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De acordo com o Art. 19 do Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Capão da Canoa, durante o período de estágio probatório, a aptidão, capacidade e desempenho de servidor nomeado por concurso público serão objeto de avaliação por Comissão Especial, designada para esse fim. Tal Comissão Especial será composta por três membros titulares e três suplentes e será nomeada pelo Prefeito Municipal através de:

 

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Segundo o Plano de Carreira dos Servidores Públicos Municipais de Capão da Canoa, a contagem de tempo de exercício para os efeitos da promoção de que trata o referido Plano será interrompida, iniciando-se novo período, sempre que o servidor:

I. Somar quatro penalidades de advertência.

II. Sofrer pena de suspensão disciplinar, mesmo que convertida em multa.

III. Completar cinco faltas injustificadas.

Quais estão corretas?

 

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Sobre as definições a que se refere o Art. 3º do Plano de Carreira dos Servidores Públicos Municipais de Capão da Canoa, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.

Coluna 1

1. Padrão.

2. Classe.

3. Categoria funcional.

4. Carreira.

Coluna 2

( ) É o agrupamento de cargos da mesma denominação, com igual atribuições e responsabilidades,

constituídas de padrões e classes.

( ) É a identificação numérica do valor do vencimento da categoria funcional, identificada pela Lei de

estrutura de cada secretaria.

( ) É a graduação de retribuição pecuniária dentro da categoria funcional, constituindo a linha de

promoção, identificada alfabeticamente de "A" a "H".

( ) É o conjunto de cargos para os quais os servidores poderão ascender através das classes,

mediante promoção.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    Em “O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano”, retirado do texto, a forma verbal “é”, quanto a sua predicação, assinala a presença, na referida frase, de um verbo:

     

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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    O termo “portanto” (l. 20), para continuar exprimindo a ideia de conclusão, pode ser substituído pelas seguintes conjunções e locuções conjuntivas:

    I. Porquanto.

    II. Assim.

    III. No entanto.

    IV. Por conseguinte.

    Quais estão corretas?

     

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    Instrução: As questões de números 01 a 15 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


    Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    No excerto “Talvez essa pessoa também não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos”, retirado do texto, se a palavra “pessoa” fosse flexionada no plural, quantas palavras ao todo precisariam ter a grafia modificada para garantir a correta concordância verbo-nominal?

     

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    Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    Com base exclusivamente no que é expresso pelo texto, é correto afirmar que seu autor:

     

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    Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    Assinale a alternativa que mostra uma palavra extraída do texto que contém apenas um encontro consonantal.

     

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    Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    Assinale a alternativa que apresenta, ao lado da palavra retirada do texto, um termo que semanticamente a substitua de forma correta.

     

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    Segurança da informação nas empresas: diferenças entre educar, treinar e conscientizar


  • Quando se fala em segurança da informação nas empresas, ter pessoas competentes e prontas
  • para encarar ___ ameaças do dia ___ dia com esperteza e responsabilidade é a sua primeira linha
  • de defesa. O elo mais fraco de um plano de segurança é sempre o fator humano, ou seja, o
  • usuário, pois não ___ nenhuma tecnologia, nenhum tipo de software que possa impedir o deslize
  • de um funcionário desatento. Por isso, uma forte segurança da informação nas empresas depende
  • da capacitação dos colaboradores para executar suas funções de maneira, de fato, segura.
  • Nem todos os colaboradores, contudo, precisam ter o mesmo nível de conhecimento de
  • segurança, o que torna fundamental que se entenda a diferença entre educação, treinamento e
  • conscientização. Para isso, vamos promover uma analogia. A maior parte das pessoas que você
  • conhece provavelmente gosta de ir à praia. De fato, é uma atividade muito comum para muitas
  • pessoas e que exige diversos cuidados: passar filtro solar, manter-se hidratado, e, principalmente,
  • ter atenção ao mar. Quem nunca foi à praia ou não convive com esse ambiente de forma habitual
  • pode não entender como o mar é – além de muito atrativo – perigoso. Talvez essa pessoa também
  • não saiba quais são os cuidados a serem tomados, de modo que pode acabar correndo riscos
  • desnecessários. Já alguém que esteja mais habituado e conheça ao menos um pouco sobre os
  • perigos de um mar revolto sabe o que significa a bandeira vermelha, e, idealmente, sabe
  • identificar quando é seguro se divertir e se refrescar nas ondas e quando é melhor se manter na
  • segurança da areia. Essa pessoa que tem uma noção sobre como se relacionar com o mar é uma
  • pessoa que tem consciência sobre os perigos que ele pode apresentar e como identificá-los.
  • Conscientização, portanto, é um estado constante de estar ciente das ameaças que existem, como
  • identificá-las e como evitar ser uma vítima.
  • Do ponto de vista da segurança da informação nas empresas, um colaborador plenamente
  • conscientizado conhece as boas práticas para não se encontrar no centro de um incidente de
  • vazamento de informações. Ele sabe como se prevenir contra ameaças de hackers, bem como
  • identificar o perigo em potencial, mesmo que não entenda todos os detalhes por trás de cada
  • prática de cunho deletério a sua atividade profissional.
  • Quando falamos de segurança da informação, alguém não conscientizado pode clicar em links
  • suspeitos, abrir anexos indesejados, tirar fotos reveladoras de algo confidencial no ambiente de
  • trabalho e até submeter credenciais em formulários fraudulentos. Cada uma dessas ações gera
  • incidentes de segurança da informação. Para lidar com determinadas ameaças e incidentes, uma
  • pessoa precisa estar treinada, seja para responder rapidamente ou até mitigar danos.
  • Treinamento, então, consiste no desenvolvimento de competências necessárias à execução de
  • uma atividade ou função. Em se tratando de segurança da informação nas empresas, alguns
  • profissionais precisam de conhecimento e competências um nível acima do alcançado com a
  • conscientização. Da mesma forma que uma pessoa pode ter sido treinada por um curso de
  • primeiros socorros ou salvamento para executar alguns passos e conter ou amenizar um incidente,
  • alguém treinado para segurança da informação saberá operar controles, técnicas, e atuar com
  • gerenciamento de risco e política de segurança.
  • A educação, por outro lado, está associada a um corpo de conhecimento formado por um
  • conjunto de competências, capacidades e entendimento teórico adequados a diversas funções.
  • Idealmente, a educação aborda conceitos, princípios e questões de maneira multidisciplinar, sob
  • vários pontos de vista e abordagens, envolvendo aspectos não só tecnológicos do assunto
  • estudado, como também sociais. As pessoas que são educadas são os profissionais e especialistas.
  • Na analogia que vínhamos tecendo, alguém que tem uma educação para lidar com incidentes na
  • praia e no mar pode ser um profissional de salvamento, como um bombeiro ou salva-vidas, ou até
  • paramédicos, em oposição a uma pessoa apenas treinada em salvamento ou primeiros socorros.
  • Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em:

    https://www.proof.com.br/blog/seguranca-da-informacao-nas-empresas/.

    A respeito da grafia de algumas palavras localizadas no texto, levando-se em conta o seu significado no contexto da frase em que aparecem, considere as seguintes afirmações:

    I. “deslize” (l. 04) está escrita corretamente.

    II. “desnecessários” (l. 15) está escrita corretamente.

    III. “prevenir” (l. 24) está escrita incorretamente, pois o correto é “previnir”.

    IV. “trás” (l. 25) está escrita incorretamente, pois o correto é “traz”.

    Quais estão corretas?

     

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