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GRAMÁTICA E SEU CONCEITO
A gramática descritiva ou sincrônica é o estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona, num dado momento (do gr. syn- “reunião”, chrónos “tempo”), como meio de comunicação entre os seus falantes, e na análise da estrutura, ou configuração formal, que nesse momento a caracteriza.
Quando se emprega a expressão gramática descritiva, ou sincrônica, sem outro qualificativo a mais, se entende tal estudo e análise como referente ao momento atual, ou presente, em que é feita a gramática.
Já tinha em princípio esse objetivo a gramática tradicional, elaborada a partir da Antiguidade Clássica para a língua grega e em seguida a latina. Em português, desde Fernão de Oliveira e João de Barros no século XVI, vêm se multiplicando as gramáticas, pautadas pelo modelo greco-latino, intituladas quer descritivas, quer expositivas. Ora, mais propriamente normativas, se limitam a apresentar uma norma de comportamento linguístico,(b) de acordo com a sempre repetida definição(a) “arte de falar e escrever corretamente”. Ora, mais ambiciosas e melhor orientadas, procuram ascender a um plano que bem se pode chamar científico em seus propósitos, pois procuram explicar a organização e o funcionamento das formas linguísticas com objetividade e espírito de análise.(e)
Tiveram este último propósito as chamadas “gramáticas filosóficas”, como em português a de Jerônimo Soares Barbosa no século XVIII. Embora tenha havido recentemente, com a escola norte-americana de Noam Chomsky, certo empenho em valorizar essas “gramáticas filosóficas” (Chomsky, 1966), deve se reconhecer que a crítica que a elas se fez, desde os princípios do século XIX até meados do séc. XX, era em essência procedente.
O fundamento para a ciência da gramática, por elas entendida, era a disciplina filosófica da lógica, como a delineara Aristóteles na Grécia Antiga e depois Descartes no séc. XVII. A gramática foi entendida como ancilar do estudo filosófico que trata das leis do raciocínio. A justificativa estava no pressuposto de que a língua, em sua organização e funcionamento, reflete fielmente essas leis.
Havia aí, antes de tudo um círculo vicioso.(d) A língua servia para ilustrar a lógica, e a lógica para desenvolver a gramática. Depois, a lógica aristotélica e ainda a cartesiana, mesmo quando remodelada já nos meados do séc. XIX pelo filósofo inglês John Stuart Mill, está longe de satisfazer aos requisitos de uma análise rigorosa e precisa das leis do raciocínio. Tanto que a filosofia do séc. XX procurou recriar a disciplina em linhas matemáticas, sob o título de “lógica simbólica”, num afã em que se destacou especialmente o filósofo inglês Bertrand Russel. Finalmente, a base lógica que se pode depreender na organização e nos processos comunicativos das línguas é uma compreensão intuitiva das coisas, permeada por toda a vivência humana. Em vez de refletirem um exame objetivo e despersonalizado das coisas, as línguas refletem a maneira de as ver por parte de homens que se acham nelas interessados e até integrados.
(Câmara Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Editora Vozes, 1997. 26ª edição.)
Todas as expressões abaixo, retiradas do texto, revelam uma crítica implícita/explícita do autor às “gramáticas filosóficas” e modelos afins, EXCETO:
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GRAMÁTICA E SEU CONCEITO
A gramática descritiva ou sincrônica é o estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona, num dado momento (do gr. syn- “reunião”, chrónos “tempo”), como meio de comunicação entre os seus falantes, e na análise da estrutura, ou configuração formal, que nesse momento a caracteriza.
Quando se emprega a expressão gramática descritiva, ou sincrônica, sem outro qualificativo a mais, se entende tal estudo e análise como referente ao momento atual, ou presente, em que é feita a gramática.
Já tinha em princípio esse objetivo a gramática tradicional, elaborada a partir da Antiguidade Clássica para a língua grega e em seguida a latina. Em português, desde Fernão de Oliveira e João de Barros no século XVI, vêm se multiplicando as gramáticas, pautadas pelo modelo greco-latino, intituladas quer descritivas, quer expositivas. Ora, mais propriamente normativas, se limitam a apresentar uma norma de comportamento linguístico, de acordo com a sempre repetida definição “arte de falar e escrever corretamente”. Ora, mais ambiciosas e melhor orientadas, procuram ascender a um plano que bem se pode chamar científico em seus propósitos, pois procuram explicar a organização e o funcionamento das formas linguísticas com objetividade e espírito de análise.
