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David Hockney pinta em iPhone e iPad
ANA PAULA SOUSA
ENVIADA ESPECIAL A PARIS
E eis que da tela fez-se o pincel. Com o mesmo toque de dedo que nos faz alcançar um número de telefone ou o mapa de uma estrada, David Hockney, 73, criou cores, formas. Flores.
O pintor britânico reencontrou-se com o desenho quando, deitado na cama, na costa leste da Inglaterra, pegou o iPhone e, empurrado pela própria natureza de artista, se flagrou a transferir para a pequena tela o nascer do sol que via pela janela.
"Eu não teria desenhado a aurora se eu tivesse um lápis e um papel à mão. Foi a luminosidade da tela que me incitou", descreve, no texto feito para a exposição "David Hockney, Fleurs fraîches" (flores frescas), em cartaz na Fundação Pierre Bergé - Yves Saint Laurent, em Paris.
A mostra, que fica aberta até o dia 30 de janeiro, reúne 200 desenhos que Hockney, um dos mais importantes artistas contemporâneos, fez sobre iPhones e iPads.
As imagens que chegam a público surgiram nesse mesmo quarto com vista para o nascer do sol. O espaço, conta Hoc- kney, era diariamente decorado com flores frescas.
"Aprender a desenhar é aprender a olhar e aprender a olhar não faz mal a ninguém", ensina, no texto.
NOVOS VALORES
Hockney, que já foi chamado de "o pintor mais célebre do mundo", e teve suas imagens da Califórnia transformadas em símbolo do hedonismo da sociedade atual, andava desaparecido do grande circuito. Não expunha em Paris desde 1999.
"Uma das vantagens de estar na periferia do mundo das artes é essa: posso observar melhor", declarou, numa longa entrevista à revista especializada "Artpress".
E ele observou que, se no iPad mudará muita coisa, da imprensa escrita à nossa relação com a tela da TV, não é possí- vel achar que as artes plásticas passarão ao largo do seu impacto.
Seus desenhos, que perderiam todo o sentido se fossem impressos, uma vez que ganham vida apenas com a luminosidade da tela, procuram capturar algo que é específico das novas tecnologias.
Isso fica claro à entrada da exposição parisiense. Um vídeo mostra o pintor em ação. Os gestos, apesar de delicados, são velozes. A cada traço se segue a busca por uma nova cor, na própria tela.
Os desenhos têm um quê de primitivos. A provocação, evi- dentemente, não está nos traços em si, quase inocentes, mas na sua existência.
Como observa Hockney na "Artpress", a Sotheby's ou as galerias não saberiam o que fazer com esses desenhos que foram enviados, em forma de arquivo digital, a duas dezenas de pessoas.
"Ninguém se perguntou ainda quanto isso custa", ponderou o artista que, antes de organizar a mostra, mandou seus desenhos para 20 amigos que têm iPhones.
"Como muita gente, ainda não encontrei uma maneira de receber por isso. Mas como esses desenhos dão muito prazer aos meus amigos, que importância isso tem?", pergunta, lúdico, no texto de apresentação.
Disponível em:
Acesso em 29 dez. 2010.
A ideia de hedonismo afirmada no trecho “Hockney, que já foi chamado de ‘o pintor mais célebre do mundo’, e teve suas imagens da Califórnia transformadas em símbolo do hedonismo da sociedade atual, andava desaparecido do grande circuito” é recuperada, no texto, emANA PAULA SOUSA
ENVIADA ESPECIAL A PARIS
E eis que da tela fez-se o pincel. Com o mesmo toque de dedo que nos faz alcançar um número de telefone ou o mapa de uma estrada, David Hockney, 73, criou cores, formas. Flores.
O pintor britânico reencontrou-se com o desenho quando, deitado na cama, na costa leste da Inglaterra, pegou o iPhone e, empurrado pela própria natureza de artista, se flagrou a transferir para a pequena tela o nascer do sol que via pela janela.
"Eu não teria desenhado a aurora se eu tivesse um lápis e um papel à mão. Foi a luminosidade da tela que me incitou", descreve, no texto feito para a exposição "David Hockney, Fleurs fraîches" (flores frescas), em cartaz na Fundação Pierre Bergé - Yves Saint Laurent, em Paris.
A mostra, que fica aberta até o dia 30 de janeiro, reúne 200 desenhos que Hockney, um dos mais importantes artistas contemporâneos, fez sobre iPhones e iPads.
As imagens que chegam a público surgiram nesse mesmo quarto com vista para o nascer do sol. O espaço, conta Hoc- kney, era diariamente decorado com flores frescas.
"Aprender a desenhar é aprender a olhar e aprender a olhar não faz mal a ninguém", ensina, no texto.
NOVOS VALORES
Hockney, que já foi chamado de "o pintor mais célebre do mundo", e teve suas imagens da Califórnia transformadas em símbolo do hedonismo da sociedade atual, andava desaparecido do grande circuito. Não expunha em Paris desde 1999.
"Uma das vantagens de estar na periferia do mundo das artes é essa: posso observar melhor", declarou, numa longa entrevista à revista especializada "Artpress".
E ele observou que, se no iPad mudará muita coisa, da imprensa escrita à nossa relação com a tela da TV, não é possí- vel achar que as artes plásticas passarão ao largo do seu impacto.
Seus desenhos, que perderiam todo o sentido se fossem impressos, uma vez que ganham vida apenas com a luminosidade da tela, procuram capturar algo que é específico das novas tecnologias.
Isso fica claro à entrada da exposição parisiense. Um vídeo mostra o pintor em ação. Os gestos, apesar de delicados, são velozes. A cada traço se segue a busca por uma nova cor, na própria tela.
Os desenhos têm um quê de primitivos. A provocação, evi- dentemente, não está nos traços em si, quase inocentes, mas na sua existência.
Como observa Hockney na "Artpress", a Sotheby's ou as galerias não saberiam o que fazer com esses desenhos que foram enviados, em forma de arquivo digital, a duas dezenas de pessoas.
"Ninguém se perguntou ainda quanto isso custa", ponderou o artista que, antes de organizar a mostra, mandou seus desenhos para 20 amigos que têm iPhones.
"Como muita gente, ainda não encontrei uma maneira de receber por isso. Mas como esses desenhos dão muito prazer aos meus amigos, que importância isso tem?", pergunta, lúdico, no texto de apresentação.
Disponível em:
Acesso em 29 dez. 2010.Provas
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Leia a tirinha para responder à questão

O conhecimento expresso por Manolito, acerca da propriedade comutativa da multiplicação, tem, para ele, origem diferente do que, a princípio, julgou a professora. O referido conhecimento se origina para Manolito e para a professora, respectivamente,

O conhecimento expresso por Manolito, acerca da propriedade comutativa da multiplicação, tem, para ele, origem diferente do que, a princípio, julgou a professora. O referido conhecimento se origina para Manolito e para a professora, respectivamente,
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É a pedagogia que sustenta a ideia de que a escola tem por função preparar os indivíduos para o desempenho de papéis sociais, de acordo com aptidões individuais, por isso os indivíduos precisam aprender a se adaptar aos valores e às normas vigentes na sociedade de classes por meio do desenvolvimento da cultura individual. Trata-se da pedagogia
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De acordo com a Lei n. 9394/96, artigo 24, inciso V, a verificação do rendimento escolar observará os seguintes critérios:
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De acordo com a a Lei n. 9394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional e disciplina a educação escolar, que se desenvolve, predominantemente, por meio do ensino em instituições próprias,
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Leia o conceito a seguir.
É uma configuração que nasce do processo de acostumar- se a uma explicação ou compreensão da realidade sem que ela seja questionada. Mais do que uma interpretação adequada da realidade, é uma ‘forma de ver’ a realidade – mítica, espontânea (LUCKESI, 1994). Esse é um conceito de
É uma configuração que nasce do processo de acostumar- se a uma explicação ou compreensão da realidade sem que ela seja questionada. Mais do que uma interpretação adequada da realidade, é uma ‘forma de ver’ a realidade – mítica, espontânea (LUCKESI, 1994). Esse é um conceito de
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Segundo Guimarães, Magalhães e Barreto (2006), os novos textos mediados pela tecnologia da informação e da comunicação possibilitam novas formas de comunicação e a produção desses textos multimidiáticos tem papel importante nas relações sociais e na formação educativa dos sujeitos. É importante, e muitos estudos já o fazem, analisar a relação entre mídia e processos formadores. Para as autoras, o principal objetivo da inserção das tecnologias nas escolas é
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Para Gómez (1998), as principais funções sociais da escola são:
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A educação geral contrapõe-se ao ensino especializado em disciplinas ou matérias, porém o contraste que se deve estabelecer é em termos de qual perspectiva se adota sobre o conhecimento e a vida, junto a uma forma de organizar e tratar esse conhecimento.
A formação do cidadão requer que lhe sejam proporcionadas visões sintéticas dos problemas, já que o ideal democrático de uma cidadania ilustrada exige solucionar problemas e conectar saberes.
A busca de fórmulas para obter isso é uma urgência reclamada pela função democrática da escolarização comum para todos, tanto mais urgente quanto mais especializado é o conhecimento que se produz. Esse tem sido um desafio no pensamento pedagógico de todo esse século. (SACRISTÁN, 1998).
A história do pensamento e a da prática pedagógica oferecem constantes exemplos de tentativas de resposta à necessidade de integrar cultura e conhecimento. Uma dessas tentativas consiste em:
A formação do cidadão requer que lhe sejam proporcionadas visões sintéticas dos problemas, já que o ideal democrático de uma cidadania ilustrada exige solucionar problemas e conectar saberes.
A busca de fórmulas para obter isso é uma urgência reclamada pela função democrática da escolarização comum para todos, tanto mais urgente quanto mais especializado é o conhecimento que se produz. Esse tem sido um desafio no pensamento pedagógico de todo esse século. (SACRISTÁN, 1998).
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Em Pedagogia da Autonomia, Paulo Freire alinha e discute alguns saberes fundamentais à prática educativa crítica ou progressista. Ele afirma que ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, estilo ou alma a um corpo indeciso e acomodado e que os sujeitos educativos, apesar das diferenças que os conotam, não se reduzem à condição de objeto um do outro. Esse pensamento do autor pode ser sintetizado da seguinte forma:
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