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Foram encontradas 60 questões.

2105219 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR

Leia o texto para responder a questão.


Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Com relação ao décimo parágrafo, assinale a alternativa correta.
 

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2105217 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR

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Google lança página para defender suas iniciativas contra a desinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com as fake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) uma página sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitais lidam com a desinformação. O material é parecido com uma iniciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder a questões como "o algoritmo da busca favorece sites que disseminam fake news" ou "as plataformas do Google não são transparentes".

A empresa defende que os resultados da busca são determinados por uma série de algoritmos que analisam fatores como os termos da pesquisa, relevância e usabilidade das páginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um "saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a mais links sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "o Google pode identificar e remover toda a desinformação da internet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafio complexo para o qual não existe uma resposta simples e única". Na versão estendida, a companhia afirma que "não está em posição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, a veracidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma "outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossos resultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários "ferramentas para acessar o contexto e a diversidade de perspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões", sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a "publicidade digital financia disseminadores de desinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que "estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitido nos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebem publicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhão de contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginas da web por violar essas políticas e que os anunciantes podem escolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suas plataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem que eles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões de cliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e que muitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digital para arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites que utilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital faz parte das acusações de condutas anticompetitivas em processos nos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, Ken Paxton, a atuação da empresa é comparada à de todos os jogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociar anúncios porque atua em todas as posições, arremessando e recebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticos é alvo de discussão regulatória em alguns países como França e Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que o Google negociasse com editoras o pagamento pelo uso do conteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinou acordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas como Google e Facebook terão que pagar aos meios de comunicação pelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra a medida.


Disponível em https://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

A figura de linguagem dominante no texto é
 

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Disciplina: Português
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Google lança página para defender suas iniciativas contra adesinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com asfake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) umapágina sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitaislidam com a desinformação. O material é parecido com umainiciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder aquestões como "o algoritmo da busca favorece sites quedisseminam fake news" ou "as plataformas do Google não sãotransparentes".

A empresa defende que os resultados da busca sãodeterminados por uma série de algoritmos que analisam fatorescomo os termos da pesquisa, relevância e usabilidade daspáginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um"saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a maislinks sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "oGoogle pode identificar e remover toda a desinformação dainternet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafiocomplexo para o qual não existe uma resposta simples e única".Na versão estendida, a companhia afirma que "não está emposição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, averacidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma"outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossosresultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários"ferramentas para acessar o contexto e a diversidade deperspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões",sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a"publicidade digital financia disseminadores dedesinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que"estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitidonos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebempublicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhãode contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginasda web por violar essas políticas e que os anunciantes podemescolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suasplataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem queeles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões decliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e quemuitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digitalpara arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites queutilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital fazparte das acusações de condutas anticompetitivas em processosnos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, KenPaxton, a atuação da empresa é comparada à de todos osjogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociaranúncios porque atua em todas as posições, arremessando erecebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticosé alvo de discussão regulatória em alguns países como Françae Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que oGoogle negociasse com editoras o pagamento pelo uso doconteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinouacordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas comoGoogle e Facebook terão que pagar aos meios de comunicaçãopelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra amedida.


Disponível emhttps://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Assinale a alternativa que apresenta um verbo noPretérito.
 

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2105214 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR

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Google lança página para defender suas iniciativas contra adesinformação

Empresa tenta responder a cinco "mitos" relacionados com asfake news nas buscas on-line e anúncios digitais.

Por G1


O Google colocou no ar nesta quinta-feira (7) umapágina sobre como sua plataforma de buscas e anúncios digitaislidam com a desinformação. O material é parecido com umainiciativa do YouTube, publicada em outubro passado.

O site possui "5 mitos e fatos" e tenta responder aquestões como "o algoritmo da busca favorece sites quedisseminam fake news" ou "as plataformas do Google não sãotransparentes".

A empresa defende que os resultados da busca sãodeterminados por uma série de algoritmos que analisam fatorescomo os termos da pesquisa, relevância e usabilidade daspáginas, localização, entre outros.

Ao fim de cada "mito", a página tem um link para um"saiba mais", que amplia a resposta e leva os leitores a maislinks sobre suas políticas.

Identificação de conteúdo falso

O primeiro deles responde a uma questão que diz que "oGoogle pode identificar e remover toda a desinformação dainternet".

A empresa diz que "a desinformação é um desafiocomplexo para o qual não existe uma resposta simples e única".Na versão estendida, a companhia afirma que "não está emposição de avaliar, de modo objetivo e em grande escala, averacidade de um conteúdo ou a intenção dos criadores".

Há ainda trechos que dizem que a companhia toma"outras medidas para aprimorar a qualidade dos nossosresultados para contextos e tópicos" e que fornece aos usuários"ferramentas para acessar o contexto e a diversidade deperspectivas de que precisam para formar as próprias opiniões",sem detalhar nos tópicos quais medidas e ferramentas são essas.

