Magna Concursos

Foram encontradas 40 questões.

4145079 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

O nível de intensidade sonora I, medido em decibéis (dB), é dado pela função:

\( L\left(I\right)\ =\ 10\log\ \left(\dfrac{I}{I_0}\right) \)

Onde: Intensidade mínima audível: I0

Em uma fábrica, o nível de ruído medido em uma máquina é de 70 dB. Qual é o valor da razão \( \dfrac{I}{I_0} \), correspondente a esse nível de ruído?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145078 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

Em uma pesquisa sobre atividades culturais, verificouse que entre 200 pessoas:

• 120 gostam de música;

• 90 gostam de dança;

• 50 gostam de música e dança.

Quantas pessoas gostam apenas de uma das duas atividades?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145077 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

Em uma fábrica, uma máquina produz:

• 2/5 do lote pela manhã;

• 0,32 do lote à tarde;

• 3/20 do lote à noite.

Sabendo que o lote completo tem 1000 peças, quantas peças ainda faltam para completar o lote após os três turnos?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145076 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

Em um clube esportivo, há 5 homens e 4 mulheres interessados em participar de uma comissão organizadora de um torneio. Será formado um grupo de 3 pessoas para essa comissão, de modo que o grupo tenha pelo menos uma mulher. De quantas maneiras diferentes esse grupo pode ser formado?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145075 Ano: 2026
Disciplina: Matemática
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

Um pintor precisa alcançar o topo de uma parede que está a 4 metros de altura. Ele apoia a escada no chão, deixando sua base a 3 metros da parede. Qual deve ser o comprimento da escada para que ele consiga alcançar o topo da parede?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145074 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

TEXTO I

O fim da política.

Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações

Roberto Motta

O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.

Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.

O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.

Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.

Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.

Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.

Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.

Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/

Leia as afirmações abaixo e assinale a alternativa que contiver um comentário incorreto sobre o elemento em destaque segundo uma análise textual e gramatical.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145073 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

TEXTO I

O fim da política.

Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações

Roberto Motta

O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.

Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.

O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.

Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.

Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.

Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.

Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.

Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/

De acordo com as regras da Gramática normativa, analise as afirmações abaixo sobre elementos constitutivos do Texto I, antes de julgar o que se pede.

I. Em “...a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica.” (2º par.), o adjetivo em destaque foi formado por derivação parassintética, exercendo função de Predicativo do Sujeito.

II. No terceiro parágrafo, nota-se um desvio de regência no seguinte fragmento: “Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos”, sendo que sua reescrita adequada seria “Tudo do que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos”, haja vista a classificação do verbo “precisar” no contexto.

III. Em Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis.” (5º par.), as marcas verbais em destaque se encontram conjugadas no Modo Imperativo, direcionando sua ação para um Sujeito Desinencial representado pelo pronome “tu”.

IV. Em “Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.” (6º par.), a expressão em destaque foi utilizada para expressar valor semântico de concessão.

Pode-se dizer que se encontra correto o que foi afirmado somente em:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145072 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

TEXTO I

O fim da política.

Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações

Roberto Motta

O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.

Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.

O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.

Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.

Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.

Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.

Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.

Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/

Sobre as ideias presentes no texto I, analise cada afirmação abaixo antes de julgar o que será pedido.

( ) Nota-se, no primeiro parágrafo, a apresentação de uma estratégia de discurso edificada a partir de perguntas retóricas as quais condicionam estrategicamente uma complacência em torno de um pensamento benéfico comum. Na sequência, tal imagem é desconstruída ao se inserir a tese sobre a qual o texto se desenvolverá por meio de argumentos.

( ) Percebe-se que a partir do segundo parágrafo, o autor prescinde do uso do discurso direto por meio da citação de autores e intelectuais que, como ele, desenvolveram o mesmo pensamento crítico sobre a temática abordada.

( ) No segundo parágrafo, ao fazer menção à fala de Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”, o autor deixa claro como tanto o pensamento de Conservadores quanto o de progressistas podem se mostrar nocivos ao bem-estar coletivo.

