Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

1126666 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Considerando que as orações adjetivas podem ter valor restritivo ou não restritivo, analise os enunciados apresentados a seguir.

1. [...] ‘coxinhas’ e ‘petralhas’ realizam intenso debate nas redes, na maioria das vezes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão.

2. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero.

3. Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais.

4. As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Têm valor restritivo as orações destacadas, apenas, em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1125920 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

O solo deve ser bastante aproveitado em relação à ocupação para habitações, construção de estradas, manutenção das florestas e das plantações, assim como para o aproveitamento dos cursos de água. Mas, desde os povos antigos, o solo é muito aproveitado para a agricultura, os grandes plantios da monocultura ou a cultura de subsistência e a agricultura familiar. Em alguns terrenos com leve inclinação, é recomendada a realização de curvas de níveis para diminuir ou evitar a erosão e perda de terrenos.

Porém, quando a região é bastante inclinada, a solução encontrada pelo agricultor é de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Segundo Libâneo (1990), a tendência liberal tradicional tem algumas características pedagógicas. Sobre estas, analise os itens seguintes:

I. O estudante é sujeito ativo do seu próprio processo de aprendizagem.

II. O aluno é educado para atingir sua plena realização mediante o seu próprio esforço individual.

III. As diferenças de classe social não são consideradas.

IV. Toda prática escolar não tem nenhuma relação com o cotidiano do aluno.

V. A escola é participativa, e as ações são decididas de forma colegiada.

Estão CORRETOS

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Se a verdadeira função social da escola é a formação integral do indivíduo por meio do desenvolvimento de suas competências e habilidades, visando prepará-lo para o exercício efetivo da cidadania, é inevitável que se supere a avaliação tradicional no sentido de se adotar a avaliação formativa. Segundo Hadji (2001), avaliação formativa é aquela, que se situa no centro da ação de formação. Sobre essa avaliação, analise os itens abaixo:

I. Permite segurança na aferição das notas, quando o professor realiza pontualmente as provas e os exercícios.

II. Favorece o levantamento de informações úteis à regulação dos processos de ensino e aprendizagem, contribuindo para a efetivação da atividade de ensino.

III. Apresenta informações ao professor dos efeitos reais de sua intervenção pedagógica, possibilitando que ele regule sua ação a partir desses dados.

IV. Cabe ao aluno tomar consciência das dificuldades que encontra e poder tornar-se capaz de reconhecer e corrigir seus próprios erros, progredindo na sua aprendizagem.

V. Prioriza o momento somativo que aponta ao professor o momento certo de aferir valores ao desempenho do aluno.

Estão CORRETOS

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1107947 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

As aves e os répteis são animais mais evoluídos que os anfíbios a sua fecundação ocorre de forma interna e, geralmente, os ovos são mantidos em ninhos para a proteção no desenvolvimento embrionário. Os ovos das aves e dos répteis são ricos em vitelo são do tipo megalécito.

Observando a imagem abaixo, vemos o desenvolvimento em brionário de um réptil.

Enunciado 1107947-1

A invaginação da parede do arquênteron o armazenamento de excretas a absorção da casca do ovo e o auxílio da respiração são feitos por meio de uma estrutura caracterizada por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1101531 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE
Provas:

De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs), temos como destaque a sistematização de conhecimentos. Para isso, será necessário que o professor organize fechamentos ou sistematizações de conhecimentos, parciais e gerais, para cada tema trabalhado em sala de aula. Mas, durante a investigação de um tema, uma série de conceitos, procedimentos e atitudes vão se desenvolvendo; fechamentos parciais devem ser produzidos, de modo a organizar com a classe as novas aquisições. Ao final das investigações sobre o tema, recuperam-se os aspectos fundamentais dos fechamentos parciais, produzindo-se, então, a síntese final. A sistematização é momento privilegiado de comparação de conhecimentos prévios e construídos, a valorização e a crítica de todo o processo. Sabemos que há uma importância desse momento no processo de ensino e aprendizagem, pois sua ausência resulta em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1101457 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 2

Enunciado 1101457-1

Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/redacao/tema-de-redacao/tema-de-redacao-o-discurso-de-odio-no-brasil-intolerancia-ou-liberdade-de-expressao. Acesso em: 07/09/2018.

No Texto 2, alguns elementos verbais e não verbais utilizados para expressar a ideia de intolerância e ódio são:

1. na parte verbal, a relação semântica condicional estabelecida entre as ideias, introduzida pela conjunção ‘desde que’.

2. a expressão fisionômica de raiva e o movimento de bater com o cassetete que se revela no personagem que está em pé.

3. a ilustração de um personagem agredido, mesmo já subjugado (de joelhos e mãos na cabeça), caído sobre uma poça, e em que aparecem também respingos que podem aludir a lágrimas, suor ou sangue.

4. o fato de a placa que representa a ‘liberdade de expressão’ aparecer caída, com os dizeres virados para baixo.

