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Foram encontradas 50 questões.

823586 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Ao se preparar para uma competição, um atleta treinou em quatro dias, respectivamente, os tempos de 1 hora e 13 minutos, 1 hora e 17 minutos, 1 hora e 32 minutos, 1 hora e 27 minutos. Sabendo que o seu objetivo é treinar em cinco dias o tempo total de 7 horas, então, para o quinto dia, ele precisará treinar uma hora e
 

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823575 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Considere o gráfico a seguir.

enunciado 823575-1

De 4a feira para 5a feira, o número de atendimentos diminuiu em
 

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823574 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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A tabela seguinte mostra a produção mensal de pares de sapatos de uma fábrica.

enunciado 823574-1

Essas informações podem ser apresentadas por meio de um gráfico de setores circulares (gráfico de pizza). Ao ser construído esse tipo de gráfico, o setor A representa o sapato do tipo A e o setor D representa o sapato do tipo D. A diferença, em graus, entre o ângulo do setor A e o ângulo do setor D é igual a

 

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823573 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Considere o desenho a seguir como a planta baixa de uma praça. Pessoas caminham em volta da praça exatamente sobre seus limites externos.
enunciado 823573-1

Para percorrer pelo menos 850 metros, o menor número de voltas completas na praça que uma pessoa precisa realizar é
 

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823572 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
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Considere o gráfico.
enunciado 823572-1
O total de crianças vacinadas nos cinco bairros atendeu às expectativas da prefeitura. Porém o número de crianças vacinadas no bairro C ficou abaixo da média das crianças vacinadas nos cinco bairros. Essa quantidade a menos é
 

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823565 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Caminhando por uma calçada de Copacabana, o amigo me alertou: “Olha a patinete!”. Fiquei na dúvida: “É a patinete ou o patinete?”. Mas, antes que pudesse concluir a frase, o bicho surgiu como um touro bravo e mal consegui afastar-me para que ele passasse a um centímetro. Ali, aprendi. A patinete ou o patinete, tanto faz – se você não ficar esperto, ele ou ela passa por cima e você vai discutir questão de gênero no outro mundo.
O Rio de Janeiro está tomado pelas patinetes elétricas, daquelas que, tendo você chegado ao seu destino, podem ser deixadas em qualquer lugar – na porta de farmácias ou hospitais, nas vagas para deficientes ou entre as motos nos estacionamentos das delegacias. Ninguém se importa. Já vi gente de todos os sexos, idades e massa corporal voando nessas patinetes. E soube que, pela incidência de ombros, quadris e joelhos avariados em quedas e colisões, os ortopedistas estão fazendo a festa.
(Ruy Castro. A invasão das patinetes voadoras.
Folha de S.Paulo. 01.05.2019. Adaptado)
As informações do último parágrafo do texto permitem concluir que
 

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823550 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia a tira para responder à questão.
enunciado 823550-1
(Bill Watterson. O mundo é mágico: As aventuras de Calvin e Haroldo.
São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010, p. 63)
A leitura da tira permite concluir que
 

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823547 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura

Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
O uso da vírgula está em conformidade com a norma-padrão de pontuação da língua portuguesa em:
 

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823545 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura

Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
De acordo com o texto,
 

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823544 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Guaratinguetá-SP
Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura

Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos de computador? Se você está confuso com essas questões, tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil “O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda – uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
Considere a seguinte passagem do texto para responder à questão.
• Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A expressão “até aqui”, em destaque na passagem, exprime circunstância de
 

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