre se o relacionamento
com o cliente ou se a relação de vendas é mais eficaz na
prática, embora o relacionamento com o cliente pareça ser
uma vantagem em termos de fechamento de vendas.
No recente estudo sobre a ligação entre a mentira
percebida e a competência percebida, "nós recrutamos estudantes de negócios intencionalmente para que pudéssemos
ter certeza de que os estereótipos que examinamos são
realmente mantidos por futuros profissionais", explica Levine,
da University of Chicago Booth School of Business.
Alunos que pretendem ocupar cargos de gesstão "podem realmente acreditar que o engano sinaliza competência nessas
ocupações e, portanto, importam essas crenças em práticas
futuras de contratação".
[...]
Disponível
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão.
Os empregos nos quais os mentirosos se dão bem
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a
mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas
com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente
melhores nesses empregos
Eu tenho uma confissão: eu minto. Muito. Eu minto
para interromper ou iniciar conversas, para poupar os
sentimentos dos outros, ou os meus, e simplificar a vida social
ou profissional de milhões de maneiras.
Até certo ponto, sabemos que as pessoas com quem
trabalhamos estão mentindo para nós. Eles não podem estar
sempre tendo um bom dia, estarem animados com o trabalho
ou ficarem completamente felizes com um colega que foi
promovido no lugar deles.
Mas e quando a mentira não é apenas sobre humor dos
funcionários, mas é também incorporada à rotina da profissão?
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas
quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que
pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são
realmente melhores nesses empregos.
Atitudes em relação aos mentirosos no local de trabalho
Em geral, uma mentira no ambiente de trabalho é vista
de forma negativa - se alguém precisa recorrer à mentira,
provavelmente não é muito boa em seu emprego.
E a mentira pode ser tóxica para uma cultura de
confiança e trabalho em equipe. Mas, de acordo com uma
pesquisa recente dos acadêmicos americanos Brian C. Gunia e
Emma E. Levine, há uma exceção para empregos que são
majoritariamente focados nas vendas.
No estudo de marketing, o relacionamento com o
cliente é voltado completamente para satisfazer as
necessidades de um consumidor, enquanto o relacionamento
de venda se relaciona com o cumprimento das metas do
vendedor.
Certas profissões, como vendas ou orientação de
investimento bancário, são estereotipadas por serem
pesadamente orientadas pela venda - embora, na prática, é
claro, os vendedores podem ser profundamente carinhosos e
os profissionais de saúde, ranzinzas.
Mentir é natural, até certo ponto
Os pesquisadores Gunia e Levine pediram aos
participantes do estudo - que incluía mais de 500 estudantes de
negócios e pesquisadores do site de crowdsourcing americano
Mechanical Turk, da Amazon - para classificarem certos
empregos em termos de orientação de vendas e classificassem
indivíduos hipotéticos de acordo com a competência que eles
percebiam.
Os participantes tiveram cenários como os seguintes:
quando registrava suas despesas, "Julie" afirmou que uma
corrida de táxi custava mais do que realmente foi; "James"
finge gostar de velejar para se aproximar do chefe entusiasta
da vela.
Em última análise, os entrevistados acreditavam que as pessoas que haviam mentido seriam mais bem-sucedidas em empregos relacionados a vendas e priorizariam a contratação.
Por exemplo, 84% dos participantes optaram por
contratar mentirosos para uma tarefa com alta orientação de
vendas, enquanto 75% optaram por contratar pessoas honestas
para uma tarefa com baixo relacionamento com vendas.
Os resultados são interessantes, mas não definitivos.
Por um lado, os participantes da pesquisa recebiam muito
pouco; mercados de pesquisa como o Mechanical Turk são apontados por pagarem baixas remunerações e receberam
acusações de exploração.
Também não é certo se as crenças dos entrevistados da
pesquisa se traduzem nas ações dos gerentes de contratação.
Há evidências conflitantes sobre se o relacionamento
com o cliente ou se a relação de vendas é mais eficaz na
prática, embora o relacionamento com o cliente pareça ser
uma vantagem em termos de fechamento de vendas.
No recente estudo sobre a ligação entre a mentira
percebida e a competência percebida, "nós recrutamos estudantes de negócios intencionalmente para que pudéssemos
ter certeza de que os estereótipos que examinamos são
realmente mantidos por futuros profissionais", explica Levine,
da University of Chicago Booth School of Business.
Alunos que pretendem ocupar cargos de gesstão "podem realmente acreditar que o engano sinaliza competência nessas
ocupações e, portanto, importam essas crenças em práticas
futuras de contratação".
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em https://epocanegocios.globo.com/Carreira/noticia/2019/08/
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Questão presente nas seguintes provas
661560
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iretama-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iretama-PR
Provas:
É uma prova realizada pelo Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
(INEP), e foi criada em 1998. Ela é utilizada para
avaliar a qualidade do ensino médio no país. Seu
resultado serve para acesso ao ensino superior em
universidades públicas brasileiras, através do
Sistema de Seleção Unificada (SISU), assim como
em algumas universidades no exterior.
Provas
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661559
Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iretama-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Iretama-PR
Provas:
Afundada em uma grave crise econômica, política e social, a Venezuela enfrentou recentemente vários protestos e tentativa de destituir o atual governo.
Em atitude de desespero, vários cidadãos tentaram atravessar a fronteira com o Brasil em busca de madicamentos, alimentação, segurança etc. Assinale a alternativa com o nome da cidade Brasileira que foi a principal porta de entrada para esse imigrantes.
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Os empregos nos quais os mentirosos se dão bem
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas quais a
mentira persiste em certas profissões é a crença de que pessoas
com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são realmente
melhores nesses empregos
Eu tenho uma confissão: eu minto. Muito. Eu minto
para interromper ou iniciar conversas, para poupar os
sentimentos dos outros, ou os meus, e simplificar a vida social
ou profissional de milhões de maneiras.
Até certo ponto, sabemos que as pessoas com quem
trabalhamos estão mentindo para nós. Eles não podem estar
sempre tendo um bom dia, estarem animados com o trabalho
ou ficarem completamente felizes com um colega que foi
promovido no lugar deles.
Mas e quando a mentira não é apenas sobre humor dos
funcionários, mas é também incorporada à rotina da profissão?
Uma nova pesquisa indica que uma das razões pelas
quais a mentira persiste em certas profissões é a crença de que
pessoas com atitudes "flexíveis em relação à verdade" são
realmente melhores nesses empregos.
Atitudes em relação aos mentirosos no local de trabalho
Em geral, uma mentira no ambiente de trabalho é vista
de forma negativa - se alguém precisa recorrer à mentira,
provavelmente não é muito boa em seu emprego.
E a mentira pode ser tóxica para uma cultura de
confiança e trabalho em equipe. Mas, de acordo com uma
pesquisa recente dos acadêmicos americanos Brian C. Gunia e
Emma E. Levine, há uma exceção para empregos que são
majoritariamente focados nas vendas.
No estudo de marketing, o relacionamento com o
cliente é voltado completamente para satisfazer as
necessidades de um consumidor, enquanto o relacionamento
de venda se relaciona com o cumprimento das metas do
vendedor.
Certas profissões, como vendas ou orientação de
investimento bancário, são estereotipadas por serem
pesadamente orientadas pela venda - embora, na prática, é
claro, os vendedores podem ser profundamente carinhosos e
os profissionais de saúde, ranzinzas.
Mentir é natural, até certo ponto
Os pesquisadores Gunia e Levine pediram aos
participantes do estudo - que incluía mais de 500 estudantes de
negócios e pesquisadores do site de crowdsourcing americano
Mechanical Turk, da Amazon - para classificarem certos
empregos em termos de orientação de vendas e classificassem
indivíduos hipotéticos de acordo com a competência que eles
percebiam.
Os participantes tiveram cenários como os seguintes:
quando registrava suas despesas, "Julie" afirmou que uma
corrida de táxi custava mais do que realmente foi; "James"
finge gostar de velejar para se aproximar do chefe entusiasta
da vela.
Em última análise, os entrevistados acreditavam que as pessoas que haviam mentido seriam mais bem-sucedidas em empregos relacionados a vendas e priorizariam a contratação.
Por exemplo, 84% dos participantes optaram por
contratar mentirosos para uma tarefa com alta orientação de
vendas, enquanto 75% optaram por contratar pessoas honestas
para uma tarefa com baixo relacionamento com vendas.
Os resultados são interessantes, mas não definitivos.
Por um lado, os participantes da pesquisa recebiam muito
pouco; mercados de pesquisa como o Mechanical Turk são apontados por pagarem baixas remunerações e receberam
acusações de exploração.
Também não é certo se as crenças dos entrevistados da
pesquisa se traduzem nas ações dos gerentes de contratação.
Há evidências conflitantes sobre se o relacionamento
com o cliente ou se a relação de vendas é mais eficaz na
prática, embora o relacionamento com o cliente pareça ser
uma vantagem em termos de fechamento de vendas.
No recente estudo sobre a ligação entre a mentira
percebida e a competência percebida, "nós recrutamos estudantes de negócios intencionalmente para que pudéssemos
ter certeza de que os estereótipos que examinamos são
realmente mantidos por futuros profissionais", explica Levine,
da University of Chicago Booth School of Business.
Alunos que pretendem ocupar cargos de gesstão "podem realmente acreditar que o engano sinaliza competência nessas
ocupações e, portanto, importam essas crenças em práticas
futuras de contratação".
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