Foram encontradas 40 questões.
Considere as seguintes figuras geométricas e depois, avalie as afirmações:

I - A figura 4 é um paralelogramo.
II - A figura 2 é um losango.
III - A figura 1 é um trapézio.
IV - A figura 3 é uma elipse.
Com relação à Geometria, a(s) afirmação(ões) CORRETA(S) é/são somente a(s) proposição(ões):
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Desde os primórdios dos tempos, é interesse do ser humano mensurar distâncias. Para tanto, com as suas ferramentas e atividades, o homem desenvolveu unidades de medidas que o auxiliaram em suas necessidades. A medida de comprimento de mão, de polegada, de jornada ou dia de percurso, todas essas unidades se relacionam com o porte físico humano e o cotidiano das tarefas. Algumas conversões entre unidades são bem conhecidas e são apresentadas a seguir:
1 metro ≈ 3.28 pés ≈ 39,37 polegadas
Se, em um voo, o piloto anuncia que atingiu a altura de cruzeiro de 37.000 pés, significa que ele está acima do nível do mar, aproximadamente:
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Diz a história que o filósofo grego Tales de Mileto, para medir a altura de uma pirâmide, desenvolveu um teorema que afirma que quando duas retas transversais cortam um feixe de retas paralelas, as medidas dos segmentos delimitados nas transversais são proporcionais. Esse é o famoso Teorema de Tales.
Diante dessa conceituação, considere assim o seguinte esquema:

É CORRETO afirmar que o valor de x, que satisfaça o problema algebricamente e geometricamente é:
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Número primo é todo número que possui apenas dois divisores: 1 e ele mesmo. Para tanto, considere o seguinte conjunto de dez números:
3,8,13,19,25,32,44,51,57,63
Desses, é CORRETO afirmar que são números primos somente os números:
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Leia o texto e responda as questões 1 a 5.
Descoberta inédita: letra de Machado de Assis para o Hino Nacional
Pesquisador encontra em jornal uma letra de Machado de Assis para o hino nacional. Os versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar o aniversário de Dom Pedro II.
Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.
É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.
Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 — e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.
Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato — o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.
“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores. O trecho também é o refrão da música.
O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro II. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano — o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.
Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um "esplêndido espetáculo".
“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”, dizia o anúncio.
Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.
Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra, mas não cita o nome do autor dela.
As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868, ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.
(Texto adaptado retirado de https://www.revistaprosaversoearte.com/descoberta-inedita-letra-de-machado-de-assis-para-o-hino-nacional/)
De acordo com o texto, quem foi o responsável por registrar, por escrito, a letra do Hino Nacional de Machado de Assis, há muitos anos esquecida?
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Descoberta inédita: letra de Machado de Assis para o Hino Nacional
Pesquisador encontra em jornal uma letra de Machado de Assis para o hino nacional. Os versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar o aniversário de Dom Pedro II.
Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.
É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.
Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 — e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.
Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato — o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.
“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores. O trecho também é o refrão da música.
O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro II. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano — o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.
Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um "esplêndido espetáculo".
“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”, dizia o anúncio.
Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.
Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra, mas não cita o nome do autor dela.
As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868, ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.
(Texto adaptado retirado de https://www.revistaprosaversoearte.com/descoberta-inedita-letra-de-machado-de-assis-para-o-hino-nacional/)
Qual a função do travessão, encontrado no quinto parágrafo, logo após o nome do pesquisador?
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Descoberta inédita: letra de Machado de Assis para o Hino Nacional
Pesquisador encontra em jornal uma letra de Machado de Assis para o hino nacional. Os versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar o aniversário de Dom Pedro II.
Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.
É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.
Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 — e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.
Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato — o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.
“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores. O trecho também é o refrão da música.
O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro II. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano — o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.
Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um "esplêndido espetáculo".
“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”, dizia o anúncio.
Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.
Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra, mas não cita o nome do autor dela.
As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868, ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.
(Texto adaptado retirado de https://www.revistaprosaversoearte.com/descoberta-inedita-letra-de-machado-de-assis-para-o-hino-nacional/)
A quem o autor se refere quando chama “o bruxo do Cosme Velho”?
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Descoberta inédita: letra de Machado de Assis para o Hino Nacional
Pesquisador encontra em jornal uma letra de Machado de Assis para o hino nacional. Os versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar o aniversário de Dom Pedro II.
Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.
É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.
Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 — e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.
Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato — o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.
“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores. O trecho também é o refrão da música.
O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro II. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano — o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.
Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um "esplêndido espetáculo".
“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”, dizia o anúncio.
Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.
Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra, mas não cita o nome do autor dela.
As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868, ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.
(Texto adaptado retirado de https://www.revistaprosaversoearte.com/descoberta-inedita-letra-de-machado-de-assis-para-o-hino-nacional/)
Qual é a principal característica das redondilhas maiores, recurso poético utilizado no Hino Nacional de Machado de Assis?
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Descoberta inédita: letra de Machado de Assis para o Hino Nacional
Pesquisador encontra em jornal uma letra de Machado de Assis para o hino nacional. Os versos inéditos foram escritos em 1867 para celebrar o aniversário de Dom Pedro II.
Os velhos papéis, quando não são consumidos pelo fogo, às vezes acordam de seu sono para contar notícias do passado.
É assim que se descobre algo novo de um nome antigo, sobre o qual já se julgava saber tudo, como Machado de Assis.
Por exemplo, você provavelmente não sabe que o autor carioca, morto em 1908, escreveu uma letra do hino nacional em 1867 — e não poderia saber mesmo, porque os versos seguiam inéditos. Até hoje.
Essa letra acaba de ser descoberta, em um jornal antigo de Florianópolis, pelo pesquisador independente Felipe Rissato — o mesmo que, nos últimos anos, fez diversas descobertas sobre Machado de Assis e Euclydes da Cunha, incluindo fotos e textos desconhecidos dos autores.
“Das florestas em que habito/ Solto um canto varonil:/ Em honra e glória de Pedro/ O gigante do Brasil”, diz o começo do hino, composto de sete estrofes em redondilhas maiores. O trecho também é o refrão da música.
O Pedro mencionado é o imperador dom Pedro II. O bruxo do Cosme Velho compôs a letra para o aniversário de 42 anos do monarca, em 2 de dezembro daquele ano — o hino seria apresentado naquele dia no teatro da cidade de Desterro, antigo nome de Florianópolis.
Rissato sabia desde 2016 da existência desse hino, porque o jornal O Mercantil, guardado no acervo da Biblioteca Nacional, anunciava na véspera um "esplêndido espetáculo".
“Ao levantar o pano ver-se-á em riquíssimo dossel, e, em ponto natural, a efígie de S. M. o Imperador, tal qual este Adorado Monarca se apresenta por ocasião da fala do trono e será cantado pela companhia o Hino Nacional sendo a letra apropriada a este dia, pelo distinto escritor brasileiro o Snr. Machado d’Assis”, dizia o anúncio.
Mas O Mercantil não publicou, nas edições seguintes, a transcrição da letra. A chave para o mistério estava num jornal catarinense chamado O Constitucional, em duas edições de 1867.
Em uma delas, a publicação avisa que o espetáculo do dia 2 foi adiado, porque dois músicos ficaram doentes. Em outra, de 11 de dezembro daquele ano, transcreve a letra, mas não cita o nome do autor dela.
As publicações foram preservadas no acervo da Biblioteca Pública de Santa Catarina. No Rio de Janeiro, a Biblioteca Nacional só tem edições de O Constitucional a partir de 1868, ou seja, um ano após a execução do hino de Machado de Assis.
(Texto adaptado retirado de https://www.revistaprosaversoearte.com/descoberta-inedita-letra-de-machado-de-assis-para-o-hino-nacional/)
Qual foi a descoberta de Felipe Rissato abordada pelo texto?
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A ordem de grandeza ou de magnitude é a escala de qualquer quantidade ou grandeza em que se utiliza, geralmente, potências de base 10 para representar as razões da escala. É comumente relacionada com porcentagem. Por exemplo, 1% de 50 é o mesmo que um centésimo de 50 ou ainda 10-2. Sendo assim, considere as afirmações a seguir:
I - Um bilhão, em notação científica, é o mesmo que 109.
II - 2 de 2000 é o mesmo que 1 milésimo de 1000.
III - Um milionésimo, em notação científica, é o mesmo que 106.
Das proposições acima apresentadas, está (ão) CORRETA (S) somente:
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