( ) Expõem-se, no terceiro parágrafo, procedimentos tomados por ditos “populistas”, os quais se aproveitam do modelo “democrático” para colocarem em prática ações que visem à sua manutenção no poder, haja vista, como fora observado no parágrafo anterior, que, para estes, “a questão é sempre o poder”.

( ) Mostra-se, no quarto parágrafo, que a substituição de representantes ruins por outros piores é algo inato à política, o que reforça a ideia de que o indivíduo deva buscar sua emancipação nesse contexto, na busca por algo mais profícuo para sua existência.

Considerando-se V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas, pode-se afirmar pela ordem que a sequência correta é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145070 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

TEXTO I

O fim da política.

Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações

Roberto Motta

O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.

Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.

O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.

Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.

Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.

Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.

Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.

Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/

Sobre a estrutura e a intencionalidade autoral do texto I, avalie as alternativas abaixo e julgue a que se mostrar adequada.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4145069 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: ISET
Orgão: Pref. Barra Choça-BA
Provas:

TEXTO I

O fim da política.

Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações

Roberto Motta

O que você quer da política? Uma revolução que conserte todos os erros, coloque os bandidos na cadeia, livre os inocentes, corrija as injustiças e livre o país da corrupção? Não vai acontecer. Ninguém deve depender da política para ser feliz. Muito menos de revoluções. Especialmente de revoluções. Mas é isso que muitos esperam, inclusive pessoas que se acham “conservadoras”. Uma revolução.

Como já explicaram David Horowitz e Thomas Sowell, a disputa entre progressistas e conservadores é assimétrica. Progressistas vivem da política e para a política; conservadores só querem ser deixados em paz. Conservadores se envolvem em causas pontuais para defender direitos, enquanto para o militante progressista, tudo é oportunidade para ocupar espaços. Para estes, como já ensinou Saul Alinsky, “a questão nunca é a questão, a questão é sempre o poder”.

O modelo “democrático” incentiva o populismo irresponsável, o uso pessoal do poder e a degradação constante das finanças e da liberdade. Tudo o que o político precisa para alcançar o poder máximo são votos; cria-se então um óbvio incentivo para que ele minta, fraude eleições e compre votos, e para que seja irresponsável no exercício do poder. Niall Ferguson explicou isso em “A Grande Degeneração”, Karsten e Beckman em “Além da Democracia” e Hans-Hermann Hoppe em “Democracia, o Deus Que Falhou”.

Até que isso mude, políticos ruins serão substituídos por políticos piores. Exceções são raras. Isso não é acidente, mas a consequência inevitável. Essa não é uma postura derrotista. É uma visão realista. Não estou dizendo que está tudo perdido e que nada vale a pena. Ao contrário: afirmo que a vida é maravilhosa, cheia de possibilidades e que o progresso abriu inúmeras oportunidades de felicidade e realização pessoal – mas isso depende principalmente da ação individual. A política é apenas um instrumento – incompleto, imperfeito e sempre injusto. Não podemos depender dele.

Não dependa da política, dos políticos ou do Estado para nada. Construa sua vida, se desenvolva, cuide de sua família e proteja seus direitos de todas as formas possíveis. Acima de tudo, não transforme a frustração com a política em uma intolerância que vai encher a vida de rancor e ressentimento.

Nosso grande poder não está no voto, como os políticos querem nos fazer acreditar. Nosso poder está no raciocínio, no conhecimento, na consciência e em nossas ações. Apesar de tudo – apesar dos políticos – é possível prosperar e ser feliz, exercendo de forma consciente as faculdades que nos foram dadas por Deus.

Na política, nossas escolhas serão sempre pela alternativa menos ruim. As escolhas que fazemos em nossas vidas devem ser exatamente o contrário.

Fonte: MOTTA Roberto. O fim da política. https://revistaoeste.com/revista/edicao-319/o-fim-da-politica/

De acordo com a leitura do texto I, é correto afirmar que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas