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Foram encontradas 50 questões.

2990279 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto a seguir, de acordo com a norma-padrão de concordância nominal e emprego do sinal indicativo de crase.

Esclarecemos que, , estão as planilhas de custo referentes aquisição de livros didáticos. Foi pela equipe responsável seleção do conjunto de obras que devem estar para os alunos, de segunda sexta-feira na biblioteca.

 

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2990278 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 09.

O rei morreu, viva o rei!

A expressão foi usada pela primeira vez na coroação de Carlos VII, após a morte de seu pai, Carlos VI, numa França de 1422. Nem o Brasil ou o futebol existiam. Relembro-a agora porque perdemos um Rei. O Pelé que era de todos nós e que talvez tenha sido – dentre os que estão no nosso parco panteão de heróis com caráter – aquele que mais reuniu em sua figura as verdadeiras dimensões de um herói. Pois herói é quem enfrenta sem medo e com a honestidade do corpo as suas lutas, como foi o caso deste Pelé de três Copas, centenas de jogadas inigualáveis, mais de mil gols e nascido negro e na pobreza mineira de Três Corações.

Sua realeza vai além do gosto e da opinião. Era real porque Pelé foi praticante de uma atividade na qual o talento se expressa no seu estado mais puro e vivo. Foi dele a tarefa e o destino de transformar o mero desempenho esportivo numa autêntica arte performativa. Tal como fazem os grandes músicos. Os virtuosos, cujos movimentos tornam real o que mal pode ser imaginado e, assim, reúnem Beleza e Verdade.

De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. Um é um homem negro comum que, sem o talento futebolístico, seria provavelmente pobre e certamente passaria despercebido. O outro é o Rei do Futebol. O herói que resgatou o orgulho e a esperança de vitória do povo brasileiro.

(Roberto DaMatta, O Estado de S. Paulo, 30.12.2022. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a construção entre colchetes substitui o trecho destacado, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome.

 

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2990277 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 09.

O rei morreu, viva o rei!

A expressão foi usada pela primeira vez na coroação de Carlos VII, após a morte de seu pai, Carlos VI, numa França de 1422. Nem o Brasil ou o futebol existiam. Relembro-a agora porque perdemos um Rei. O Pelé que era de todos nós e que talvez tenha sido – dentre os que estão no nosso parco panteão de heróis com caráter – aquele que mais reuniu em sua figura as verdadeiras dimensões de um herói. Pois herói é quem enfrenta sem medo e com a honestidade do corpo as suas lutas, como foi o caso deste Pelé de três Copas, centenas de jogadas inigualáveis, mais de mil gols e nascido negro e na pobreza mineira de Três Corações.

Sua realeza vai além do gosto e da opinião. Era real porque Pelé foi praticante de uma atividade na qual o talento se expressa no seu estado mais puro e vivo. Foi dele a tarefa e o destino de transformar o mero desempenho esportivo numa autêntica arte performativa. Tal como fazem os grandes músicos. Os virtuosos, cujos movimentos tornam real o que mal pode ser imaginado e, assim, reúnem Beleza e Verdade.

De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. Um é um homem negro comum que, sem o talento futebolístico, seria provavelmente pobre e certamente passaria despercebido. O outro é o Rei do Futebol. O herói que resgatou o orgulho e a esperança de vitória do povo brasileiro.

(Roberto DaMatta, O Estado de S. Paulo, 30.12.2022. Adaptado)

O enunciado cuja pontuação reproduz, com correção, a que foi adotada da passagem – De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. – é:

 

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2990276 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 09.

O rei morreu, viva o rei!

A expressão foi usada pela primeira vez na coroação de Carlos VII, após a morte de seu pai, Carlos VI, numa França de 1422. Nem o Brasil ou o futebol existiam. Relembro-a agora porque perdemos um Rei. O Pelé que era de todos nós e que talvez tenha sido – dentre os que estão no nosso parco panteão de heróis com caráter – aquele que mais reuniu em sua figura as verdadeiras dimensões de um herói. Pois herói é quem enfrenta sem medo e com a honestidade do corpo as suas lutas, como foi o caso deste Pelé de três Copas, centenas de jogadas inigualáveis, mais de mil gols e nascido negro e na pobreza mineira de Três Corações.

Sua realeza vai além do gosto e da opinião. Era real porque Pelé foi praticante de uma atividade na qual o talento se expressa no seu estado mais puro e vivo. Foi dele a tarefa e o destino de transformar o mero desempenho esportivo numa autêntica arte performativa. Tal como fazem os grandes músicos. Os virtuosos, cujos movimentos tornam real o que mal pode ser imaginado e, assim, reúnem Beleza e Verdade.

