Na locação de uma obra, a partir de coordenadas de pontos definidos em um projeto são calculadas direções e distâncias em relação a marcos de referência. Com estes valores, a partir dos marcos de referência materializados em campo, é possível locar ou indicar a posição dos pontos de interesse. Assinale a alternativa que apresenta três técnicas que podem ser empregadas para se fazer locações de pontos para uma obra:
Considerando as cozinhas em áreas de vivência de canteiros de obra, segundo a legislação vigente, assinale a alternativa que apresenta uma condição INCORRETA com relação a uma situação que deve ser respeitada para esses ambientes:
A proposta de Reforma da Previdência tem sido tema recorrente há algum tempo na maioria dos veículos de comunicação. Por tratar tratar-se de uma Proposta de Emenda à Constituição, há necessidade de aprovação no Plenário da Câmara por pelo menos 3/5 do s deputados, equivalente a:
A definição a seguir entre aspas, "São estruturas corridas (contínuas) que suportam os esforços (empuxos) pelo seu peso próprio. Geralmente são executados para conter desníveis pequenos ou médios, inferiores a 5 (cinco) metros. São construídos quando se dispões de espaço para acomodar sua seção transversal: a largura da base é da ordem de 40% da altura do solo a ser contido.", se refere ao elemento de contenção constante na alternativa:
Texto 02: Chris Evans chegou a recusar o papel de Capitão América
Por Da Redação
13 abr 2016, 09h04
Evans afirmou que estava aterrorizado com a ideia de atuar como o herói, principalmente devido ao contrato que lhe foi oferecido, o qual previa a atuação em vários filmes na pele do personagem. “Há partes de mim que têm um pouco de ansiedade social em relação a esta indústria. Quando você faz filmes um de cada vez, de repente você pode decidir que não quer mais fazer tantos e dar um passo para trás e ajustar suas energias. Mas, quando você tem um contrato gigantesco e não está se sentindo tão bem para atuar… Que pena, você tem que vestir o uniforme de novo. Isso é assustador”, disse.
Questionado sobre o motivo pelo qual acabou assinando o contrato, Evans disse que a Marvel voltou a oferecer o papel algumas vezes, as quais ele negou, até que percebeu que, na verdade, estava com medo. “Você não pode deixar de fazer coisas por medo. Isso acabou clareando na minha cabeça. O que quer que seja que você está com medo, se entregue a isso”, contou, antes de ouvir uma brincadeira do apresentador: “Então você é um herói na vida real também, é o que você está dizendo?”.
Vale lembrar que o Capitão América não é o primeiro personagem da Marvel vivido por Evans. O ator já havia atuado como o Tocha Humana nos filmes Quarteto Fantástico (2005) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007).
Adaptado de http://veja.abril.com.br/entretenimento/chris-evans-chegou-a-recusar-o-papel-de-capitao-america/, acesso em 26 de abril de 2017.
Para responder a questão considere o texto acima:
A alternativa em que os tempos e modos verbais dos verbos sublinhados estão corretos, na ordem em que aparecem é:
“Evans afirmou que estava aterrorizado com a ideia de atuar como o herói [...]”.
Texto 01: Ela venceu a corrida contra o preconceito
Antonio Carlos Prado
20 de abril de 2017
Há meio século, o número 261 entrou para a história na luta das mulheres pelos direitos civis nos EUA – e, consequentemente, em diversos países nos quais também se levantavam bandeiras a favor da isonomia social na questão de gênero. Era ele, o 261, que estava estampado no moletom de Kathrine Switzer, que ousara se inscrever e participar da famosa maratona de Boston . Para driblar o regulamento que proibia a presença feminina, Kathrine se inscreveu na prova usando apenas as iniciais K.V, inspiração que lhe veio ao lembrar lembrar-se que alguns escritores famosos assinavam seus livros dessa maneira (T. S. Eliot e J. D. Salinge r, por exemplo). Dito e feito: o seu nome passou como sendo o de um homem, recebeu como número de inscrição o tal 261 e os fiscais só deram conta do equívoco com a competição já iniciada. O que se viu a seguir foi o mais lamentável preconceito, quando tentaram impedi impedi-la, com tapas e empurrões, de continuar na corrida.
Na semana passada, outros tempos, outros conceitos – e bem melhor assim. Aos 70 anos de idade, Kathrine Switzer esteve novamente na maratona, foi aplaudida do começo ao fim como símbolo da l uta contra toda e qualquer desigualdade (ela sempre teve uma visão bem mais
ampla dessa questão de gênero, ao contrário da pregação estreita de muitas feministas nos dias atuais), e completou os 42.195 metros da prova em 4h44min31s. Detalhe: usou o mesmo 261 do passado.
