Foram encontradas 50 questões.
Leia o trecho de José de Alencar.
O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis.
A oração Mesmo não atingindo o alvo pode ser reescrita, obedecendo às regras gramaticais e sem interferir no sentido, da seguinte maneira:
O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo, fará coisas admiráveis.
A oração Mesmo não atingindo o alvo pode ser reescrita, obedecendo às regras gramaticais e sem interferir no sentido, da seguinte maneira:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O pastel da feira
A ciência conseguiu. Com suas pesquisas proibiu a fritura. Descobriu que o colesterol mata e, mais que depressa, todos os jornais, revistas e TV despejaram sobre nós toneladas de advertências.
Quem lê sabe. Quem sabe tem culpa e assim estragaram mais um dos meus prazeres – o pastel da feira, sempre tão bem acompanhado pelo caldo de cana – este também, coitado, proibido.
Açúcar, gordura, glúten, ovo, farinha branca, óleo de soja, leite. A lista de proibições não para de crescer e de aborrecer aqueles que, como eu, adoram comer livremente tudo que é gostoso, como o pastel da feira: recheado, fumegante, que queima a boca dos afoitos.
Este pastel abençoado, feito com paciência oriental, frito em tachos de óleo usado e reusado. O pastel grande, dourado, que iluminava minhas manhãs de sábado, que tornava suportáveis as andanças pela feira, de barraca em barraca, carregando sacolas pesadas, ao lado de minha mãe.
Há anos não provo esta iguaria. Eu, que a tudo obedeço em nome da saúde, deveria ser fiel ao meu desejo, saciar minha vontade e mandar às favas a ciência e a sabedoria.
(MUCCI, R. Disponível em: www.viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 26/09/22.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O pastel da feira
A ciência conseguiu. Com suas pesquisas proibiu a fritura. Descobriu que o colesterol mata e, mais que depressa, todos os jornais, revistas e TV despejaram sobre nós toneladas de advertências.
Quem lê sabe. Quem sabe tem culpa e assim estragaram mais um dos meus prazeres – o pastel da feira, sempre tão bem acompanhado pelo caldo de cana – este também, coitado, proibido.
Açúcar, gordura, glúten, ovo, farinha branca, óleo de soja, leite. A lista de proibições não para de crescer e de aborrecer aqueles que, como eu, adoram comer livremente tudo que é gostoso, como o pastel da feira: recheado, fumegante, que queima a boca dos afoitos.
Este pastel abençoado, feito com paciência oriental, frito em tachos de óleo usado e reusado. O pastel grande, dourado, que iluminava minhas manhãs de sábado, que tornava suportáveis as andanças pela feira, de barraca em barraca, carregando sacolas pesadas, ao lado de minha mãe.
Há anos não provo esta iguaria. Eu, que a tudo obedeço em nome da saúde, deveria ser fiel ao meu desejo, saciar minha vontade e mandar às favas a ciência e a sabedoria.
(MUCCI, R. Disponível em: www.viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 26/09/22.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O pastel da feira
A ciência conseguiu. Com suas pesquisas proibiu a fritura. Descobriu que o colesterol mata e, mais que depressa, todos os jornais, revistas e TV despejaram sobre nós toneladas de advertências.
Quem lê sabe. Quem sabe tem culpa e assim estragaram mais um dos meus prazeres – o pastel da feira, sempre tão bem acompanhado pelo caldo de cana – este também, coitado, proibido.
Açúcar, gordura, glúten, ovo, farinha branca, óleo de soja, leite. A lista de proibições não para de crescer e de aborrecer aqueles que, como eu, adoram comer livremente tudo que é gostoso, como o pastel da feira: recheado, fumegante, que queima a boca dos afoitos.
Este pastel abençoado, feito com paciência oriental, frito em tachos de óleo usado e reusado. O pastel grande, dourado, que iluminava minhas manhãs de sábado, que tornava suportáveis as andanças pela feira, de barraca em barraca, carregando sacolas pesadas, ao lado de minha mãe.
