Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

230369 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Se uma raiz da equação do terceiro grau x3 +3 x – 4=0, é x1=1, então podemos escrever x3 +3 x−4=Q(x)(x−1), onde Q(x)=x2 +x+4. Quais são as outras duas raízes da equação do terceiro grau?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230366 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
As grandezas x e y estão relacionadas de acordo com a seguinte expressão: xy+ y=100. Sabendo-se que x e y não são negativos, ao expressar y em função de x obtém-se:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230363 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Para atribuir uma nota a um país, de acordo com seu potencial de risco para investidores, uma agência de risco segue o padrão, partindo do conceito de bom pagador, apresentado no quadro a seguir:
enunciado 230363-1 e assim sucessivamente, usando as letras em ordem alfabética {A, B, C, D, E} acompanhadas pelos sinais + ou , ou apenas a letra.
Qual a nota atribuída, por essa agência de risco, a um país com classificação pelo conceito C+ ?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230359 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Em janeiro de 2013, um produto era vendido pelo preço unitário de 1 000 reais, sendo que o custo unitário, para produzir cada unidade deste produto, era de 400 reais. De janeiro de 2013 para março de 2016, o custo de produção deste produto subiu 30,0 %, enquanto o preço de venda do produto subiu 60,0 %. Considere lucro = preço de venda – custo de produção. Desse modo, qual é a porcentagem que representa o aumento do lucro unitário de janeiro de 2013 para março de 2016?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230357 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Uma pessoa utiliza o seguinte procedimento para fazer a leitura de um livro de 1024 páginas: no primeiro dia, lê uma página, no segundo dia, três páginas, de modo que o número de páginas lidas em cada dia coincida com o termo da progressão aritmética com primeiro termo igual a 1 e razão igual a 2. Nestas condições, esse livro será lido em quantos dias?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230356 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Em abril de 2016, foram necessárias 8,3 arrobas de boi gordo para a aquisição de um bezerro desmamado de seis arrobas. Se o preço da arroba do boi gordo for 150 reais, então qual é o preço, em reais, desse bezerro desmamado de seis arrobas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230353 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Um retângulo é chamado “áureo”, quando satisfaz o padrão de beleza grega. Para isso ocorrer, a razão entre a medida do menor lado e a medida do maior lado deve ser igual à razão entre a medida do maior lado e a soma da medida do menor lado com a medida do maior lado. Se o menor lado de um retângulo áureo mede 2, então a equação que deve ser satisfeita pela medida do outro lado é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230343 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Festejando no precipício
Gregório Duvivier
Quando pequeno, a primeira coisa que fazia ao comprar uma agenda era escrever em letras garrafais no dia 11 de abril: "MEU NIVER". Depois ia pro dia 11 de março: "FALTA UM MÊS PRO MEU NIVER". E depois me esquecia da existência da agenda, até porque não tinha muitos compromissos naquela época. Tenho umas cinco agendas que só contêm essas duas informações fundamentais.
O aniversário era o grande dia do ano, a maior festa popular do planeta, um Natal em que o Jesus era eu. Pulava da cama e marcava minha altura no batente da porta. Era o dia de comemorar cada milímetro avançado nessa guerra que travo desde pequeno contra a gravidade.
Meu pai abria a porta: "Hoje a gente vai pro lugar que você quiser". "Oba! Vamos pro Tivoli Park!" "Não, filho, pro Tivoli Park não." "Mas você falou qualquer lugar." "No Tivoli Park tem assalto no trem fantasma." Era um argumento forte.
Acabava me levando pro clube, e depois minha mãe dava uma festa lá em casa na qual eu era o centro das atenções e podia comer brigadeiro e tomar litros de refrigerante — ambos artigos proibidos, classificados como "porcaria" — e assistir ao show do meu artista predileto — o mágico Almik. Na hora do parabéns, me escondia debaixo da mesa quando cantavam "Com Quem Será?", mas até que gostava da ideia de que um dia alguém talvez fosse querer se casar comigo. Para um garoto com cabelo de cuia e uma dentição anárquica, um relacionamento amoroso era um sonho tão distante quanto um McDonalds dentro de casa. O tempo passou e a verdade veio à tona: ambas as coisas talvez sejam possíveis, mas será que são desejáveis?
Hoje faço trinta. Dizem que com o passar dos anos deixa de fazer sentido comemorar o passar dos anos. Afinal, cada ano a mais é um ano a menos e na vida adulta não há nem mais a esperança de crescer algum centímetro. No batente da porta, estacionei no 1.69 m, entre minha prima Helena e minha irmã Barbara. Para piorar, o Brasil tá um caos, todo o mundo se odeia, e a temperatura do mundo não para de esquentar.
Lembro que a revista "The Economist" ficou chocada que o Brasil teria Carnaval mesmo na crise —estaríamos "festejando no precipício". A revista pode entender de crise, mas não entende nada de Carnaval — acha que serve para comemorar a opulência. Toda festa boa serve pra esquecer, nem que seja por um momento, o precipício. Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão possível, tão desejável.

