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Foram encontradas 105 questões.

3334378 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
Uma empresa realizou uma pesquisa de satisfação com seus clientes, obtendo as seguintes notas em uma escala de 1 a 10: 7, 8, 9, 6, 10, 8, 9, 5, 7, 8. Qual é o desvio padrão aproximado dessas notas, indicando a variação na satisfação dos clientes?
 

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3334377 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
O emprego da crase está correto, EXCETO em:
 

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3334376 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
Para compor a canção Certas Coisas Lulu Santos e Nelson Motta, utilizaram uma figura de linguagem que explora a noção de contrários. Indique a figura de linguagem utilizada no trecho abaixo:
Não existiria som se não houvesse o silêncio Não haveria luz se não fosse a escuridão A vida é mesmo assim Dia e noite, não e sim
Disponível em: https://www.letras.mus.br/lulu-santos/35063/Acesso em: 25 de jan. 2024.
 

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3334375 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
Nos versos de Cruz e Souza “Vozes veladas, veludosas vozes, / Volúpias dos violões, vozes veladas / Vagam nos velhos vórtices velozes / Dos ventos, vivas, vãs, vulcanizadas.” há a presença da seguinte figura linguagem:
 

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3334374 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
Assinale a opção em que as duas palavras apresentadas recebem acento gráfico corretamente.
 

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3334373 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
Em qual das palavras abaixo segue duas regras que podem justificar a presença do acento gráfico: a das proparoxítonas e a do hiato.
 

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3334372 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra proparoxítona.
 

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3334371 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.

PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges

Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.

São sinônimos da palavra “gambiarras”, EXCETO:
 

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3334370 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.

PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges

Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.

São informações apresentadas pelo texto, EXCETO:
 

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3334369 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Cocalzinho Goiás-GO

A partir da leitura do texto ABAIXO, analise e responda o que é solicitado.

PELO FIM DAS GAMBIARRAS

João Borges

Fazer gambiarras já virou até meme nas redes sociais. Um fiozinho puxado aqui, uma extensãozinha ali, uma emenda meio ao Deus dará e pronto! Alguém metido a MacGyver consegue criar um ar-condicionado improvisado usando um ventilador e uma caixa cheia de gelo. Esse tipo de aparato é um prato cheio para os usuários da web, que costumam decretar: “agora o brasileiro vai ser estudado pela Nasa!”.

Mas, na prática, a melhor coisa a fazer é rir dessas invencionices e no mesmo instante esquecer que elas existem. Porque são justamente esses improvisos feitos dentro de casa que podem comprometer parte ou até a totalidade do sistema elétrico e hidráulico da residência. Em outras palavras, uma gambiarra feita para economizar alguns trocados pode se transformar num prejuízo de milhares de reais.

O pior é que algumas delas são praticadas com muito mais frequência do que se imagina. Ou vai dizer que você não tem nenhuma tomada em casa com um ou mais ‘T’s conectados? Quem faz isso costuma desconhecer o risco de sobrecarga que a união de equipamentos num mesmo terminal elétrico pode provocar.

Outro hábito bastante comum é o de deixar fios e extensões simplesmente soltos, formando aqueles emaranhados geralmente atrás do móvel da TV e do computador. Um pequeno desgaste em um dos cabos, em contato com outro, pode ser suficiente para queimar os equipamentos ou até mesmo provocar um incêndio.

Atire a primeira pedra quem também nunca usou um aparelho com o fio esticado, quase no limite do necessário. Os aventureiros que se arriscam a fazer isso provavelmente não sabem que o mau contato pode “fritar” a ponta da tomada, levando, assim, igualmente a um risco de incêndio. Como se pode ver, as gambiarras estão presentes em quase todas as casas. E é aí que mora o maior problema.

Todas essas situações mostram o quanto nos expomos diariamente a situações perigosas, dentro das nossas próprias casas. São medidas que podem colocar em risco não apenas nossos bens, mas, principalmente, a estrutura do imóvel e nossas próprias vidas.

O mais adequado é fugir sempre dos improvisos e recorrer a soluções seguras, que obedeçam às normas de segurança.

Além disso, é essencial dispor de um projeto bem elaborado para a rede elétrica, que leve em conta as características do imóvel e a sua funcionalidade. Quem pode oferecer isso é um engenheiro especializado, que considera diversos fatores para tornar os pontos bem distribuídos, sem afetar outros sistemas que também passam por trás da parede. Essas escolhas interferem diretamente na qualidade da residência, assegurando também mais segurança aos moradores.

Precisamos também desmitificar a ideia de que gambiarra é algo genuíno do brasileiro, e que o tal jeitinho, se é que existe, não funciona na construção civil. Quanto maior o nível de exigência da obra, que deve ser de excelência, menor será o risco de problemas no futuro. E isso, definitivamente, não tem preço.

Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/Acesso em: 11 de jan. 2024.

A partir do assunto abordado no texto é CORRETO afirmar que:
 

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