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Foram encontradas 120 questões.

702070 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia o texto e responda à questão.

In a research project at the University of Illinois, US, Savignon (1972) adopted the term ‘communicative competence’ to characterize the ability of classroom language learners to interact with other speakers, to make meaning, as distinct from their ability to recite dialogs or perform on discrete-point tests of grammatical knowledge.

At a time when pattern practice and error avoidance were the rule in language teaching, this study of classroom acquisition of language looked at the effect of practice on the use of coping strategies as part of an instructional program. By encouraging students to ask for information, to seek out clarification, or to use whatever linguistic or nonlinguistic resources they could gather to negotiate meaning and stick to the communicative task at hand, teachers were invariably leading learners to take risks and speak in other than memorized patterns.

Test results at the end of the instructional period showed conclusively that learners who practiced communication in place of laboratory pattern drills performed with no less accuracy on discrete-points tests of grammatical structure. On the other hand, their communicative competence as measured in terms of fluency, comprehensibility, effort and amount of communication in unrehearsed oral communication tasks significantly surpassed that of learners who had had no such practice. Learners’ reactions to the test formats added further support to the view that even beginners respond well to activities that let them focus on meaning rather than formal features.

(Sandra J. Savignon. Communicative language teaching for the twenty-first century. In: Marianne Celce-Murcia. Teaching English as a second or foreign language. Adaptado)

The expression ‘rather than’, in the concluding sentence of the text, means the same as
 

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702069 Ano: 2019
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

How monks helped invent sign language

For millennia people with hearing impairments encountered marginalization because it was believed that language could only be learned by hearing the spoken word. Ancient Greek philosopher Aristotle, for example, asserted that “Men that are deaf are in all cases also dumb.” Under Roman law people who were born deaf were denied the right to sign a will as they were “presumed to understand nothing; because it is not possible that they have been able to learn to read or write.”

Pushback against such ideas began in the 16th-century, with the creation of the first formal sign language for the hearing impaired, by Pedro Ponce de León, a Spanish Benedictine monk. His idea to use sign language was not a completely new one. Native Americans used hand gestures to communicate with other tribes and to facilitate trade with Europeans. Benedictine monks had used them to convey messages during their daily periods of silence. Inspired by the latter practice, Ponce de León adapted the gestures used in his monastery to create a method for teaching the deaf to communicate, paving the way for systems now used all over the world.

Building on Ponce de León’s work, another Spanish cleric and linguist, Juan Pablo Bonet, proposed that deaf people learn to pronounce words and progressively construct meaningful phrases. Bonet’s approach combined oralism – using sounds to communicate – with sign language. The system had its challenges, especially when learning the words for abstract terms, or intangible forms such as conjunctions like “for,” “nor,” or “yet.”

In 1755 the French Catholic priest Charles-Michel de l’Épée established a more comprehensive method for educating the deaf, which culminated in the founding of the first public school for deaf children, in Paris. Students came to the institute from all over France, bringing signs they had used to communicate with at home. Insistent that sign language needed to be a complete language, his system was complex enough to express prepositions, conjunctions, and other grammatical elements.

Épée’s standardized sign language quickly spread across Europe and to the United States. In 1814 Thomas Gallaudet went to France to learn Épée’s language system. Three years later, Gallaudet established the American School for the Deaf in his hometown in Connecticut. Students from across the United States attended, and they brought signs they used to communicate with at home.American Sign Language became a combination of these signs and those from French Sign Language.

Thanks to the development of formal sign languages, people with hearing impairment can access spoken language in all its variety. The world’s many modern signing systems have different rules for pronunciation, word order, and grammar. New visual languages can even express regional accents to reflect the complexity and richness of local speech.

(Ines Anton Rayas. www.nationalgeographic.com. 28.05.2019. Adaptado)

A transversalidade e a interculturalidade poderão ser parte integrante de uma unidade sobre este texto, desde que o professor
 

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Leia o texto para responder à questão.

Só 19% das redes de estados e

municípios investem o adequado em educação

Cerca de oito em cada dez redes de educação pública de estados e municípios não têm financiamento suficiente para ofertar uma educação de qualidade, de acordo com levantamento feito por pesquisadores do Simulador de Custos para Planejamento de Sistemas Públicos de Educação Básica em Condições de Qualidade (SimCaq). São escolas que ofertam desde o ensino infantil ao ensino médio.

Os pesquisadores baseiam-se no chamado Custo Aluno Qualidade (Caq) e consideram que, para ofertar uma educação de qualidade, as escolas precisam, por exemplo, oferecer formação continuada aos professores, ter internet, banheiros, quadra de esportes, laboratórios e biblioteca. Precisam ainda ter dinheiro para pagar despesas com conta de luz e água, entre outras.

De acordo com os dados da plataforma, apenas 19% das redes de ensino públicas, estaduais e municipais investem o considerado adequado. “Estamos falando de um país cuja média de gasto é inferior ao que deveria ser o mínimo. Isso é preocupante”, diz o professor da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto, especialista em financiamento da educação, José Marcelino de Rezende, que integra o Conselho Consultivo do Simcaq.

Pelas contas, o investimento em educação básica deveria, em média, aumentar em todas as etapas de ensino. A maior diferença entre o que é gasto e o mínimo considerado adequado para uma educação de qualidade está nas creches de período integral em áreas rurais.

O Caq é um instrumento previsto em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE). Esse mecanismo, no entanto, nunca chegou a ser oficializado nem nunca chegou a existir, na prática. De acordo com o PNE, até 2016, deveria ter sido definido o Caq inicial (Caqi), que é o valor calculado com base nos insumos indispensáveis ao processo de ensino e aprendizagem. Após definido, esse valor deveria ser progressivamente reajustado até a implementação plena do Caq. “Ter mais recurso na educação interfere nas condições de vida. Têm-se professores que recebem melhor, escolas mais bem equipadas, melhoras na merenda”, diz o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. A entidade, que reúne centenas de organizações de educação, é responsável pelo desenvolvimento do Caq.

Cara ressalta, no entanto, que o aumento de recursos não gera resultados a curto prazo, mas que isso não pode impedir o aumento do financiamento. “Educação é maratona, não é corrida de 100 metros”, defende.

(https://educacao.uol.com.br. Adaptado)

Sem prejuízo ao sentido original, o título do texto – Só 19% das redes de estados e municípios investem o adequado em educação – está corretamente reescrito em:
 

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701973 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia o texto para responder à questão.

Com “O Homem que Matou Dom Quixote”, Terry Gilliam segue fiel a seu cinema

O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE

(THE MAN WHO KILLED DON QUIXOTE)

Classificação 12 anos

Elenco Jonathan Price, Adam Driver, Joana Ribeiro

Produção Bélgica, 2018

Direção Terry Gilliam

Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. Assim como o personagem do romance de Cervantes, os filmes de Terry Gilliam se encontram no limiar entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga.

“O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol.

A produção naufragou após uma sucessão quase irreal de problemas – registrada no documentário “Perdido em La Mancha” (2002) – que fizeram Gilliam abandonar o sonho.

O longa finalmente concluído sobrepõe um tanto de ficção inspirada nas peripécias do romance a outro tanto de documentário, em seu modo de crônica aloprada do que é fazer cinema. Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário.

Entediado com o trabalho de encomenda, ele parte em busca do passado, quando filmou na mesma região uma adaptação barata do “Dom Quixote”.

O motivo do cineasta em crise remete ao “Oito e Meio” de Fellini, mas Gilliam, ainda bem, nem tenta se equiparar ao mestre. Toby logo assume o lugar de Sancho, o pançudo companheiro que faz o papel de testemunha e contrapõe alguma lucidez aos delírios do Quixote.

Este reencarna na figura de um sapateiro, tipo comum escolhido por Toby para protagonizar seu filme juvenil, mas que um dia entrou e não saiu do personagem. Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua.

A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação, a mesma ponte que o levou a projetar seu espírito delirante nas figuras do Barão de Munchausen, dos Irmãos Grimm e do jornalista gonzo Hunter S. Thompson.

