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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
[...]
Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
[...]
Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
[...]
De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Sobre o conteúdo do texto é coerente afirmar que:
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
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Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
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Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
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De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Assinale a proposição que explica corretamente a ocorrência de crase no seguinte período: "A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida".
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
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Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
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Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
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De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Na frase: "Pelé também foi resiliência.", qual das expressões a seguir pode ser considerada o melhor sinônimo de resiliência?
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
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Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
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Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
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De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Sobre o período: "Há quem o considere o maior brasileiro de todos.", pode-se afirmar que:
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Pelé fez do esporte arte
A monarquia no Brasil chegou ao fim na tarde de uma chuvosa quinta-feira, 29 de dezembro de 2022. Cento e trinta e três anos depois de proclamada a República, partiu o Rei Pelé, primeiro e único, reconhecido aqui e mundo afora — Roberto Carlos, rei para nós, seus fãs, não é universal. Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.
Jornalista, tive por ofício a possibilidade de viajar para alguns países. Em todos, ao me saberem brasileira, as pessoas faziam referência ao Rei do Futebol. Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca. Pelé, para brasileiros no exterior, era cartão de visita, visto, passaporte. Era a senha para escancarar sorrisos, abrir portas. Ainda é. Será.
Por ser compatriota de Pelé, mais de uma vez recebi pedido ou recomendação de levar na bagagem camisas da seleção brasileira, as amarelas, para ofertar a estrangeiros, dos Estados Unidos à África. Em 1969, ano em que nasci, Pelé viajou com o Santos para jogar um amistoso contra uma seleção do Centro-Oeste da Nigéria. A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei. Soberano do futebol, o mineiro de Três Corações fez do uniforme instrumento de diplomacia.
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Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958. Marcou 1.282 gols — o milésimo, por sinal, contra o nosso (dele e meu) Vasco da Gama. Anotou tudo isso num tempo de bola e uniformes sem o mínimo de tecnologia para melhorar desempenho, como sublinhou Ruy Castro em coluna na Folha de S. Paulo. Era um fenômeno. Aos 21 anos, já tinha acumulado 479, quase o triplo dos 167 de Ronaldo, o segundo que mais marcou até a maioridade. Lionel Messi, protagonista do terceiro título da Argentina no Catar 2022, fez um décimo (51); Neymar, 140.
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Pelé era perfeito na profissão, o melhor, o maior. Foi um tesouro que ajudou, mais que qualquer outro jogador, a fazer do Brasil o país do futebol. Foi o atacante dos sonhos, o atleta do século XX. Há quem o considere o maior brasileiro de todos.
[...]
De todos os lances a que assisti nos dias que antecederam a morte do Rei, me impressionou como ele era capaz de se manter de pé. Havia o talento para driblar e fazer gols. E a capacidade extraordinária de não ir ao chão. Pelé também foi resiliência. Homem, negro, de origem pobre, venceu quase sempre de pé — metáfora encarnada. E coroava seus tentos pulando mais alto, punho erguido, socando o ar. A brasilidade expressa também na capacidade de produzir alegria e, com ela, celebrar. Lição para todos nós, seus súditos.
Fonte: Por Flávia Oliveira, do O Globo https://www.geledes.org.br/pele-fez-do-esporte-arte/
Quanto à classificação das orações coordenadas e subordinadas, analise as proposições a seguir.
I. No trecho "Aos 53 anos, não carrego memória de assistir ao vivo Edson Arantes do Nascimento em campo, tampouco contestei sua realeza. Inequívoca.", a palavra tampouco introduz uma oração subordinada substantiva subjetiva.
II. O trecho "Quando não acontecia, citava eu mesma o ilustre monarca.", apresenta um período composto por duas orações: a primeira é subordinada adverbial de tempo e a segunda funciona como oração principal.
III. No trecho "A História conta que a região, em conflito, parou a guerra para lotar o estádio e assistir à partida, que terminou 2 a 1 para o time do Rei.", entre as cinco orações que compõem o período, uma delas transmite a ideia de finalidade.
