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Respondida
Não é próprio falar sobre os alunos...
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Qual outro meio que proporciona para que tal
sentimento de distância entre o universo do
professor e do aluno se intensifica mais ainda?
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Não é próprio falar sobre os alunos...
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“E,
no entanto , ao seu redor gira um universo
do qual o centro és tu e não eu”. (1º Parágrafo)
O termo em destaque pode ser substituído, sem que
haja perda de sentido, por:
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Não é próprio falar sobre os alunos...
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Além do autor demonstrar um certo
distanciamento da temática aluno por parte dos
professores e outros profissionais de educação, o
mesmo caracteriza a seguinte ausência:
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Não é próprio falar sobre os alunos...
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“Os alunos, meninos e meninas, alegres,
brincalhões, curiosos, querendo aprender, alunos
como companheiros dessa brincadeira que se chama
ensinar e aprender –– sobre tais alunos o silêncio era
total”. (3º parágrafo)
O que essa afirmação dada pelo autor revela?
A
Havia uma inexistência de alunos com a vontade
de aprender, eram formados, na maioria das vezes,
por discentes descomprometidos com o ambiente
de aprendizagem.
B
Havia um distanciamento entre professores e
alunos, e essa separação era causada pela
informalidade que caracterizava os alunos, o que
justificava o comportamento taxativo dos docentes
diante destes.
C
Havia uma despersonalização quanto ao ser
aluno, era visto como mais uma peça de trabalho,
sem uma proximidade e intimidade com o ser
indivíduo.
D
Havia um desinteresse por parte dos professores
perante a falta de capacitação para ensinar os alunos
que fugiam das regras formais das escolas, sendo
discriminados aqueles discentes considerados
alegres, brincalhões e curiosos.
E
Havia uma concepção equivocada do professor
diante dos alunos, em que os considerados alegres,
brincalhões e curiosos eram podados e não eram
explorados de acordo com a sua capacidade.
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A partir das ideias apontadas no texto, qual é a
análise nas instituições de ensino em relação ao
posicionamento indiferente dos profissionais de
educação diante da classe de estudantes?
A
São fatos que circulam pelos profissionais de
educação não de modo institucional mas ideológico,
podendo ser vistos independente do grau de ensino
em que o professor se insere.
B
São fatos que predominam no ensino básico, ou,
como afirma o autor, nas escolas primárias, em que
a preocupação dos professores consiste em apenas
alcançar os métodos pedagógicos estipulados e pré-estabelecidos.
C
São fatos que se enraízam ainda nas escolas
primárias, marcados por questões denominativas e
simbólicas, em que o aluno é definido como um ser
dotado de capacidades psicológicas e biológicas.
D
São fatos cada vez mais comum em escolas e em
universidades, onde há uma divergência natural de
ideias entres professores e alunos.
E
São fatos causados por questões socioculturais
em que o aluno, quando inserido em um âmbito
como a universidade, são diferenciados pelas suas
origens e capacidades cognitivas diversas.
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“Por vários anos eu viajei diariamente de trem,
de Campinas para Rio Claro, onde eu era professor
na antiga Faculdade de Filosofia. No mesmo vagão
viajavam também muitos professores a caminho das
escolas onde trabalhavam. Iam juntos, alegres e
falantes... Por anos escutei o que falavam”. (2º
parágrafo)
Segundo o autor, os professores:
A
Possuíam universos comuns entre si e que
estavam relacionados ao seu mundo em questão:
diretores, colegas, salários, alunos, reuniões,
relatórios, férias, programas, provas etc.
B
Possuíam um universo restrito, em que as
conversas giravam em torno da escola como
instituição, e, raras vezes, o alunado e o ensino eram
o centro de suas conversas.
C
Suas conversas envolviam assuntos
administrativos escolares em que o aluno era visto
como uma peça-chave de toda essa administração.
D
Seus universos eram marcados por conversas
relacionados ao seu trabalho, ou seja, ao seu
mundo, ao universo escolar. No entanto, o assunto
referente ao discente era distante.
E
Seus universos eram caracterizados de forma
técnica em que os professores, como seres
despersonalizados, tratavam, de modo formal, os
assuntos profissionais, em que o colega era visto
como o diretor, a criança como o aluno e as
conversas resumiam-se em reuniões.
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“Participei da banca que examinou uma tese de
doutorado cujo tema era os livros em que, nas
escolas, são registradas as reuniões de diretores e
professores”. (3º parágrafo)
Diante dessa participação, qual foi a conclusão do
autor?
A
As coisas que foram registradas eram, de fato, de
cunho importante e relevante para escola como um
ambiente de ensino e aprendizagem.
B
Os alunos não eram o centro do assunto que
envolvia esses livros de registros. Todavia, a inserção
desses discentes era dada quando a sua
interferência era de cunho negativo. Ou seja,
quando atrapalhavam a ordem administrativa.
C
Que tal pesquisa tinha como conclusão o óbvio: o
assunto sobre o discente era tratado de modo
primário através das reuniões de diretores e
professores.
D
As coisas que foram registradas, foram, na
maioria das vezes, de cunho burocrático. Desse
modo, a inserção do discente seria divergente ao
universo que foi fundamentado nesses livros, cujo
propósito são os registros das reuniões de diretores
e professores.
E
O registro sobre leis, portarias, relatórios,
assuntos administrativos e burocráticos, eventos e
festas eram os meios norteadores que auxiliavam os
professores nas suas relações com os alunos.
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“Fascinam-me esses universos que me
tangenciam e que, no entanto, estão distantes de
mim”. (2º parágrafo)
Segundo o autor, a maneira pela qual pode-se ter
contato com os universos que o tangenciam é:
A
Por meio dos diálogos, em que se insere como
interlocutor, realizando, assim, a formação e a
construção de universos.
B
Através das conversas em que lhe permite a
possibilidade de viajar para outros universos.
C
Por meios de viagens que permitem ter contato
com diversas culturas, ou seja, vários universos.
D
Através do contato com profissionais que
possuem muitas experiências de aspecto social,
estabelecendo, assim, um elo entre universos
conhecidos e desconhecidos.
E
Por meio de livros em que apresentam vários
universos distintos, mas que se dialogam.
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“Gosto de ouvir conversas. Mania de
psicanalista. É que nas conversas moram mundos
diferentes do meu”. (1º parágrafo)
De acordo com as ideias expostas no texto, as
conversas:
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Diante das ideias discutidas acerca do aluno,
qual é o ponto de vista do autor sobre a classe de
educandos?
A
Os alunos devem ser vistos, antes de tudo, como
seres dotados de capacidades bio-psicológicas.
B
Os alunos, além de ser seres bio-psicológicos, não
devem ser vistos como peças-chave, em que o
professor utiliza-os somente como depósito de
saberes.
C
Os alunos devem ser trabalhados segundo a sua
condição bio-psicológica, atentando para o universo
e contexto diferentes em que estão inseridos.
D
Os alunos devem ser vistos e tratados como
crianças de carne e osso que sofrem, riem e choram
e que veem na escola um meio e uma oportunidade
de torná-los produtivos para o futuro.
E
Os alunos não podem ser vistos pelo ponto de
vista bio-psicológico, pois são seres dotados de
condições e necessidades diferentes, devendo haver
uma intervenção que atenda para sua condição
enquanto ser com sentimentos, anseios e
peculiaridades.