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Foram encontradas 101 questões.

1537303 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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“(...) é exigido planejamento para entender o bioma prejudicado, identificar espécies raras e replantá-las.” 9º§

O termo sublinhado nessa frase é corretamente analisado como:

 

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1537302 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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“O resultado revela que a biodiversidade de biomas tropicais pode ser comprometida, apesar da manutenção de cobertura vegetal.” 5º§

A forma verbal destacada acima está no modo:

 

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1537301 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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Assinale a alternativa em que há erro ortográfico na frase.

 

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1537300 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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Observe, com atenção, a tirinha a seguir.

enunciado 1537300-1

https://www.google.com

Marque a alternativa que apresenta análise incorreta:

 

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1537299 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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“Obras grandes como a construção de hidrelétricas, que exigem alagamento de grandes áreas de mata (...).” 9º§

O processo de formação da palavra acima destacada é:

 

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1537298 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.

Florestas tropicais recuperam rápido cobertura desmatada, mas há perda de espécies.
Um estudo internacional sobre florestas tropicais traz certo otimismo sobre a recuperação de áreas desmatadas. A partir de observações de ecólogos em todo o mundo, foi relatado que as espécies de árvores se regeneram em questão de décadas, formando as chamadas florestas secundárias. A perda de espécies, por outro lado, é inevitável.

Os pesquisadores observaram como ocorre o surgimento de árvores nos espaços degenerados por ação humana. Eles coletaram espécies de florestas tropicais maduras com secundárias para levantar dados e identificar a que ponto a nova vegetação mantém a diversidade original. Foram observadas 1.800 parcelas de cobertura vegetal, analisadas em conjunto.

Os resultados foram publicados na revista Science Advances, em artigo que contou com a participação de grupos independentes da América Latina, Europa e Estados Unidos, liderados por uma equipe da Universidade de Wageningen na Holanda. O Brasil foi representado por Pedro Bracalion, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que observou os processos na Mata Atlântica e Região Amazônica. A situação da primeira é crítica – hoje, apenas 15% de sua área original está preservada, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.

Quando uma área desmatada é abandonada – geralmente pela falta de potencial econômico – um processo de regeneração gradual se inicia, resultando em nova área de florestas secundárias, que repõe a anterior. O estudo aponta que na América Latina os resultados são rápidos e significativos. Em menos de duas décadas, 80% do número de espécies pode ser recuperado.

Entretanto, as expectativas de recuperação integral são baixas a curto prazo. “Apesar da quantidade alta de espécies, elas são diferentes da floresta original”, conta o pesquisador. O resultado revela que a biodiversidade de biomas tropicais pode ser comprometida, apesar da manutenção de cobertura vegetal.

Ele também destaca o perfil das árvores observadas que retornam ao habitat. “A maioria são espécies generalistas. Outras, mais sensíveis a modificações, dificilmente vão chegar à área de degeneração.”

Os dados levantados demonstram que não há equivalência ecológica entre os espaços originais e os regenerados. Apesar da quantidade de espécies recuperadas, a riqueza dessas é comprometida. De acordo com o professor, isso representa um alerta na maneira como agem os responsáveis pela política de compensação ambiental. Para ele, reflorestamentos por equivalência de área danificada não representam uma ação efetiva para reverter os efeitos da perda de florestas maduras de maneira íntegra. Porém, a técnica ainda é predominante em políticas públicas de recuperação ambiental. “É preciso uma mudança de paradigma: mensurar perdas e ganhos, entender o que será perdido. Reconhecer que certas ações são irreversíveis”, diz.

Obras grandes como a construção de hidrelétricas, que exigem alagamento de grandes áreas de mata, trazem impactos duradouros. Nesses casos é exigido planejamento para entender o bioma prejudicado, identificar espécies raras e replantá-las. Ao mesmo tempo, a recuperação vegetal é uma solução espontânea e mais barata do que o plantio de mudas, mas representa algumas desvantagens para manter a diversidade de espécies nativas e sensíveis. “É possível recuperar a cobertura florestal, mas há perda de espécies e muitos prejuízos à biodiversidade. As florestas secundárias não substituem as maduras.”

