Foram encontradas 40 questões.
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da
questão.
Texto I
Vale por dois
Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
(https://sos-portugues.blogspot.com/2013/04/avaliacao-de-texto-e-figuras-de.html, adaptado)
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Texto I
Vale por dois
Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
(https://sos-portugues.blogspot.com/2013/04/avaliacao-de-texto-e-figuras-de.html, adaptado)
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Texto I
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Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
(https://sos-portugues.blogspot.com/2013/04/avaliacao-de-texto-e-figuras-de.html, adaptado)
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Texto I
Vale por dois
Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
(https://sos-portugues.blogspot.com/2013/04/avaliacao-de-texto-e-figuras-de.html, adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da
questão.
Texto I
Vale por dois
Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
(https://sos-portugues.blogspot.com/2013/04/avaliacao-de-texto-e-figuras-de.html, adaptado)
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Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da
questão.
Texto I
Vale por dois
Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
(https://sos-portugues.blogspot.com/2013/04/avaliacao-de-texto-e-figuras-de.html, adaptado)
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Leia o texto I abaixo que serve de referência para análise da
questão.
Texto I
Vale por dois
Fernando Sabino
Pela manhã, ao sair de casa, olha antes à janela:
- Estará fazendo frio ou calor?
Veste um terno de casimira, torna a tirar, põe um de tropical. Já
pronto para sair, conclui que está frio, devia ter ficado com o de
casimira. Enfim... Consulta aflitivamente o céu nublado: será que vai
chover?
Volta para pegar o guarda-chuva — um homem prevenido vale
por dois: pode ser que chova. Já no elevador, resolve mudar de ideia:
mas também pode ser que não chova. Carregar esse trambolho! Torna
a subir, larga em casa o guarda-chuva.
Já na esquina, coça a cabeça, irresoluto: de ônibus ou de táxi? Se
passar um lotação jeitoso eu tomo. Eis que aparece um: não é jeitoso.
Vem em disparada, quase o atropela para deter-se ao sinal que lhe fez.
Não, não entro: esse é dos doidos, que saem alucinados por aí.
Deixa que os outros passageiros entrem — quando afinal se decide
— também a entrar, é barrado pelo motorista: não tem mais lugar. De
táxi, pois. Logo virá outro — pensa, irritado, e se vê de súbito entrando
num lotação. Ainda bem não se sentara, já se arrependia: é um absurdo,
são desvairados esses motoristas, como é que deixam gente assim tirar
carteira? Assassinos — assassinos do volante. Melhor saltar aqui, logo
de uma vez. Poderia esperar ainda dois ou três quarteirões, ficaria mais
perto... Deu o sinal: salto aqui, decidiu-se. O lotação parou.
- Pode tocar, foi engano — balbuciou para o motorista.
Já de pé na calçada, vacila entre as duas ruas que se oferecem:
uma, mais longa, sombreada; outra, direta, castigada pelo sol. Não iria
chover, pois: sua primeira vitória neste dia.
- Se for por esta rua, chego atrasado, mas por esta outra, com
tanto calor...
Só então se lembra que ainda não tomou café: entra no bar da
esquina e senta-se a uma das mesas.
-Um.
O garçom lhe informa que não servem cafezinho nas mesas, só
no balcão. Pensa em sair, chega mesmo a empurrar a cadeira para trás,
mas reage: pois então tomaria outra coisa, ora essa. Como também
pode simplesmente sair do bar sem tomar nada, não é isso mesmo?
- Me traga uma média — ordena, com voz segura que a si mesmo
espantou. Interiormente sorri de felicidade — mais um problema
resolvido.
- Simples ou com leite? Pergunta o garçom, antes de servir.
Ele ergue os olhos aflitos para o seu algoz, e sente vontade de
chorar.
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Questão presente nas seguintes provas
- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.
- Planejamento e Gestão
São princípios do SUS, exceto:
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Questão presente nas seguintes provas
A Política Nacional de Vigilância em Saúde tem as seguintes
diretrizes:
I – Articular e pactuar responsabilidades das três esferas de governo, consonante com os princípios do SUS, respeitando a diversidade e especificidade locorregional.
II – Abranger ações voltadas à saúde pública, com intervenções individuais ou coletivas, prestadas por serviços de vigilância sanitária, epidemiológica, em saúde ambiental e em saúde do trabalhador, em todos os pontos de atenção.
III – Construir práticas de gestão e de trabalho que assegurem a integralidade do cuidado, coma inserção das ações de vigilância em saúde em toda a Rede de Atenção à Saúde e em especial na Atenção Primária, como coordenadora do cuidado.
Julgue os itens em verdadeiro ou falso e assinale a alternativa correta:
I – Articular e pactuar responsabilidades das três esferas de governo, consonante com os princípios do SUS, respeitando a diversidade e especificidade locorregional.
II – Abranger ações voltadas à saúde pública, com intervenções individuais ou coletivas, prestadas por serviços de vigilância sanitária, epidemiológica, em saúde ambiental e em saúde do trabalhador, em todos os pontos de atenção.
III – Construir práticas de gestão e de trabalho que assegurem a integralidade do cuidado, coma inserção das ações de vigilância em saúde em toda a Rede de Atenção à Saúde e em especial na Atenção Primária, como coordenadora do cuidado.
Julgue os itens em verdadeiro ou falso e assinale a alternativa correta:
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Questão presente nas seguintes provas
O trabalho do Agente Comunitário de Saúde requer uma
série de equipamentos que devem ser utilizados, entre eles:
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Questão presente nas seguintes provas
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