O reflexo dessa autoimagem do artista como variação do louco aparece, contudo, menos no personagem do criador em crise que na do próprio Quixote, cujos devaneios ultrapassam qualquer realidade. “Santo ou insano?” é uma pergunta que Toby faz ao Quixote mais de uma vez.

O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes acompanha cada peripécia da dupla e ajuda o filme a não ser uma adaptação para iniciados. A narrativa em forma de episódios ajusta-se bem à atenção flutuante do público atual e apenas a duração da apoteótica sequência de uma festa à fantasia vai além da conta.

Apesar de quase ter sido morto por Dom Quixote, Gilliam prossegue fiel a seu cinema como arte do desastre.

(Cássio Starling Carlos, Ilustrada. https://www1.folha.uol.com.br.

06.06.2019. Adaptado)

O texto de Cássio Starling Carlos é uma resenha. Conforme se pode confirmar pelo arranjo das informações textuais e pelo posicionamento do sujeito do discurso, esse gênero organiza-se com
 

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701972 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Marcos Bagno (2007) faz a seguinte comparação: “Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo...” Uma sequência coerente com esse pensamento, no que diz respeito ao ensino de língua materna, é:
 

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701970 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia o texto para responder à questão.

Com “O Homem que Matou Dom Quixote”, Terry Gilliam segue fiel a seu cinema

O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE

(THE MAN WHO KILLED DON QUIXOTE)

Classificação 12 anos

Elenco Jonathan Price, Adam Driver, Joana Ribeiro

Produção Bélgica, 2018

Direção Terry Gilliam

Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. Assim como o personagem do romance de Cervantes, os filmes de Terry Gilliam se encontram no limiar entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga.

“O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol.

A produção naufragou após uma sucessão quase irreal de problemas – registrada no documentário “Perdido em La Mancha” (2002) – que fizeram Gilliam abandonar o sonho.

O longa finalmente concluído sobrepõe um tanto de ficção inspirada nas peripécias do romance a outro tanto de documentário, em seu modo de crônica aloprada do que é fazer cinema. Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário.

Entediado com o trabalho de encomenda, ele parte em busca do passado, quando filmou na mesma região uma adaptação barata do “Dom Quixote”.

O motivo do cineasta em crise remete ao “Oito e Meio” de Fellini, mas Gilliam, ainda bem, nem tenta se equiparar ao mestre. Toby logo assume o lugar de Sancho, o pançudo companheiro que faz o papel de testemunha e contrapõe alguma lucidez aos delírios do Quixote.

Este reencarna na figura de um sapateiro, tipo comum escolhido por Toby para protagonizar seu filme juvenil, mas que um dia entrou e não saiu do personagem. Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua.

A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação, a mesma ponte que o levou a projetar seu espírito delirante nas figuras do Barão de Munchausen, dos Irmãos Grimm e do jornalista gonzo Hunter S. Thompson.

O reflexo dessa autoimagem do artista como variação do louco aparece, contudo, menos no personagem do criador em crise que na do próprio Quixote, cujos devaneios ultrapassam qualquer realidade. “Santo ou insano?” é uma pergunta que Toby faz ao Quixote mais de uma vez.

O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes acompanha cada peripécia da dupla e ajuda o filme a não ser uma adaptação para iniciados. A narrativa em forma de episódios ajusta-se bem à atenção flutuante do público atual e apenas a duração da apoteótica sequência de uma festa à fantasia vai além da conta.

Apesar de quase ter sido morto por Dom Quixote, Gilliam prossegue fiel a seu cinema como arte do desastre.

(Cássio Starling Carlos, Ilustrada. https://www1.folha.uol.com.br.

