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Acerca do câncer de pulmão ou carcinoma broncogênico, julgue
os itens a seguir.
I Tabagismo é a causa mais comum do câncer de pulmão, porém existem outros fatores de risco, como: exposição a asbesto, metais (níquel, cromo, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos), exposição a radiação, fibrose pulmonar.
II Algumas mutações genéticas comuns, responsáveis pelo câncer de pulmão, são: BCL2, p53, EGFR, KRAS e p16.
III A maioria dos pacientes já apresenta doença avançada quando os sintomas se apresentam, podendo estar presentes tosse, hemoptise, dor torácica e dispneia.
IV A síndrome da veia cava superior caracteriza-se por dilatação das veias do pescoço, edema de face, pescoço e extremidades, e aparência pletórica.
Assinale a opção correta.
I Tabagismo é a causa mais comum do câncer de pulmão, porém existem outros fatores de risco, como: exposição a asbesto, metais (níquel, cromo, hidrocarbonetos aromáticos policíclicos), exposição a radiação, fibrose pulmonar.
II Algumas mutações genéticas comuns, responsáveis pelo câncer de pulmão, são: BCL2, p53, EGFR, KRAS e p16.
III A maioria dos pacientes já apresenta doença avançada quando os sintomas se apresentam, podendo estar presentes tosse, hemoptise, dor torácica e dispneia.
IV A síndrome da veia cava superior caracteriza-se por dilatação das veias do pescoço, edema de face, pescoço e extremidades, e aparência pletórica.
Assinale a opção correta.
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Acerca de pneumotórax, julgue os itens subsequentes.
I Em um quadro de pneumotórax, é esperado encontrar os seguintes sinais semiológicos: sons respiratórios abolidos, timpanismo à percussão, aumento do frêmito tóraco-vocal, redução da expansibilidade.
II São causas de pneumotórax: doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, neoplasias, infecção, catamenial, iatrogênico e trauma.
III São causas de pneumotórax espontâneo não traumático primário: blebs subpleurais, uso de drogas, aumento da pressão transpulmonar.
IV A princípio, não constitui risco médico o fato de paciente com pneumotórax realizar viagem aérea, visto que, pela lei de Boyle, na viagem, o volume do pneumotórax tende a diminuir.
Assinale a opção correta.
I Em um quadro de pneumotórax, é esperado encontrar os seguintes sinais semiológicos: sons respiratórios abolidos, timpanismo à percussão, aumento do frêmito tóraco-vocal, redução da expansibilidade.
II São causas de pneumotórax: doença pulmonar obstrutiva crônica, fibrose cística, neoplasias, infecção, catamenial, iatrogênico e trauma.
III São causas de pneumotórax espontâneo não traumático primário: blebs subpleurais, uso de drogas, aumento da pressão transpulmonar.
IV A princípio, não constitui risco médico o fato de paciente com pneumotórax realizar viagem aérea, visto que, pela lei de Boyle, na viagem, o volume do pneumotórax tende a diminuir.
Assinale a opção correta.
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Texto 24A2-III
Paciente do sexo masculino, com cinquenta anos de idade,
escritor, comparece a consulta em unidade de pronto
atendimento.
Queixa principal: tosse há 30 dias.
História da doença atual: paciente relata que iniciou
quadro de tosse, há aproximadamente um mês, caracterizada
como frequente, não correlacionada com fatores ambientais
identificáveis, distribuída durante todo o dia, com expectoração
amarelo-esverdeado espessa. Associada ao sintoma principal, diz
ter apresentado febre aferida, que, inclusive, perdura, e dor
torácica ventilatório-dependente. Refere que, em ida prévia a
outro pronto-socorro, lhe foi receitada azitromicina, de que ele
fez uso por 5 dias, porém sem melhora.
Interrogatório sintomatológico: relata astenia moderada
nesse intervalo, assim como dispneia leve a moderada; nega
coriza, obstrução nasal, gotejamento posterior e odinofagia.
Nega sintomas gastrintestinais ou urinários. Nega sudorese
noturna. Nega alergias.
Antecedentes pessoais: hipertenso e diabético; tabagista
ativo, fuma cerca de 10 cigarros por dia, há 20 anos.
Medicações: losartana, anlodipino e metformina.
Exame físico: mal estado geral, anictérico, acianótico,
desidratado, algo confuso.
Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular em
2 tempos, sem sopros audíveis; frequência cardíaca: 110 bpm;
pressão: 140 mHg × 90 mmHg.
Aparelho respiratório: som respiratório abolido na região
axilar média e infraescapular direita, expansibilidade reduzida à
direita, maciez à percussão na região infraescapular direita e
axilar média e frêmito tóraco-vocal abolido no mesmo local.
Frequência respiratória: 32 rpm. Sp02: 90% a.a.; tiragem
subcostal.
Extremidades: ausência de baqueteamento digital, sem
edema de membros inferiores, TEC < 4 s.
Procedimentos realizados:
toracocentese diagnóstica: líquido pleural purulento,
Ph 6,8, DHL 2.000, proteínas 4,9 mg/dL, glicose 38 mg/dL, 87%
de neutrófilos;
exames laboratoriais: proteínas séricas 3,8 mg/dL,
DHL 420 UI/L, leucócitos 15.000, bastões 5% — predomínio de
polimorfonucleares, plaquetas 200.000, ureia 60 mg/dL,
PCR 60 mg/dL, glicemia 150 mg/dL.
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Texto 24A2-III
Paciente do sexo masculino, com cinquenta anos de idade,
escritor, comparece a consulta em unidade de pronto
atendimento.
Queixa principal: tosse há 30 dias.
História da doença atual: paciente relata que iniciou
quadro de tosse, há aproximadamente um mês, caracterizada
como frequente, não correlacionada com fatores ambientais
identificáveis, distribuída durante todo o dia, com expectoração
amarelo-esverdeado espessa. Associada ao sintoma principal, diz
ter apresentado febre aferida, que, inclusive, perdura, e dor
torácica ventilatório-dependente. Refere que, em ida prévia a
outro pronto-socorro, lhe foi receitada azitromicina, de que ele
fez uso por 5 dias, porém sem melhora.
Interrogatório sintomatológico: relata astenia moderada
nesse intervalo, assim como dispneia leve a moderada; nega
coriza, obstrução nasal, gotejamento posterior e odinofagia.
Nega sintomas gastrintestinais ou urinários. Nega sudorese
noturna. Nega alergias.
Antecedentes pessoais: hipertenso e diabético; tabagista
ativo, fuma cerca de 10 cigarros por dia, há 20 anos.
Medicações: losartana, anlodipino e metformina.
Exame físico: mal estado geral, anictérico, acianótico,
desidratado, algo confuso.
Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular em
2 tempos, sem sopros audíveis; frequência cardíaca: 110 bpm;
pressão: 140 mHg × 90 mmHg.
Aparelho respiratório: som respiratório abolido na região
axilar média e infraescapular direita, expansibilidade reduzida à
direita, maciez à percussão na região infraescapular direita e
axilar média e frêmito tóraco-vocal abolido no mesmo local.
Frequência respiratória: 32 rpm. Sp02: 90% a.a.; tiragem
subcostal.
Extremidades: ausência de baqueteamento digital, sem
edema de membros inferiores, TEC < 4 s.
Procedimentos realizados:
toracocentese diagnóstica: líquido pleural purulento,
Ph 6,8, DHL 2.000, proteínas 4,9 mg/dL, glicose 38 mg/dL, 87%
de neutrófilos;
exames laboratoriais: proteínas séricas 3,8 mg/dL,
DHL 420 UI/L, leucócitos 15.000, bastões 5% — predomínio de
polimorfonucleares, plaquetas 200.000, ureia 60 mg/dL,
PCR 60 mg/dL, glicemia 150 mg/dL.
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Texto 24A2-II
Paciente do sexo masculino, com trinta e cinco anos de
idade, pedreiro, comparece a consulta em unidade de pronto
atendimento, sendo o relatório de seu quadro clínico apresentado
a seguir.
Queixa principal: tosse.