Há anos não provo esta iguaria. Eu, que a tudo obedeço em nome da saúde, deveria ser fiel ao meu desejo, saciar minha vontade e mandar às favas a ciência e a sabedoria.
(MUCCI, R. Disponível em: www.viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 26/09/22.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O pastel da feira
A ciência conseguiu. Com suas pesquisas proibiu a fritura. Descobriu que o colesterol mata e, mais que depressa, todos os jornais, revistas e TV despejaram sobre nós toneladas de advertências.
Quem lê sabe. Quem sabe tem culpa e assim estragaram mais um dos meus prazeres – o pastel da feira, sempre tão bem acompanhado pelo caldo de cana – este também, coitado, proibido.
Açúcar, gordura, glúten, ovo, farinha branca, óleo de soja, leite. A lista de proibições não para de crescer e de aborrecer aqueles que, como eu, adoram comer livremente tudo que é gostoso, como o pastel da feira: recheado, fumegante, que queima a boca dos afoitos.
Este pastel abençoado, feito com paciência oriental, frito em tachos de óleo usado e reusado. O pastel grande, dourado, que iluminava minhas manhãs de sábado, que tornava suportáveis as andanças pela feira, de barraca em barraca, carregando sacolas pesadas, ao lado de minha mãe.
Há anos não provo esta iguaria. Eu, que a tudo obedeço em nome da saúde, deveria ser fiel ao meu desejo, saciar minha vontade e mandar às favas a ciência e a sabedoria.
(MUCCI, R. Disponível em: www.viveragora.com.br/crônicas-rápidas. Acesso em: 26/09/22.)
( ) O autor, apreciador de pastel de feira, rendeu-se à ciência e não mais come esse tipo de comida.
( ) A expressão feito com paciência oriental sugere que o pastel era elaborado à moda oriental.
( ) O autor ia à feira aos sábados com sua mãe, mas não apreciava andar pela feira de barraca em barraca, ajudando a mãe com as sacolas.
( ) Dizer que o pastel é uma iguaria equivale a dizer que ele é muito apreciado, um deleite.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

I - Pretende mostrar alterações no comportamento das pessoas, fazendo-as refletir sobre os benefícios das novas tecnologias. II - Retrata duas épocas: uma em que crianças saíam de casa para brincar com outras crianças, e outra em que, em função do uso constante da tecnologia, as crianças têm menos contato direto entre elas. III - Na fala do ANTES, o garoto comunica à mãe o que vai fazer e, na do AGORA, informa o que está fazendo para não atender a mãe. IV - A imagem de cada quadrinho em nada contribui para melhor entendimento de cada situação retratada.
Estão corretas as afirmativas
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e a onça
Uma vez a onça ouviu o jabuti tocar a sua gaita debicando outra onça e veio ter com o jabuti e perguntoulhe:
— Como tocas tão bem a tua gaita?
O jabuti respondeu: “Eu toco assim a minha gaita: o osso do veado é a minha gaita, ih! Ih!”
A onça tornou: “A modo que não foi assim que eu te ouvi tocar!”
O jabuti respondeu: “Arreda-te mais para lá um pouco, de longe te há de parecer mais bonito.”
O jabuti procurou um buraco, pôs-se na soleira da porta, e tocou na gaita: “o osso da onça é a minha gaita,
ih! Ih!”
Quando a onça ouviu, correu para pegá-lo. O jabuti meteu-se pelo buraco adentro.
A onça meteu as mãos pelo buraco, e apenas lhe agarrou a perna.
O jabuti deu uma risada, e disse: “Pensavas que agarravas a minha perna e agarraste a raiz de pau!”
A onça disse-lhe: “Deixa-te estar!” Largou, então, a perna do jabuti.
O jabuti riu-se uma segunda vez, e disse:
— De fato era a minha própria perna.
A grande tola da onça esperou ali, tanto esperou, até que morreu.
(Disponível em: www.essaseoutras.com.br. Acesso em: 30/09/22.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e a onça
Uma vez a onça ouviu o jabuti tocar a sua gaita debicando outra onça e veio ter com o jabuti e perguntoulhe:
— Como tocas tão bem a tua gaita?