06.06.2019. Adaptado)

Ao analisarem escrita e contextualização, Koch e Elias (2011) destacam o papel dos fatores prospectivos, “que permitem avançar expectativas sobre o conteúdo, o estilo, enfim, o teor do texto”. No caso da resenha, um fator prospectivo que cumpre a função descrita é
 

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Leia o texto para responder à questão.
Um dia vou contar numa crônica a lenta agonia do meu gato amazonense quando tive de me separar dele para viver em São Paulo. Agora a história é outra: um cachorro…
Um cão de raça, com pedigree, como se diz. Forte, belo, musculoso, de pelagem castanha, focinho altivo e dentes perfeitos. Um príncipe de quatro patas.
Uma corrente de aço amarrava-o a um poste, enquanto o dono, que comprava brioches numa das boas padarias afrancesadas de São Paulo, andava livremente.
Gania como um louco. Às vezes parecia chorar de dor, saudade, solidão ou desamparo. Dava dó. E o dono demorava. Então os transeuntes se apresentaram. Paravam perto do poste, admiravam a beleza do animal e se condoíam com o sofrimento alheio. Alguém se revoltou com tamanha insensibilidade do dono. Uma mulher se agachou, murmurou palavras ternas ao pobre bicho, acariciou-o com dedos cheios de anéis. Esse gesto comoveu o mundo.
Enfim, ele apareceu à porta da padaria. É natural que o cão tenha sido o primeiro a farejar a presença de seu dono; os transeuntes abriram-lhe passagem, e o reencontro foi um alvoroço, uma festa diurna. “Ele é mimado”, disse o dono, como se falasse de um filho.
O pelourinho foi banido, e o poste readquiriu sua função de poste. Solto e livre como um verdadeiro cidadão, o cachorro saltou de alegria, enchendo a manhã de esperança; depois, ele e outros bichos foram o centro da conversa. É uma dádiva que, num domingo ensolarado, o assunto não seja política.
A calçada ficou quase deserta. Um homem a poucos metros do poste permaneceu na mesma posição. É um negro desempregado. Nesse domingo de Ramos ele é também um mendigo. O animal roubou-lhe a atenção, mas o homem ainda mantinha seus gestos. Sentado e com a mão espalmada, o homem pede uma moeda ou restos de comida.
Outro dia, bem cedo, passei pela calçada da padaria e lá estava o homem. Uma roda de curiosos o observava. Sentado no mesmo lugar, mãos e braços caídos. Morto. Desde quando? Continuei meu passeio fútil. E perguntei a mim mesmo, com curiosidade, por onde andaria aquele belo cachorro.
(Milton Hatoum. “Domingo sem cachorro”.
http://terramagazine.terra.com.br, 17.04.2006. Adaptado)
Segundo o texto,
 

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701962 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia o texto para responder à questão.

Um fato curioso chamou a atenção dos moradores de Cacoal, em Rondônia. Na última segunda-feira [11.06.2019], um idoso, de 64 anos, chegou ao Hospital de Urgência e Emergência Regional (Heuro) com uma cobra viva. Após ser picado pela jararaca, ele optou por não matá-la e a cobra foi levada viva ao pronto-socorro para que os médicos conseguissem tratá-lo corretamente.

Em entrevista ao G1, a coordenadora de epidemiologia do hospital, Fabiane da Costa Sampaio, disse que o homem foi picado na panturrilha enquanto descansava em um sítio de Cacoal.

Tão logo chegou ao pronto-socorro, o idoso foi medicado com antialérgicos e soro antiofídico e passa bem. Já a cobra foi capturada e recolhida por funcionários do local.

Apesar de inusitada, a forma como o animal foi conduzido ao hospital não é recomendada. Segundo recomendações do Ministério da Saúde, segurar a cobra com as mãos pode acabar causando um novo ataque, o que dificultaria o atendimento.

(www.otempo.com.br. Adaptado)

Analisando-se as informações apresentadas, é correto afirmar que o texto pertence ao gênero
 

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701961 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia a tira para responder à questão.

enunciado 701961-1

(Fernando Gonzales, “Níquel Náusea”. Folha de S.Paulo, 11.06.2019)

Com base em Rojo e Moura (2012) e Marcuschi (2008), é correto afirmar que a tira se constitui
 

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701958 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Ao discutir as concepções de literatura, Lígia Chiappini de Moraes Leite (in: Geraldi, 1997) afirma: “Parece-me importante, sobretudo nos primeiros anos de contato com os textos, exercitar a leitura e a escrita, para que a reflexão teórica e histórica sobre eles se dê a partir de uma vivência e do processo que os gera: o trabalho criativo com a linguagem, a prática da expressão livre”. Nessa perspectiva, a literatura
 

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