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Foram encontradas 40 questões.

1244050 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
Disponível em: http://super.abril.com
Colocando os substantivos abaixo no feminino, os adjetivos ficarão invariáveis, exceto na alternativa:
 

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1234636 Ano: 2013
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Os juros do empréstimo de um capital de R$ 2.000,00, durante um mês, foi R$ 47,00. Sendo assim, é correto afirmar que a taxa mensal de juros cobrada foi de:
 

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1229475 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
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Em todas as alternativas as palavras são acentuadas pela mesma regre, exceto em:
 

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1227225 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A razão entre o número de fiscalizações que identificaram irregularidades e o número total de fiscalizações realizadas em determinado mês, nessa ordem, pode ser representada pela fração um sexto. Sabendo-se que nesse mês 15 fiscalizações identificaram irregularidades, pode-se corretamente afirmar que o número de fiscalizações que não identificaram irregularidades é:
 

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1219667 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
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Observe a concordância das frases abaixo.
I- São mais de cem quilômetros até lá.
II- É mais de cem quilômetros até lá.
Assinale a alternativa correta.
 

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1218119 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O botão Enunciado 1218119-1 (Pincel) destina-se a:
 

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1215926 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Considere os conjuntos A = {0, 1, 2, 3, 4} e B = {-4, -3, -2, -1, 0} e a operação A !$ ∪ !$ B (reunião de A e B). O número de elementos do conjunto A !$ ∪ !$ B é:
 

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1211408 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Storytelling: 5 tendências na arte de contar boas histórias
Existem muitas semelhanças entre os mitos e lendas que nossos ancestrais contavam em volta de uma fogueira e as modernas histórias que contamos através do cinema e dos games. Mas o que as novas tecnologias têm trazido de novo para a arte de contar boas histórias? Segue abaixo algumas tendências que estão revolucionando a arte de contar histórias no cinema, na literatura, na televisão e nos games.
1) Replaying Stories
Esse é um conceito emprestado do livro “Hamlet no Holodeck”, um pequeno clássico da Janet Murray. “Replaying Stories” tem a ver com histórias que o leitor “joga”, “assiste” ou “lê”, mais de uma vez. Se você analisa jogos com múltiplos finais possíveis como “Heavy Rain”, você entende por que o jogador vai querer viver aquela história repetidas vezes. Isso também vale para outros tipos de transmídia como os ARGs (alternate realiy games) ou os newsgames (jogos jornalísticos).
2) Histórias colaborativas
Quanto mais complexas as histórias, mais pessoas serão necessárias para escrevê-las. No mundo do cinema já é difícil um roteiro ter apenas “um autor” e essa situação praticamente inexiste nos crescentes mercados de séries de televisão e vídeogames. As histórias passaram a ser coletivas e colaborativas (com as opiniões do público sendo ouvidas e podendo interferir no seu desenrolar).
3) Autores jovens
Cornelia Funke ressalta que a sua geração via a vida de escritor como algo difícil de ser atingido e que só era possível para pessoas mais experientes e, consequentemente, mais velhas. A autora enxerga, agora, jovens escrevendo fan-fiction ainda adolescentes e muita gente se formando em faculdades para começar suas carreiras trabalhando como roteiristas e escritores.
4) Autopublicação
No mundo dos ebooks, da internet e dos blogs; cada vez menos um autor depende da avaliação e aprovação de grandes editoras ou estúdios. Ele pode publicar suas primeiras histórias para um público bem maior do que contava o jovem Drummond de Andrade (que autopublicou seu primeiro livro de poemas). Ou como escreveu Seth Godin: “A internet nos libertou da tirania de sermos selecionados”.
5) Universos narrativos complexos
A história não se encerra mais em um único meio. Com a criação de universos narrativos (storyworlds) mais complexos, as histórias se desdobram em séries, games, filmes e livros que juntos formam uma única narrativa interligada.
Fred Di Giacomo
Disponível em: http://super.abril.com
Após a leitura do texto, concluímos que:
I- as histórias contadas através do cinema e dos games são semelhantes àquelas que nossos antepassados contavam ao redor de uma fogueira.
II- a tecnologia transformou o modo de contar as histórias que eram narradas pelos nossos ancestrais.
III- a arte de contar histórias vem se expandindo cada vez mais, em virtude da necessidade do mundo contemporâneo de promover momentos lúdicos, de prazer, de aprendizado e de captação de sensações e sentimentos.
IV- vivemos um cotidiano tecnológico composto de imagens eletrônicas, tanto que as lendas e os mitos estão sendo reconfigurados através a interatividade do espaço virtual.
V- a narração oral, com seus “enunciadores da antiguidade” divide e soma espaço com as novas tecnologias de comunicação e entretenimento através do cinema, televisão, games, computador, internet ...
Estão corretos os itens:
 

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1203302 Ano: 2013
Disciplina: Informática
Banca: CAIP-IMES
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Este grupo de botões faz parte da Guia _________ do Excel 2010
Enunciado 1203302-1
 

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1201145 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Para se medir o volume interno das caixas d’água, podem ser utilizados o metro cúbico ou o litro. Para se converter uma medida dada em metros cúbicos para litros, basta efetuar uma operação, que é a:
 

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