Kathrine já disputou 39 maratonas, e em 1974 foi a grande vencedora da competição em Nova York. Em um artigo publicado pelo jornal “The New York Times”, ela escreveu: “Pouca gente imaginaria que a maratona feminina se tornaria uma das modal idades com maior glamour nas Olimpíadas”.
Adaptação de http://istoe.com.br/ela-venceu-corrida-contra-o-preconceito/, acesso em 26 de abril. de 2017.
Arquiteto e planejador urbano, foi prefeito de Curitiba por três mandatos e governador do Paraná por dois mandatos, destaca destaca-se profissionalmente exercendo a atividade em que obteve formação acadêmica. Trata-se de:
Texto 01: Ela venceu a corrida contra o preconceito
Antonio Carlos Prado
20 de abril de 2017
Há meio século, o número 261 entrou para a história na luta das mulheres pelos direitos civis nos EUA – e, consequentemente, em diversos países nos quais também se levantavam bandeiras a favor da isonomia social na questão de gênero. Era ele, o 261, que estava estampado no moletom de Kathrine Switzer, que ousara se inscrever e participar da famosa maratona de Boston . Para driblar o regulamento que proibia a presença feminina, Kathrine se inscreveu na prova usando apenas as iniciais K.V, inspiração que lhe veio ao lembrar lembrar-se que alguns escritores famosos assinavam seus livros dessa maneira (T. S. Eliot e J. D. Salinge r, por exemplo). Dito e feito: o seu nome passou como sendo o de um homem, recebeu como número de inscrição o tal 261 e os fiscais só deram conta do equívoco com a competição já iniciada. O que se viu a seguir foi o mais lamentável preconceito, quando tentaram impedi impedi-la, com tapas e empurrões, de continuar na corrida.
Na semana passada, outros tempos, outros conceitos – e bem melhor assim. Aos 70 anos de idade, Kathrine Switzer esteve novamente na maratona, foi aplaudida do começo ao fim como símbolo da l uta contra toda e qualquer desigualdade (ela sempre teve uma visão bem mais
ampla dessa questão de gênero, ao contrário da pregação estreita de muitas feministas nos dias atuais), e completou os 42.195 metros da prova em 4h44min31s. Detalhe: usou o mesmo 261 do passado.
Kathrine já disputou 39 maratonas, e em 1974 foi a grande vencedora da competição em Nova York. Em um artigo publicado pelo jornal “The New York Times”, ela escreveu: “Pouca gente imaginaria que a maratona feminina se tornaria uma das modal idades com maior glamour nas Olimpíadas”.
Adaptação de http://istoe.com.br/ela-venceu-corrida-contra-o-preconceito/, acesso em 26 de abril. de 2017.
O verbo sublinhado, na oração abaixo, classifica-se quanto à regência verbal em:
Texto 01: Ela venceu a corrida contra o preconceito
Antonio Carlos Prado
20 de abril de 2017
Há meio século, o número 261 entrou para a história na luta das mulheres pelos direitos civis nos EUA – e, consequentemente, em diversos países nos quais também se levantavam bandeiras a favor da isonomia social na questão de gênero. Era ele, o 261, que estava estampado no moletom de Kathrine Switzer, que ousara se inscrever e participar da famosa maratona de Boston . Para driblar o regulamento que proibia a presença feminina, Kathrine se inscreveu na prova usando apenas as iniciais K.V, inspiração que lhe veio ao lembrar lembrar-se que alguns escritores famosos assinavam seus livros dessa maneira (T. S. Eliot e J. D. Salinge r, por exemplo). Dito e feito: o seu nome passou como sendo o de um homem, recebeu como número de inscrição o tal 261 e os fiscais só deram conta do equívoco com a competição já iniciada. O que se viu a seguir foi o mais lamentável preconceito, quando tentaram impedi impedi-la, com tapas e empurrões, de continuar na corrida.
Na semana passada, outros tempos, outros conceitos – e bem melhor assim. Aos 70 anos de idade, Kathrine Switzer esteve novamente na maratona, foi aplaudida do começo ao fim como símbolo da l uta contra toda e qualquer desigualdade (ela sempre teve uma visão bem mais
ampla dessa questão de gênero, ao contrário da pregação estreita de muitas feministas nos dias atuais), e completou os 42.195 metros da prova em 4h44min31s. Detalhe: usou o mesmo 2 61 do passado.
Kathrine já disputou 39 maratonas, e em 1974 foi a grande vencedora da competição em Nova York. Em um artigo publicado pelo jornal “The New York Times”, ela escreveu: “Pouca gente imaginaria que a maratona feminina se tornaria uma das modal idades com maior glamour nas Olimpíadas”.
Adaptação de http://istoe.com.br/ ela-venceu-corrida-contra-o-preconceito/, acesso em 26 de abril. de 2017.