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1508085 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO I
Pisa 2018: mais de 10 mil estudantes participam do programa
Exame mensura desenvoltura na Leitura e conhecimentos em Matemática e Ciências Aplicadas
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, o Pisa 2018, foi aplicado em 661 escolas brasileiras para até 33 estudantes que cursavam a partir do 7º ano do ensino fundamental e nascidos a partir de 2002. Os exames avaliaram o conhecimento em termos de Leitura, Matemática e Ciências Aplicadas e foram aplicados em mais de 80 países. Com isto, cerca de 13 mil pessoas participaram em todo o Brasil.
Apesar de o resultado ser disponibilizado apenas em 2019, o Pisa contribui para avaliar, a partir de parâmetros internacionais, a qualidade da educação e a iniciativa do estudante em buscar, interpretar e analisar conteúdos associados a situações que ultrapassam a esfera escolar. Nos países em geral, a maioria dos participantes têm 15 anos, idade em que é encerrada a educação básica obrigatória.
A leitura foi o tema do Pisa 2018. Diante da importância para o desenvolvimento do aluno, o universo escolar é importante por desenvolver diversas iniciativas que estimulam as competências associadas à leitura. “Através das atividades lúdicas, rodas de leitura dentre outras práticas, identificamos como o aluno está em seu processo de aprendizagem. Ele é incentivado a desenvolver sua autonomia, confiança e compreensão diante de situações do dia a dia que necessitam da leitura e da interpretação. Isto favorece o crescimento intelectual do aluno enquanto cidadão”, destaca a pedagoga Marina Rhein dos Reis.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), “a proposta para esta área [de Leitura] foi de analisar o conhecimento dos estudantes tendo como base a diversidade de um mundo globalizado, incluindo as habilidades de leitura necessárias, na atualidade, para crescimento individual, sucesso educacional, participação econômica e cidadania”.
A criação de projetos literários que destaquem autores importantes, além dos clássicos da literatura nacional e internacional, ou a “simples” adoção de livros paradidáticos para trabalhar ao longo do ano são válidas. “A cada trimestre adotamos um livro paradidático o qual servirá de base para atividades que resultam, entre outras, em apresentação de dança, pinturas e livros”, pontua Reis ao citar as atividades desenvolvidas no âmbito escolar.
As provas do Pisa também incluem questões sobre letramento financeiro para avaliar o conhecimento dos jovens no que tange a dinheiro e investimentos, bem como compreender os critérios adotados para a tomada de decisões que envolvam tais questões.
Fonte: Tunísia Cores - Ascom Educa Mais Brasil https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/pisa-2018-mais-de-10-mil estudantes-participam-doprograma Acesso em 01/09/2018.
Para Castilho (2000, p.12) a língua “é um fenômeno funcionalmente heterogêneo, representável por meio de regras variáveis socialmente motivadas.”, o que sugere uma concepção de língua como atividade social. Isso implica que, ao lado de regras categóricas, o sistema linguístico é constituído de regras variáveis, que são descritas pela sociolinguística. Analise os tipos de variação linguística e relacione segunda coluna de acordo com a primeira.
(1) Variação geográfica ( ) Variação diastrática
(2) Variação social ( ) Variação diafásica
(3) Variações histórica ( ) Variação regional ou diatópica
(4) Variações situacionais ( ) Variação diacrônica
Assinale a alternativa com a sequencia correta:
 

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1506962 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela!$ ^{(A)} !$... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante!$ ^{(B)} !$. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita!$ ^{(C)} !$. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado!$ ^{(D)} !$. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais
um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Indique a alternativa na qual se encontra uma expressão que descreve ou se refere à palavra diploma.
 

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1500404 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II

O DIPLOMA

Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Queimportância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.

Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.

Sobre os processos de estruturação sintática e conexão de orações, assinale a alternativa correta.

 

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1145829 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Partindo-se da concepção de língua como “instrumento de comunicação”, entende-se que a linguagem em uso pode assumir diferentes funções, propostas por Roman Jakobson, em seu modelo de processo de comunicação, quais sejam: emotiva, referencial, conativa, fática, metalinguística e poética. Identifique a alternativa que apresenta a função da linguagem predominante nos textos I e II, respectivamente.
 