História da doença atual: paciente relata ter iniciado tosse
há aproximadamente uma semana, caracterizada como frequente,
não correlacionada com fatores ambientais identificáveis,
distribuída durante todo o dia, com expectoração amarelada;
refere que, no quarto dia, apresentou febre aferida (38 ºC) e
dispneia leve. Informa que os sintomas o incomodavam, mas não
a ponto de o impedir de trabalhar.
Interrogatório sintomatológico: relato de astenia leve
nesse intervalo; paciente nega coriza, obstrução nasal,
gotejamento posterior e odinofagia; nega também sintomas
gastrintestinais ou urinários, assim como perda ponderal no
período ou sudorese noturna; nega, ainda, uso recente de
antibióticos ou surgimento alergias.
Antecedentes pessoais: nega comorbidades; relata
tabagismo ativo — cerca de 10 cigarros por dia, há 5 anos.
Nega o uso de medicações.
Exame físico: bom estado geral, anictérico, acianótico,
hidratado, orientado em tempo e espaço; ritmo cardíaco regular
em 2 tempos, sem sopros audíveis; frequência cardíaca: 80 bpm;
pressão arterial: 125 mmHg × 80 mmHg; ausência de turgência
jugular; exame do aparelho respiratório demostra: sons
respiratórios presentes bilaterais, roncos e crepitações presentes
na região infraescapular direita; frequência respiratória: 20 rpm.
Sp02: 94% a.a. sem sinais de esforço respiratório.
Extremidades: ausência de baqueteamento digital, sem
edema de membros inferiores, TEC < 3 s.
Resultados dos exames solicitados:
radiografia de tórax: consolidação com broncograma
aéreo em lobo inferior direito, sem derrame pleural; sem outros
achados;
hemograma: hemoglobina 13g/dL, leucócitos
12.000/mm3
, neutrófilos 75%, bastões 2%, plaquetas 250.000,
PCR 5 mg/L, creatinina 1,1 mg/dL, ureia 52 mg/dL.
I Deve-se, sempre, buscar identificar esse agente, uma vez que, com isso, a terapia instituída será mais precisa.
II A pesquisa deve ser realizada em pacientes graves e sem resposta inicial à terapêutica.
III Na seleção do teste a ser realizado, devem ser levados em conta: idade, comorbidades, gravidade e uso prévio de antibiótico.
IV Exame direto e cultura de escarro, hemocultura, teste para detecção de antígenos urinários e testes sorológicos são algumas possibilidades de exames etiológicos a serem utilizados no caso em questão.
Assinale a opção correta.
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Texto 24A2-II
Paciente do sexo masculino, com trinta e cinco anos de
idade, pedreiro, comparece a consulta em unidade de pronto
atendimento, sendo o relatório de seu quadro clínico apresentado
a seguir.
Queixa principal: tosse.
História da doença atual: paciente relata ter iniciado tosse
há aproximadamente uma semana, caracterizada como frequente,
não correlacionada com fatores ambientais identificáveis,
distribuída durante todo o dia, com expectoração amarelada;
refere que, no quarto dia, apresentou febre aferida (38 ºC) e
dispneia leve. Informa que os sintomas o incomodavam, mas não
a ponto de o impedir de trabalhar.
Interrogatório sintomatológico: relato de astenia leve
nesse intervalo; paciente nega coriza, obstrução nasal,
gotejamento posterior e odinofagia; nega também sintomas
gastrintestinais ou urinários, assim como perda ponderal no
período ou sudorese noturna; nega, ainda, uso recente de
antibióticos ou surgimento alergias.
Antecedentes pessoais: nega comorbidades; relata
tabagismo ativo — cerca de 10 cigarros por dia, há 5 anos.
Nega o uso de medicações.
Exame físico: bom estado geral, anictérico, acianótico,
hidratado, orientado em tempo e espaço; ritmo cardíaco regular
em 2 tempos, sem sopros audíveis; frequência cardíaca: 80 bpm;
pressão arterial: 125 mmHg × 80 mmHg; ausência de turgência
jugular; exame do aparelho respiratório demostra: sons
respiratórios presentes bilaterais, roncos e crepitações presentes
na região infraescapular direita; frequência respiratória: 20 rpm.
Sp02: 94% a.a. sem sinais de esforço respiratório.
Extremidades: ausência de baqueteamento digital, sem
edema de membros inferiores, TEC < 3 s.
