Foram encontradas 50 questões.
Ao se preparar para uma competição, um atleta treinou
em quatro dias, respectivamente, os tempos de 1 hora
e 13 minutos, 1 hora e 17 minutos, 1 hora e 32 minutos,
1 hora e 27 minutos. Sabendo que o seu objetivo é treinar em cinco dias o tempo total de 7 horas, então, para o
quinto dia, ele precisará treinar uma hora e
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Considere o gráfico a seguir.

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A tabela seguinte mostra a produção mensal de pares de sapatos de uma fábrica.

Essas informações podem ser apresentadas por meio de um gráfico de setores circulares (gráfico de pizza). Ao ser construído esse tipo de gráfico, o setor A representa o sapato do tipo A e o setor D representa o sapato do tipo D. A diferença, em graus, entre o ângulo do setor A e o ângulo do setor D é igual a
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Considere o desenho a seguir como a planta baixa de uma praça. Pessoas caminham em volta da praça exatamente sobre seus limites externos.

Para percorrer pelo menos 850 metros, o menor número de voltas completas na praça que uma pessoa precisa realizar é

Para percorrer pelo menos 850 metros, o menor número de voltas completas na praça que uma pessoa precisa realizar é
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Considere o gráfico.
O total de crianças vacinadas nos cinco bairros atendeu às expectativas da prefeitura. Porém o número de crianças vacinadas no bairro C ficou abaixo da média das crianças vacinadas nos cinco bairros. Essa quantidade a menos é
O total de crianças vacinadas nos cinco bairros atendeu às expectativas da prefeitura. Porém o número de crianças vacinadas no bairro C ficou abaixo da média das crianças vacinadas nos cinco bairros. Essa quantidade a menos é
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Leia o texto para responder à questão.
Caminhando por uma calçada de Copacabana, o amigo
me alertou: “Olha a patinete!”. Fiquei na dúvida: “É a patinete
ou o patinete?”. Mas, antes que pudesse concluir a frase, o
bicho surgiu como um touro bravo e mal consegui afastar-me
para que ele passasse a um centímetro. Ali, aprendi. A patinete ou o patinete, tanto faz – se você não ficar esperto, ele
ou ela passa por cima e você vai discutir questão de gênero
no outro mundo.
O Rio de Janeiro está tomado pelas patinetes elétricas,
daquelas que, tendo você chegado ao seu destino, podem
ser deixadas em qualquer lugar – na porta de farmácias ou
hospitais, nas vagas para deficientes ou entre as motos nos
estacionamentos das delegacias. Ninguém se importa. Já vi
gente de todos os sexos, idades e massa corporal voando
nessas patinetes. E soube que, pela incidência de ombros,
quadris e joelhos avariados em quedas e colisões, os ortopedistas estão fazendo a festa.
(Ruy Castro. A invasão das patinetes voadoras.
Folha de S.Paulo. 01.05.2019. Adaptado)
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Leia a tira para responder à questão.

(Bill Watterson. O mundo é mágico: As aventuras de Calvin e Haroldo.
São Paulo: Conrad Editora do Brasil, 2010, p. 63)
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Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos
de computador? Se você está confuso com essas questões,
tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro
lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil
“O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o
terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que
não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem
que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre
a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda
– uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos
não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas
e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e
mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do
que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas
interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas
pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa
de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma
espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de
exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais
como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para
pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos
de computador? Se você está confuso com essas questões,
tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro
lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil
“O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o
terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que
não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem
que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre
a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda
– uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos
não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas
e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e
mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do
que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas
interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas
pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa
de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma
espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de
exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais
como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para
pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
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Leia o texto para responder à questão.
Computadores contra a leitura
Crianças pequenas devem ter acesso a tablets? É preciso controlar as horas de exposição de adolescentes a jogos
de computador? Se você está confuso com essas questões,
tem bons motivos. Cientistas que estudam como o cérebro
lida com meios digitais também estão. Acaba de sair no Brasil
“O Cérebro no Mundo Digital”, em que a neurocientista especializada em leitura Maryanne Wolf tenta ao menos mapear o
terreno em que pisamos.
Para Wolf, existem motivos para preocupação, ainda que
não para pessimismo. Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem
que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre
a formação do cérebro leitor.
A preocupação maior, diz Wolf, é com a leitura profunda
– uma leitura razoavelmente detida, na qual compreendemos
não apenas as palavras como extraímos o sentido geral delas
e experimentamos as emoções que elas evocam. Crianças e
mesmo adultos que leem em um dispositivo digital apresentam menores taxas de compreensão e retenção do texto do
que quando o leem em versão impressa.
Uma hipótese para explicar o fenômeno é que os computadores, ao proporcionar uma grande variedade de coisas
interessantes, que fazem com que a atenção das pessoas
pule a todo instante de um item para o próximo, habituam-nos a operar com um nível de concentração alterado. Quando não estamos sendo submetidos a uma montanha-russa
de estímulos, sentimo-nos entediados.
A sugestão de Wolf é que tentemos desenvolver uma
espécie de bilinguismo literário. Precisamos ser capazes de
exercer tanto a leitura rápida cobrada pelos meios digitais
como, quando for o caso, a leitura profunda, exigida para
pensar direito e fruir de tudo aquilo que um bom texto oferece.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br. 23.06.2019. Adaptado)
• Embora seja cedo para qualquer conclusão definitiva, as evidências até aqui colhidas sugerem que a proliferação dos meios digitais pode ter impactos sobre a formação do cérebro leitor.
A expressão “até aqui”, em destaque na passagem, exprime circunstância de
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