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De acordo com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o ensino de Língua Portuguesa nos Anos Finais do Ensino Fundamental e no Ensino Médio deve priorizar o desenvolvimento de competências comunicativas e críticas, organizadas em quatro eixos principais:
1. Leitura (Práticas de Linguagem); 2. Escrita (Produção Textual); 3. Oralidade; 4. Análise Linguística/Semiótica. Considere o primeiro eixo, referente à leitura.
Fonte: BRASIL. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2017.
Segundo a BNCC, no que se refere ao eixo Leitura analise as asserções a seguir e a relação entre elas:,
I- Esse eixo visa à formação de leitores críticos, capazes de interpretar textos os mais diversos, inclusive os multissemióticos, relacionando-os a contextos sociais, históricos, políticos e culturais.
PORQUE
II- A BNCC promove a leitura como prática social, não como decodificação passiva, preparando jovens para participação ativa no mundo contemporâneo.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA:
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Ferrarezi Jr. (2007, p. 31), em resposta à pergunta “O que, afinal, o professor de língua materna deve ensinar?”, responde: “Creio que cabe a um professor de língua materna ensinar seus alunos a: 1. Gostar muito de ler e saber ler bem; 2. Gostar muito de escrever e saber escrever bem; 3. Gostar muito de ouvir e saber ouvir bem; 4. Gostar de falar [...] e saber falar bem; 5. A semântica da língua; 6. Os princípios gramaticais estruturais que regem nossa língua [...]”.
Fonte: FERRAREZI JR., Celso. Ensinar o brasileiro: respostas a 50 perguntas de professores de língua materna. São Paulo: Parábola Editorial, 2007 (Série Estratégias de Ensino; v.7).
Acerca dessa afirmação do autor, analise as seguintes assertivas.
I- O ensino de gramática normativa deve ser priorizado pelo professor, em detrimento das demais competências.
II- A proficiência em leitura é considerada uma das competências a serem ensinadas pelo professor na Educação Básica.
III- Textos orais devem fazer parte do ensino de Língua Portuguesa.
É CORRETO o que se afirma em:
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Acerca da relação entre escrita e criatividade na escola, Ferrarezi Jr. e Carvalho (2015, p. 65) afirmam: “[...] para ser criativo, [...] será necessário que o sujeito tenha liberdade para criar. Essa liberdade inclui fazer as próprias escolhas com relação à linguagem, ao estilo do texto, às ideias que nele aparecerão etc. Infelizmente, salvo em raras ocasiões, a escola não sabe lidar com isso. Ela sempre quer regrar os alunos, formatá-los todos iguaizinhos, como se fossem garrafinhas de refrigerante! [...] Só que os nossos alunos não são garrafinhas de refrigerante! Portanto, qualquer tentativa de tolher a liberdade criativa deles será um passo certo para o fracasso (deles, enquanto aprendizes, do professor, enquanto profissional, e da escola, enquanto instituição de ensino”.
Fonte: FERRAREZI JR., Celso; CARVALHO, Robson Santos de. Produzir textos na Educação Básica: o que saber, como fazer. São Paulo: Parábola Editorial, 2015 (Série Estratégias de Ensino; v. 52).
Com base no posicionamento dos autores, qual a principal crítica com relação ao desenvolvimento da criatividade na escrita escolar, geralmente encapsulada no gênero textual redação?
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Marcuschi (2008, p. 67) define a língua nos seguintes termos: “[...] a língua é uma forma de ação. [...] A função mais importante da língua não é informacional e sim a de inserir os indivíduos em contextos sociohistóricos e permitir que se entendam”.
Fonte: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Produção textual, análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008 (Série Educação Linguística; v. 2).
Considerando esse contexto, analise as asserções a seguir e a relação entre elas.
I- A língua tem como principal função a inserção dos indivíduos em contextos sociohistóricos e não a transmissão de informações.
PORQUE
II- A língua é compreendida como uma forma de ação que prioriza a interação social e a construção de entendimentos mútuos, conforme sua natureza sociohistórica.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
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No escopo da Linguística Textual, de acordo com Marquesi, Elias e Cabral (2017, p. 13-14), “Antes de elaborarmos um texto, pensamos na finalidade para a qual escrevemos e o organizamos, tendo em vista os objetivos que desejamos atingir com aquela produção. [...] o texto constitui uma construção organizada de forma estrutural cuja finalidade é cumprir os propósitos comunicativos do gênero que ele materializa”.