Resultados dos exames solicitados:
radiografia de tórax: consolidação com broncograma
aéreo em lobo inferior direito, sem derrame pleural; sem outros
achados;
hemograma: hemoglobina 13g/dL, leucócitos
12.000/mm3
, neutrófilos 75%, bastões 2%, plaquetas 250.000,
PCR 5 mg/L, creatinina 1,1 mg/dL, ureia 52 mg/dL.
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Texto 24A2-II
Paciente do sexo masculino, com trinta e cinco anos de
idade, pedreiro, comparece a consulta em unidade de pronto
atendimento, sendo o relatório de seu quadro clínico apresentado
a seguir.
Queixa principal: tosse.
História da doença atual: paciente relata ter iniciado tosse
há aproximadamente uma semana, caracterizada como frequente,
não correlacionada com fatores ambientais identificáveis,
distribuída durante todo o dia, com expectoração amarelada;
refere que, no quarto dia, apresentou febre aferida (38 ºC) e
dispneia leve. Informa que os sintomas o incomodavam, mas não
a ponto de o impedir de trabalhar.
Interrogatório sintomatológico: relato de astenia leve
nesse intervalo; paciente nega coriza, obstrução nasal,
gotejamento posterior e odinofagia; nega também sintomas
gastrintestinais ou urinários, assim como perda ponderal no
período ou sudorese noturna; nega, ainda, uso recente de
antibióticos ou surgimento alergias.
Antecedentes pessoais: nega comorbidades; relata
tabagismo ativo — cerca de 10 cigarros por dia, há 5 anos.
Nega o uso de medicações.
Exame físico: bom estado geral, anictérico, acianótico,
hidratado, orientado em tempo e espaço; ritmo cardíaco regular
em 2 tempos, sem sopros audíveis; frequência cardíaca: 80 bpm;
pressão arterial: 125 mmHg × 80 mmHg; ausência de turgência
jugular; exame do aparelho respiratório demostra: sons
respiratórios presentes bilaterais, roncos e crepitações presentes
na região infraescapular direita; frequência respiratória: 20 rpm.
Sp02: 94% a.a. sem sinais de esforço respiratório.
Extremidades: ausência de baqueteamento digital, sem
edema de membros inferiores, TEC < 3 s.
Resultados dos exames solicitados:
radiografia de tórax: consolidação com broncograma
aéreo em lobo inferior direito, sem derrame pleural; sem outros
achados;
hemograma: hemoglobina 13g/dL, leucócitos
12.000/mm3
, neutrófilos 75%, bastões 2%, plaquetas 250.000,
PCR 5 mg/L, creatinina 1,1 mg/dL, ureia 52 mg/dL.
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Hipertensão pulmonar (HP) é uma desordem fisiopatológica que
pode envolver múltiplas condições clínicas, além de também
poder estar associada a uma variedade de doenças
cardiovasculares e respiratórias. Considerando a classificação
clínica da HP em grupos e as diversas abordagens terapêuticas,
medicamentosas ou não, para cada caso, julgue os itens
seguintes.
I O grupo 1 corresponde à HP arterial e inclui a HP arterial idiopática e hereditária, assim como a associada por drogas ou toxinas; as medicações existentes para tratamento dessas HP, que atuam na via da endotelina, na via do óxido nítrico e na via da prostaciclina, não incluem os bloqueadores de canal de cálcio.
II O grupo 2 corresponde à HP associada a doença do coração esquerdo; a insuficiência cardíaca, assim como as doenças valvares cardíacas, faz parte desse grupo; a abordagem terapêutica das HP desse grupo abrange otimização do tratamento da doença de base, sendo o diurético uma medicação importante, conforme o quadro clínico do paciente.
III O grupo 3 corresponde às HP associadas a doença pulmonar, sendo as principais delas a doença pulmonar obstrutiva crônica e a fibrose pulmonar avançada, e, geralmente, a abordagem das HP desse grupo passa pelo tratamento otimizado da doença pulmonar de base, devendo a grande maioria dos portadores dessas HP também fazer uso de medicações especificas vasodilatadoras pulmonares. IV O grupo 4 corresponde à HP associada a obstrução da artéria pulmonar; a doença pulmonar tromboembólica crônica (DPTEC) faz parte desse grupo, assim como outras obstruções de artéria pulmonar de etiologia neoplásica; são abordagens terapêuticas possíveis para a DPTEC associada a HP: tromboendarterectomia, angioplastia com balão e o riociguate (estimulador da guanilato ciclase solúvel).