IV. No trecho "Pelé não foi só o único jogador de futebol a vencer três Copas do Mundo, a primeira com 17 anos, em 1958.", pode-se afirmar que o período NÃO possui oração reduzida.
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Qual a função da linguagem predominante no texto a seguir?
70% dos alunos da Escola Estadual Albanízia Lima, em Belém, têm notas acima de 700 na Redação.

Os degraus da escada da Escola Estadual Albanízia de Oliveira Lima, em Belém, no Pará, foram escolhidos como o cenário para a comemoração dos alunos do ensino médio, após a divulgação das notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Nada menos do que 70% dos estudantes tiraram notas acima de 700 na redação do concurso. Uma bela conquista da comunidade escolar eternizada numa foto que viralizou nas redes sociais. Na imagem, os alunos exibem a pontuação feita na Redação em plaquinhas.
Os estudantes participaram de uma oficina pré-exame que foi elaborada pela professora Ione Franco. O projeto recebeu o nome ―Construção e Reconstrução do Texto‖, e foi apoiado pela direção da escola.
https://midianinja.org/news/em-escola-publica-no-para-alunos-mostram-notas-da-redacao-do-enem-e-agradecem-professora/
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Trabalho escravo hoje no Brasil
A Lei Áurea aboliu a escravidão formal em maio de 1888, o que significou que o Estado brasileiro não mais reconhece que alguém seja dono de outra pessoa. Persistiram, contudo, situações que transformam pessoas em instrumentos descartáveis de trabalho, negando a elas sua liberdade e dignidade. Desde a década de 1940, o Código Penal Brasileiro prevê a punição a esse crime.
A essas formas dá-se o nome de trabalho escravo contemporâneo, escravidão contemporânea, condições análogas às de escravo. De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea por aqui: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir), servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas), condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida) ou jornada exaustiva (levar o trabalhador ao completo esgotamento dada a intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida).
Desde a criação dos grupos especiais de fiscalização móvel, base do sistema de combate à escravidão no país, em maio de 1995, mais de 60 mil trabalhadores foram resgatados e R$ 127 milhões pagos a eles em valores devidos.
Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma sigilosa no Sistema Ipê, sistema lançado em 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Dados oficiais sobre o combate ao trabalho escravo estão disponíveis no Radar do Trabalho Escravo da SIT.
Leonardo Sakamoto Colaborou Daniel Camargos - 17/02/2023 Fonte: https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2023/02/17/com-139-vitimas-na-cana-resgate-de-escravizados-e-o-3-maior-em-5-anos.htm.
Considere a colocação das vírgulas nos períodos a seguir, retirados do texto anterior.
I. Desde a década de 1940, o Código Penal Brasileiro prevê a punição a esse crime.
II. De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea por aqui [...]
III. Desde a criação dos grupos especiais de fiscalização móvel, [...]
IV. [...] país, em maio de 1995, mais de 60 mil trabalhadores foram resgatados e R$ 127 milhões pagos a eles em valores devidos.
Que alternativa justifica corretamente o emprego das vírgulas?
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Trabalho escravo hoje no Brasil
A Lei Áurea aboliu a escravidão formal em maio de 1888, o que significou que o Estado brasileiro não mais reconhece que alguém seja dono de outra pessoa. Persistiram, contudo, situações que transformam pessoas em instrumentos descartáveis de trabalho, negando a elas sua liberdade e dignidade. Desde a década de 1940, o Código Penal Brasileiro prevê a punição a esse crime.
A essas formas dá-se o nome de trabalho escravo contemporâneo, escravidão contemporânea, condições análogas às de escravo. De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea por aqui: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir), servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas), condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida) ou jornada exaustiva (levar o trabalhador ao completo esgotamento dada a intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida).
