Foram encontradas 40 questões.
Em uma sala de aula de uma escola estão matriculados
35 alunos, alguns com 14 anos, alguns com 17 anos e
alguns com 18 anos, não existindo alunos com outras
idades. A soma das idades de todos esses alunos é igual
a 514 anos, o que permite concluir que o número de alunos com 14 anos é
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Alexandre deu as seguintes instruções para Bruno:
• Pense em um número maior que 0; • Adicione 3 ao número pensado; • Multiplique o resultado anterior por 4; • Subtraia 12 do resultado anterior; • Divida o resultado anterior pelo número pensado.
Se Bruno seguiu corretamente as instruções dadas, o resultado da última operação foi igual a
• Pense em um número maior que 0; • Adicione 3 ao número pensado; • Multiplique o resultado anterior por 4; • Subtraia 12 do resultado anterior; • Divida o resultado anterior pelo número pensado.
Se Bruno seguiu corretamente as instruções dadas, o resultado da última operação foi igual a
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Em um hotel estão hospedados 54 homens, 45 mulheres
e 135 crianças. Para a realização de uma atividade, todos
os hóspedes serão divididos em grupos, de maneira que
cada grupo tenha o mesmo número de homens, o mesmo
número de mulheres e o mesmo número de crianças. O
maior número de grupos que é possível ser feito nessas
condições é
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Uma mangueira tem uma vazão máxima de 4 litros por
minuto. Para despejar em uma piscina 20 000 litros de
água com essa mangueira, será necessário um tempo,
no mínimo, igual a
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Em uma mesa há um determinado número de saquinhos, cada saquinho com um mesmo número de balas,
que serão distribuídos para os convidados de uma festa.
Quatro convidados pegaram um saquinho cada um e,
depois disso, retiraram 2 balas de cada um dos demais
saquinhos. Esses quatro convidados dividiram, entre si,
as balas retiradas dos demais saquinhos, recebendo
cada um 9 balas. O número de saquinhos que existia
inicialmente na mesa era
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Leia o texto para responder a questão.

(André Dahmer. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/ cartunsdiarios/#5/1/2018. Acesso em 04.02.2018)
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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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