Por Yasmin Oliveira – 25/04/2019

https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-ambientais/florestas-tropicais-recuperam-rapido-cobertura-desmatada-mas-ha-perda-de-especies/

“Outras, mais sensíveis a modificações, dificilmente vão chegar à área de degeneração.” 6º§

Marque a alternativa que corresponde ao sentido do termo destacado na frase acima.

 

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1537297 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.

Florestas tropicais recuperam rápido cobertura desmatada, mas há perda de espécies.
Um estudo internacional sobre florestas tropicais traz certo otimismo sobre a recuperação de áreas desmatadas. A partir de observações de ecólogos em todo o mundo, foi relatado que as espécies de árvores se regeneram em questão de décadas, formando as chamadas florestas secundárias. A perda de espécies, por outro lado, é inevitável.

Os pesquisadores observaram como ocorre o surgimento de árvores nos espaços degenerados por ação humana. Eles coletaram espécies de florestas tropicais maduras com secundárias para levantar dados e identificar a que ponto a nova vegetação mantém a diversidade original. Foram observadas 1.800 parcelas de cobertura vegetal, analisadas em conjunto.

Os resultados foram publicados na revista Science Advances, em artigo que contou com a participação de grupos independentes da América Latina, Europa e Estados Unidos, liderados por uma equipe da Universidade de Wageningen na Holanda. O Brasil foi representado por Pedro Bracalion, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que observou os processos na Mata Atlântica e Região Amazônica. A situação da primeira é crítica – hoje, apenas 15% de sua área original está preservada, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.

Quando uma área desmatada é abandonada – geralmente pela falta de potencial econômico – um processo de regeneração gradual se inicia, resultando em nova área de florestas secundárias, que repõe a anterior. O estudo aponta que na América Latina os resultados são rápidos e significativos. Em menos de duas décadas, 80% do número de espécies pode ser recuperado.

Entretanto, as expectativas de recuperação integral são baixas a curto prazo. “Apesar da quantidade alta de espécies, elas são diferentes da floresta original”, conta o pesquisador. O resultado revela que a biodiversidade de biomas tropicais pode ser comprometida, apesar da manutenção de cobertura vegetal.

Ele também destaca o perfil das árvores observadas que retornam ao habitat. “A maioria são espécies generalistas. Outras, mais sensíveis a modificações, dificilmente vão chegar à área de degeneração.”

Os dados levantados demonstram que não há equivalência ecológica entre os espaços originais e os regenerados. Apesar da quantidade de espécies recuperadas, a riqueza dessas é comprometida. De acordo com o professor, isso representa um alerta na maneira como agem os responsáveis pela política de compensação ambiental. Para ele, reflorestamentos por equivalência de área danificada não representam uma ação efetiva para reverter os efeitos da perda de florestas maduras de maneira íntegra. Porém, a técnica ainda é predominante em políticas públicas de recuperação ambiental. “É preciso uma mudança de paradigma: mensurar perdas e ganhos, entender o que será perdido. Reconhecer que certas ações são irreversíveis”, diz.

Obras grandes como a construção de hidrelétricas, que exigem alagamento de grandes áreas de mata, trazem impactos duradouros. Nesses casos é exigido planejamento para entender o bioma prejudicado, identificar espécies raras e replantá-las. Ao mesmo tempo, a recuperação vegetal é uma solução espontânea e mais barata do que o plantio de mudas, mas representa algumas desvantagens para manter a diversidade de espécies nativas e sensíveis. “É possível recuperar a cobertura florestal, mas há perda de espécies e muitos prejuízos à biodiversidade. As florestas secundárias não substituem as maduras.”

