Foram encontradas 40 questões.
Leia a seguir trechos da matéria, retirada do site rotamissoes.com.br:
“Conhecer a Região das Missões é uma verdadeira viagem no tempo, à magia e aos mistérios desta terra. Andar por aqui é reviver a saga dos primeiros padres da Companhia de Jesus, os jesuítas, que em 1609 atravessaram o mundo para conviver com os índios guaranis dentro dos princípios da fé cristã.
As Missões são lugares de visita fundamental a quem pretende entender as raízes do sul do Brasil e da América Latina e apresenta aos seus visitantes diversos patrimônios culturais da humanidade e descortina o cenário de 160 anos de história, onde Jesuítas e Guaranis realizaram os ideais do Cristianismo na prática”.
Em relação aos municípios que fazem parte da Região das Missões, juntamente com Giruá, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Cerro Largo.
( ) Porto Xavier.
( ) Roque Gonzales.
( ) São Borja.
( ) São Luiz Gonzaga.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Vinte e cinco de julho é celebrado o Dia da Mulher Negra no Brasil. A data foi inspirada no dia da morte de Tereza de Benguela. Quem foi ela?

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Analise as assertivas abaixo:
I. Cláudio Manuel da Costa é considerado o precursor do Arcadismo no Brasil, com “Obras” (1768). O cenário do Arcadismo foram as cidades de Minas Gerais e sua efervescência econômica e cultural promovida pela descoberta do ouro.
II. As revoluções burguesas, no século XVIII, mudariam o perfil da sociedade europeia. Assim, no século XIX, a valorização do caráter individual e dos valores burgueses – trabalho, esforço e sacrifício –, bem como o amor à pátria norteariam a nova estética: o Romantismo.
III. A fuga da realidade é um dos temas mais explorados pelo Romantismo; nesse sentido, a morte é idealizada (e muitas vezes desejada) porque possibilita um alívio dos “males do mundo” ou a união de dois amantes separados por contingências da vida real.
IV. No contexto da produção literária em prosa do Romantismo, os romances em folhetins tematizavam a vida na corte, os costumes da burguesia em formação, sem esquecer as questões sociais, como as lutas abolicionistas e republicanas.
Quais estão corretas?
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Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Uma característica comum às narrativas mais antigas é contar os feitos extraordinários de um herói. Por meio de longos poemas narrativos, um acontecimento histórico protagonizado por um herói ou por um povo é contado em estilo solene, grandioso.
( ) A poesia lírica surge como uma forma de expressar sentimentos e emoções pessoais pela voz do eu-lírico. Alguns exemplos dessa poesia são a elegia, a écloga, a ode e o soneto.
( ) Na poesia, além do significado das palavras, a sua sonoridade é a base para a construção de recursos poéticos, como o ritmo, a rima e o metro.
( ) A cena, num espetáculo teatral, é a unidade de ação das personagens. O mais importante, no gênero dramático, é o texto da obra; logo, corpo do ator na cena, assim como o cenário, o figurino e a iluminação têm pouca importância no desenrolar de uma peça.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Instrução: As questões de números 36 a 38 referem-se ao texto abaixo.
Desigualdade racial na educação brasileira
- De caráter estrutural e sistêmico, a desigualdade entre brancos e negros na sociedade
- brasileira é inquestionável e persiste com a fragilidade de políticas públicas para o seu
- enfrentamento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por
- exemplo, os negros representam 75,2% do grupo formado pelos 10% mais pobres do país.
- Se realmente queremos construir uma sociedade igualitária, será necessário
- compreendermos qual é o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução
- do racismo, a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. Nesse cenário,
- o combate à desigualdade racial na educação é essencial, enquanto elemento indispensável
- para qualquer mudança, de modo que, sem uma educação efetivamente antirracista, não é
- possível pensar em uma sociedade igualitária.
(Disponível em: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/em-debate/desigualdade-racial-na-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa em que há uma assertiva INCORRETA sobre fenômenos fonéticos ou morfológicos das palavras retiradas do texto.
