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Foram encontradas 210 questões.

2312158 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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No que diz respeito à segurança de equipamentos, de sistemas, em redes e na internet, um termo está associado à realização de cópias de segurança visando a garantia dos dados armazenados, ao passo que outro está diretamente relacionado à política de segurança de uma instituição e visa a proteção das redes contra invasores e hackers, no sentido de filtrar o tráfego de rede a partir de regras preestabelecidas e configuradas em softwares específicos. Esses dois termos são conhecidos, respectivamente, como:

 

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2312157 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Nos microcomputadores atuais, para acessar sites da internet é necessário ter instalado um browser para navegação. Nesse contexto, dois recursos do Google Chrome são caracterizados a seguir.

I. Estando com a URL de um site configurada na Barra de Favoritos, o acionamento de um ícone do browser mostra uma janela com o significado "Editar Favorito".

II. Pressionar uma tecla de função na tela do browser possibilita visualizar o conteúdo do site na modalidade tela cheia.

O ícone e a tecla de função são, respectivamente:

 

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2312156 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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A planilha da figura abaixo foi criada na software Calc da suíte LibreOffice 7.0.3.1, versão 64 bits em português. Nela, foram realizados os procedimentos descritos a seguir.

I. Em D9 foi inserida a expressão =SOMA(A7;D7).

II. Em D11 foi inserida a expressão =CONT.SE(A7:D7;"<=21").

III. Em D13 foi inserida uma expressão usando a função MAIOR para determinar o maior número dentre todos nas células A7, B7, C7 e D7.

Enunciado 2312156-1

Nessas condições, os valores mostrados nas células D9 e D11 e a expressão inserida em D13 são, respectivamente:

 

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2312155 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Um funcionário da Prefeitura de Cabo Frio digitou um texto no Word 2019 BR, com alinhamento justificado. Ao final do trabalho, executou três procedimentos, descritos a seguir.

I. Selecionou o título do texto e aplicou alinhamento centralizado, por meio do acionamento de um ícone do editor.

II. Selecionou o restante do texto e aplicou alinhamento à esquerda, por meio do acionamento de um atalho de teclado.

III. Posicionou o cursor do mouse no início do texto e pressionou uma tecla de função, para realizar a verificação e correção ortográfica.

Nessas condições, o ícone, o atalho de teclado e a tecla de função foram, respectivamente:

 

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2312154 Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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O sistema operacional Windows 10 BR, visando ·facilitar a operação e o uso dos recursos, disponibiliza diversos atalhos de teclado. Entre eles, "Alt + Tab" e "Logotipo do Enunciado 2312154-1 + I" que devem ser utilizados, respectivamente, com as seguintes finalidades:

 

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2312153 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Texto: SEDIAR OU NÃO: O DEBATE ECONÔMICO SOBRE AS OLIMPÍADAS

Os Jogos Olímpicos de Tóquio resultaram em perdas econômicas para o Japão e reforçou o debate sobre se vale a pena sediar os Jogos ou não. A edição Tóquio 2020 foi realizada em circunstâncias ,excepcionais: a crise sanitária global tornou inevitável uma diminuição do potencial ganho financeiro. A discussão que questiona se os retomas econômicos compensam os custos, no entanto, é anterior a 2020 e 2021.

Um estudo coordenado pelo economista dinamarquês Bent Flyvbjerg, da Universidade de Oxford, no Reino, Unido, revelou que a Olimpíada de Tóquio é a mais cara da história. Antes de Tóquio, os Jogos mais caros haviam sido os de Londres. Apesar do gasto mais baixo que Londres e Tóquio, a edição de 2016, no Rio, superou seu orçamento original em 352%, de acordo com os pesquisadores de Oxford. O custo final da ,edição foi muito maior que o previsto inicialmente, e não é caso isolado. Segundo o estudo de Oxford, os Jogos Olímpicos de Verão costumam exceder seus orçamentos em 213%, em média. De acordo com a pesquisa, o caso mais grave ocorreu em Montreal, em 1976: o evento custou 720% acima do projetado inicialmente.

O alto custo de sediar os Jogos incita o debate entre economistas sobre se vale a pena receber o tal evento esportivo. O ceticismo sobre o tema é alimentado por casos de cidades e países que enfrentaram problemas financeiros graves após sediar as olimpíadas - casos de Montreal, no Canadá, que sediou em 1976; da Grécia, que recebeu os Jogos em Atenas em 2004; e do Rio de Janeiro, sede em 2016.

Há também exemplos de sucesso, como o da Olimpíada de Los Angeles, em 1984 - em que os resultados financeiros foram muito positivos -, e de Barcelona, em 1992, que melhorou a infraestrutura local e ajudou a tomar a cidade espanhola um dos destinos turísticos mais populares do planeta. Para muitos economistas, os retornos potenciais de receber os Jogos não compensam os riscos e custos.

Outros estudos mostram que os impactos econômicos positivos tendem a ser pequenos e de rápida dissipação, pois a criação de empregos no processo de receber os Jogos é temporária e se restringe a poucos setores, como construção, hotelaria e turismo. Há ainda economistas que lembram que a principal fonte de faturamento dos Jogos são os contratos de televisão - e o COI (Comitê Olímpico Internacional) fica com a maior parte do dinheiro movimentado por esses acordos.

Os efeitos dos Jogos Olímpicos, no entanto, não se limitam aos saldos de indicadores macroeconômicos como PIB (Produto Interno Bruto) e número de empregos gerados. Há também ganhos sociais que podem advir do processo de preparação para as olimpíadas. Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm l,evado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. Em 2024, por exemplo, as cidades de Boston, Roma, Hamburgo e Budapeste chegaram a cogitar a candidatura, mas desistiram ainda nas fases iniciais ,do processo. Ao fim do processo, restaram apenas Paris e Los Angeles - que foram escolhidas como sedes de 2024 e 2028, respectivamente.

Alguns economistas argumentam que, dado o alto custo dos Jogos e o fato de as estruturas esportivas olímpicas muitas vezes caírem em desuso, uma solução para o futuro do evento é ter uma sede fixa. Dessa forma, não seria necessário investir cifras bilionárias a cada quatro anos para que as competições pudessem ocorrer. Ainda que a proposta seja polêmica, principalmente por quebrar com a tradição dos Jogos da era moderna, iniciada em 1896, de ter uma sede diferente para cada edição, ela está em pauta.

MARCELO ROUBICEK

Adaptado de https://www.nexojornal.corn.br/expresso/2021/08/07/Se diar-ou-n,%C3%A3o-o-debate-econ%C3%B4mico- sobre-as-Olimp%C3%ADadas, 07/0812021 .

Uma palavra do texto acentuada por ser proparoxítona é:

 

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2312152 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Texto: SEDIAR OU NÃO: O DEBATE ECONÔMICO SOBRE AS OLIMPÍADAS

Os Jogos Olímpicos de Tóquio resultaram em perdas econômicas para o Japão e reforçou o debate sobre se vale a pena sediar os Jogos ou não. A edição Tóquio 2020 foi realizada em circunstâncias ,excepcionais: a crise sanitária global tornou inevitável uma diminuição do potencial ganho financeiro. A discussão que questiona se os retomas econômicos compensam os custos, no entanto, é anterior a 2020 e 2021.

Um estudo coordenado pelo economista dinamarquês Bent Flyvbjerg, da Universidade de Oxford, no Reino, Unido, revelou que a Olimpíada de Tóquio é a mais cara da história. Antes de Tóquio, os Jogos mais caros haviam sido os de Londres. Apesar do gasto mais baixo que Londres e Tóquio, a edição de 2016, no Rio, superou seu orçamento original em 352%, de acordo com os pesquisadores de Oxford. O custo final da ,edição foi muito maior que o previsto inicialmente, e não é caso isolado. Segundo o estudo de Oxford, os Jogos Olímpicos de Verão costumam exceder seus orçamentos em 213%, em média. De acordo com a pesquisa, o caso mais grave ocorreu em Montreal, em 1976: o evento custou 720% acima do projetado inicialmente.