Por Yasmin Oliveira – 25/04/2019

https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-ambientais/florestas-tropicais-recuperam-rapido-cobertura-desmatada-mas-ha-perda-de-especies/

Assinale a alternativa em que a nova redação não altera o sentido original.

 

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1537296 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.

Florestas tropicais recuperam rápido cobertura desmatada, mas há perda de espécies.
Um estudo internacional sobre florestas tropicais traz certo otimismo sobre a recuperação de áreas desmatadas. A partir de observações de ecólogos em todo o mundo, foi relatado que as espécies de árvores se regeneram em questão de décadas, formando as chamadas florestas secundárias. A perda de espécies, por outro lado, é inevitável.

Os pesquisadores observaram como ocorre o surgimento de árvores nos espaços degenerados por ação humana. Eles coletaram espécies de florestas tropicais maduras com secundárias para levantar dados e identificar a que ponto a nova vegetação mantém a diversidade original. Foram observadas 1.800 parcelas de cobertura vegetal, analisadas em conjunto.

Os resultados foram publicados na revista Science Advances, em artigo que contou com a participação de grupos independentes da América Latina, Europa e Estados Unidos, liderados por uma equipe da Universidade de Wageningen na Holanda. O Brasil foi representado por Pedro Bracalion, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que observou os processos na Mata Atlântica e Região Amazônica. A situação da primeira é crítica – hoje, apenas 15% de sua área original está preservada, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.

Quando uma área desmatada é abandonada – geralmente pela falta de potencial econômico – um processo de regeneração gradual se inicia, resultando em nova área de florestas secundárias, que repõe a anterior. O estudo aponta que na América Latina os resultados são rápidos e significativos. Em menos de duas décadas, 80% do número de espécies pode ser recuperado.

Entretanto, as expectativas de recuperação integral são baixas a curto prazo. “Apesar da quantidade alta de espécies, elas são diferentes da floresta original”, conta o pesquisador. O resultado revela que a biodiversidade de biomas tropicais pode ser comprometida, apesar da manutenção de cobertura vegetal.

Ele também destaca o perfil das árvores observadas que retornam ao habitat. “A maioria são espécies generalistas. Outras, mais sensíveis a modificações, dificilmente vão chegar à área de degeneração.”

Os dados levantados demonstram que não há equivalência ecológica entre os espaços originais e os regenerados. Apesar da quantidade de espécies recuperadas, a riqueza dessas é comprometida. De acordo com o professor, isso representa um alerta na maneira como agem os responsáveis pela política de compensação ambiental. Para ele, reflorestamentos por equivalência de área danificada não representam uma ação efetiva para reverter os efeitos da perda de florestas maduras de maneira íntegra. Porém, a técnica ainda é predominante em políticas públicas de recuperação ambiental. “É preciso uma mudança de paradigma: mensurar perdas e ganhos, entender o que será perdido. Reconhecer que certas ações são irreversíveis”, diz.

Obras grandes como a construção de hidrelétricas, que exigem alagamento de grandes áreas de mata, trazem impactos duradouros. Nesses casos é exigido planejamento para entender o bioma prejudicado, identificar espécies raras e replantá-las. Ao mesmo tempo, a recuperação vegetal é uma solução espontânea e mais barata do que o plantio de mudas, mas representa algumas desvantagens para manter a diversidade de espécies nativas e sensíveis. “É possível recuperar a cobertura florestal, mas há perda de espécies e muitos prejuízos à biodiversidade. As florestas secundárias não substituem as maduras.”

Por Yasmin Oliveira – 25/04/2019

https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-ambientais/florestas-tropicais-recuperam-rapido-cobertura-desmatada-mas-ha-perda-de-especies/

São recursos argumentativos utilizados no texto, exceto:

 

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Questão presente nas seguintes provas
1537295 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 4.