O jabuti respondeu: “Eu toco assim a minha gaita: o osso do veado é a minha gaita, ih! Ih!”
A onça tornou: “A modo que não foi assim que eu te ouvi tocar!”
O jabuti respondeu: “Arreda-te mais para lá um pouco, de longe te há de parecer mais bonito.”
O jabuti procurou um buraco, pôs-se na soleira da porta, e tocou na gaita: “o osso da onça é a minha gaita,
ih! Ih!”
Quando a onça ouviu, correu para pegá-lo. O jabuti meteu-se pelo buraco adentro.
A onça meteu as mãos pelo buraco, e apenas lhe agarrou a perna.
O jabuti deu uma risada, e disse: “Pensavas que agarravas a minha perna e agarraste a raiz de pau!”
A onça disse-lhe: “Deixa-te estar!” Largou, então, a perna do jabuti.
O jabuti riu-se uma segunda vez, e disse:
— De fato era a minha própria perna.
A grande tola da onça esperou ali, tanto esperou, até que morreu.
(Disponível em: www.essaseoutras.com.br. Acesso em: 30/09/22.)
( ) A expressão Deixa-te estar pode ser substituída por Você não perde por esperar ou Aguarde e verá. ( ) A palavra onça classifica-se como substantivo e se flexiona somente em gênero. ( ) O pronome oblíquo lhe substitui a palavra jabuti, funcionando como elemento coesivo referencial. ( ) A palavra então indica uma conclusão, pode ser substituída por assim ou portanto.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e a onça
Uma vez a onça ouviu o jabuti tocar a sua gaita debicando outra onça e veio ter com o jabuti e perguntoulhe:
— Como tocas tão bem a tua gaita?
O jabuti respondeu: “Eu toco assim a minha gaita: o osso do veado é a minha gaita, ih! Ih!”
A onça tornou: “A modo que não foi assim que eu te ouvi tocar!”
O jabuti respondeu: “Arreda-te mais para lá um pouco, de longe te há de parecer mais bonito.”
O jabuti procurou um buraco, pôs-se na soleira da porta, e tocou na gaita: “o osso da onça é a minha gaita,
ih! Ih!”
Quando a onça ouviu, correu para pegá-lo. O jabuti meteu-se pelo buraco adentro.
A onça meteu as mãos pelo buraco, e apenas lhe agarrou a perna.
O jabuti deu uma risada, e disse: “Pensavas que agarravas a minha perna e agarraste a raiz de pau!”
A onça disse-lhe: “Deixa-te estar!” Largou, então, a perna do jabuti.
O jabuti riu-se uma segunda vez, e disse:
— De fato era a minha própria perna.
A grande tola da onça esperou ali, tanto esperou, até que morreu.
(Disponível em: www.essaseoutras.com.br. Acesso em: 30/09/22.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O jabuti e a onça
Uma vez a onça ouviu o jabuti tocar a sua gaita debicando outra onça e veio ter com o jabuti e perguntoulhe:
— Como tocas tão bem a tua gaita?
O jabuti respondeu: “Eu toco assim a minha gaita: o osso do veado é a minha gaita, ih! Ih!”
A onça tornou: “A modo que não foi assim que eu te ouvi tocar!”
O jabuti respondeu: “Arreda-te mais para lá um pouco, de longe te há de parecer mais bonito.”
O jabuti procurou um buraco, pôs-se na soleira da porta, e tocou na gaita: “o osso da onça é a minha gaita,
ih! Ih!”
Quando a onça ouviu, correu para pegá-lo. O jabuti meteu-se pelo buraco adentro.
A onça meteu as mãos pelo buraco, e apenas lhe agarrou a perna.
O jabuti deu uma risada, e disse: “Pensavas que agarravas a minha perna e agarraste a raiz de pau!”
A onça disse-lhe: “Deixa-te estar!” Largou, então, a perna do jabuti.
O jabuti riu-se uma segunda vez, e disse:
— De fato era a minha própria perna.
A grande tola da onça esperou ali, tanto esperou, até que morreu.
(Disponível em: www.essaseoutras.com.br. Acesso em: 30/09/22.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container