Tiveram este último propósito as chamadas “gramáticas filosóficas”, como em português a de Jerônimo Soares Barbosa no século XVIII. Embora tenha havido recentemente, com a escola norte-americana de Noam Chomsky, certo empenho em valorizar essas “gramáticas filosóficas” (Chomsky, 1966), deve se reconhecer que a crítica que a elas se fez, desde os princípios do século XIX até meados do séc. XX, era em essência procedente.
O fundamento para a ciência da gramática, por elas entendida, era a disciplina filosófica da lógica, como a delineara Aristóteles na Grécia Antiga e depois Descartes no séc. XVII. A gramática foi entendida como ancilar do estudo filosófico que trata das leis do raciocínio. A justificativa estava no pressuposto de que a língua, em sua organização e funcionamento, reflete fielmente essas leis.
Havia aí, antes de tudo um círculo vicioso. A língua servia para ilustrar a lógica, e a lógica para desenvolver a gramática. Depois, a lógica aristotélica e ainda a cartesiana, mesmo quando remodelada já nos meados do séc. XIX pelo filósofo inglês John Stuart Mill, está longe de satisfazer aos requisitos de uma análise rigorosa e precisa das leis do raciocínio. Tanto que a filosofia do séc. XX procurou recriar a disciplina em linhas matemáticas, sob o título de “lógica simbólica”, num afã em que se destacou especialmente o filósofo inglês Bertrand Russel. Finalmente, a base lógica que se pode depreender na organização e nos processos comunicativos das línguas é uma compreensão intuitiva das coisas, permeada por toda a vivência humana. Em vez de refletirem um exame objetivo e despersonalizado das coisas, as línguas refletem a maneira de as ver por parte de homens que se acham nelas interessados e até integrados.
(Câmara Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Editora Vozes, 1997. 26ª edição.)
A coesão textual é feita não se considerando apenas os elementos textuais que flutuam explícitos na superfície textual. São importantes também a correlação entre termos e o contexto em que surgem, de modo que se possa perceber uma sequência lógica do encadeamento de ideias.
A esse respeito, é correto afirmar que:
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GRAMÁTICA E SEU CONCEITO
A gramática descritiva ou sincrônica é o estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona, num dado momento (do gr. syn- “reunião”, chrónos “tempo”), como meio de comunicação entre os seus falantes, e na análise da estrutura, ou configuração formal, que nesse momento a caracteriza.
Quando se emprega a expressão gramática descritiva, ou sincrônica, sem outro qualificativo a mais, se entende tal estudo e análise como referente ao momento atual, ou presente, em que é feita a gramática.
Já tinha em princípio esse objetivo a gramática tradicional, elaborada a partir da Antiguidade Clássica para a língua grega e em seguida a latina. Em português, desde Fernão de Oliveira e João de Barros no século XVI, vêm se multiplicando as gramáticas, pautadas pelo modelo greco-latino, intituladas quer descritivas, quer expositivas. Ora, mais propriamente normativas, se limitam a apresentar uma norma de comportamento linguístico, de acordo com a sempre repetida definição “arte de falar e escrever corretamente”. Ora, mais ambiciosas e melhor orientadas, procuram ascender a um plano que bem se pode chamar científico em seus propósitos, pois procuram explicar a organização e o funcionamento das formas linguísticas com objetividade e espírito de análise.
Tiveram este último propósito as chamadas “gramáticas filosóficas”, como em português a de Jerônimo Soares Barbosa no século XVIII. Embora tenha havido recentemente, com a escola norte-americana de Noam Chomsky, certo empenho em valorizar essas “gramáticas filosóficas” (Chomsky, 1966), deve se reconhecer que a crítica que a elas se fez, desde os princípios do século XIX até meados do séc. XX, era em essência procedente.
O fundamento para a ciência da gramática, por elas entendida, era a disciplina filosófica da lógica, como a delineara Aristóteles na Grécia Antiga e depois Descartes no séc. XVII. A gramática foi entendida como ancilar do estudo filosófico que trata das leis do raciocínio. A justificativa estava no pressuposto de que a língua, em sua organização e funcionamento, reflete fielmente essas leis.
Havia aí, antes de tudo um círculo vicioso. A língua servia para ilustrar a lógica, e a lógica para desenvolver a gramática. Depois, a lógica aristotélica e ainda a cartesiana, mesmo quando remodelada já nos meados do séc. XIX pelo filósofo inglês John Stuart Mill, está longe de satisfazer aos requisitos de uma análise rigorosa e precisa das leis do raciocínio. Tanto que a filosofia do séc. XX procurou recriar a disciplina em linhas matemáticas, sob o título de “lógica simbólica”, num afã em que se destacou especialmente o filósofo inglês Bertrand Russel. Finalmente, a base lógica que se pode depreender na organização e nos processos comunicativos das línguas é uma compreensão intuitiva das coisas, permeada por toda a vivência humana. Em vez de refletirem um exame objetivo e despersonalizado das coisas, as línguas refletem a maneira de as ver por parte de homens que se acham nelas interessados e até integrados.
(Câmara Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Editora Vozes, 1997. 26ª edição.)
A partir do terceiro parágrafo do texto, há uma crítica explícita ao modelo norte-americano de Noam Chomsky sobre o estudo gramatical. Há também marcas linguísticas que indicam, no aspecto formal, uma crítica implícita ou um reforço à crítica feita.
Um exemplo disso é:
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GRAMÁTICA E SEU CONCEITO
A gramática descritiva ou sincrônica é o estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona, num dado momento (do gr. syn- “reunião”, chrónos “tempo”), como meio de comunicação entre os seus falantes, e na análise da estrutura, ou configuração formal, que nesse momento a caracteriza.
Quando se emprega a expressão gramática descritiva, ou sincrônica, sem outro qualificativo a mais, se entende tal estudo e análise como referente ao momento atual, ou presente, em que é feita a gramática.
Já tinha em princípio esse objetivo a gramática tradicional, elaborada a partir da Antiguidade Clássica para a língua grega e em seguida a latina. Em português, desde Fernão de Oliveira e João de Barros no século XVI, vêm se multiplicando as gramáticas, pautadas pelo modelo greco-latino, intituladas quer descritivas, quer expositivas. Ora, mais propriamente normativas, se limitam a apresentar uma norma de comportamento linguístico, de acordo com a sempre repetida definição “arte de falar e escrever corretamente”. Ora, mais ambiciosas e melhor orientadas, procuram ascender a um plano que bem se pode chamar científico em seus propósitos, pois procuram explicar a organização e o funcionamento das formas linguísticas com objetividade e espírito de análise.
Tiveram este último propósito as chamadas “gramáticas filosóficas”, como em português a de Jerônimo Soares Barbosa no século XVIII. Embora tenha havido recentemente, com a escola norte-americana de Noam Chomsky, certo empenho em valorizar essas “gramáticas filosóficas” (Chomsky, 1966), deve se reconhecer que a crítica que a elas se fez, desde os princípios do século XIX até meados do séc. XX, era em essência procedente.
O fundamento para a ciência da gramática, por elas entendida, era a disciplina filosófica da lógica, como a delineara Aristóteles na Grécia Antiga e depois Descartes no séc. XVII. A gramática foi entendida como ancilar do estudo filosófico que trata das leis do raciocínio. A justificativa estava no pressuposto de que a língua, em sua organização e funcionamento, reflete fielmente essas leis.
Havia aí, antes de tudo um círculo vicioso. A língua servia para ilustrar a lógica, e a lógica para desenvolver a gramática. Depois, a lógica aristotélica e ainda a cartesiana, mesmo quando remodelada já nos meados do séc. XIX pelo filósofo inglês John Stuart Mill, está longe de satisfazer aos requisitos de uma análise rigorosa e precisa das leis do raciocínio. Tanto que a filosofia do séc. XX procurou recriar a disciplina em linhas matemáticas, sob o título de “lógica simbólica”, num afã em que se destacou especialmente o filósofo inglês Bertrand Russel. Finalmente, a base lógica que se pode depreender na organização e nos processos comunicativos das línguas é uma compreensão intuitiva das coisas, permeada por toda a vivência humana. Em vez de refletirem um exame objetivo e despersonalizado das coisas, as línguas refletem a maneira de as ver por parte de homens que se acham nelas interessados e até integrados.
(Câmara Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Editora Vozes, 1997. 26ª edição.)
Do que o autor expõe no texto 1, infere-se com mais clareza que:
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GRAMÁTICA E SEU CONCEITO
A gramática descritiva ou sincrônica é o estudo do mecanismo pelo qual uma dada língua funciona, num dado momento (do gr. syn- “reunião”, chrónos “tempo”), como meio de comunicação entre os seus falantes, e na análise da estrutura, ou configuração formal, que nesse momento a caracteriza.