O alto custo de sediar os Jogos incita o debate entre economistas sobre se vale a pena receber o tal evento esportivo. O ceticismo sobre o tema é alimentado por casos de cidades e países que enfrentaram problemas financeiros graves após sediar as olimpíadas - casos de Montreal, no Canadá, que sediou em 1976; da Grécia, que recebeu os Jogos em Atenas em 2004; e do Rio de Janeiro, sede em 2016.

Há também exemplos de sucesso, como o da Olimpíada de Los Angeles, em 1984 - em que os resultados financeiros foram muito positivos -, e de Barcelona, em 1992, que melhorou a infraestrutura local e ajudou a tomar a cidade espanhola um dos destinos turísticos mais populares do planeta. Para muitos economistas, os retornos potenciais de receber os Jogos não compensam os riscos e custos.

Outros estudos mostram que os impactos econômicos positivos tendem a ser pequenos e de rápida dissipação, pois a criação de empregos no processo de receber os Jogos é temporária e se restringe a poucos setores, como construção, hotelaria e turismo. Há ainda economistas que lembram que a principal fonte de faturamento dos Jogos são os contratos de televisão - e o COI (Comitê Olímpico Internacional) fica com a maior parte do dinheiro movimentado por esses acordos.

Os efeitos dos Jogos Olímpicos, no entanto, não se limitam aos saldos de indicadores macroeconômicos como PIB (Produto Interno Bruto) e número de empregos gerados. Há também ganhos sociais que podem advir do processo de preparação para as olimpíadas. Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm l,evado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. Em 2024, por exemplo, as cidades de Boston, Roma, Hamburgo e Budapeste chegaram a cogitar a candidatura, mas desistiram ainda nas fases iniciais ,do processo. Ao fim do processo, restaram apenas Paris e Los Angeles - que foram escolhidas como sedes de 2024 e 2028, respectivamente.

Alguns economistas argumentam que, dado o alto custo dos Jogos e o fato de as estruturas esportivas olímpicas muitas vezes caírem em desuso, uma solução para o futuro do evento é ter uma sede fixa. Dessa forma, não seria necessário investir cifras bilionárias a cada quatro anos para que as competições pudessem ocorrer. Ainda que a proposta seja polêmica, principalmente por quebrar com a tradição dos Jogos da era moderna, iniciada em 1896, de ter uma sede diferente para cada edição, ela está em pauta.

MARCELO ROUBICEK

Adaptado de https://www.nexojornal.corn.br/expresso/2021/08/07/Se diar-ou-n,%C3%A3o-o-debate-econ%C3%B4mico- sobre-as-Olimp%C3%ADadas, 07/0812021 .

Dessa forma, não seria necessário investir cifras bilionárias a cada quatro anos para que as competições pudessem ocorrer. (7º parágrafo)

O verbo "poder" deverá ser escrito no presente do subjuntivo, se o verbo "ser" assumir a seguinte forma:

 

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2312151 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Texto: SEDIAR OU NÃO: O DEBATE ECONÔMICO SOBRE AS OLIMPÍADAS

Os Jogos Olímpicos de Tóquio resultaram em perdas econômicas para o Japão e reforçou o debate sobre se vale a pena sediar os Jogos ou não. A edição Tóquio 2020 foi realizada em circunstâncias ,excepcionais: a crise sanitária global tornou inevitável uma diminuição do potencial ganho financeiro. A discussão que questiona se os retomas econômicos compensam os custos, no entanto, é anterior a 2020 e 2021.