De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. Um é um homem negro comum que, sem o talento futebolístico, seria provavelmente pobre e certamente passaria despercebido. O outro é o Rei do Futebol. O herói que resgatou o orgulho e a esperança de vitória do povo brasileiro.

(Roberto DaMatta, O Estado de S. Paulo, 30.12.2022. Adaptado)

Os termos em destaque no primeiro e no segundo parágrafo têm sinônimos adequados, respectivamente, em

 

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2990275 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 06 a 09.

O rei morreu, viva o rei!

A expressão foi usada pela primeira vez na coroação de Carlos VII, após a morte de seu pai, Carlos VI, numa França de 1422. Nem o Brasil ou o futebol existiam. Relembro-a agora porque perdemos um Rei. O Pelé que era de todos nós e que talvez tenha sido – dentre os que estão no nosso parco panteão de heróis com caráter – aquele que mais reuniu em sua figura as verdadeiras dimensões de um herói. Pois herói é quem enfrenta sem medo e com a honestidade do corpo as suas lutas, como foi o caso deste Pelé de três Copas, centenas de jogadas inigualáveis, mais de mil gols e nascido negro e na pobreza mineira de Três Corações.

Sua realeza vai além do gosto e da opinião. Era real porque Pelé foi praticante de uma atividade na qual o talento se expressa no seu estado mais puro e vivo. Foi dele a tarefa e o destino de transformar o mero desempenho esportivo numa autêntica arte performativa. Tal como fazem os grandes músicos. Os virtuosos, cujos movimentos tornam real o que mal pode ser imaginado e, assim, reúnem Beleza e Verdade.

De um lado, há o Edson Arantes do Nascimento; do outro, há o Pelé. Um é um homem negro comum que, sem o talento futebolístico, seria provavelmente pobre e certamente passaria despercebido. O outro é o Rei do Futebol. O herói que resgatou o orgulho e a esperança de vitória do povo brasileiro.

(Roberto DaMatta, O Estado de S. Paulo, 30.12.2022. Adaptado)

A leitura do texto leva a concluir que, para o autor, o título de Rei, dado a Pelé

 

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2990274 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Causos / 3

O que é a verdade? A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva.

Fernando conta com o corpo inteiro, e não apenas com palavras, e pode se transformar em outra gente ou bicho voador ou no que for, e faz isso de tal maneira que depois a gente escuta, por exemplo, o sabiá cantando num galho, e a gente pensa: Esse passarinho está imitando Fernando quando imita o sabiá.

Ele conta causos da linda gente do povo, da gente recém-criada, que ainda tem cheiro de barro; e também causos de alguns tipos extravagantes que ele conheceu, como aquele espelheiro que fazia espelhos e se metia neles, se perdia, ou aquele apagador de vulcões que o diabo deixou zarolho, por vingança, cuspindo em seu olho. Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve: o hotel que abria só para fantasmas, aquela mansão onde as bruxas morreram de chatice ou a casa de Ticuantepe, que era tão sombreada e fresca que a gente sentia vontade de ter, ali, uma namorada à nossa espera.

Além disso, Fernando trabalha como médico. Prescreve ervas em vez de comprimidos e cura a úlcera com plantas e ovo de pombo; mas prefere ainda a própria mão. Porque ele cura tocando. E contando, que é outra maneira de tocar.

(Eduardo Galeano, O livro dos abraços. Adaptado)

A alternativa que reescreve passagem do texto de acordo com a norma-padrão de concordância e emprego do tempo verbal é:

 

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2990273 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Causos / 3

O que é a verdade? A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva.

Fernando conta com o corpo inteiro, e não apenas com palavras, e pode se transformar em outra gente ou bicho voador ou no que for, e faz isso de tal maneira que depois a gente escuta, por exemplo, o sabiá cantando num galho, e a gente pensa: Esse passarinho está imitando Fernando quando imita o sabiá.

Ele conta causos da linda gente do povo, da gente recém-criada, que ainda tem cheiro de barro; e também causos de alguns tipos extravagantes que ele conheceu, como aquele espelheiro que fazia espelhos e se metia neles, se perdia, ou aquele apagador de vulcões que o diabo deixou zarolho, por vingança, cuspindo em seu olho. Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve: o hotel que abria só para fantasmas, aquela mansão onde as bruxas morreram de chatice ou a casa de Ticuantepe, que era tão sombreada e fresca que a gente sentia vontade de ter, ali, uma namorada à nossa espera.