Fonte: MARQUESI, Sueli Cristina; ELIAS, Vanda Maria; CABRAL, Ana Lúcia Tinoco. Planos de texto, sequências textuais e orientação argumentativa. In: MARQUESI, Sueli Cristina; PAULIUKONIS, Aparecida Lino; ELIAS, Vanda Maria. Linguística Textual e ensino. São Paulo: Contexto, 2017.
A respeito do posicionamento das autoras, analise as seguintes assertivas.
I- A produção textual é feita a partir de um projeto cuja organização prevê o cumprimento de certos objetivos e segue o perfil estrutural do gênero a que pertence.
II- O conceito de texto formulado pelas autoras considera apenas o aspecto estrutural.
III- A produção textual requer planejamento e adequação ao gênero textual no qual se inscreve.
É CORRETO o que se afirma em:
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Ao tratar do estudo ativo em sua obra Didática, José Carlos Libâneo explica que o estudo ativo “é o conjunto das tarefas cognoscitivas que concorrem para o desenvolvimento das atividades mentais dos alunos, como a conversação dirigida, a discussão, o estudo dirigido individual e em grupo, os exercícios, as observações das coisas do mundo circundante, os hábitos de estudo e de organização pessoal, as tarefas de casa, o estudo do meio etc.”.
Fonte: LIBÂNEO, J. C. Didática. São Paulo: Cortez, 2017
Sobre a concepção de estudo ativo desenvolvida por Libâneo, é CORRETO afirmar que:
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O Plano Nacional de Educação (PNE), Lei nº 13.005/2014, estabeleceu 20 metas para a educação, sendo a primeira delas referente à universalização da educação infantil para as crianças de 4 a 5 anos, bem como o atendimento em creches de, no mínimo, 50% das crianças de 0 a 3 anos. Recentemente, porém, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou o fracasso no atingimento desta meta do PNE, como informa o excerto a seguir “Em 2024, a taxa de frequência escolar bruta do grupo de 0 a 3 anos : de idade alcançou 39,7%, um avanço de mais de 9 pontos percentuais em relação ao início da série histórica, em 2016, enquanto no grupo de 4 a 5 anos atingiu 93,5%, aumento de 3,5 pontos percentuais desde 2016. Contudo, os percentuais estão abaixo da Meta 1 do Plano Nacional de Educação (PNE), cuja vigência vai até 31 de dezembro de 2025, – universalizar a educação infantil entre as crianças de 4 a 5 anos e garantir ao menos 50% de cobertura para aquelas com até 3 anos. Esse e outros resultados estatísticos integram o capítulo de Educação de um dos principais estudos do IBGE, a Síntese de Indicadores Sociais: uma análise das condições de vida da população brasileira 2025.”
Fonte: Indicadores da educação infantil avançam, mas não atingem meta do PNE Disponível em: https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-. de-noticias/noticias/45338-indicadores-da-educacao-infantil-avancam-mas-nao-atingem-meta-do-pne. Acesso em 09 de dezembro de 2025.
Considerando o excerto apresentado, analise as asserções a seguir.
I- A Meta 20 do PNE objetiva a universalização da educação infantil para crianças de 0 a 5 anos de idade.
II- Para o atingimento da meta, o atingimento do número de crianças do grupo de 0 a 3 anos de idade frequentando a escola está mais distante do que a universalização da educação infantil para crianças de 4 a 5 anos.
III- É possível afirmar que, desde o início da série histórica, em termos percentuais, o aumento do grupo de 4 a 5 anos foi superior ao aumento do grupo de 0 a 3 anos de idade.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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Fonte: LUCKESI, C. C. Avaliação da aprendizagem escolar: estudo e proposições. (Livro eletrônico.) Ed. 1. São Paulo: Cortez, 2013.
I- A principal distinção entre examinar e avaliar consiste na existência de classificação e seletividade do avaliado, no caso do exame, e na característica diagnóstica e inclusiva, no caso da avaliação.
II- A avaliação deve priorizar a classificação e servir de sustentação para a aprovação ou reprovação do educando.
III- Parte da dificuldade do educador em distinguir entre examinar e avaliar decorre do fato de ter ele vivenciado os exames escolares em sua vida estudantil.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
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