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Instrução: As questões de números 36 a 38 referem-se ao texto abaixo.
Desigualdade racial na educação brasileira
- De caráter estrutural e sistêmico, a desigualdade entre brancos e negros na sociedade
- brasileira é inquestionável e persiste com a fragilidade de políticas públicas para o seu
- enfrentamento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por
- exemplo, os negros representam 75,2% do grupo formado pelos 10% mais pobres do país.
- Se realmente queremos construir uma sociedade igualitária, será necessário
- compreendermos qual é o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução
- do racismo, a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. Nesse cenário,
- o combate à desigualdade racial na educação é essencial, enquanto elemento indispensável
- para qualquer mudança, de modo que, sem uma educação efetivamente antirracista, não é
- possível pensar em uma sociedade igualitária.
(Disponível em: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/em-debate/desigualdade-racial-na-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Na linha 05, a flexão de “querer” no tempo Presente do Indicativo (linha 06), nesse contexto, não é a mais adequada. Assinale a alternativa que apresenta a flexão correta desse verbo.
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Instrução: As questões de números 36 a 38 referem-se ao texto abaixo.
Desigualdade racial na educação brasileira
- De caráter estrutural e sistêmico, a desigualdade entre brancos e negros na sociedade
- brasileira é inquestionável e persiste com a fragilidade de políticas públicas para o seu
- enfrentamento. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por
- exemplo, os negros representam 75,2% do grupo formado pelos 10% mais pobres do país.
- Se realmente queremos construir uma sociedade igualitária, será necessário
- compreendermos qual é o papel que cada estrutura socioeconômica desempenha na reprodução
- do racismo, a fim de desenhar estratégias eficazes para o seu enfrentamento. Nesse cenário,
- o combate à desigualdade racial na educação é essencial, enquanto elemento indispensável
- para qualquer mudança, de modo que, sem uma educação efetivamente antirracista, não é
- possível pensar em uma sociedade igualitária.
(Disponível em: https://observatoriodeeducacao.institutounibanco.org.br/em-debate/desigualdade-racial-na-educacao – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Sobre os períodos do texto, analise as seguintes assertivas:
I. O primeiro período do texto é formado por duas orações coordenadas que têm o mesmo sujeito, embora este, na segunda oração, seja subentendido.
II. O segundo período do texto apresenta uma oração reduzida com valor de adjetivo.
III. No terceiro período, há três orações subordinadas com valor de advérbio.
IV. No quarto e último período do texto, os termos sublinhados têm função de complemento nominal.
Quais estão corretas?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Uma guerreira contra a escravidão
Por Roger Lerina
- O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
- eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
- nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
- dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
- sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
- liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
- Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
- familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
- da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
- episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
- uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
- feminino.
- Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
- no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
- de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
- e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
- autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
- interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
- uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
- quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
- que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
- A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
- Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
- transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
- abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
- escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
- à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
- fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
- Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
- escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
- Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
- Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
- extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
- Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
- Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
- fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
- personagem.
(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).
A mesma regra que prescreve a acentuação gráfica das palavras “heroína” e “imbuída” (retiradas do texto) justifica a acentuação gráfica de:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Uma guerreira contra a escravidão
Por Roger Lerina
- O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
- eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
- nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
- dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
- sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
- liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
- Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
- familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
- da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
- episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
- uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
- feminino.
- Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
- no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
- de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
- e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
- autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
- interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
- uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
- quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
- que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
- A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
- Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
- transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
- abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
- escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
- à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
- fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
- Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
- escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
- Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
- Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
- extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
- Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
- Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
- fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
- personagem.
(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considere as sugestões de reescrita do seguinte fragmento do texto:
“Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa, o Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência [...].
I. Ainda que, no começo, o filme ressinta-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa, Harriet gradativamente cresce à proporção que sua protagonista vai tomando consciência [...].
II. Caso, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa, Harriet gradativamente cresce na medida em que sua protagonista vai tomando consciência [...].
III. No começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa; em contrapartida, Harriet gradativamente cresce enquanto sua protagonista vai tomando consciência [...].