Além disso, Fernando trabalha como médico. Prescreve ervas em vez de comprimidos e cura a úlcera com plantas e ovo de pombo; mas prefere ainda a própria mão. Porque ele cura tocando. E contando, que é outra maneira de tocar.

(Eduardo Galeano, O livro dos abraços. Adaptado)

Assinale a alternativa que reescreve as passagens a seguir, de acordo com a norma-padrão de regência verbal e nominal.

Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve... / Prescreve ervas em vez de comprimidos...

 

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2990272 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Causos / 3

O que é a verdade? A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva.

Fernando conta com o corpo inteiro, e não apenas com palavras, e pode se transformar em outra gente ou bicho voador ou no que for, e faz isso de tal maneira que depois a gente escuta, por exemplo, o sabiá cantando num galho, e a gente pensa: Esse passarinho está imitando Fernando quando imita o sabiá.

Ele conta causos da linda gente do povo, da gente recém-criada, que ainda tem cheiro de barro; e também causos de alguns tipos extravagantes que ele conheceu, como aquele espelheiro que fazia espelhos e se metia neles, se perdia, ou aquele apagador de vulcões que o diabo deixou zarolho, por vingança, cuspindo em seu olho. Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve: o hotel que abria só para fantasmas, aquela mansão onde as bruxas morreram de chatice ou a casa de Ticuantepe, que era tão sombreada e fresca que a gente sentia vontade de ter, ali, uma namorada à nossa espera.

Além disso, Fernando trabalha como médico. Prescreve ervas em vez de comprimidos e cura a úlcera com plantas e ovo de pombo; mas prefere ainda a própria mão. Porque ele cura tocando. E contando, que é outra maneira de tocar.

(Eduardo Galeano, O livro dos abraços. Adaptado)

Nos contextos em que se encontram, os trechos destacados no texto expressam, correta e respectivamente, as noções de

 

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2990271 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Causos / 3

O que é a verdade? A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva.

Fernando conta com o corpo inteiro, e não apenas com palavras, e pode se transformar em outra gente ou bicho voador ou no que for, e faz isso de tal maneira que depois a gente escuta, por exemplo, o sabiá cantando num galho, e a gente pensa: Esse passarinho está imitando Fernando quando imita o sabiá.

Ele conta causos da linda gente do povo, da gente recém-criada, que ainda tem cheiro de barro; e também causos de alguns tipos extravagantes que ele conheceu, como aquele espelheiro que fazia espelhos e se metia neles, se perdia, ou aquele apagador de vulcões que o diabo deixou zarolho, por vingança, cuspindo em seu olho. Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve: o hotel que abria só para fantasmas, aquela mansão onde as bruxas morreram de chatice ou a casa de Ticuantepe, que era tão sombreada e fresca que a gente sentia vontade de ter, ali, uma namorada à nossa espera.

Além disso, Fernando trabalha como médico. Prescreve ervas em vez de comprimidos e cura a úlcera com plantas e ovo de pombo; mas prefere ainda a própria mão. Porque ele cura tocando. E contando, que é outra maneira de tocar.

(Eduardo Galeano, O livro dos abraços. Adaptado)

A contradição presente em – A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva. – explica-se, no desenvolvimento do texto, como representação

 

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2990270 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Araçatuba-SP

Leia o texto para responder às questões de números 01 a 05.

Causos / 3

O que é a verdade? A verdade é uma mentira contada por Fernando Silva.

Fernando conta com o corpo inteiro, e não apenas com palavras, e pode se transformar em outra gente ou bicho voador ou no que for, e faz isso de tal maneira que depois a gente escuta, por exemplo, o sabiá cantando num galho, e a gente pensa: Esse passarinho está imitando Fernando quando imita o sabiá.

Ele conta causos da linda gente do povo, da gente recém-criada, que ainda tem cheiro de barro; e também causos de alguns tipos extravagantes que ele conheceu, como aquele espelheiro que fazia espelhos e se metia neles, se perdia, ou aquele apagador de vulcões que o diabo deixou zarolho, por vingança, cuspindo em seu olho. Os causos acontecem em lugares onde Fernando esteve: o hotel que abria só para fantasmas, aquela mansão onde as bruxas morreram de chatice ou a casa de Ticuantepe, que era tão sombreada e fresca que a gente sentia vontade de ter, ali, uma namorada à nossa espera.

Além disso, Fernando trabalha como médico. Prescreve ervas em vez de comprimidos e cura a úlcera com plantas e ovo de pombo; mas prefere ainda a própria mão. Porque ele cura tocando. E contando, que é outra maneira de tocar.

(Eduardo Galeano, O livro dos abraços. Adaptado)

É correto afirmar que o texto consiste em um relato que

 

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