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Foram encontradas 50 questões.

2238412 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Marque a alternativa com a expressão que completa adequadamente a sentença.
No Brasil, ____________________ é a modalidade de ensino que proporciona aos brasileiros não escolarizados ou com baixa escolarização a oportunidade de estudar, desse modo o pais tenta saldar uma dívida social que tem para com o cidadão que não estudou na infância e adolescência.
 

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2238410 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Analise os itens a seguir sobre a pedagogia de Paulo Freire e assinale a alternativa correta.
I- Segundo o autor, o ato pedagógico é político, dialógico, transformador e democrático.
II - A concepção de educação se embasa em uma perspectiva histórica, dialética e problematizadora.
III- A proposta pedagógica, pautada na realidade social, articula a conscientização do aprendiz com sua práxis.
IV- O diálogo deve ser estabelecido como prática espontânea, numa relação unilateral do professor para o aluno.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
leia o texto a seguir e responda a questão:
"Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.".
Analise as afirmações e marque a alternativa correta:
I -O "que" é pronome relativo com função de sujeito.
II-"e o vestido de Orummond" é um exemplo de metonímia.
III - "o quanto empobrecemos" é uma oração substantiva na função de objeto direto em relação ao verbo perceber.
IV-A palavra "reler" é formada por derivação sufixal.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
O significado da palavra "ViraI" , no primeiro parágrafo do texto, é:
 

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2238402 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Observe o desenvolvimento do plano de aula e assinale dentre as alternativas a que apresenta o objetivo de aprendizagem de Ciências (PCNs, 1997) que foi abordado na aula.
1 ª - Introdução de conceitos: Um ecossistema se define a partir da relação entre todos os seres vivos e fatores sem vida que fazem parte de um ambiente. Pode-se observar, por exemplo, a relação entre os animais (fauna) e os vegetais (flora) que habitam a mesma região.
2ª - Apresentação do álbum de figurinhas virtual "As aves mais incríveis do Brasil", seguida de leitura de informações e jogo com a turma sobre a importância da interdependência da fauna e da flora no ecossistema.
3ª - Formação de seis grupos, correspondentes aos seis biomas brasileiros: Cerrado, Caatinga, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal e Amazônia, para que cada grupo complete o álbum equivalente à região do seu grupo.
4 ª - Pesquisa dos conceitos fauna e flora em diversas fontes (dicionário, enciclopédia, Internet) e das características desses dois conceitos no bioma brasileiro correspondente ao seu grupo.
5ª - Questionário a partir do álbum "As aves mais incríveis do Brasil", sendo que cada grupo deve responder às perguntas relativas ao bioma que pesquisou, destacando a relação fauna e flora.
(Adaptado Nova Escola, 2015)
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
Todas as afirmações sobre "O Caso do vestido·, Norma Couri, estão corretas, exceto:
 

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2238395 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Observe as características da escrita da criança à esquerda e assinale a alternativa com o nível de conceitualização da língua escrita correspondente à escrita da criança (FERREIRO, 1990).
HTO
BOBOLA
CAVLO
PEX
AU
OHTOBBLET
(gato)
(borboleta)
(cavalo)
(peixe)
(cão)
(o gato bebe leite)
 

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2238385 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Leia as afirmativas sobre o uso do livro didático no processo de ensino- aprendizagem (PCNs, 1997) e marque a alternativa a CORRETA.
I- Os conteúdos de aprendizagem devem ser ministrados somente a partir do livro didático.
II - Livros e conteúdos digitais podem ser utilizados como instrumentos de aprendizagem escolar.
III- O livro didático deve ser utilizado com exclusividade como fonte de conhecimento em sala de aula.
IV- o professor deve avaliar a qualidade e coerência do livro didático em relação aos objetivos educacionais.
 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)

Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.

Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.

O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".

O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.

Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?

Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.

Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.

Assinale a alternativa cuja estrutura frasal apresenta um verbo de ligação:

 

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O Caso do vestido
(Norma Couri)
Viral que explodiu na internet no fim de semana (27/2- 1/3) com 16 milhões de acessos e 11 milhões de mensagens pelo Twitter, em menos de um dia o vestido passou em importância à frente de guerras, estupros, sequestros, corrupções. "Me ajudem. Este vestido é branco ou dourado? Ou azul e preto?", a cantora escocesa Caitlin McNeill perguntou na quinta-feira (26). Internautas do mundo todo vieram ajudar. Qual a cor do vestido? A marca britânica Roman Originais da peça apresentada apenas como "O Vestido" teve de aumentar o estoque depois que a procura subiu em 347%. Informou a todos "é azul!", mas cogita confeccionar o modelo em dourado e branco, como algumas pessoas enxergaram a cor.
Na rádio CBN (sexta, 27/2), Carlos Alberto Sardenberg gastou um bom tempo apresentando versões desencontradas de ouvintes sobre a cor do vestido, e ainda ouviu um oftalmologista explicando que o fundo muda a cor e o olho humano cai em armadilhas frequentes. O portal G1 incluiu a polêmica cor do vestido entre as matérias mais lidas da semana. A edição de domingo (1/3) do Estado de S.Paulo ("Azul-Pretinho Básico?") e O Globo de sábado (28/2, "Ciência explica mistério do vestido") deram chamadas de capa e ouviram psicólogos,neurologistas, filósofos, sem chegar a uma conclusão. Truque de luzes. Truque de ilusão de ótica. Células divergentes que interpretam cores. Cones dissonantes de cada pessoa que induzem mais ao vermelho, ao verde ou ao azul.
O Fantástico fez um alentado quadro no domingo sobre as zonas de sombra calibradas pelo cérebro para perceber cores. A Folha de S.Paulo publicou a matéria em página quase inteira na rubrica "Ciência" (sábado, 28), "Debate sobre cor de vestido expõe sutis diferenças nos olhos e cérebros". O psicólogo e neurocientista da New York University, Pascal Wallisch, em artigo traduzido para o caderno "Aliás" do Estadão de domingo, conclui filosoficamente que devemos manter a mente aberta, "algo para lembrar da próxima vez que você discordar de alguém".
O enigma do vestido quebrou a internet e a nossa compreensão de como atrair leitores para os assuntos do dia, o que colocar na primeira página, qual o interesse real das pessoas no mundo inteiro. Nem dá para criticar o Brasil pelas banalidades e celebridades cotidianas porque a respeitadíssima revista de tecnologia americana Wired, com sede em São Francisco, entrevistou um neurologista para explicar que a luz que enxergamos durante o dia muda de cor e a compensação é feita pelo cérebro.
Até a melhor rede pública de TV do Mundo, a britânica BBC entrou na charada: publicou uma avaliação da expert Emma Lynch para concluir que a cor do vestido é azulou preta. Ou dourado e branco?
Muito antes, em 1945, a polêmica pré-internet, pré-computador, foi em torno do maravilhoso poema de Carlos Drummond de Andrade publicado em A Rosa do Povo. "O caso do vestido" virou peça de projetos escolares, como o da professora Lucy Nakamura (o vestido era preto). Foi encenado e declamado no Brasil inteiro. Serviu a dissertações de mestrado e a teses de doutorado em várias universidades, foi tema de discussão em mesas redondas, dissecado por semiólogos, psicólogos, críticos literários. Em 2004 virou filme de Paulo Thiago interpretado por Gabriela Duarte, Daniel Dantas, Renato Borghi , Paulo José e o excelente ator Othon Bastos, que já foi o cangaceiro Corisco no filme Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, e hoje o conhecem apenas como o mordomo da novela Império. No filme, o vestido era rosa.
Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.
leia o texto a seguir e responda a questão:
"Nesses 70 anos que separam o vestido da Roman Originais em 2015 e o vestido de Drummond em 1945, vale a pena reler o poema para perceber o quanto empobrecemos, emburrecemos, perdemos o foco das discussões.".
Na sequência em gradação, a função da linguagem que prevalece é:
 

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