Assinale a opção correta.
I O grupo 1 corresponde à HP arterial e inclui a HP arterial idiopática e hereditária, assim como a associada por drogas ou toxinas; as medicações existentes para tratamento dessas HP, que atuam na via da endotelina, na via do óxido nítrico e na via da prostaciclina, não incluem os bloqueadores de canal de cálcio.
II O grupo 2 corresponde à HP associada a doença do coração esquerdo; a insuficiência cardíaca, assim como as doenças valvares cardíacas, faz parte desse grupo; a abordagem terapêutica das HP desse grupo abrange otimização do tratamento da doença de base, sendo o diurético uma medicação importante, conforme o quadro clínico do paciente.
III O grupo 3 corresponde às HP associadas a doença pulmonar, sendo as principais delas a doença pulmonar obstrutiva crônica e a fibrose pulmonar avançada, e, geralmente, a abordagem das HP desse grupo passa pelo tratamento otimizado da doença pulmonar de base, devendo a grande maioria dos portadores dessas HP também fazer uso de medicações especificas vasodilatadoras pulmonares. IV O grupo 4 corresponde à HP associada a obstrução da artéria pulmonar; a doença pulmonar tromboembólica crônica (DPTEC) faz parte desse grupo, assim como outras obstruções de artéria pulmonar de etiologia neoplásica; são abordagens terapêuticas possíveis para a DPTEC associada a HP: tromboendarterectomia, angioplastia com balão e o riociguate (estimulador da guanilato ciclase solúvel).
Assinale a opção correta.
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Texto 24A2-I
Paciente do sexo feminino, com quarenta anos de idade,
secretária, submete-se a consulta ambulatorial.
Queixa principal: cansaço.
História da doença atual: paciente relata que iniciou, há
mais de 6 meses, um quadro de cansaço aos esforços, associado a
dispneia e pré-sincope principalmente ao persistir realizando o
esforço desencadeante dos sintomas. Questionada sobre fatores
de melhora, diz que o repouso era um fator atenuante dos
sintomas.
Relata ter sido atendida em unidade de pronto
atendimento no mês anterior, na ocasião com piora dos sintomas
apresentados; não sabe dizer o que usou mas relata ter ficado
dois dias internada e recorda que, na ocasião, disseram algo sobre
saturação de oxigênio mais baixa, tendo chegado a usar cateter
de oxigênio. Refere que, após a alta, teve melhora, mas os
sintomas persistiram. Realizou alguns exames, que apresenta na
presente consulta.
Interrogatório sintomatológico: nega sintomas de vias
aéreas superiores, chiado torácico, tosse, dispneia paroxística
noturna e febre. Relata ocorrência, em algumas ocasiões, de
edema de membros inferiores.
Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica e
história prévia de embolia pulmonar (com relato de tratamento
irregular, aproximadamente por dois meses). Ex-tabagista, com
carga tabágica de 5 maço/ano.
Antecedentes obstétricos: nega abortos e informa que tem
dois filhos nascidos normalmente.
Medicação: losartana 50 mg 2 vezes ao dia.
Exame físico: regular estado geral, anictérica, cianose
discreta de extremidades, hidratada, orientada em tempo e
espaço. IMC 23.
Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular em
2 tempos, presença de hiperfonese de componente P2 em
foco pulmonar. Frequência cardíaca: 90 bpm.
Pressão: 140 mmHg × 90 mmHg. Turgência jugular presente.
Aparelho respiratório: sons respiratórios presentes
bilaterais, sem ruídos adventícios. Frequência
respiratória: 27 rpm. Sp02: 89% a.a.
Extremidades: cianose de extremidades, ausência de
baqueteamento digital, edema de membros inferiores bilaterais.
