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Foram encontradas 30 questões.

338500 Ano: 2019
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Fraiburgo-SC
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A influência da luz e das sombras no interior e exterior dos projetos é algo muito importante.

Assinale a alternativa que indica corretamente o comando que permite visualizar as sombras exteriores na localização do projeto para uma data e hora específicas na versão em português do software Revit.

 

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338499 Ano: 2019
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Fraiburgo-SC
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Na plotagem de projetos é comum se utilizar o formato da folha conforme a série A.

De acordo com a semelhança geométrica apresentada na NBR 10068:1987, é correto afirmar:

 

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338498 Ano: 2019
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Fraiburgo-SC
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Na apresentação das folhas, devem existir espaços para o desenho, o texto e a legenda.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o conteúdo que deve ser apresentado no espaço da legenda.

 

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338497 Ano: 2019
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Fraiburgo-SC
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A cotagem de um desenho descreve as medidas do objeto. A apresentação das cotas no desenho deve seguir as normas de caligrafia técnica, apresentadas na NBR 10126:1987.

Sobre a cotagem, é correto afirmar:

 

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338496 Ano: 2019
Disciplina: Desenho Técnico e Industrial
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Fraiburgo-SC
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O AutoCAD é um importante programa gráfico de desenho e desenvolvimento de projetos técnicos, composto por ferramentas que permite trabalhar com diferentes layers.

Em sua versão em inglês, qual opção das propriedades abaixo permite que o layer não apareça mais na tela e seja desconsiderado no caso da utilização do comando zoom extend?

 

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É sabido que o oeste catarinense e o sudoeste do Paraná começaram a ser ocupados, no início do século XIX, através da pecuária, em suas regiões de campo, pela criação extensiva em grandes propriedades. O resultante desse processo foi a rarefação da população em grandes espaços. Somente a partir de meados do século passado é que as áreas de florestas, que antes tinham permanecido praticamente intactas, passaram a ser ocupadas através do excedente populacional dos campos de criação de gado ou dos imigrantes provindos de outras partes do território nacional. Esse processo acabou constituindo a população cabocla com uma cultura e um modus vivendi próprios, e com a qual os imigrantes rio-grandenses iriam se defrontar.

As migrações visavam a ocupar o “espaço vazio” do oeste catarinense, dentro do projeto capitalista do governo, já que essa região era vista como perigosa e inóspita, um verdadeiro deserto a ser povoado para nele se produzir. As companhias colonizadoras, então, começaram a fazer investimentos e vender as glebas das áreas de florestas.

Nesse ínterim, entre os descendentes de imigrantes italianos do Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha e regiões circunvizinhas), estava ocorrendo um fato conjuntural que veio ao encontro do interesse pela colonização do oeste catarinense. A estrutura fundiária das regiões
de imigração rio-grandenses era baseada em pequenos lotes de terra. Essas pequenas propriedades não podiam mais ser desmembradas porque tornar-se-iam inviáveis economicamente. Daí o deserdamento sistemático e necessário, forçando os colonos e seus descendentes a novas migrações para novas colônias, onde se reproduziu o modelo fundiário anterior.

ZAMBIASI, José Luiz. Lembranças de velhos. Chapecó: Universitária
Grifos, 2000, p. 28-29. [Fragmento adaptado].

Relativamente ao texto 1, assinale a alternativa correta.

 

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É sabido que o oeste catarinense e o sudoeste do Paraná começaram a ser ocupados, no início do século XIX, através da pecuária, em suas regiões de campo, pela criação extensiva em grandes propriedades. O resultante desse processo foi a rarefação da população em grandes espaços. Somente a partir de meados do século passado é que as áreas de florestas, que antes tinham permanecido praticamente intactas, passaram a ser ocupadas através do excedente populacional dos campos de criação de gado ou dos imigrantes provindos de outras partes do território nacional. Esse processo acabou constituindo a população cabocla com uma cultura e um modus vivendi próprios, e com a qual os imigrantes rio-grandenses iriam se defrontar.

As migrações visavam a ocupar o “espaço vazio” do oeste catarinense, dentro do projeto capitalista do governo, já que essa região era vista como perigosa e inóspita, um verdadeiro deserto a ser povoado para nele se produzir. As companhias colonizadoras, então, começaram a fazer investimentos e vender as glebas das áreas de florestas.

Nesse ínterim, entre os descendentes de imigrantes italianos do Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha e regiões circunvizinhas), estava ocorrendo um fato conjuntural que veio ao encontro do interesse pela colonização do oeste catarinense. A estrutura fundiária das regiões
de imigração rio-grandenses era baseada em pequenos lotes de terra. Essas pequenas propriedades não podiam mais ser desmembradas porque tornar-se-iam inviáveis economicamente. Daí o deserdamento sistemático e necessário, forçando os colonos e seus descendentes a novas migrações para novas colônias, onde se reproduziu o modelo fundiário anterior.

ZAMBIASI, José Luiz. Lembranças de velhos. Chapecó: Universitária
Grifos, 2000, p. 28-29. [Fragmento adaptado].

Sobre o texto 1, é correto o que se afirma em:

 

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É sabido que o oeste catarinense e o sudoeste do Paraná começaram a ser ocupados, no início do século XIX, através da pecuária, em suas regiões de campo, pela criação extensiva em grandes propriedades. O resultante desse processo foi a rarefação da população em grandes espaços. Somente a partir de meados do século passado é que as áreas de florestas, que antes tinham permanecido praticamente intactas, passaram a ser ocupadas através do excedente populacional dos campos de criação de gado ou dos imigrantes provindos de outras partes do território nacional. Esse processo acabou constituindo a população cabocla com uma cultura e um modus vivendi próprios, e com a qual os imigrantes rio-grandenses iriam se defrontar.

As migrações visavam a ocupar o “espaço vazio” do oeste catarinense, dentro do projeto capitalista do governo, já que essa região era vista como perigosa e inóspita, um verdadeiro deserto a ser povoado para nele se produzir. As companhias colonizadoras, então, começaram a fazer investimentos e vender as glebas das áreas de florestas.

Nesse ínterim, entre os descendentes de imigrantes italianos do Rio Grande do Sul (Serra Gaúcha e regiões circunvizinhas), estava ocorrendo um fato conjuntural que veio ao encontro do interesse pela colonização do oeste catarinense. A estrutura fundiária das regiões
de imigração rio-grandenses era baseada em pequenos lotes de terra. Essas pequenas propriedades não podiam mais ser desmembradas porque tornar-se-iam inviáveis economicamente. Daí o deserdamento sistemático e necessário, forçando os colonos e seus descendentes a novas migrações para novas colônias, onde se reproduziu o modelo fundiário anterior.

ZAMBIASI, José Luiz. Lembranças de velhos. Chapecó: Universitária
Grifos, 2000, p. 28-29. [Fragmento adaptado].

Assinale a alternativa correta em relação ao texto 1.

 

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Assinale a frase correta quanto às normas da língua escrita padrão.

 

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Assinale a frase correta quanto à acentuação gráfica e à indicação de crase.

 

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