Um estudo coordenado pelo economista dinamarquês Bent Flyvbjerg, da Universidade de Oxford, no Reino, Unido, revelou que a Olimpíada de Tóquio é a mais cara da história. Antes de Tóquio, os Jogos mais caros haviam sido os de Londres. Apesar do gasto mais baixo que Londres e Tóquio, a edição de 2016, no Rio, superou seu orçamento original em 352%, de acordo com os pesquisadores de Oxford. O custo final da ,edição foi muito maior que o previsto inicialmente, e não é caso isolado. Segundo o estudo de Oxford, os Jogos Olímpicos de Verão costumam exceder seus orçamentos em 213%, em média. De acordo com a pesquisa, o caso mais grave ocorreu em Montreal, em 1976: o evento custou 720% acima do projetado inicialmente.

O alto custo de sediar os Jogos incita o debate entre economistas sobre se vale a pena receber o tal evento esportivo. O ceticismo sobre o tema é alimentado por casos de cidades e países que enfrentaram problemas financeiros graves após sediar as olimpíadas - casos de Montreal, no Canadá, que sediou em 1976; da Grécia, que recebeu os Jogos em Atenas em 2004; e do Rio de Janeiro, sede em 2016.

Há também exemplos de sucesso, como o da Olimpíada de Los Angeles, em 1984 - em que os resultados financeiros foram muito positivos -, e de Barcelona, em 1992, que melhorou a infraestrutura local e ajudou a tomar a cidade espanhola um dos destinos turísticos mais populares do planeta. Para muitos economistas, os retornos potenciais de receber os Jogos não compensam os riscos e custos.

Outros estudos mostram que os impactos econômicos positivos tendem a ser pequenos e de rápida dissipação, pois a criação de empregos no processo de receber os Jogos é temporária e se restringe a poucos setores, como construção, hotelaria e turismo. Há ainda economistas que lembram que a principal fonte de faturamento dos Jogos são os contratos de televisão - e o COI (Comitê Olímpico Internacional) fica com a maior parte do dinheiro movimentado por esses acordos.

Os efeitos dos Jogos Olímpicos, no entanto, não se limitam aos saldos de indicadores macroeconômicos como PIB (Produto Interno Bruto) e número de empregos gerados. Há também ganhos sociais que podem advir do processo de preparação para as olimpíadas. Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm l,evado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. Em 2024, por exemplo, as cidades de Boston, Roma, Hamburgo e Budapeste chegaram a cogitar a candidatura, mas desistiram ainda nas fases iniciais ,do processo. Ao fim do processo, restaram apenas Paris e Los Angeles - que foram escolhidas como sedes de 2024 e 2028, respectivamente.

Alguns economistas argumentam que, dado o alto custo dos Jogos e o fato de as estruturas esportivas olímpicas muitas vezes caírem em desuso, uma solução para o futuro do evento é ter uma sede fixa. Dessa forma, não seria necessário investir cifras bilionárias a cada quatro anos para que as competições pudessem ocorrer. Ainda que a proposta seja polêmica, principalmente por quebrar com a tradição dos Jogos da era moderna, iniciada em 1896, de ter uma sede diferente para cada edição, ela está em pauta.

MARCELO ROUBICEK

Adaptado de https://www.nexojornal.corn.br/expresso/2021/08/07/Se diar-ou-n,%C3%A3o-o-debate-econ%C3%B4mico- sobre-as-Olimp%C3%ADadas, 07/0812021 .

Com base na frase abaixo, responda a questão.

Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm levado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. (6° parágrafo)

Uma palavra do 5° parágrafo formada a partir do mesmo processo observado em "megaevento" é:

 

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2312150 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Texto: SEDIAR OU NÃO: O DEBATE ECONÔMICO SOBRE AS OLIMPÍADAS

Os Jogos Olímpicos de Tóquio resultaram em perdas econômicas para o Japão e reforçou o debate sobre se vale a pena sediar os Jogos ou não. A edição Tóquio 2020 foi realizada em circunstâncias ,excepcionais: a crise sanitária global tornou inevitável uma diminuição do potencial ganho financeiro. A discussão que questiona se os retomas econômicos compensam os custos, no entanto, é anterior a 2020 e 2021.

Um estudo coordenado pelo economista dinamarquês Bent Flyvbjerg, da Universidade de Oxford, no Reino, Unido, revelou que a Olimpíada de Tóquio é a mais cara da história. Antes de Tóquio, os Jogos mais caros haviam sido os de Londres. Apesar do gasto mais baixo que Londres e Tóquio, a edição de 2016, no Rio, superou seu orçamento original em 352%, de acordo com os pesquisadores de Oxford. O custo final da ,edição foi muito maior que o previsto inicialmente, e não é caso isolado. Segundo o estudo de Oxford, os Jogos Olímpicos de Verão costumam exceder seus orçamentos em 213%, em média. De acordo com a pesquisa, o caso mais grave ocorreu em Montreal, em 1976: o evento custou 720% acima do projetado inicialmente.

O alto custo de sediar os Jogos incita o debate entre economistas sobre se vale a pena receber o tal evento esportivo. O ceticismo sobre o tema é alimentado por casos de cidades e países que enfrentaram problemas financeiros graves após sediar as olimpíadas - casos de Montreal, no Canadá, que sediou em 1976; da Grécia, que recebeu os Jogos em Atenas em 2004; e do Rio de Janeiro, sede em 2016.

Há também exemplos de sucesso, como o da Olimpíada de Los Angeles, em 1984 - em que os resultados financeiros foram muito positivos -, e de Barcelona, em 1992, que melhorou a infraestrutura local e ajudou a tomar a cidade espanhola um dos destinos turísticos mais populares do planeta. Para muitos economistas, os retornos potenciais de receber os Jogos não compensam os riscos e custos.

Outros estudos mostram que os impactos econômicos positivos tendem a ser pequenos e de rápida dissipação, pois a criação de empregos no processo de receber os Jogos é temporária e se restringe a poucos setores, como construção, hotelaria e turismo. Há ainda economistas que lembram que a principal fonte de faturamento dos Jogos são os contratos de televisão - e o COI (Comitê Olímpico Internacional) fica com a maior parte do dinheiro movimentado por esses acordos.

Os efeitos dos Jogos Olímpicos, no entanto, não se limitam aos saldos de indicadores macroeconômicos como PIB (Produto Interno Bruto) e número de empregos gerados. Há também ganhos sociais que podem advir do processo de preparação para as olimpíadas. Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm l,evado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. Em 2024, por exemplo, as cidades de Boston, Roma, Hamburgo e Budapeste chegaram a cogitar a candidatura, mas desistiram ainda nas fases iniciais ,do processo. Ao fim do processo, restaram apenas Paris e Los Angeles - que foram escolhidas como sedes de 2024 e 2028, respectivamente.

Alguns economistas argumentam que, dado o alto custo dos Jogos e o fato de as estruturas esportivas olímpicas muitas vezes caírem em desuso, uma solução para o futuro do evento é ter uma sede fixa. Dessa forma, não seria necessário investir cifras bilionárias a cada quatro anos para que as competições pudessem ocorrer. Ainda que a proposta seja polêmica, principalmente por quebrar com a tradição dos Jogos da era moderna, iniciada em 1896, de ter uma sede diferente para cada edição, ela está em pauta.

MARCELO ROUBICEK

Adaptado de https://www.nexojornal.corn.br/expresso/2021/08/07/Se diar-ou-n,%C3%A3o-o-debate-econ%C3%B4mico- sobre-as-Olimp%C3%ADadas, 07/0812021 .

Com base na frase abaixo, responda a questão.

Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm levado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. (6° parágrafo)

No trecho, o segmento sublinhado indica em relação ao restante da frase ideia de:

 

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Questão presente nas seguintes provas
2312149 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cabo Frio-RJ
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Texto: SEDIAR OU NÃO: O DEBATE ECONÔMICO SOBRE AS OLIMPÍADAS

Os Jogos Olímpicos de Tóquio resultaram em perdas econômicas para o Japão e reforçou o debate sobre se vale a pena sediar os Jogos ou não. A edição Tóquio 2020 foi realizada em circunstâncias ,excepcionais: a crise sanitária global tornou inevitável uma diminuição do potencial ganho financeiro. A discussão que questiona se os retomas econômicos compensam os custos, no entanto, é anterior a 2020 e 2021.