Florestas tropicais recuperam rápido cobertura desmatada, mas há perda de espécies.
Um estudo internacional sobre florestas tropicais traz certo otimismo sobre a recuperação de áreas desmatadas. A partir de observações de ecólogos em todo o mundo, foi relatado que as espécies de árvores se regeneram em questão de décadas, formando as chamadas florestas secundárias. A perda de espécies, por outro lado, é inevitável.

Os pesquisadores observaram como ocorre o surgimento de árvores nos espaços degenerados por ação humana. Eles coletaram espécies de florestas tropicais maduras com secundárias para levantar dados e identificar a que ponto a nova vegetação mantém a diversidade original. Foram observadas 1.800 parcelas de cobertura vegetal, analisadas em conjunto.

Os resultados foram publicados na revista Science Advances, em artigo que contou com a participação de grupos independentes da América Latina, Europa e Estados Unidos, liderados por uma equipe da Universidade de Wageningen na Holanda. O Brasil foi representado por Pedro Bracalion, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba, que observou os processos na Mata Atlântica e Região Amazônica. A situação da primeira é crítica – hoje, apenas 15% de sua área original está preservada, de acordo com o Atlas dos Remanescentes Florestais da Mata Atlântica.

Quando uma área desmatada é abandonada – geralmente pela falta de potencial econômico – um processo de regeneração gradual se inicia, resultando em nova área de florestas secundárias, que repõe a anterior. O estudo aponta que na América Latina os resultados são rápidos e significativos. Em menos de duas décadas, 80% do número de espécies pode ser recuperado.

Entretanto, as expectativas de recuperação integral são baixas a curto prazo. “Apesar da quantidade alta de espécies, elas são diferentes da floresta original”, conta o pesquisador. O resultado revela que a biodiversidade de biomas tropicais pode ser comprometida, apesar da manutenção de cobertura vegetal.

Ele também destaca o perfil das árvores observadas que retornam ao habitat. “A maioria são espécies generalistas. Outras, mais sensíveis a modificações, dificilmente vão chegar à área de degeneração.”

Os dados levantados demonstram que não há equivalência ecológica entre os espaços originais e os regenerados. Apesar da quantidade de espécies recuperadas, a riqueza dessas é comprometida. De acordo com o professor, isso representa um alerta na maneira como agem os responsáveis pela política de compensação ambiental. Para ele, reflorestamentos por equivalência de área danificada não representam uma ação efetiva para reverter os efeitos da perda de florestas maduras de maneira íntegra. Porém, a técnica ainda é predominante em políticas públicas de recuperação ambiental. “É preciso uma mudança de paradigma: mensurar perdas e ganhos, entender o que será perdido. Reconhecer que certas ações são irreversíveis”, diz.

Obras grandes como a construção de hidrelétricas, que exigem alagamento de grandes áreas de mata, trazem impactos duradouros. Nesses casos é exigido planejamento para entender o bioma prejudicado, identificar espécies raras e replantá-las. Ao mesmo tempo, a recuperação vegetal é uma solução espontânea e mais barata do que o plantio de mudas, mas representa algumas desvantagens para manter a diversidade de espécies nativas e sensíveis. “É possível recuperar a cobertura florestal, mas há perda de espécies e muitos prejuízos à biodiversidade. As florestas secundárias não substituem as maduras.”

Por Yasmin Oliveira – 25/04/2019

https://jornal.usp.br/ciencias/ciencias-ambientais/florestas-tropicais-recuperam-rapido-cobertura-desmatada-mas-ha-perda-de-especies/

Assinale a alternativa que contém uma afirmação que não pode ser confirmada pelo texto.

 

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1537342 Ano: 2019
Disciplina: Medicina
Banca: IMA
Orgão: Pref. Barra Alcantara-PI
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A hipertensão arterial sistêmica (HAS) associa-se, frequentemente, às alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e às alterações metabólicas, com aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não fatais (SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA, 2010).

Em relação à Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), é correto afirmar que:

Questão Anulada

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