Foram encontradas 50 questões.
O trocador olhou, viu, não aprovou. Daquele passageiro,
escanchado placidamente no banco lateral, escorria um fio
de água que ia compondo, no piso do ônibus, a microfigura
de uma piscina.
– Ei, moço, quer fazer o favor de levantar?
O moço (pois ostentava barba e cabeleira amazônica,
sinais indiscutíveis de mocidade) nem-te-ligo.
O trocador esfregou as mãos no rosto, em gesto de enfado e desânimo, diante da situação tantas vezes enfrentada,
e murmurou:
– Esses caras são de morte.
Devia estar pensando: Todo ano a mesma coisa. Chegando o verão, chegam problemas. Bem disse o Dario, quando fazia gol no Atlético Mineiro: Problemática demais. Estava
cansado de advertir passageiros que não aprendem como
viajar em coletivo. Não aprendem e não querem aprender.
Tendo comprado passagem por 65 centavos, acham que
compraram o ônibus e podem fazer dele casa da peste.
(Carlos Drummond de Andrade, “Recalcitrante”.
Em: As palavras que ninguém diz, 2011. Adaptado)
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Os nem-nem
Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo
com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.
O poder público deve implementar políticas para lidar
com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de
9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo
– quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus
demográfico.
A principal causa do abandono escolar é a busca por
emprego. O problema é que, com formação precária, os
jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.
Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na
rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento
Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational
education and training): programas de orientação vocacional
aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para
treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental,
portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil
peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma
do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não
é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso
do país nessa seara.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
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Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo
com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.
O poder público deve implementar políticas para lidar
com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de
9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo
– quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus
demográfico.
A principal causa do abandono escolar é a busca por
emprego. O problema é que, com formação precária, os
jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.
Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na
rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento
Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational
education and training): programas de orientação vocacional
aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para
treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental,
portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil
peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma
do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não
é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso
do país nessa seara.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
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Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo
com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.
O poder público deve implementar políticas para lidar
com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de
9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo
– quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus
demográfico.
A principal causa do abandono escolar é a busca por
emprego. O problema é que, com formação precária, os
jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.
Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na
rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento
Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational
education and training): programas de orientação vocacional
aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para
treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental,
portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil
peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma
do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não
é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso
do país nessa seara.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
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Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo
com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) Educação de 2023.
O poder público deve implementar políticas para lidar
com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de
9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo
– quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus
demográfico.
A principal causa do abandono escolar é a busca por
emprego. O problema é que, com formação precária, os
jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.
Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na
rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento
Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational
education and training): programas de orientação vocacional
aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para
treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental,
portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil
peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma
do novo ensino médio incentiva a educação profissional. Não
é panaceia, mas um passo necessário para mitigar o atraso
do país nessa seara.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 29.03.2024. Adaptado)
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Sem estudo, sem trabalho. Nesse limbo ocioso encontram-se 19,8% dos brasileiros entre 15 e 29 anos, de acordo
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O poder público deve implementar políticas para lidar
com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de
9,6 milhões de pessoas como produz efeitos no longo prazo
– quando se considera o envelhecimento da população brasileira e, consequentemente, o processo de perda do bônus
demográfico.
A principal causa do abandono escolar é a busca por
emprego. O problema é que, com formação precária, os
jovens enfrentam dificuldades para conseguir contratação.
Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na
rede de ensino e acelerar a transição entre estudo e trabalho.
A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento
Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational
education and training): programas de orientação vocacional
aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para
treinamento e contratação de aprendizes. É fundamental,
portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil
peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma
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com o fenômeno, que impacta não apenas a renda de
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emprego. O problema é que, com formação precária, os
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Assim, é necessário buscar meios de manter os alunos na
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A Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento
Econômico (OCDE) preconiza o chamado VET (vocational
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aliados a parcerias entre escolas, empresas e indústria para
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portanto, a integração do ensino técnico ao regular, e o Brasil
peca nesse quesito.
Em tramitação no Congresso, a nova versão da reforma
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(M. Schulz, Minduim Charles. https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos. 23.03.2024)
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