Publicidade digital

Outro "mito", segundo o Google, seria que a"publicidade digital financia disseminadores dedesinformação".

A defesa da empresa é que existem políticas que"estabelecem regras claras para limitar o conteúdo permitidonos anúncios em nossas plataformas ou nos sites que recebempublicidade por meio delas".

A empresa diz ainda que em 2019 encerrou 1,2 milhãode contas, removeu anúncios de mais de 21 milhões de páginasda web por violar essas políticas e que os anunciantes podemescolher barrar determinados sites ou tópicos.

Relação com veículos jornalísticos

O Google também se defende da crítica que diz que suasplataformas usam o conteúdo de veículos jornalísticos sem queeles ganhem algo com isso.

A empresa diz que são direcionados 24 bilhões decliques por mês para sites de notícia em todo o mundo e quemuitos deles utilizam suas ferramentas de publicidade digitalpara arrecadar receita.

O fato de o Google direcionar tráfego para sites queutilizam suas próprias ferramentas de publicidade digital fazparte das acusações de condutas anticompetitivas em processosnos Estados Unidos.

Na ação liderada pelo procurador-geral do Texas, KenPaxton, a atuação da empresa é comparada à de todos osjogadores de uma partida de beisebol. Segundo o procurador, o Google faz uso de informações privilegiadas para negociaranúncios porque atua em todas as posições, arremessando erecebendo a bola, por exemplo.

A relação entre a companhia e os veículos jornalísticosé alvo de discussão regulatória em alguns países como Françae Austrália.

Em outubro passado, a Justiça francesa ordenou que oGoogle negociasse com editoras o pagamento pelo uso doconteúdo em seus produtos – um mês depois, a empresa assinouacordos de direitos autorais com seis jornais e revistas do país.

A Austrália anunciou em julho que empresas comoGoogle e Facebook terão que pagar aos meios de comunicaçãopelo uso de seu conteúdo, mas o buscador se colocou contra amedida.


Disponível emhttps://g1.globo.com/economia/tecnologia/noticia/2021/01/07/google-lanca-pagina-para-defender-suas-iniciativas-contra-a-desinformacao.ghtml

Analise: “O primeiro deles responde a umaquestão...” e assinale a alternativa que classificacorretamente os termos em destaque,respectivamente.
 

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Quais os dois times finalistas da Copa do Brasil de 2020?
 

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2082378 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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Paciente de 32 anos com 14 semanas de gestação chega a Unidade Básica de Saúde referindo nunca ter realizado rastreio citológico para câncer de colo do útero. Sem outras queixas no momento da consulta. Nega histórico familiar de neoplasias ginecológicas. Assinale a alternativa com a conduta adequada nessa situação.
 

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2082377 Ano: 2021
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
Provas:
A participação da sociedade organizada, garantida na legislação, torna os Conselhos de Saúde uma instância privilegiada na proposição, discussão, acompanhamento, deliberação, avaliação e fiscalização da implementação da Política de Saúde, inclusive nos seus aspectos econômicos e financeiros. Sobre os Conselhos de Saúde, de acordo com a Resolução nº 453, de 10 de maio de 2012, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.
I. Entidades e movimentos representativos de usuários devem compor 25% do número total de conselheiros. II. A participação dos membros eleitos do Poder Legislativo, representação do Poder Judiciário e do Ministério Público, como conselheiros, não é permitida nos Conselhos de Saúde. III. As funções, como membro do Conselho de Saúde, não serão remuneradas, considerando-se o seu exercício de relevância pública e, portanto, garante a dispensa do trabalho sem prejuízo para o conselheiro. IV. Recomenda-se que, a cada eleição, os segmentos de representações de usuários, trabalhadores e prestadores de serviços, ao seu critério, promovam a renovação de, no mínimo, 70% de suas entidades representativas.
 

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2082376 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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A maioria dos pacientes completa o tratamento de tuberculose sem qualquer reação adversa relevante. No entanto, existem alguns casos em que as reações adversas determinam alterações definitivas no esquema terapêutico. Associe os efeitos adversos aos prováveis medicamentos relacionados e assinale a alternativa com a sequência correta.
I. Neurite óptica. II. Suor/urina de coloração avermelhada. III. Hiperuricemia sem sintomas. IV. Psicose.
( ) Etambutol. ( ) Pirazinamida. ( ) Rifampicina. ( ) Isoniazida.
 

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2082375 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
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As classes de anti-hipertensivos consideradas preferenciais para o controle da pressão arterial em monoterapia inicial são, exceto:
 

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2082374 Ano: 2021
Disciplina: Medicina
Banca: UniFil
Orgão: Pref. Cambé-PR
Provas:
Assinale a alternativa que apresenta uma medicação antidiabética secretagoga de insulina, com ação hipoglicemiante mais prolongada durante todo o dia, que promove queda de 1,5 a 2% na hemoglobina glicada, sendo ganho de peso e maior frequência de hipoglicemia os eventos adversos mais comuns.
 

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