Foram encontradas 40 questões.
Assinale a alternativa em que a palavra
destacada está sendo empregada em sentido
figurado.
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Preencha C ou E para cada frase abaixo de
acordo com a colocação do pronome destacado
realizada respectivamente de modo certo ou
errado. A seguir, assinale a sequência obtida.
( ) Por favor, nunca traga-me uma sobremesa nessa vasilha feia.
( ) Me dê uma luz sobre essa dificil questão.
( ) Peço que dê-nos mais uma chance.
( ) Oxalá os bons ventos te acompanhem!
( ) Eis os benfeitores que tiraram-nos da sarjeta.
( ) Por favor, nunca traga-me uma sobremesa nessa vasilha feia.
( ) Me dê uma luz sobre essa dificil questão.
( ) Peço que dê-nos mais uma chance.
( ) Oxalá os bons ventos te acompanhem!
( ) Eis os benfeitores que tiraram-nos da sarjeta.
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Assinale a alternativa cujas formas verbais
preenchem corretamente as lacunas a seguir, na
mesma ordem, conforme a norma-padrão.
- Os especialistas do VAR __________ na decisão do árbitro naquele lance duvidoso.
- Eu acataria a decisão caso elas se ___________ a rever suas atitudes.
- Eu ___________ todo o trajeto se tivesse dúvida.
- Se você __________ suas palavras a tempo, não teria causado tanto mal-estar.
- Os especialistas do VAR __________ na decisão do árbitro naquele lance duvidoso.
- Eu acataria a decisão caso elas se ___________ a rever suas atitudes.
- Eu ___________ todo o trajeto se tivesse dúvida.
- Se você __________ suas palavras a tempo, não teria causado tanto mal-estar.
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CAZO. Extremos do clima. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-extremosdo-clima/>.
As falas do personagem na charge acima compõem um período que apresenta duas ocorrências de "ou". Esta palavra é um(a):
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Assinale a alternativa cuja forma verbal
destacada se encontra flexionada conforme a
norma-padrão.
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"A literatura, para mim, é uma instituição. Ela
tem uma história. Não basta você ter a
inspiração. Você pode ter o talento, mas precisa
ter o fundamento.” (Alberto Mussa)
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do trecho acima apresenta pontuação totalmente correta.
Assinale a alternativa em que a forma reescrita do trecho acima apresenta pontuação totalmente correta.
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Assinale a alternativa cujos elementos
preenchem corretamente as lacunas a seguir,
conforme a norma-padrão.
- Comprei muitos artigos_ prazo na loja
- Ele nunca me fez referência vocês.
- Letra letra, ela foi aprendendo a escrever.
- Sua decisão foi essencial vitória do time.
- Comprei muitos artigos_ prazo na loja
- Ele nunca me fez referência vocês.
- Letra letra, ela foi aprendendo a escrever.
- Sua decisão foi essencial vitória do time.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Minha tia era meu algoritmo de recomendação: a virada de plataforma do livro
Quando eu era criança, boa parte dos meus livros vinha da minha Tia Lenir. Ela vendia Tupperware e bijuteria, e passava nas casas dos parentes com a sacola cheia. No meio das vasilhas e dos brincos, vinham coleções e enciclopédias, aqueles volumes de curiosidades de antigamente. Foi numa coleção dela que aprendi, ainda criança, quase tudo o que eu sabia sobre o espaço. E foi de um livro dela que li A volta ao mundo em 80 dias.
Não creio que a Tia Lenir tivesse faro para livros. Ela vendia potes e brincos, e o livro entrava junto, quase de carona. Ainda assim, funcionou como curadoria. Alguém colocou na minha mão as coleções que me formaram, antes de eu saber que existia um mundo de livros para escolher. (...)
Ela não tinha catálogo de 200 mil títulos nem agente de IA. Não tinha nem faro para livros, para ser honesto. O que me formou foi meio o acaso. A coleção certa, na sacola certa, na mão de alguém que passava para vender vasilha.
É aqui que eu me obrigo a ser justo com o algoritmo. A gente torce o nariz para a curadoria da máquina, como se a recomendação humana fosse sempre nobre e a da máquina sempre suspeita. A tensão existe, já falei dela. Mas a curadoria humana também é, muitas vezes, pura coincidência. Um parente que aparece com a sacola, um professor que gostava de certo autor, um vendedor que bateu na porta na hora certa. O algoritmo é coincidência em escala. E às vezes ele acerta o livro que vira a chave de uma criança.
A virada de plataforma não encerra a figura da Tia Lenir. Ela pede que a gente a reinvente, com uma diferença. Agora dá para escolher, de propósito, ser a boa coincidência na vida do leitor. A tecnologia é a ponte, não o destino.
Minha pergunta para você, do outro lado da cadeia, é simples. Diante de um leitor que hoje tem acesso a tudo e tempo para quase nada, você quer ser mais um item no catálogo do algoritmo, ou quer ser a curadoria em que ele confia?
TAVARES, José Fernando. Minha tira era meu algoritmo
de recomendação: a virada de plataforma do livro.
Publishnews. Disponível em
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/07/10/
minha-tia-era-meu-algoritmo-de-recomendacao.-avirada-de-plataforma-do-livro>.
Em relação à palavra destacada no trecho acima, é correto afirmar que tem natureza:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Minha tia era meu algoritmo de recomendação: a virada de plataforma do livro
Quando eu era criança, boa parte dos meus livros vinha da minha Tia Lenir. Ela vendia Tupperware e bijuteria, e passava nas casas dos parentes com a sacola cheia. No meio das vasilhas e dos brincos, vinham coleções e enciclopédias, aqueles volumes de curiosidades de antigamente. Foi numa coleção dela que aprendi, ainda criança, quase tudo o que eu sabia sobre o espaço. E foi de um livro dela que li A volta ao mundo em 80 dias.
Não creio que a Tia Lenir tivesse faro para livros. Ela vendia potes e brincos, e o livro entrava junto, quase de carona. Ainda assim, funcionou como curadoria. Alguém colocou na minha mão as coleções que me formaram, antes de eu saber que existia um mundo de livros para escolher. (...)
Ela não tinha catálogo de 200 mil títulos nem agente de IA. Não tinha nem faro para livros, para ser honesto. O que me formou foi meio o acaso. A coleção certa, na sacola certa, na mão de alguém que passava para vender vasilha.
É aqui que eu me obrigo a ser justo com o algoritmo. A gente torce o nariz para a curadoria da máquina, como se a recomendação humana fosse sempre nobre e a da máquina sempre suspeita. A tensão existe, já falei dela. Mas a curadoria humana também é, muitas vezes, pura coincidência. Um parente que aparece com a sacola, um professor que gostava de certo autor, um vendedor que bateu na porta na hora certa. O algoritmo é coincidência em escala. E às vezes ele acerta o livro que vira a chave de uma criança.
A virada de plataforma não encerra a figura da Tia Lenir. Ela pede que a gente a reinvente, com uma diferença. Agora dá para escolher, de propósito, ser a boa coincidência na vida do leitor. A tecnologia é a ponte, não o destino.
Minha pergunta para você, do outro lado da cadeia, é simples. Diante de um leitor que hoje tem acesso a tudo e tempo para quase nada, você quer ser mais um item no catálogo do algoritmo, ou quer ser a curadoria em que ele confia?
TAVARES, José Fernando. Minha tira era meu algoritmo
de recomendação: a virada de plataforma do livro.
Publishnews. Disponível em
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/07/10/
minha-tia-era-meu-algoritmo-de-recomendacao.-avirada-de-plataforma-do-livro>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Minha tia era meu algoritmo de recomendação: a virada de plataforma do livro
Quando eu era criança, boa parte dos meus livros vinha da minha Tia Lenir. Ela vendia Tupperware e bijuteria, e passava nas casas dos parentes com a sacola cheia. No meio das vasilhas e dos brincos, vinham coleções e enciclopédias, aqueles volumes de curiosidades de antigamente. Foi numa coleção dela que aprendi, ainda criança, quase tudo o que eu sabia sobre o espaço. E foi de um livro dela que li A volta ao mundo em 80 dias.
Não creio que a Tia Lenir tivesse faro para livros. Ela vendia potes e brincos, e o livro entrava junto, quase de carona. Ainda assim, funcionou como curadoria. Alguém colocou na minha mão as coleções que me formaram, antes de eu saber que existia um mundo de livros para escolher. (...)
Ela não tinha catálogo de 200 mil títulos nem agente de IA. Não tinha nem faro para livros, para ser honesto. O que me formou foi meio o acaso. A coleção certa, na sacola certa, na mão de alguém que passava para vender vasilha.
É aqui que eu me obrigo a ser justo com o algoritmo. A gente torce o nariz para a curadoria da máquina, como se a recomendação humana fosse sempre nobre e a da máquina sempre suspeita. A tensão existe, já falei dela. Mas a curadoria humana também é, muitas vezes, pura coincidência. Um parente que aparece com a sacola, um professor que gostava de certo autor, um vendedor que bateu na porta na hora certa. O algoritmo é coincidência em escala. E às vezes ele acerta o livro que vira a chave de uma criança.
A virada de plataforma não encerra a figura da Tia Lenir. Ela pede que a gente a reinvente, com uma diferença. Agora dá para escolher, de propósito, ser a boa coincidência na vida do leitor. A tecnologia é a ponte, não o destino.
Minha pergunta para você, do outro lado da cadeia, é simples. Diante de um leitor que hoje tem acesso a tudo e tempo para quase nada, você quer ser mais um item no catálogo do algoritmo, ou quer ser a curadoria em que ele confia?
TAVARES, José Fernando. Minha tira era meu algoritmo
de recomendação: a virada de plataforma do livro.
Publishnews. Disponível em
<https://www.publishnews.com.br/materias/2026/07/10/
minha-tia-era-meu-algoritmo-de-recomendacao.-avirada-de-plataforma-do-livro>.
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