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Foram encontradas 40 questões.

Um dos objetivos do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) é fortalecer a função protetiva das famílias, contribuindo na melhoria da sua qualidade de vida. O CRAS é uma unidade pública municipal, localizada em áreas com maior vulnerabilidade e risco social, destinada à prestação de serviços, programas e projetos socioassistenciais de proteção social
 

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1987611 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Para efetuar a limpeza num pátio retangular de 9,3 metros de largura por 40 metros de comprimento foi utilizada uma mistura de 3,6 litros de cloro diluídos em 15 litros de água. É correto afirmar que cada 1 litro dessa mistura foi utilizado uniformemente para limpar uma área de
 

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A Constituição Federal determina, em seu artigo 227, que é dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária, além de colocá- -los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, com
 

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1987487 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
A capa de um livro infantil foi ilustrada com o desenho de rascun h o um barco e do Sol, como mostra a figura.
enunciado 1371368-1
Na figura, as quatro formas geométricas identificadas são:
 

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1987481 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP

eia o texto para responder à questão.

Confiando no vento

Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.

A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.

Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:

− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.

Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.

As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Conforme o texto do 1º parágrafo, é correto afirmar que Leila
 

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A violência sexual é todo ato, de qualquer natureza, atentatório ao direito humano ao desenvolvimento sexual da criança e do adolescente, praticado por agente em situação de poder e de desenvolvimento sexual desigual em relação à criança e adolescente vítimas. De acordo com o Plano Nacional de Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes esse tipo de violência é expressa de duas formas: o abuso e
 

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1987442 Ano: 2020
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
O centro comunitário onde Ana é voluntária está em reformas e a passagem direta da cozinha para o refeitório foi interditada. Assim, para servir no refeitório as refeições feitas na cozinha, ela deverá passar pela sala de atividades.
enunciado 1371317-1
Dessa maneira, o trajeto ficará maior em
 

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1987411 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP
Leia os quadrinhos, em que há um diálogo entre Lucy, a menina, e Linus, o garoto, para responder à questão.
enunciado 1371284-1
Conforme a leitura dos quadrinhos, é correto afirmar que
 

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1987368 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP

eia o texto para responder à questão.

Confiando no vento

Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.

A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.

Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:

− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.

Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.

As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

Assinale a alternativa em que há palavras ou expressões empregadas com sentido figurado.
 

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1987323 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cananéia-SP

eia o texto para responder à questão.

Confiando no vento

Naquele dia, Leila se lembrou do avô distante que os irmãos mais velhos o descrevem como um homem franzino, sempre de boina e chupando balas. O menino estrangeiro, o clandestino, interno do abrigo de menores, o alfaiate no lombo do burro com sua máquina, o tocador de bandolim que falava uma língua só dele, mistura de português, francês e árabe.

A lembrança do avô veio à memória de Leila, especialmente se recordou de uma história com as peras do quintal dele. Ele estava já com setenta e muitos anos quando, pela primeira vez, começou a ter problemas de saúde. Cada dia uma coisa, aquele varejo implacável do envelhecer. O filho e a nora quiseram levá-lo ao médico, mas ele se recusou. O médico foi até sua casa e ele não quis recebê-lo. Remédios, nem pensar. E o avô de Leila só definhando, recusando qualquer tipo de tratamento.

Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva para seu comportamento:

− Sabem aquelas peras lá do quintal? Quando estão muito maduras, elas caem com o vento. Vocês já viram alguém amarrar alguma delas no galho para durar mais tempo? Não, porque a gente confia no vento. Ele sabe a hora certa. Então, por favor, não queiram me amarrar na árvore. Me deixem em paz. Eu estou esperando o vento.

Poucos dias depois, uma brisa levou sem alarde o alfaiate. Numa cultura que nega a existência da velhice, ora admite que ela existe, mas a promove artificialmente à condição de melhor etapa da vida, saber respeitar a direção e a intensidade dos ventos, ao que tudo indica, é algo que ninguém quer.

As árvores estão cheias de peras amarradas que lutam, não só para não caírem, mas para não demonstrarem que amadureceram. O avô de Leila, que tanta estranheza causou com sua teimosia contra os homens e sua obediência à natureza, provavelmente iria se assustar com os pomares de hoje.

(Leila Ferreira. Viver não dói. São Paulo: Globo, 2013. Adaptado)

No trecho do 3º parágrafo – Até que um dia, provavelmente para se livrar da insistência da família, ele, homem de pouquíssimas palavras, deu uma explicação definitiva... – a palavra destacada estabelece sentido de
 

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