Disponível em: . Acesso em:<http://1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/04/1759507-festejando-no-precipiicio-.shtm,> 11 abr. 2016.
O modo de organização textual predominante no texto é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230334 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Festejando no precipício
Gregório Duvivier
Quando pequeno, a primeira coisa que fazia ao comprar uma agenda era escrever em letras garrafais no dia 11 de abril: "MEU NIVER". Depois ia pro dia 11 de março: "FALTA UM MÊS PRO MEU NIVER". E depois me esquecia da existência da agenda, até porque não tinha muitos compromissos naquela época. Tenho umas cinco agendas que só contêm essas duas informações fundamentais.
O aniversário era o grande dia do ano, a maior festa popular do planeta, um Natal em que o Jesus era eu. Pulava da cama e marcava minha altura no batente da porta. Era o dia de comemorar cada milímetro avançado nessa guerra que travo desde pequeno contra a gravidade.
Meu pai abria a porta: "Hoje a gente vai pro lugar que você quiser". "Oba! Vamos pro Tivoli Park!" "Não, filho, pro Tivoli Park não." "Mas você falou qualquer lugar." "No Tivoli Park tem assalto no trem fantasma." Era um argumento forte.
Acabava me levando pro clube, e depois minha mãe dava uma festa lá em casa na qual eu era o centro das atenções e podia comer brigadeiro e tomar litros de refrigerante — ambos artigos proibidos, classificados como "porcaria" — e assistir ao show do meu artista predileto — o mágico Almik. Na hora do parabéns, me escondia debaixo da mesa quando cantavam "Com Quem Será?", mas até que gostava da ideia de que um dia alguém talvez fosse querer se casar comigo. Para um garoto com cabelo de cuia e uma dentição anárquica, um relacionamento amoroso era um sonho tão distante quanto um McDonalds dentro de casa. O tempo passou e a verdade veio à tona: ambas as coisas talvez sejam possíveis, mas será que são desejáveis?
Hoje faço trinta. Dizem que com o passar dos anos deixa de fazer sentido comemorar o passar dos anos. Afinal, cada ano a mais é um ano a menos e na vida adulta não há nem mais a esperança de crescer algum centímetro. No batente da porta, estacionei no 1.69 m, entre minha prima Helena e minha irmã Barbara. Para piorar, o Brasil tá um caos, todo o mundo se odeia, e a temperatura do mundo não para de esquentar.
Lembro que a revista "The Economist" ficou chocada que o Brasil teria Carnaval mesmo na crise —estaríamos "festejando no precipício". A revista pode entender de crise, mas não entende nada de Carnaval — acha que serve para comemorar a opulência. Toda festa boa serve pra esquecer, nem que seja por um momento, o precipício. Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão possível, tão desejável.

Disponível em: . Acesso em:<http://1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/04/1759507-festejando-no-precipiicio-.shtm,> 11 abr. 2016.
Em “Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão possível”, o uso da vírgula tem a mesma função que no segmento:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
230330 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFG
Orgão: Pref. Goiânia-GO
Festejando no precipício
Gregório Duvivier
Quando pequeno, a primeira coisa que fazia ao comprar uma agenda era escrever em letras garrafais no dia 11 de abril: "MEU NIVER". Depois ia pro dia 11 de março: "FALTA UM MÊS PRO MEU NIVER". E depois me esquecia da existência da agenda, até porque não tinha muitos compromissos naquela época. Tenho umas cinco agendas que só contêm essas duas informações fundamentais.
O aniversário era o grande dia do ano, a maior festa popular do planeta, um Natal em que o Jesus era eu. Pulava da cama e marcava minha altura no batente da porta. Era o dia de comemorar cada milímetro avançado nessa guerra que travo desde pequeno contra a gravidade.
Meu pai abria a porta: "Hoje a gente vai pro lugar que você quiser". "Oba! Vamos pro Tivoli Park!" "Não, filho, pro Tivoli Park não." "Mas você falou qualquer lugar." "No Tivoli Park tem assalto no trem fantasma." Era um argumento forte.
Acabava me levando pro clube, e depois minha mãe dava uma festa lá em casa na qual eu era o centro das atenções e podia comer brigadeiro e tomar litros de refrigerante — ambos artigos proibidos, classificados como "porcaria" — e assistir ao show do meu artista predileto — o mágico Almik. Na hora do parabéns, me escondia debaixo da mesa quando cantavam "Com Quem Será?", mas até que gostava da ideia de que um dia alguém talvez fosse querer se casar comigo. Para um garoto com cabelo de cuia e uma dentição anárquica, um relacionamento amoroso era um sonho tão distante quanto um McDonalds dentro de casa. O tempo passou e a verdade veio à tona: ambas as coisas talvez sejam possíveis, mas será que são desejáveis?
Hoje faço trinta. Dizem que com o passar dos anos deixa de fazer sentido comemorar o passar dos anos. Afinal, cada ano a mais é um ano a menos e na vida adulta não há nem mais a esperança de crescer algum centímetro. No batente da porta, estacionei no 1.69 m, entre minha prima Helena e minha irmã Barbara. Para piorar, o Brasil tá um caos, todo o mundo se odeia, e a temperatura do mundo não para de esquentar.
Lembro que a revista "The Economist" ficou chocada que o Brasil teria Carnaval mesmo na crise —estaríamos "festejando no precipício". A revista pode entender de crise, mas não entende nada de Carnaval — acha que serve para comemorar a opulência. Toda festa boa serve pra esquecer, nem que seja por um momento, o precipício. Debaixo da mesa do bolo, a felicidade parece tão possível, tão desejável.

Disponível em: . Acesso em:<http://1.folha.uol.com.br/colunas/gregorioduvivier/2016/04/1759507-festejando-no-precipiicio-.shtm,> 11 abr. 2016.
A palavra “precipício”, no título, encontra correspondência no texto no seguinte segmento:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas