Foram encontradas 40 questões.
A média aritmética simples dos números de bolinhas de
gude dos 40 alunos de uma sala é 57. Um professor deu
7 bolinhas de presente para cada menino e deu 2 bolinhas para cada menina, sendo que, dessa forma, a média
dos números de bolinhas passou a ser 61. O número de
alunos que recebeu 7 bolinhas é múltiplo de
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Andreia tem o triplo de figurinhas que Carla possui. O
número de figurinhas de Bianca é a metade do número
de figurinhas de Andreia. Dara tem 13 figurinhas a mais
que Carla. No total, essas amigas possuem 533 figurinhas, sendo que o número de figurinhas de Dara é
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Em uma loja onde todos são vendedores, trabalham
7 mulheres a mais do que homens. Em certo dia, todos
esses vendedores venderam, cada um, 12 camisas. O
número de camisas vendidas por todos esses vendedores é igual ao produto do número de homens pelo
número de mulheres que trabalham na loja. O total de
vendedores dessa loja é
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Em uma sala de aula de uma escola estão matriculados 35 alunos, alguns com 14 anos, alguns com 17 anos e
alguns com 18 anos, não existindo alunos com outras
idades. A soma das idades de todos esses alunos é igual
a 514 anos, o que permite concluir que o número de alunos com 14 anos é
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Uma mangueira tem uma vazão máxima de 4 litros por
minuto. Para despejar em uma piscina 20 000 litros de
água com essa mangueira, será necessário um tempo,
no mínimo, igual a
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Leia o texto para responder à questão.

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Leia o texto para responder a questão.
Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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Sons que confortam
Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso
cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele,
um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E
aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto
escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto:
Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do
que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono
empilhadas junto ao meio-fio.
Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do
médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na
mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número
de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de
parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a
fechadura da porta. Seu filho voltou.
Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos
sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo
que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será
feito dentro de poucos minutos.
O telefone tocando exatamente no horário que se espera,
conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade
para se falar com alguém distante.
O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando
você está no quentinho da sua cama.
Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua,
provocando a falsa sensação de que você está viajando, de
férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar
estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém
que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão
vasto assim.
O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a
chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.
O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.
A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho. O sinal da hora do recreio. A música que você mais gosta
tocando no rádio do carro. Aumente o volume. O primeiro eu
te amo dito por quem você também começou a amar. E o
mais raro de todos: o silêncio absoluto.
(Martha Medeiros. Felicidade Crônica.Porto Alegre: L&PM, 2014)
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