Exames trazidos na consulta:
espirometria: sem alterações;
tomografia de tórax sem contraste: presença de perfusão
em mosaico e aumento de diâmetro de artéria pulmonar,
parênquima pulmonar sem alterações significativas, sem
descrição de nódulos pulmonares ou linfonodos aumentados;
ecocardiograma: FE 66%, função sistólica de ventrículo
esquerdo preservada, ausência de aumento de câmaras esquerdas,
disfunção sistólica de ventrículo direito, aumento de câmaras
direitas, VRT 4,7 m/s, PSAP 98 mmHg, aumento do diâmetro da
artéria pulmonar.
I Recomenda-se anticoagulação em doses terapêuticas, de longa duração, para todos os pacientes com quadro semelhante ao apresentado no caso clínico em questão.
II Avaliar a possibilidade diagnóstica de síndrome do anticorpo antifosfolípide (SAAF) é recomendado para pacientes com quadro semelhante ao descrito no caso clínico em questão.
III A tromboendarterectomia é o tratamento de primeira linha para os pacientes com doença pulmonar tromboembólica crônica e obstruções acessíveis na cirurgia.
IV O ecocardiograma é uma importante ferramenta na avaliação de hipertensão pulmonar, podendo-se, inclusive, prescindir do cateterismo cardíaco direito para se fechar o diagnóstico.
Assinale a opção correta.
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Texto 24A2-I
Paciente do sexo feminino, com quarenta anos de idade,
secretária, submete-se a consulta ambulatorial.
Queixa principal: cansaço.
História da doença atual: paciente relata que iniciou, há
mais de 6 meses, um quadro de cansaço aos esforços, associado a
dispneia e pré-sincope principalmente ao persistir realizando o
esforço desencadeante dos sintomas. Questionada sobre fatores
de melhora, diz que o repouso era um fator atenuante dos
sintomas.
Relata ter sido atendida em unidade de pronto
atendimento no mês anterior, na ocasião com piora dos sintomas
apresentados; não sabe dizer o que usou mas relata ter ficado
dois dias internada e recorda que, na ocasião, disseram algo sobre
saturação de oxigênio mais baixa, tendo chegado a usar cateter
de oxigênio. Refere que, após a alta, teve melhora, mas os
sintomas persistiram. Realizou alguns exames, que apresenta na
presente consulta.
Interrogatório sintomatológico: nega sintomas de vias
aéreas superiores, chiado torácico, tosse, dispneia paroxística
noturna e febre. Relata ocorrência, em algumas ocasiões, de
edema de membros inferiores.
Antecedentes pessoais: hipertensão arterial sistêmica e
história prévia de embolia pulmonar (com relato de tratamento
irregular, aproximadamente por dois meses). Ex-tabagista, com
carga tabágica de 5 maço/ano.
Antecedentes obstétricos: nega abortos e informa que tem
dois filhos nascidos normalmente.
Medicação: losartana 50 mg 2 vezes ao dia.
Exame físico: regular estado geral, anictérica, cianose
discreta de extremidades, hidratada, orientada em tempo e
espaço. IMC 23.
Aparelho cardiovascular: ritmo cardíaco regular em
2 tempos, presença de hiperfonese de componente P2 em
foco pulmonar. Frequência cardíaca: 90 bpm.
Pressão: 140 mmHg × 90 mmHg. Turgência jugular presente.
Aparelho respiratório: sons respiratórios presentes
bilaterais, sem ruídos adventícios. Frequência
respiratória: 27 rpm. Sp02: 89% a.a.
Extremidades: cianose de extremidades, ausência de
baqueteamento digital, edema de membros inferiores bilaterais.
Exames trazidos na consulta:
espirometria: sem alterações;
tomografia de tórax sem contraste: presença de perfusão
em mosaico e aumento de diâmetro de artéria pulmonar,
parênquima pulmonar sem alterações significativas, sem
descrição de nódulos pulmonares ou linfonodos aumentados;
ecocardiograma: FE 66%, função sistólica de ventrículo
esquerdo preservada, ausência de aumento de câmaras esquerdas,
disfunção sistólica de ventrículo direito, aumento de câmaras
direitas, VRT 4,7 m/s, PSAP 98 mmHg, aumento do diâmetro da
artéria pulmonar.
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