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Foram encontradas 302 questões.

1822909 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

Leia as afirmativas a seguir:

I. O sexo vaginal sem camisinha é uma forma de transmissão do HIV/Aids.

II. Os sintomas da Tricomoníase são, principalmente, corrimento amarelo-esverdeado, com mau cheiro, dor durante o ato sexual, ardor, dificuldade para urinar e coceira nos órgãos sexuais. Na mulher, a doença pode também se localizar em partes internas do corpo, como o colo do útero.

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1822908 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

Leia as afirmativas a seguir:

I. A Herpes manifesta-se através de pequenas bolhas localizadas principalmente na parte externa da vagina e na ponta do pênis. Essas bolhas podem arder e causam coceira intensa. Ao se coçar, a pessoa pode romper a bolha, causando uma ferida.

II. Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV – alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero e no ânus.

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1822907 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

Leia as afirmativas a seguir:

I. O uso de seringa por mais de uma pessoa é uma forma de transmissão do HIV/Aids.

II. O condiloma acuminado, conhecido também como verruga genital, crista de galo, figueira ou cavalo de crista, é uma DST causada pelo Papilomavírus humano (HPV).

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1822906 Ano: 2020
Disciplina: Medicina
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

Leia as afirmativas a seguir:

I. O sexo anal sem camisinha é uma forma de transmissão do HIV/Aids.

II. A Declaração de Óbito (DO) padronizada nacionalmente é distribuída pelos estados em via única.

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1822905 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO

Paulo Freire, apresenta-se como o educador que ao pensar o homem, a sociedade e suas relações, preocupou-se em discutir a educação brasileira e pensar meios de torná-la melhor mediante o compromisso e a participação de todos, na perspectiva de uma educação libertadora capaz de contribuir para que o educando torne-se sujeito de seu próprio desenvolvimento, diante da presença orientadora que tem o educador.

Para Paulo Freire, a educação é um ato de amor e de coragem, sustentada no diálogo, na discussão, no debate. O que requer o olhar para os saberes dos homens e mulheres, já que não ignoramos tudo, da mesma forma que não dominamos tudo. Cabe a nós a compreensão de que a história é um processo de participação de todos, e neste sentido é na escola que encontramos mais um lugar privilegiado para o ensino e a

aprendizagem. Local que deve ser constituído pela sua natureza e especificidade.

Segundo Paulo Freire, é preciso que seja conferido ao homem o direito de dizer sua palavra, o que significa sua iniciação quanto a compreender-se e aos demais, homens no mundo, e seu papel no processo de transformação. Compreender que o homem é um ser histórico e, portanto, é capaz de construir sua história participando ativamente com os outros no mundo, lembrando sempre que Paulo Freire se reporta ao mundo imediato dos sujeitos, isto é, o local onde vivem, criam, produzem e sonham.

Em todo o seu trabalho, Paulo Freire busca a coerência entre a razão humana e a consciência, pela qual o homem pode transformar-se e transformar o seu contexto social. Para o que é necessário a formação do homem realmente livre. Por ser livre, vai a origem das coisas, não deixando manipular-se, já que submete sua ação à reflexão, não permitindo massificar-se, ou seja, pela formação da consciência crítica, em que o ato de educar conduz a liberdade, combatendo a alienação dos homens através da compreensão do indivíduo como ser ele mesmo,

desenvolvendo suas potencialidades, humanizando-se no exercício da responsabilidade que tem frente as mudanças sociais.

Para Paulo Freire, exercer a consciência é ter clareza sobre o aspecto dialético da educação, onde a conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade, para chegarmos a uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica.

Nesse sentido, o homem passa a reconhecer suas tarefas fundamentais, o que só é possível quando deixa de ser dominado pelos mitos, onde a razão passa a predominar sobre a emoção. Pois, quanto mais o homem for capaz de refletir sua realidade, maiores condições ele terá de agir sobre ela, comprometendo-se assim em mudá-la, pelo fato de sentir-se inserido, partícipe, produtivo nela. Assim, o trabalho educativo será expressão da consciência crítica, quando os homens que o fazem, manifestam a capacidade de diálogo orientada para a práxis.

Evidentemente o conceito de práxis aqui utilizado não é aquele que evoca a pura e simples prática, antes, porém, constitui-se em atividade pensada, organizada. Ao que Paulo Freire afirma, a práxis é reflexão e ação dos homens sobre o mundo para transformá-lo. Sem ela, é impossível a superação da contradição opressor-oprimido.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.

Com base no texto 'PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Em todo o seu trabalho, Paulo Freire busca a coerência entre a razão humana e a consciência, pela qual o homem pode transformar-se e transformar o seu contexto social, afirma o texto.

II. Para Paulo Freire, a educação é um ato de amor e de coragem, sustentada no diálogo, na discussão e no debate, afirma o texto.

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1822904 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO

Paulo Freire, apresenta-se como o educador que ao pensar o homem, a sociedade e suas relações, preocupou-se em discutir a educação brasileira e pensar meios de torná-la melhor mediante o compromisso e a participação de todos, na perspectiva de uma educação libertadora capaz de contribuir para que o educando torne-se sujeito de seu próprio desenvolvimento, diante da presença orientadora que tem o educador.

Para Paulo Freire, a educação é um ato de amor e de coragem, sustentada no diálogo, na discussão, no debate. O que requer o olhar para os saberes dos homens e mulheres, já que não ignoramos tudo, da mesma forma que não dominamos tudo. Cabe a nós a compreensão de que a história é um processo de participação de todos, e neste sentido é na escola que encontramos mais um lugar privilegiado para o ensino e a

aprendizagem. Local que deve ser constituído pela sua natureza e especificidade.

Segundo Paulo Freire, é preciso que seja conferido ao homem o direito de dizer sua palavra, o que significa sua iniciação quanto a compreender-se e aos demais, homens no mundo, e seu papel no processo de transformação. Compreender que o homem é um ser histórico e, portanto, é capaz de construir sua história participando ativamente com os outros no mundo, lembrando sempre que Paulo Freire se reporta ao mundo imediato dos sujeitos, isto é, o local onde vivem, criam, produzem e sonham.

Em todo o seu trabalho, Paulo Freire busca a coerência entre a razão humana e a consciência, pela qual o homem pode transformar-se e transformar o seu contexto social. Para o que é necessário a formação do homem realmente livre. Por ser livre, vai a origem das coisas, não deixando manipular-se, já que submete sua ação à reflexão, não permitindo massificar-se, ou seja, pela formação da consciência crítica, em que o ato de educar conduz a liberdade, combatendo a alienação dos homens através da compreensão do indivíduo como ser ele mesmo,

desenvolvendo suas potencialidades, humanizando-se no exercício da responsabilidade que tem frente as mudanças sociais.

Para Paulo Freire, exercer a consciência é ter clareza sobre o aspecto dialético da educação, onde a conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade, para chegarmos a uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica.

Nesse sentido, o homem passa a reconhecer suas tarefas fundamentais, o que só é possível quando deixa de ser dominado pelos mitos, onde a razão passa a predominar sobre a emoção. Pois, quanto mais o homem for capaz de refletir sua realidade, maiores condições ele terá de agir sobre ela, comprometendo-se assim em mudá-la, pelo fato de sentir-se inserido, partícipe, produtivo nela. Assim, o trabalho educativo será expressão da consciência crítica, quando os homens que o fazem, manifestam a capacidade de diálogo orientada para a práxis.

Evidentemente o conceito de práxis aqui utilizado não é aquele que evoca a pura e simples prática, antes, porém, constitui-se em atividade pensada, organizada. Ao que Paulo Freire afirma, a práxis é reflexão e ação dos homens sobre o mundo para transformá-lo. Sem ela, é impossível a superação da contradição opressor-oprimido.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.

Com base no texto 'PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Para Paulo Freire, o homem passa a reconhecer suas tarefas fundamentais quando é dominado pelos mitos e permite que a razão seja dominada pela emoção, afirma o texto.

II. O conceito de práxis utilizado no texto é aquele que evoca a pura e simples prática, distanciando-se da atividade pensada e organizada. No texto, esse conceito aproxima-se daquele defendido por Paulo Freire, o qual afirma que a práxis é a reflexão e a ação dos homens sobre o mundo para mantê-lo inalterado.

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1822903 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO

Paulo Freire, apresenta-se como o educador que ao pensar o homem, a sociedade e suas relações, preocupou-se em discutir a educação brasileira e pensar meios de torná-la melhor mediante o compromisso e a participação de todos, na perspectiva de uma educação libertadora capaz de contribuir para que o educando torne-se sujeito de seu próprio desenvolvimento, diante da presença orientadora que tem o educador.

Para Paulo Freire, a educação é um ato de amor e de coragem, sustentada no diálogo, na discussão, no debate. O que requer o olhar para os saberes dos homens e mulheres, já que não ignoramos tudo, da mesma forma que não dominamos tudo. Cabe a nós a compreensão de que a história é um processo de participação de todos, e neste sentido é na escola que encontramos mais um lugar privilegiado para o ensino e a

aprendizagem. Local que deve ser constituído pela sua natureza e especificidade.

Segundo Paulo Freire, é preciso que seja conferido ao homem o direito de dizer sua palavra, o que significa sua iniciação quanto a compreender-se e aos demais, homens no mundo, e seu papel no processo de transformação. Compreender que o homem é um ser histórico e, portanto, é capaz de construir sua história participando ativamente com os outros no mundo, lembrando sempre que Paulo Freire se reporta ao mundo imediato dos sujeitos, isto é, o local onde vivem, criam, produzem e sonham.

Em todo o seu trabalho, Paulo Freire busca a coerência entre a razão humana e a consciência, pela qual o homem pode transformar-se e transformar o seu contexto social. Para o que é necessário a formação do homem realmente livre. Por ser livre, vai a origem das coisas, não deixando manipular-se, já que submete sua ação à reflexão, não permitindo massificar-se, ou seja, pela formação da consciência crítica, em que o ato de educar conduz a liberdade, combatendo a alienação dos homens através da compreensão do indivíduo como ser ele mesmo,

desenvolvendo suas potencialidades, humanizando-se no exercício da responsabilidade que tem frente as mudanças sociais.

Para Paulo Freire, exercer a consciência é ter clareza sobre o aspecto dialético da educação, onde a conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade, para chegarmos a uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica.

Nesse sentido, o homem passa a reconhecer suas tarefas fundamentais, o que só é possível quando deixa de ser dominado pelos mitos, onde a razão passa a predominar sobre a emoção. Pois, quanto mais o homem for capaz de refletir sua realidade, maiores condições ele terá de agir sobre ela, comprometendo-se assim em mudá-la, pelo fato de sentir-se inserido, partícipe, produtivo nela. Assim, o trabalho educativo será expressão da consciência crítica, quando os homens que o fazem, manifestam a capacidade de diálogo orientada para a práxis.

Evidentemente o conceito de práxis aqui utilizado não é aquele que evoca a pura e simples prática, antes, porém, constitui-se em atividade pensada, organizada. Ao que Paulo Freire afirma, a práxis é reflexão e ação dos homens sobre o mundo para transformá-lo. Sem ela, é impossível a superação da contradição opressor-oprimido.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.

Com base no texto 'PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Para Paulo Freire, cabe às pessoas em geral a compreensão de que a história é um processo de participação de todos, e neste sentido é na escola que encontramos mais um lugar privilegiado para o ensino e a aprendizagem, afirma o texto. Assim, na perspectiva de Freire, a escola é um local que deve ser constituído pela sua natureza e especificidade, de acordo com o texto.

II. Para Paulo Freire, exercer a consciência é ter clareza sobre o aspecto dialético da educação, no qual a conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade a fim de tolher o pensamento crítico sobre as relações sociais, de acordo com o texto.

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1822902 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
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PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO

Paulo Freire, apresenta-se como o educador que ao pensar o homem, a sociedade e suas relações, preocupou-se em discutir a educação brasileira e pensar meios de torná-la melhor mediante o compromisso e a participação de todos, na perspectiva de uma educação libertadora capaz de contribuir para que o educando torne-se sujeito de seu próprio desenvolvimento, diante da presença orientadora que tem o educador.

Para Paulo Freire, a educação é um ato de amor e de coragem, sustentada no diálogo, na discussão, no debate. O que requer o olhar para os saberes dos homens e mulheres, já que não ignoramos tudo, da mesma forma que não dominamos tudo. Cabe a nós a compreensão de que a história é um processo de participação de todos, e neste sentido é na escola que encontramos mais um lugar privilegiado para o ensino e a

aprendizagem. Local que deve ser constituído pela sua natureza e especificidade.

Segundo Paulo Freire, é preciso que seja conferido ao homem o direito de dizer sua palavra, o que significa sua iniciação quanto a compreender-se e aos demais, homens no mundo, e seu papel no processo de transformação. Compreender que o homem é um ser histórico e, portanto, é capaz de construir sua história participando ativamente com os outros no mundo, lembrando sempre que Paulo Freire se reporta ao mundo imediato dos sujeitos, isto é, o local onde vivem, criam, produzem e sonham.

Em todo o seu trabalho, Paulo Freire busca a coerência entre a razão humana e a consciência, pela qual o homem pode transformar-se e transformar o seu contexto social. Para o que é necessário a formação do homem realmente livre. Por ser livre, vai a origem das coisas, não deixando manipular-se, já que submete sua ação à reflexão, não permitindo massificar-se, ou seja, pela formação da consciência crítica, em que o ato de educar conduz a liberdade, combatendo a alienação dos homens através da compreensão do indivíduo como ser ele mesmo,

desenvolvendo suas potencialidades, humanizando-se no exercício da responsabilidade que tem frente as mudanças sociais.

Para Paulo Freire, exercer a consciência é ter clareza sobre o aspecto dialético da educação, onde a conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade, para chegarmos a uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica.

Nesse sentido, o homem passa a reconhecer suas tarefas fundamentais, o que só é possível quando deixa de ser dominado pelos mitos, onde a razão passa a predominar sobre a emoção. Pois, quanto mais o homem for capaz de refletir sua realidade, maiores condições ele terá de agir sobre ela, comprometendo-se assim em mudá-la, pelo fato de sentir-se inserido, partícipe, produtivo nela. Assim, o trabalho educativo será expressão da consciência crítica, quando os homens que o fazem, manifestam a capacidade de diálogo orientada para a práxis.

Evidentemente o conceito de práxis aqui utilizado não é aquele que evoca a pura e simples prática, antes, porém, constitui-se em atividade pensada, organizada. Ao que Paulo Freire afirma, a práxis é reflexão e ação dos homens sobre o mundo para transformá-lo. Sem ela, é impossível a superação da contradição opressor-oprimido.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.

Com base no texto 'PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. Paulo Freire apresenta-se como o educador que, ao pensar o homem, a sociedade e suas relações, preocupou-se em discutir a educação brasileira e pensar meios de torná-la melhor mediante o compromisso e a participação de todos, na perspectiva de uma educação libertadora capaz de contribuir para que o educando se torne sujeito de seu próprio desenvolvimento, diante da presença orientadora que tem o educador, afirma o texto.

II. Segundo Paulo Freire, é preciso que seja conferido ao homem o direito de dizer sua palavra, o que significa sua iniciação quanto a compreender-se e aos demais, homens no mundo, e seu papel no processo de transformação, de acordo com o texto.

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1822901 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO

Paulo Freire, apresenta-se como o educador que ao pensar o homem, a sociedade e suas relações, preocupou-se em discutir a educação brasileira e pensar meios de torná-la melhor mediante o compromisso e a participação de todos, na perspectiva de uma educação libertadora capaz de contribuir para que o educando torne-se sujeito de seu próprio desenvolvimento, diante da presença orientadora que tem o educador.

Para Paulo Freire, a educação é um ato de amor e de coragem, sustentada no diálogo, na discussão, no debate. O que requer o olhar para os saberes dos homens e mulheres, já que não ignoramos tudo, da mesma forma que não dominamos tudo. Cabe a nós a compreensão de que a história é um processo de participação de todos, e neste sentido é na escola que encontramos mais um lugar privilegiado para o ensino e a

aprendizagem. Local que deve ser constituído pela sua natureza e especificidade.

Segundo Paulo Freire, é preciso que seja conferido ao homem o direito de dizer sua palavra, o que significa sua iniciação quanto a compreender-se e aos demais, homens no mundo, e seu papel no processo de transformação. Compreender que o homem é um ser histórico e, portanto, é capaz de construir sua história participando ativamente com os outros no mundo, lembrando sempre que Paulo Freire se reporta ao mundo imediato dos sujeitos, isto é, o local onde vivem, criam, produzem e sonham.

Em todo o seu trabalho, Paulo Freire busca a coerência entre a razão humana e a consciência, pela qual o homem pode transformar-se e transformar o seu contexto social. Para o que é necessário a formação do homem realmente livre. Por ser livre, vai a origem das coisas, não deixando manipular-se, já que submete sua ação à reflexão, não permitindo massificar-se, ou seja, pela formação da consciência crítica, em que o ato de educar conduz a liberdade, combatendo a alienação dos homens através da compreensão do indivíduo como ser ele mesmo,

desenvolvendo suas potencialidades, humanizando-se no exercício da responsabilidade que tem frente as mudanças sociais.

Para Paulo Freire, exercer a consciência é ter clareza sobre o aspecto dialético da educação, onde a conscientização implica, pois, que ultrapassemos a esfera espontânea de apreensão da realidade, para chegarmos a uma esfera crítica na qual a realidade se dá como objeto cognoscível e na qual o homem assume uma posição epistemológica.

Nesse sentido, o homem passa a reconhecer suas tarefas fundamentais, o que só é possível quando deixa de ser dominado pelos mitos, onde a razão passa a predominar sobre a emoção. Pois, quanto mais o homem for capaz de refletir sua realidade, maiores condições ele terá de agir sobre ela, comprometendo-se assim em mudá-la, pelo fato de sentir-se inserido, partícipe, produtivo nela. Assim, o trabalho educativo será expressão da consciência crítica, quando os homens que o fazem, manifestam a capacidade de diálogo orientada para a práxis.

Evidentemente o conceito de práxis aqui utilizado não é aquele que evoca a pura e simples prática, antes, porém, constitui-se em atividade pensada, organizada. Ao que Paulo Freire afirma, a práxis é reflexão e ação dos homens sobre o mundo para transformá-lo. Sem ela, é impossível a superação da contradição opressor-oprimido.

Adaptado. Fonte: http://bit.ly/2SuTsfD.

Com base no texto 'PAULO FREIRE E EDUCAÇÃO', leia as afirmativas a seguir:

I. O texto afirma que, para Paulo Freire, o trabalho educativo deve ser uma expressão da consciência crítica, sem relação com a prática ou com a realidade do educando. Para Freire, afirma o texto, quando os homens manifestam a capacidade de diálogo orientada para a práxis, o trabalho educativo torna-se eminentemente teórico.

II. Para Paulo Freire, a educação impede o homem de buscar a origem das coisas, dos problemas sociais, de investigar novas possibilidades de melhorar a própria vida e as relações sociais, afirma o texto. Assim, Freire defende que o trabalho no ambiente escolar deve ser orientado pelos ensinamentos dos grandes teóricos de cada área de conhecimento, de acordo com o texto.

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1822900 Ano: 2020
Disciplina: Pedagogia
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Água Branca-AL

Leia as afirmativas a seguir:

I. Toda criança tem o direito à igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.

II. A mãe e o pai têm direitos e deveres iguais, assim como responsabilidades compartilhadas no cuidado e na educação da criança.

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