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Foram encontradas 230 questões.

4190533 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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No trabalho com leitura em sala de aula, o professor utiliza períodos complexos para discutir como as relações sintáticas contribuem para a construção de sentidos. Ao analisar o trecho: “Quando o ensino de Língua Portuguesa se limita à exposição de regras descontextualizadas, os alunos até reconhecem estruturas linguísticas, mas não compreendem seus efeitos de sentido”, a abordagem pedagógica mais adequada é aquela que leva o aluno a compreender que a oração inicial:
 

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4190532 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Com base na abordagem sociolinguística desenvolvida por William Labov, segundo a qual a variação linguística constitui uma propriedade inerente e sistemática da língua em uso, condicionada por fatores sociais e investigada por meio de procedimentos empíricos e quantitativos, assinale a alternativa que expressa corretamente os pressupostos centrais dessa perspectiva e suas implicações para o ensino da língua materna.
 

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4190531 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Texto para a questão


Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.

Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.

Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.

De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.

Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.

Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.


Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.

Com base no texto que discute a concepção enunciativo-discursiva de linguagem assumida pela Base Nacional Comum Curricular e suas implicações para o ensino de Língua Portuguesa, assinale a alternativa que expressa adequadamente a função dos gêneros discursivos no ensino da escrita, conforme orientações da BNCC.
 

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4190530 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Texto para a questão


Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.

Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.

Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.

De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.

Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.

Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.


Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.

Com base no texto, a utilização de gêneros do campo jornalístico-midiático em sala de aula contribui para o desenvolvimento da competência leitora na medida em que possibilita ao aluno:
 

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4190529 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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Texto para a questão


Gêneros discursivos, BNCC e ensino da escrita: entre diretrizes e práticas pedagógicas

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) reafirma, no ensino de Língua Portuguesa, uma concepção de linguagem de base enunciativo-discursiva, na qual o texto, compreendido como prática social situada, ocupa lugar central no processo de ensino-aprendizagem. Tal orientação desloca o foco da língua entendida como sistema abstrato para a língua em uso, exigindo do professor uma atuação pedagógica que articule leitura, produção textual e reflexão linguística de modo integrado e contextualizado.

Nesse quadro, o trabalho com gêneros discursivos assume papel estruturante, pois é por meio deles que os sujeitos participam das práticas sociais de linguagem. A BNCC organiza essas práticas a partir de campos de atuação, reconhecendo que cada gênero se constitui em condições específicas de produção, circulação e recepção. Assim, ensinar Língua Portuguesa implica criar situações didáticas em que o aluno compreenda não apenas a forma do texto, mas também seus propósitos comunicativos e efeitos de sentido.

Um exemplo dessa orientação pode ser observado no campo jornalístico-midiático, quando se propõe a produção de gêneros como notícia, reportagem ou artigo de opinião. Ao desenvolver uma atividade de produção de notícia, por exemplo, o professor precisa conduzir o aluno à análise do contexto de circulação, da seleção das informações relevantes, da organização composicional e das escolhas linguísticas adequadas ao gênero, superando práticas de escrita meramente reprodutivas.

De modo semelhante, no campo das práticas de estudo e pesquisa, a produção de gêneros como artigos de divulgação científica ou relatórios exige que o ensino da escrita contemple estratégias de planejamento, textualização e revisão. Nesse caso, o gênero funciona como mediador entre o conhecimento científico e o leitor, demandando do aluno a mobilização de estratégias de leitura e escrita que garantam clareza, coesão e adequação ao interlocutor.

Essas propostas evidenciam que a leitura e a produção textual não podem ser tratadas como atividades dissociadas. Ao contrário, compreender um gênero pressupõe analisar seus modos de dizer, seus valores discursivos e suas regularidades, o que implica práticas de leitura orientadas e reflexão sobre o funcionamento da língua em contextos reais de uso, conforme defendido pela BNCC.

Conclui-se, portanto, que o ensino de Língua Portuguesa, alinhado às diretrizes da BNCC, requer do professor uma postura teórico-metodológica consistente, capaz de articular gêneros discursivos, estratégias de leitura e práticas de escrita em projetos pedagógicos significativos. Somente assim será possível formar leitores e produtores de texto competentes, capazes de atuar criticamente nas diferentes esferas sociais.


Texto adaptado a partir de MARINS, Ida Maria Morales. Gêneros textuais/discursivos e a BNCC: uma leitura reflexiva da prática de escrita. In: VIII ENALIC – Edição Digital, p. 469–480, 2019.

Considerando a concepção de linguagem que fundamenta a BNCC, o papel do texto no ensino de Língua Portuguesa caracteriza-se por:
 

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4099742 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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O uso de tecnologias digitais, como softwares educativos, jogos fonológicos e tablets, tem se tornado um recurso crescente nos processos de alfabetização. Quando utilizadas a favor da aprendizagem, essas ferramentas devem servir primordialmente para:
 

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4099741 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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A alfabetização, nas perspectivas de Magda Soares e Paulo Freire, não se limita ao domínio mecânico do sistema alfabético, mas compreende uma dimensão política e social intrínseca ao desenvolvimento humano. Sob essa ótica, a função social da alfabetização na escola pública deve ser compreendida como:
 

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4099740 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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A construção do sistema de escrita pela criança é um processo de investigação de natureza conceitual, no qual o sujeito elabora sucessivas hipóteses sobre as regras de funcionamento da língua escrita. No que se refere ao desenvolvimento da escrita e à transição entre os níveis evolutivos durante a psicogênese da língua escrita, é correto afirmar que:
 

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4099739 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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De acordo com a teoria de Jean Piaget sobre a gênese das estruturas lógicas, a formação do pensamento lógico da criança é marcada por uma mudança qualitativa na forma como ela processa a realidade. Sobre esse processo de formação do pensamento lógico, é correto afirmar que:
 

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4099738 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: IDECAN
Orgão: Pref. Feira Santana-BA
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A avaliação da aprendizagem, conforme as contribuições de Cipriano Luckesi (2011), entre outros, deve superar o caráter meramente classificatório para se tornar um instrumento de diagnóstico e crescimento. No contexto de uma prática pedagógica voltada para a qualidade social do ensino, a avaliação formativa caracteriza-se por:
 

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