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1102466 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO I
Pisa 2018: mais de 10 mil estudantes participam do programa
Exame mensura desenvoltura na Leitura e conhecimentos em Matemática e Ciências Aplicadas
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, o Pisa 2018, foi aplicado em 661 escolas brasileiras para até 33 estudantes que cursavam a partir do 7º ano do ensino fundamental e nascidos a partir de 2002. Os exames avaliaram o conhecimento em termos de Leitura, Matemática e Ciências Aplicadas e foram aplicados em mais de 80 países. Com isto, cerca de 13 mil pessoas participaram em todo o Brasil.
Apesar de o resultado ser disponibilizado apenas em 2019, o Pisa contribui para avaliar, a partir de parâmetros internacionais, a qualidade da educação e a iniciativa do estudante em buscar, interpretar e analisar conteúdos associados a situações que ultrapassam a esfera escolar. Nos países em geral, a maioria dos participantes têm 15 anos, idade em que é encerrada a educação básica obrigatória.
A leitura foi o tema do Pisa 2018. Diante da importância para o desenvolvimento do aluno, o universo escolar é importante por desenvolver diversas iniciativas que estimulam as competências associadas à leitura!$ ^{(A)} !$. “Através das atividades lúdicas, rodas de leitura dentre outras práticas, identificamos como o aluno está em seu processo de aprendizagem. Ele é incentivado a desenvolver sua autonomia, confiança e compreensão diante de situações do dia a dia que necessitam da leitura e da interpretação. Isto favorece o crescimento intelectual do aluno enquanto cidadão”, destaca a pedagoga Marina Rhein dos Reis!$ ^{(B)} !$.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira!$ ^{(C)} !$ (Inep), “a proposta para esta área [de Leitura] foi de analisar o conhecimento dos estudantes tendo como base a diversidade de um mundo globalizado, incluindo as habilidades de leitura necessárias, na atualidade, para crescimento individual, sucesso educacional, participação econômica e cidadania”.
A criação de projetos literários que destaquem autores importantes, além dos clássicos da literatura nacional e internacional, ou a “simples” adoção de livros paradidáticos para trabalhar ao longo do ano são válidas!$ ^{(D)} !$. “A cada trimestre adotamos um livro paradidático o qual servirá de base para atividades que resultam, entre outras, em apresentação de dança, pinturas e livros”, pontua Reis ao citar as atividades desenvolvidas no âmbito escolar.
As provas do Pisa também incluem questões sobre letramento financeiro para avaliar o conhecimento dos jovens no que tange a dinheiro e investimentos, bem como compreender os critérios adotados para a tomada de decisões que envolvam tais questões.
Fonte: Tunísia Cores - Ascom Educa Mais Brasil https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/pisa-2018-mais-de-10-mil estudantes-participam-doprograma Acesso em 01/09/2018.
Em textos jornalísticos, tal como em narrativas literárias, é comum a utilização de citação do discurso alheio, apresentandose a fala ou o pensamento de personagens, de forma direta, mediante a utilização de um verbo com a função de verbo dicendi. Marque a alternativa que apresenta um exemplo desse recurso.
 

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1078003 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO I
Pisa 2018: mais de 10 mil estudantes participam do programa
Exame mensura desenvoltura na Leitura e conhecimentos em Matemática e Ciências Aplicadas
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, o Pisa 2018, foi aplicado em 661 escolas brasileiras para até 33 estudantes que cursavam a partir do 7º ano do ensino fundamental e nascidos a partir de 2002. Os exames avaliaram o conhecimento em termos de Leitura, Matemática e Ciências Aplicadas e foram aplicados em mais de 80 países. Com isto, cerca de 13 mil pessoas participaram em todo o Brasil.
Apesar de o resultado ser disponibilizado apenas em 2019, o Pisa contribui para avaliar, a partir de parâmetros internacionais, a qualidade da educação e a iniciativa do estudante em buscar, interpretar e analisar conteúdos associados a situações que ultrapassam a esfera escolar. Nos países em geral, a maioria dos participantes têm 15 anos, idade em que é encerrada a educação básica obrigatória.
A leitura foi o tema do Pisa 2018. Diante da importância para o desenvolvimento do aluno, o universo escolar é importante por desenvolver diversas iniciativas que estimulam as competências associadas à leitura. “Através das atividades lúdicas, rodas de leitura dentre outras práticas, identificamos como o aluno está em seu processo de aprendizagem. Ele é incentivado a desenvolver sua autonomia, confiança e compreensão diante de situações do dia a dia que necessitam da leitura e da interpretação. Isto favorece o crescimento intelectual do aluno enquanto cidadão”, destaca a pedagoga Marina Rhein dos Reis.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), “a proposta para esta área [de Leitura] foi de analisar o conhecimento dos estudantes tendo como base a diversidade de um mundo globalizado, incluindo as habilidades de leitura necessárias, na atualidade, para crescimento individual, sucesso educacional, participação econômica e cidadania”.
A criação de projetos literários que destaquem autores importantes, além dos clássicos da literatura nacional e internacional, ou a “simples” adoção de livros paradidáticos para trabalhar ao longo do ano são válidas. “A cada trimestre adotamos um livro paradidático o qual servirá de base para atividades que resultam, entre outras, em apresentação de dança, pinturas e livros”, pontua Reis ao citar as atividades desenvolvidas no âmbito escolar.
As provas do Pisa também incluem questões sobre letramento financeiro para avaliar o conhecimento dos jovens no que tange a dinheiro e investimentos, bem como compreender os critérios adotados para a tomada de decisões que envolvam tais questões.
Fonte: Tunísia Cores - Ascom Educa Mais Brasil https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/pisa-2018-mais-de-10-mil estudantes-participam-doprograma Acesso em 01/09/2018.
Considerando que Koch (2010, p.22) conceitua texto como “...uma manifestação verbal constituída de elementos linguísticos selecionados e ordenados pelos falantes durante a atividade verbal, de modo a permitir aos parceiros, na interação, não apenas a depreensão de conteúdos semânticos, em decorrência da ativação de processos e estratégias de ordem cognitiva, como também a interação (ou atuação) de acordo com práticas socioculturais”. Assinale a resposta correta.
 

