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Após a revolução de 1930, Getúlio Vargas assumiu o poder, nele permanecendo até 1945. A alternativa que NÃO caracteriza o governo de Vargas é:
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Considerando que o ensino de História é muitas vezes criticado por ser excessivamente preso aos “fatos grandes, personagens e datas”, muito se tem inovado na abordagem e tratamento dos conteúdos históricos, sendo a discussão sobre o tempo aspecto fundamental dessa renovação. Tendo em vista essas transformações, nos dias de hoje, marque a alternativa que NÃO apresenta proposta significativa para o trabalho com a dimensão de tempo no ensino de História
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A história é também liberação, o que equivale dizer que é veículo para aquisição da consciência de direitos e deveres. O ensino de história é fator fundamental para a formação da cidadania. Marque a alternativa que NÃO apresenta exemplo de cidadania em história.
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Olhar para o que se foi é uma forma de compreender, questionar e tentar transformar o hoje. Assim, estudar história é interagir com o mundo atual. Em relação ao ensino de História, é INCORRETO afirmar que:
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Uma das características da modernização no Brasil, ocorrida na segunda metade do século XIX, foi o incremento do setor de transportes. Dada a afirmativa, assinale a alternativa CORRETA:
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No que se refere ao fazer histórico e ao fazer pedagógico, um desafio destaca-se dos enfrentados pelos educadores na sala de aula, e pode ser lembrado como necessário à formação do professor de História:
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Como todo processo em que predominam práticas administrativas, a tendência tecnicista privilegia as funções de planejar, organizar, dirigir, e controlar, intensificando a burocracia que leva à divisão de trabalho.
PORQUE
Os técnicos são responsáveis pelo planejamento e controle, o diretor é o intermediário entre eles e os professores, agora reduzidos a simples executores. Com isso, o plano pedagógico se submete ao administrativo.
A respeito dessas duas asserções, assinale a opção CORRETA.
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O professor desenvolve dois tipos de ação pedagógica. Uma é o planejamento da situação de aprendizagem, para a qual tenta criar as condições ideais: oferecer informações, montar proposta de trabalho de tal forma que o aluno possa por em jogo o que sabe, arriscar-se, avançar e compreender mais à frente do que sabia. O outro eixo de seu trabalho é a intervenção propriamente dita no processo que está acontecendo, no qual o aluno, os grupos ou classes, diante de uma situação proposta, realizam coisas, e o professor participa, desenvolvendo vários papeis. [...] Uma intervenção clássica é a correção. Não é a única intervenção possível, nem a mais importante, mas é a que mais tem preocupado os professores.
(WEISZ, Telma. O diálogo entre o ensino e a aprendizagem. São Paulo: Ática, 2002, 83.)
Sob a perspectiva da correção como prática de intervenção, assinale a alternativa INCORRETA.
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Pacheco (2007) defende a ideia da criação de comunidades de aprendizagem, nas quais os estudantes vão construindo o seu próprio conhecimento a partir da interação entre professor-aluno e aluno-aluno. Partindo dessa perspectiva, o professor deve atuar como mediador no processo de aprendizagem. Seu livro “Caminhos para a Inclusão” traz um consenso de três medidas educacionais que devem auxiliar a prática da sala de aula inclusiva. A respeito desse tema, a alternativa que NÃO corresponde às medidas educacionais apontadas pelo autor.
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“As pesquisas pedagógicas demonstram cientificamente – através de amostragens, de coleta de dados – aquilo que percebemos pela nossa observação atenta do cotidiano da escola: a situação atual da sala de aula, em grandes linhas, pode ser caracterizada como baseada numa metodologia tradicional, de cunho academicista, uma vez que a pedagogia liberal tradicional é viva e atuante em nossas escolas [...] sendo que esta se aproxima mais do modelo de escola predominante em nossa história educacional”.
(VASCONCELLOS, C. S. A construção do conhecimento em sala de aula. São Paulo: Libertad, 1999, p. 17.)
Segundo essa perspectiva, o autor Vasconcelos faz uma crítica à metodologia expositiva e aponta que ela não leva em consideração:
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