IV. À medida que, no começo, o filme vai ressentindo-se do ritmo de melodrama televisivo que vai sendo imposto à narrativa, Harriet gradativamente vai crescendo uma vez que sua protagonista toma consciência [...].
Quais preservam a correção, a coesão e a coerência do texto?
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Uma guerreira contra a escravidão
Por Roger Lerina
- O fato de só há pouco Harriet Tubman (1822–1913) ao cinema é tristemente
- eloquente sobre o racismo em Hollywood e na sociedade norte-americana. Essa mulher negra
- nascida escrava e medindo pouco mais de metro e meio é uma gigantesca figura da história
- dos Estados Unidos: depois que fugiu da fazenda em Maryland, na qual vivia e trabalhava com
- sua família, como propriedade dos donos, na metade do século 19, ela se tornou uma “condutora”,
- liderando missões de resgate e libertação de cativos como ela.
- Até a Guerra Civil Americana (1861–1865), ela resgatou cerca de 70 pessoas, incluindo
- familiares e amigos. Durante a Secessão, serviu como batedora armada e espiã para o exército
- da União, comandando uma operação que libertou em torno de 750 negros escravizados. O
- episódio permanece até hoje como uma das únicas vezes em que uma mulher esteve de
- uma tropa americana em batalha. Em seus últimos anos, Harriet ainda foi ativista do sufrágio
- feminino.
- Pois essa personalidade tão fascinante quanto obliterada enfim ganhou as telas. Disponível
- no Brasil na plataforma NOW, o filme Harriet (2019) estreou no Festival Internacional de Cinema
- de Toronto e concorreu ao Globo de Ouro e ao Oscar – concentrados em sua protagonista, a atriz
- e cantora inglesa Cynthia Erivo. Indicada nos dois prêmios tanto por sua atuação quanto pela
- autoria da canção Stand Up, a artista emocionou a plateia durante a cerimônia do Oscar ao
- interpretar ao vivo a música dos créditos finais do filme. Na tela, Cynthia encarna Harriet com
- uma entrega apaixonada em sua evolução dramática – da jovem assustada e insegura, que foge
- quase por acaso do tacão de seus senhores, mulher de coragem e determinação inabaláveis
- que dedica o restante de sua vida libertar seu povo.
- A diretora e roteirista Kasi Lemmons, uma das poucas realizadoras afrodescendentes em
- Hollywood, concentra a narrativa de Harriet no período anterior ao da Guerra Civil, destacando a
- transformação de sua heroína, analfabeta e atormentada por visões antecipatórias, em ferrenha
- abolicionista imbuída de uma ira santa. Em 1849, depois de uma exaustiva e espetacular
- escapada em direção ao norte – deixando para trás marido, pais e irmãos –, Harriet chega
- à Filadélfia, entrando em contato com uma rede de ativistas antiescravatura, dedicada a abrigar
- fugitivos em casas, como a da ativista Marie Buchanon (a também atriz e cantora Janelle Monáe).
- Com a ajuda dessa organização, Harriet empreende arriscadas incursões para libertar negros
- escravizados em fazendas – inclusive seus parentes e amigos.
- Se, no começo, o filme ressente-se do ritmo de melodrama televisivo imposto à narrativa,
- Harriet gradativamente cresce à medida que sua protagonista vai tomando consciência da
- extensão da violência e do ultraje imposto pelos brancos à comunidade negra nos Estados Unidos.
- Ganhadora dos prêmios Tony e Grammy, por seu desempenho na versão musical de A Cor
- Púrpura apresentada na Broadway, Cynthia Erivo eleva o longa acima de suas eventuais
- fragilidades estruturais com sua atuação firme, que realça a dignidade admirável de sua
- personagem.
(Disponível em: https://www.rogerlerina.com.br/post/18606/uma-guerreira-contra-a-escravidao – texto adaptado especialmente para esta prova).
Nas alternativas a seguir, as palavras retiradas do texto apresentam mais letras do que fonemas, EXCETO:
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