Desde a criação dos grupos especiais de fiscalização móvel, base do sistema de combate à escravidão no país, em maio de 1995, mais de 60 mil trabalhadores foram resgatados e R$ 127 milhões pagos a eles em valores devidos.
Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma sigilosa no Sistema Ipê, sistema lançado em 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Dados oficiais sobre o combate ao trabalho escravo estão disponíveis no Radar do Trabalho Escravo da SIT.
Leonardo Sakamoto Colaborou Daniel Camargos - 17/02/2023 Fonte: https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2023/02/17/com-139-vitimas-na-cana-resgate-de-escravizados-e-o-3-maior-em-5-anos.htm.
Se a escravidão fora abolida em 1888, a que se refere o título do texto?
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Trabalho escravo hoje no Brasil
A Lei Áurea aboliu a escravidão formal em maio de 1888, o que significou que o Estado brasileiro não mais reconhece que alguém seja dono de outra pessoa. Persistiram, contudo, situações que transformam pessoas em instrumentos descartáveis de trabalho, negando a elas sua liberdade e dignidade. Desde a década de 1940, o Código Penal Brasileiro prevê a punição a esse crime.
A essas formas dá-se o nome de trabalho escravo contemporâneo, escravidão contemporânea, condições análogas às de escravo. De acordo com o artigo 149 do Código Penal, quatro elementos podem definir escravidão contemporânea por aqui: trabalho forçado (que envolve cerceamento do direito de ir e vir), servidão por dívida (um cativeiro atrelado a dívidas, muitas vezes fraudulentas), condições degradantes (trabalho que nega a dignidade humana, colocando em risco a saúde e a vida) ou jornada exaustiva (levar o trabalhador ao completo esgotamento dada a intensidade da exploração, também colocando em risco sua saúde e vida).
Desde a criação dos grupos especiais de fiscalização móvel, base do sistema de combate à escravidão no país, em maio de 1995, mais de 60 mil trabalhadores foram resgatados e R$ 127 milhões pagos a eles em valores devidos.
Denúncias de trabalho escravo podem ser feitas de forma sigilosa no Sistema Ipê, sistema lançado em 2020 pela Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) em parceria com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Dados oficiais sobre o combate ao trabalho escravo estão disponíveis no Radar do Trabalho Escravo da SIT.
Leonardo Sakamoto Colaborou Daniel Camargos - 17/02/2023 Fonte: https://noticias.uol.com.br/colunas/leonardo-sakamoto/2023/02/17/com-139-vitimas-na-cana-resgate-de-escravizados-e-o-3-maior-em-5-anos.htm.
Pode-se observar, a partir da leitura, que um texto não é apenas uma soma ou sequência de frases isoladas, mecanismos de coesão e coerência são utilizados para garantir a textualidade, ou seja, um conjunto lógico de frases e sentenças que guardam uma unidade de sentido maior. A partir dessas considerações e do próprio texto, pode-se definir como correto:
I. No trecho: "... negando a elas sua liberdade e dignidade", o pronome elas se refere ao substantivo pessoas.
II. Em "o Código Penal Brasileiro prevê a punição a esse crime", a expressão destacada refere-se ao sistema de escravidão abolida pela Lei Áurea em 1888.
III. Em "Dados oficiais sobre o combate ao trabalho escravo...", o termo destacado poderia ser substituído, sem prejuízo de sentido, por a respeito do.
IV. Em "Desde a criação dos grupos especiais de fiscalização móvel," significa dizer que, a partir de maio de 1995, houve retrocesso no combate ao trabalho escravo por meio da fiscalização do governo.
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Qual figura de linguagem é predominante nos versos da letra desta música?
"Venho madrugada perturbar teu sono
Como um cão sem dono me ponho a ladrar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar
Atravesso o travesseiro, te reviro pelo avesso
Tua cabeça enlouqueço, faço ela rodar [...]‖
Antônio Villeroy
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