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946366 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Segundo Biderman (1978, p.139), “O Léxico se expande, se altera e, às vezes, se contrai. As mudanças sociais e culturais acarretam alterações nos usos vocabulares: daí resulta que unidades ou setores completos do Léxico podem ser marginalizados, entrar em desuso e vir a desaparecer. Inversamente, porém, podem ser ressuscitados termos que voltam à circulação, geralmente com novas conotações. Enfim, novos vocábulos, ou novas significações de vocábulos já existentes, surgem para enriquecer o Léxico.”
Nas frases: “Olhe como ficou bacana.” e “Onde fica isso, meu chapa?”, do texto de Drummond, encontra-se exemplos de um processo de ampliação lexical da língua portuguesa. Assinale a resposta correta em relação ao processo que permite tal expansão.
 

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946185 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO I
Pisa 2018: mais de 10 mil estudantes participam do programa
Exame mensura desenvoltura na Leitura e conhecimentos em Matemática e Ciências Aplicadas
O Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, o Pisa 2018, foi aplicado em 661 escolas brasileiras para até 33 estudantes que cursavam a partir do 7º ano do ensino fundamental e nascidos a partir de 2002. Os exames avaliaram o conhecimento em termos de Leitura, Matemática e Ciências Aplicadas e foram aplicados em mais de 80 países. Com isto, cerca de 13 mil pessoas participaram em todo o Brasil.
Apesar de o resultado ser disponibilizado apenas em 2019, o Pisa contribui para avaliar, a partir de parâmetros internacionais, a qualidade da educação e a iniciativa do estudante em buscar, interpretar e analisar conteúdos associados a situações que ultrapassam a esfera escolar. Nos países em geral, a maioria dos participantes têm 15 anos, idade em que é encerrada a educação básica obrigatória.
A leitura foi o tema do Pisa 2018. Diante da importância para o desenvolvimento do aluno, o universo escolar é importante por desenvolver diversas iniciativas que estimulam as competências associadas à leitura. “Através das atividades lúdicas, rodas de leitura dentre outras práticas, identificamos como o aluno está em seu processo de aprendizagem. Ele é incentivado a desenvolver sua autonomia, confiança e compreensão diante de situações do dia a dia que necessitam da leitura e da interpretação. Isto favorece o crescimento intelectual do aluno enquanto cidadão”, destaca a pedagoga Marina Rhein dos Reis.
Segundo o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), “a proposta para esta área [de Leitura] foi de analisar o conhecimento dos estudantes tendo como base a diversidade de um mundo globalizado, incluindo as habilidades de leitura necessárias, na atualidade, para crescimento individual, sucesso educacional, participação econômica e cidadania”.
A criação de projetos literários que destaquem autores importantes, além dos clássicos da literatura nacional e internacional, ou a “simples” adoção de livros paradidáticos para trabalhar ao longo do ano são válidas. “A cada trimestre adotamos um livro paradidático o qual servirá de base para atividades que resultam, entre outras, em apresentação de dança, pinturas e livros”, pontua Reis ao citar as atividades desenvolvidas no âmbito escolar.
As provas do Pisa também incluem questões sobre letramento financeiro para avaliar o conhecimento dos jovens no que tange a dinheiro e investimentos, bem como compreender os critérios adotados para a tomada de decisões que envolvam tais questões.
Fonte: Tunísia Cores - Ascom Educa Mais Brasil https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/pisa-2018-mais-de-10-mil estudantes-participam-doprograma Acesso em 01/09/2018.
Segundo Bakhtin (1997, p. 290), “a utilização da língua efetua-se em forma de enunciados (orais e escritos), concretos e únicos, que emanam dos integrantes duma ou doutra esfera da atividade humana. (…) cada esfera de utilização da língua elabora seus tipos relativamente estáveis de enunciados, sendo isso que denominamos gêneros do discurso". Marque a alternativa na qual se encontram formulados, corretamente, componentes da construção das bases sócio-interativas da teoria dos gêneros de Bakhtin (2000).
 

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946153 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas, se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Que importância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como, se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Indique a alternativa correta, quanto à conjugação dos verbos destacados, no período: “Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele.”
 

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756665 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: ACEP
Orgão: Pref. Aracati-CE
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TEXTO II
O DIPLOMA
Olha o diploma da mamãe! Quem tem sua mamãe, deve lhe oferecer este diploma! Era atrás do edifício da Noite, na passagem lamacenta onde se aglomeram vendedores de canetas automáticas de dez cores, e outros artigos. O rapaz aproximou-se da banca onde se exibiam os diplomas. Pediu licença para pegar um deles, enquanto o vendedor continuava gritando a mercadoria sentimental. Mirou e remirou o papel com atenção. – Onde é que bota o retrato? – Que retrato? – inquiriu o camelô. – O meu, para oferecer a ela... – Ah, compreendo, o cavalheiro quer dar um retratinho a sua mamãe. Muito bem, pode colocar sua bonita estampa nas costas do diploma, está vendo? Timidamente, o rapaz formulou a objeção: – Mas se ela enquadrar o diploma e pendurar na parede, o retrato fica escondido nas costas. – Perfeitamente, nesse caso, ela pode pendurar o quadro de costas e o amigo fica aparecendo. – Isso não. Eu queria botar meu retrato na frente do diploma, junto disso tudo que está aí escrito. – Não tem problema, cola aqui neste canto, fica mais interessante. O rapaz tirou um embrulhinho do bolso, tirou do embrulhinho sua fotografia em tamanho postal, aplicou-a sobre o diploma, no lugar indicado pelo vendedor. Reconheceu aborrecido: – Cabe não. – Cabe sim. Com licença, cavalheiro. Olhe como ficou bacana. – Assim ele tapa as letras da escrita. – Ora, só umas letrinhas. A maioria das palavras continua visível. Queimportância tem tapar algumas palavras? O cavalheiro cobre elas com o carinho de sua fotografia. O rapaz continuava indeciso. Dar um diploma a sua mãe, no dia das Mães, era ideia nova, excitante. Não entendia bem o que fosse diploma, porém, certamente, sua mãe o merecia; e se o diploma levasse o retrato dele, deixava de ser um diploma qualquer, oferecido a qualquer mãe. Mas, como se não tinham previsto o lugar para o retrato do filho? – Vai levar? – perguntou o camelô, desejoso de fechar o negócio e voltar à pregação oratória – pois eles gostam ainda mais de falar à multidão do que de vender. – Bem… eu levo. Corto o peito do meu retrato, assim ele cabe sem ofender as palavras. E como eu faço para mandar para Inajaroba? – Onde fica isso, meu chapa? – Sergipe, então não sabe? – Até este momento não sabia, mas não tem problema. Enrola, bota no Correio, vai de avião. – Chega todo esbandalhado. – Então, passa ali na papelaria e pede para botar enchimento, fazer um embrulho bem legal. – Mais um favorzinho, moço – e o rapaz baixou a voz e a cabeça. – Vai dizendo, vai dizendo. – Pode ler para mim o que está escrito aí? Eu não gostava que minha mãe recebesse o diploma sem eu saber o que estou mandando dizer nele... – Como todo prazer - ele leu com ênfase, para o rapaz e para o grupo em redor, a declaração de amor de um filho à sua mãe, em forma de diploma.
Fonte: ANDRADE, C. Drummond de, et al. Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 1980. v. 2.
Aponte a alternativa correta relativamente às afirmações sobre a colocação pronome oblíquo átono.
I. Para Azeredo (2008, p. 259), “Mesmo os falantes mais escolarizados tendem a substituir as formas oblíquas átonas o/a/os/as por ele/ela/eles/elas, quando relativas à pessoa de quem se fala”.
II. A ênclise constitui uso padrão na variedade culta brasileira, quando a palavra que precede imediatamente o verbo é um advérbio ou pronome de significação negativa.
III. Se a palavra que precede imediatamente o verbo é um conectivo de subordinação, a colocação preferida é a próclise, especialmente se o verbo encontra-se no modo subjuntivo.
 

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