Um estudo coordenado pelo economista dinamarquês Bent Flyvbjerg, da Universidade de Oxford, no Reino, Unido, revelou que a Olimpíada de Tóquio é a mais cara da história. Antes de Tóquio, os Jogos mais caros haviam sido os de Londres. Apesar do gasto mais baixo que Londres e Tóquio, a edição de 2016, no Rio, superou seu orçamento original em 352%, de acordo com os pesquisadores de Oxford. O custo final da ,edição foi muito maior que o previsto inicialmente, e não é caso isolado. Segundo o estudo de Oxford, os Jogos Olímpicos de Verão costumam exceder seus orçamentos em 213%, em média. De acordo com a pesquisa, o caso mais grave ocorreu em Montreal, em 1976: o evento custou 720% acima do projetado inicialmente.

O alto custo de sediar os Jogos incita o debate entre economistas sobre se vale a pena receber o tal evento esportivo. O ceticismo sobre o tema é alimentado por casos de cidades e países que enfrentaram problemas financeiros graves após sediar as olimpíadas - casos de Montreal, no Canadá, que sediou em 1976; da Grécia, que recebeu os Jogos em Atenas em 2004; e do Rio de Janeiro, sede em 2016.

Há também exemplos de sucesso, como o da Olimpíada de Los Angeles, em 1984 - em que os resultados financeiros foram muito positivos -, e de Barcelona, em 1992, que melhorou a infraestrutura local e ajudou a tomar a cidade espanhola um dos destinos turísticos mais populares do planeta. Para muitos economistas, os retornos potenciais de receber os Jogos não compensam os riscos e custos.

Outros estudos mostram que os impactos econômicos positivos tendem a ser pequenos e de rápida dissipação, pois a criação de empregos no processo de receber os Jogos é temporária e se restringe a poucos setores, como construção, hotelaria e turismo. Há ainda economistas que lembram que a principal fonte de faturamento dos Jogos são os contratos de televisão - e o COI (Comitê Olímpico Internacional) fica com a maior parte do dinheiro movimentado por esses acordos.

Os efeitos dos Jogos Olímpicos, no entanto, não se limitam aos saldos de indicadores macroeconômicos como PIB (Produto Interno Bruto) e número de empregos gerados. Há também ganhos sociais que podem advir do processo de preparação para as olimpíadas. Independentemente de eventuais ganhos sociais, as cifras altas das edições recentes dos Jogos Olímpicos têm l,evado cada vez menos cidades a lançarem candidaturas para receber o megaevento. Em 2024, por exemplo, as cidades de Boston, Roma, Hamburgo e Budapeste chegaram a cogitar a candidatura, mas desistiram ainda nas fases iniciais ,do processo. Ao fim do processo, restaram apenas Paris e Los Angeles - que foram escolhidas como sedes de 2024 e 2028, respectivamente.

Alguns economistas argumentam que, dado o alto custo dos Jogos e o fato de as estruturas esportivas olímpicas muitas vezes caírem em desuso, uma solução para o futuro do evento é ter uma sede fixa. Dessa forma, não seria necessário investir cifras bilionárias a cada quatro anos para que as competições pudessem ocorrer. Ainda que a proposta seja polêmica, principalmente por quebrar com a tradição dos Jogos da era moderna, iniciada em 1896, de ter uma sede diferente para cada edição, ela está em pauta.

MARCELO ROUBICEK

Adaptado de https://www.nexojornal.corn.br/expresso/2021/08/07/Se diar-ou-n,%C3%A3o-o-debate-econ%C3%B4mico- sobre-as-Olimp%C3%ADadas, 07/0812021 .

Para muitos economistas, os retornos potenciais de receber os Jogos não compensam os riscos e custos. (4° parágrafo)

Em relação ao teor do debate noticiado no texto, o conteúdo da frase final do 4° paragrafo possui sentido de:

 

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