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Preencha as lacunas do texto estabelecendo a concordância.
Contagem manual de milhões de 272 pessoas e outras 1.878 ______ na Indonésia [...]
Disponível em https://www.bol.uol.com.br/noticias/2019/04/29/contagem-manual-votos-272-mortes-indonesia.htm?cmpid=copiaecola Data de acesso 29/04/19
Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:
 

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Leia com atenção o texto, em seguida, responda ao que se pede.
Enunciado 1871096-1
Sobre a variedade linguística denominada internetês (a linguagem utilizada no meio virtual), marque a alternativa CORRETA:
 

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Enunciado 1871095-1
Comprar bonde
1 Bras. Gír. Ser enganado em negócio; cair no conto do vigário.
Pegar o bonde andando
1 Bras. Pop. Entrar em conversa sem saber o que se falou antes, chegar em algum evento depois de este ter começado.
Tocar o bonde
1 Bras. Pop. Seguir com o trabalho, programa, projeto, atividade etc.
Tomar o bonde errado
1 Bras. Gír. Enganar-se (por ter mal avaliado) ao entrar em negócio, atividade etc., e com isso ter mau resultado.
(Disponível em <http://www.aulete.com.br/bonde> Data da consulta 21/01/19)
Com relação ao emprego das expressões em destaques acima, é CORRETO afirmar que
I- as expressões “comprar bonde”, “pegar o bonde andando”, “tocar o bonde” e “tomar o bonde errado” são expressões resultantes de variação linguística, empregadas pelos falantes em situações do dia a dia, marcadas por uma época e pelo grupo social de que fazem parte.
II- as expressões em destaque são gírias que devem ser evitadas em qualquer situação comunicativa.
III- as expressões em destaque marcam a língua coloquial, ou seja, trata-se de uma variante formal, utilizada nas relações cotidianas entre os falantes.
IV- o emprego de gírias só é aceitável entre falantes sem escolarização.
A proposição que completa o enunciado está indicada na alternativa:
 

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Dê sentido ao texto, empregando a palavra adequada.
Folha por favor dedique uma edição à universidade pública com dados entrevistas exemplos reais e podcasts para mostrar ao governo o potencial de nossa educação pública na construção do país .
(Disponível em <https://www1.folha.uol.com.br/paineldoleitor/2019/05/nunca-vi-tanto-desrespeito-com-a-educacao-e-a-ciencia-diz-leitor.shtml> Data da consulta 02/05/19)
Em sequência, a pontuação que completa CORRETAMENTE essas lacunas são:
 

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Complete as lacunas do texto a seguir com as palavras indicadas em uma das alternativas:
“O crédito, enfim, a dar o tom no resultado dos grandes bancos brasileiros de capital aberto. Itaú Unibanco, Banco do Brasil (BB), Bradesco e Santander um lucro combinado de R$ 19,148 bilhões no quarto trimestre de 2018, segundo média das projeções de analistas pelo Valor. O número crescimento de 12,09% na comparação com o mesmo período do ano anterior. (...)”
(Disponível em https://www.conversaafiada.com.br/economia/lucro-dos-bancos-cresce. Data da consulta 28/01/19)
Em sequência, as palavras que completam CORRETAMENTE essas lacunas são:
 

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O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”!$ ^{B)} !$. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes!$ ^{C)} !$. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”!$ ^{E)} !$. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós!$ ^{A)} !$. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada!$ ^{D)} !$. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
Ao mesmo tempo em que demonstra aceitação ao esquema adotado no estabelecimento, a autora da crônica antecipa um possível argumento contrário ao seu ponto de vista. Indique-o:
 

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O Café do Próximo
(MEDEIROS, Martha. Doidas e Santas. Porto Alegre, RS: L&PM, 2008.)
Foi em Praga, na República Tcheca, que surgiu o hábito do “café pendente”. Tudo começou com o personagem de um livro. Ele entra num bar, toma um café e, quando vem a conta, ele paga dois, explicando pra garçonete: “Pago o meu e deixo um pendente”. Inaugurou-se assim o costume de se deixar pago dois, para o caso de surgir alguém sem trocado para um cafezinho.
A Livraria Argumento, do Rio, que tem em suas dependências o charmoso Café Severino, adotou esse esquema, rebatizando-o de “café do próximo”. Colocou um quadro-negro na entrada e ali vai anotando todos os cafés pendentes do dia, aqueles que já foram pagos. Às vezes tem dois, às vezes três, às vezes nenhum. Quem chega sem grana e vê ali no quadro que há um café pendente, pode pedi-lo sem constrangimento. Quando voltar outro dia, com dinheiro, poderá, se quiser, pagar dois e retribuir a gentileza para o próximo desprevenido. E assim mantém-se a corrente, e ninguém fica sem café.
Num país como o nosso, com tanta gente passando dificuldades e com governantes tão desinteressados no bem estar social, essa história me pareceu quase uma parábola. Num cantinho do Rio de Janeiro, uns pagam os cafés dos outros, colocando em prática o tal “fazer o bem sem olhar a quem”. Claro que é apenas um charme que a livraria oferece, sem pretensão de mudar o mundo, mas eu fico pensando que esse tipo de mentalidade poderia ser mais propagado entre nós. Imagine se a moda pega em açougues, mercados, cinemas. Você compra seis salsichões e paga sete, deixando um pendente. Você faz as compras no mercado e deixa dois quilos de arroz pendentes. Vai ao cinema e, em vez de comprar uma entrada, compra duas.
Em todos os estabelecimentos comerciais do país, haveria um quadro-negro avisando as pendências destinadas ao próximo. Não soluciona nada, mas é simpático. Tá bom, eu sei, posso até ver a confusão. Uns não iriam topar deixar pago nem um copo d'água para estes “vagabundos que não trabalham”. Alguns comerciantes rejeitariam a proposta sob o argumento de que seu estabelecimento vai ficar cheio de “mendigos". Realmente, talvez não seja uma boa ideia para ganhar as ruas, ao menos não num país onde a carência é tanta, a falta de segurança é tanta, a desordem é tanta e a malandragem, nem se fala.
Melhor deixar o “café do próximo” como um charme a mais dentro de uma livraria carioca. Mas de uma coisa não tenho dúvida: esse exemplo pequeníssimo de boa vontade terá que um dia ser ampliado por todos nós. Vai ter uma hora em que a gente vai ter que parar de blábláblá e fazer alguma coisa de fato. Ou a gente estende a mão pro tal do próximo, ou o próximo vai continuar exigindo o dele com uma faca apontada pra nossa garganta. Esperar alguma atitude vinda de Brasília? Aqueles não são os próximos, aqueles são os cada vez mais distantes. Deles não esperemos nada. Ou a sociedade se mexe e estabelece novas formas de convívio social, com ideias simples, mas operacionais, ou o café do próximo vai nos custar cada vez mais caro.
A autora inicia a crônica nos contando que foi em Praga que surgiu o hábito do café “pendente”, que consiste em:
 

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1871090 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
Provas:
A resolução CFESS nº 557/2009 (que dispõe sobre a emissão de pareceres, laudos, opiniões técnicas conjuntos entre o/a assistente social e outros profissionais), afirma no Art. 1° que a elaboração, emissão e/ou subscrição de opinião técnica sobre matéria de SERVIÇO SOCIAL é atribuição privativa do/a assistente social e pressupõem a devida e necessária:
I- competência técnica, teórico-metodológica.
II- formação profissional, experiência de trabalho e competência política.
III- autonomia e compromisso ético.
Está CORRETO o que se afirma em:
 

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1871089 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
Provas:
Analise as afirmativas da resolução CFESS 493/2006 (que prevê as condições éticas e técnicas do exercício profissional do/a assistente social) acerca do que ela garante sobre o material técnico utilizado pelos assistentes sociais e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso:
I- O arquivo do material técnico, utilizado pelos/as assistentes sociais, não poderá, em nenhuma hipótese, estar em outro espaço físico.
II- O material técnico utilizado e produzido no atendimento é de caráter reservado, sendo seu uso e acesso restrito aos assistentes sociais.
III- O material técnico, utilizado pelos/as assistentes sociais nas instituições, deve ser garantido pelo CRESS de sua área de ação.
Marque a alternativa que contém a sequência CORRETA:
 

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1871088 Ano: 2019
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Cuité-PB
Provas:
Na contemporaneidade a categoria profissional dos/as assistentes sociais possuem três entidades representativas. Conforme Ramos (2001), a ABEPSS coordena o debate sobre o projeto de formação profissional; o Conjunto CFESS/CRESS é responsável pela fiscalização do exercício profissional; e a ENESSO dirige a mobilização do Movimento Estudantil.
A sigla ENESSO significa:
 

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