Quando se emprega a expressão gramática descritiva, ou sincrônica, sem outro qualificativo a mais, se entende tal estudo e análise como referente ao momento atual, ou presente, em que é feita a gramática.
Já tinha em princípio esse objetivo a gramática tradicional, elaborada a partir da Antiguidade Clássica para a língua grega e em seguida a latina. Em português, desde Fernão de Oliveira e João de Barros no século XVI, vêm se multiplicando as gramáticas, pautadas pelo modelo greco-latino, intituladas quer descritivas, quer expositivas. Ora, mais propriamente normativas, se limitam a apresentar uma norma de comportamento linguístico, de acordo com a sempre repetida definição “arte de falar e escrever corretamente”. Ora, mais ambiciosas e melhor orientadas, procuram ascender a um plano que bem se pode chamar científico em seus propósitos, pois procuram explicar a organização e o funcionamento das formas linguísticas com objetividade e espírito de análise.
Tiveram este último propósito as chamadas “gramáticas filosóficas”, como em português a de Jerônimo Soares Barbosa no século XVIII. Embora tenha havido recentemente, com a escola norte-americana de Noam Chomsky, certo empenho em valorizar essas “gramáticas filosóficas” (Chomsky, 1966), deve se reconhecer que a crítica que a elas se fez, desde os princípios do século XIX até meados do séc. XX, era em essência procedente.
O fundamento para a ciência da gramática, por elas entendida, era a disciplina filosófica da lógica, como a delineara Aristóteles na Grécia Antiga e depois Descartes no séc. XVII. A gramática foi entendida como ancilar do estudo filosófico que trata das leis do raciocínio. A justificativa estava no pressuposto de que a língua, em sua organização e funcionamento, reflete fielmente essas leis.
Havia aí, antes de tudo um círculo vicioso. A língua servia para ilustrar a lógica, e a lógica para desenvolver a gramática. Depois, a lógica aristotélica e ainda a cartesiana, mesmo quando remodelada já nos meados do séc. XIX pelo filósofo inglês John Stuart Mill, está longe de satisfazer aos requisitos de uma análise rigorosa e precisa das leis do raciocínio. Tanto que a filosofia do séc. XX procurou recriar a disciplina em linhas matemáticas, sob o título de “lógica simbólica”, num afã em que se destacou especialmente o filósofo inglês Bertrand Russel. Finalmente, a base lógica que se pode depreender na organização e nos processos comunicativos das línguas é uma compreensão intuitiva das coisas, permeada por toda a vivência humana. Em vez de refletirem um exame objetivo e despersonalizado das coisas, as línguas refletem a maneira de as ver por parte de homens que se acham nelas interessados e até integrados.
(Câmara Jr., Joaquim Mattoso. Estrutura da Língua Portuguesa. Petrópolis: Editora Vozes, 1997. 26ª edição.)
De acordo com a leitura do texto, o conceito de “gramática sincrônica” pode ser entendido como:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Carmo-RJ
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
Assinale a alternativa correta sobre os princípios que norteiam a forma que o ensino será ministrado sob a luz da Lei nº 9.394/1996:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Carmo-RJ
A Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), determina que a avaliação escolar seja contínua e cumulativa do desempenho do aluno, com prevalência dos aspectos qualitativos sobre os quantitativos e dos resultados ao longo do período sobre os de eventuais provas finais.
A avaliação tem três funções, das quais, exclui-se:
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Na construção do currículo escolar da educação básica, deverão ser inseridos conteúdos sobre:
I. O apoio às práticas esportivas não-formais.
II. Estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena.
III. Orientação para o trabalho.
IV. As contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro.
V. O ensino da arte e suas expressões regionais.
São verdadeiras as afirmativas:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Carmo-RJ
Várias modificações, no decorrer dos anos, foram feitas à seção de Currículo Escolar previsto na LDB.
Estão vigentes as seguintes especificações, EXCETO:
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Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: GUALIMP
Orgão: Pref. Carmo-RJ
- LDB: Lei de Diretrizes e BasesDa Educação e Dos Princípios e Fins da Educ. Nacional (arts. 1º ao 3º)
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas do artigo extraído da Lei 9.394/1996:
“A , dever da família e do Estado, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, tem por finalidade o do educando, seu preparo para o exercício da e sua qualificação para o trabalho.”
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