Estão CORRETOS:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1099022 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

“O brasileiro é cordial e hospitaleiro”. No que se refere a essa visão, difundida por alguns sociólogos, os dados apresentados no Texto 1:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
1098932 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Caetés-PE

TEXTO 1

Brasil cultiva discurso de ódio nas redes sociais, mostra pesquisa

Na Sociologia e na Literatura, o brasileiro foi por vezes tratado como cordial e hospitaleiro, mas não é isso o que ac ontece nas redes sociais: a democracia racial apregoada por Gilberto Freyre passa ao largo do que acontece diariamente nas comunidades virtuais do país. Levantamento inédito realizado pelo projeto Comunica que Muda , iniciativa da agência Nova/sb, mostra em números a intolerância do internauta tupiniquim.

Entre abril e junho, um algoritmo vasculhou plataformas como Facebook, Twitter e Instagram atrás de mensagens e textos sobre temas sensíveis, como racismo, posicionamento político e homofobia. Foram i dentificadas 393.284 menções, sendo 84% delas com abordagem negativa, de exposição do preconceito e da discriminação. Aquele brasileiro cordial não usa a internet no Brasil diz Thiago Tavares, presidente da ONG SaferNet Brasil. O que a ge nte tem visto nas redes sociais é o acirramento do discurso de ódio, de intolerância às diferenças.

Como resultado do panorama político gerado a partir das eleições de 2014, “coxinhas” e “petralhas” realizam intenso debate nas redes, na maioria das ve zes com xingamentos e discursos rasos, que incentivam o ódio e a divisão. Do total de mensagens analisadas, 219.272 tinham cunho político, sendo que 97,4% delas abordavam aspectos negativos. A segregação virtual foi materializada no muro erguido no gramado do Congresso Nacional para separar manifestantes contra e a favor do afastamento da presidente Dilma Rousseff.

O segundo tema com maior número de mensagens foi o ódio às mulheres. Muitos internautas parecem não entender que lugar de mulher é onde ela quiser, e a misoginia se alastra pelas redes. Assédio, pornografia de vingança, incitação ao estupro e outras violências são, por vezes, travestidos de “piadas” que são curtidas e compartilhadas, reforçando no ambiente virtual o machismo presente na sociedade. Ao todo, foram coletadas 49.544 citações que abordavam as desigualdades de gênero, sendo 88% delas com viés intolerante.

Pessoas com algum tipo de deficiência, que lutam no dia a dia por seus direitos, também são achincalhadas nas redes sociais. O levantamento captou 40.801 mensagens sobre o tema, sendo 93,4% com abordagem negativa. Termos como “leproso” e “retardado mental” e o uso da deficiência para “justificar” direitos são usados nessas citações. [...]

– Ao contrário do que muita gente acha, o Brasil é intolerante. A cada 23 minutos, um jovem negro é assassinado no país; a cada 11 minutos, uma mulher é estuprada – ressalta Bob Vieira, diretor executivo da agência Nova/sb. – As redes sociais fazem nada mais que amplificar esse ódio, reafirmar os preconceitos que as pessoas já têm.

Vieira destaca que o levantamento captou dois tipos de intolerância. O visível, em que o agressor vai direto ao ponto; e o invisível, mais sutil, que se esconde em comentários que podem passar despercebidos, pois abordam discursos que já foram incorporados pela sociedade, mas não pelas vítimas. – É quando a professora fala para a aluna alisar o cabelo para ficar bonita ou o crítico trata o Bolsa-Família como esmola – diz Vieira. [...]

Mais que constatar a existência do preconceito nas redes sociais, o estudo quer debater a tênue linha que separa o discurso de ódio do direito à liberdade de expressão. Paula Martins, diretora executiva da ONG Artigo 19, acredita que o combate à intolerância deve acontecer pelo fomento à tolerância e à pluralidade, não por medidas restritivas. – O direito à liberdade de expressão não é absoluto. Legislações tratam o discurso de ódio explicitamente como um limitador da liberdade de expressão – avalia. – Mas cada caso deve ser tratado de forma individualizada. [...]

Disponível em: https://oglobo.globo.com/sociedade/brasil-cultiva-discurso-de-odio-nas-redes-sociais-mostra-pesquisa-19841017. Acesso em: 07/09/2018. Adaptado.

Assinale a alternativa na qual o termo destacado e o termo apresentado entre parênteses têm equivalência semântica.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O papel e a atuação do professor não são os mesm os do passado antes ele acreditava que detinha todo o conhecimento a ser repassado ao aluno e que a sala de aula era o único local de atuação, considerando se o dono desse espaço. Com base n a promulgação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional LDBEN nº 9394/96, em seu Art. 13, sobre as proposições que os docentes passaram a ter desde então, analis e os itens abaixo:

I. Participar integralmente da organização da matrícula e dos documentos dos alunos das turmas nas quais vai trabalhar.

II. Elaborar e cumprir plano de trabalho, segundo a proposta pedagógica da instituição onde trabalha.

III. Zelar pela aprendizagem dos alunos e estabelecer estratégias de recuperação para os alunos de menor rendimento.

IV. Participar da elaboração da proposta pedagógica do estabelecimento de ensino onde atua.

V. Colaborar n as atividades de articulação da escola com as famílias e a comunidade.

Estão CORRETOS, apenas,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas