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3379759 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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"O entendimento sobre o que seja a Administração Pública deve principiar por meio da compreensão da finalidade do Estado, uma vez que a existência da primeira está condicionada a do segundo. De acordo com Dallari (2006), o objetivo do Estado é zelar pelo bem comum da coletividade que habita determinado território, atuando como ordem jurídica soberana. Sendo assim, pode-se considerar a Administração Pública um instrumento do Estado, empregue de modo a retificar ineficiências do mercado e satisfazer os interesses coletivos de modo geral (BETIOL et al., 2012), primários, e os do próprio Poder Público, secundários, uma vez que o mesmo se configura como sujeito de direitos, dispondo assim das mesmas garantias que qualquer indivíduo (MENEGUZZI, 2015).
A Administração Pública representa a atuação concreta do Estado, ou seja, todo o aparelhamento do mesmo destinado a atender às carências coletivas por meio da realização de serviços. Perspectiva esta com a qual corrobora Granjeiro (2005), que complementa a explanação acima delimitando que por aparelhamento entende-se o conjunto de órgãos, entidades e funções instaurados para executar as atividades do Estado. Portanto, em síntese, infere-se que a finalidade da Administração Pública é a concretização das políticas públicas e programas de Governo (COSTA, 2016). O provimento das necessidades da sociedade é atingido por meio de aquisições realizadas com o uso de dispositivos que visam o estabelecimento de acordos entre a administração e outras entidades, geralmente de origem privada, objetos estes denominados juridicamente como Contratos Administrativos, regidos pela Lei nº 8.666 − Lei Geral de Licitações e Contratos Administrativos (LGLC). Estes efetivam a formação de vínculos e a estipulação de obrigações recíprocas entre as partes, segundo requisitos instituídos pela própria Administração (GRANJEIRO, 2005), abordagem bastante similar àquela praticada por Carvalho Filho (2015): ajuste firmado entre a Administração Pública e um particular, regulado basicamente pelo direito público, e tendo por objeto uma atividade que, de alguma forma, traduza interesse público. (p. 177) Logo, tais contratos, por força de Lei, podem e devem ser firmados nos casos em que o Poder Público carecer de comprar bens, e contratar obras e serviços. Sendo assim, torna-se relevante o entendimento do conceito de Administração Pública delineado pela LGLC: a administração direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo inclusive as entidades com personalidade jurídica de direito privado sob controle do poder público e das fundações por ele instituídas ou mantidas (Lei nº 8.666/93, Art. 6º, inciso XI)."
Acesso em: file:///C:/Users/vieir/Downloads/9727-45657-1-PB.pdf
Os Atos da administração pública são aqueles advindos da vontade da Administração Pública na sua função própria. Já os atos constitutivos são os que aquele que põe fim a situações jurídicas individuais existentes.
 

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3379758 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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"O entendimento sobre o que seja a Administração Pública deve principiar por meio da compreensão da finalidade do Estado, uma vez que a existência da primeira está condicionada a do segundo. De acordo com Dallari (2006), o objetivo do Estado é zelar pelo bem comum da coletividade que habita determinado território, atuando como ordem jurídica soberana. Sendo assim, pode-se considerar a Administração Pública um instrumento do Estado, empregue de modo a retificar ineficiências do mercado e satisfazer os interesses coletivos de modo geral (BETIOL et al., 2012), primários, e os do próprio Poder Público, secundários, uma vez que o mesmo se configura como sujeito de direitos, dispondo assim das mesmas garantias que qualquer indivíduo (MENEGUZZI, 2015).
A Administração Pública representa a atuação concreta do Estado, ou seja, todo o aparelhamento do mesmo destinado a atender às carências coletivas por meio da realização de serviços. Perspectiva esta com a qual corrobora Granjeiro (2005), que complementa a explanação acima delimitando que por aparelhamento entende-se o conjunto de órgãos, entidades e funções instaurados para executar as atividades do Estado. Portanto, em síntese, infere-se que a finalidade da Administração Pública é a concretização das políticas públicas e programas de Governo (COSTA, 2016). O provimento das necessidades da sociedade é atingido por meio de aquisições realizadas com o uso de dispositivos que visam o estabelecimento de acordos entre a administração e outras entidades, geralmente de origem privada, objetos estes denominados juridicamente como Contratos Administrativos, regidos pela Lei nº 8.666 − Lei Geral de Licitações e Contratos Administrativos (LGLC). Estes efetivam a formação de vínculos e a estipulação de obrigações recíprocas entre as partes, segundo requisitos instituídos pela própria Administração (GRANJEIRO, 2005), abordagem bastante similar àquela praticada por Carvalho Filho (2015): ajuste firmado entre a Administração Pública e um particular, regulado basicamente pelo direito público, e tendo por objeto uma atividade que, de alguma forma, traduza interesse público. (p. 177) Logo, tais contratos, por força de Lei, podem e devem ser firmados nos casos em que o Poder Público carecer de comprar bens, e contratar obras e serviços. Sendo assim, torna-se relevante o entendimento do conceito de Administração Pública delineado pela LGLC: a administração direta e indireta da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, abrangendo inclusive as entidades com personalidade jurídica de direito privado sob controle do poder público e das fundações por ele instituídas ou mantidas (Lei nº 8.666/93, Art. 6º, inciso XI)."
Acesso em: file:///C:/Users/vieir/Downloads/9727-45657-1-PB.pdf
Os atos declaratórios fazem alteração em uma situação já existente, sem provocar a sua extinção já os atos modificativos são aqueles que afirmam a existência de um fato ou então de uma situação jurídica.
 

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3379736 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Fundamentos da rotina administrativa
Para funcionar bem, diariamente, os funcionários das organizações se veem envolvidos na realização de diversas tarefas que fazem a engrenagem funcionar. São essas tarefas que oferecem suporte aos setores de uma empresa e compõem a rotina administrativa, como, por exemplo: assinatura de um contrato; registro do nome do novo contratado; gerenciamento dos benefícios dos colaboradores; pagamentos a fornecedores, entre outras.
Uma das características dessas tarefas é que elas são realizadas por etapas e estão baseadas em um mapeamento de produção do setor, organizando e facilitando os processos. Normalmente, as atividades administrativas são desenvolvidas pelos diretores, gerentes, supervisores, analistas, assistentes e auxiliares, de maneira a reduzir e/ou evitar erros e melhorar os resultados. Neste sentido a rotina administrativa fundamenta-se em pilares que dão sustentação a operação.
Acesso em: https://sebrae.com.br
Um dos pilares essenciais na rotina administrativa é o marketing. O conhecimento de estratégias de marketing, levando em consideração a jornada do cliente e a jornada de compra, é fundamental para fidelizar clientes.
 

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3379735 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Fundamentos da rotina administrativa
Para funcionar bem, diariamente, os funcionários das organizações se veem envolvidos na realização de diversas tarefas que fazem a engrenagem funcionar. São essas tarefas que oferecem suporte aos setores de uma empresa e compõem a rotina administrativa, como, por exemplo: assinatura de um contrato; registro do nome do novo contratado; gerenciamento dos benefícios dos colaboradores; pagamentos a fornecedores, entre outras.
Uma das características dessas tarefas é que elas são realizadas por etapas e estão baseadas em um mapeamento de produção do setor, organizando e facilitando os processos. Normalmente, as atividades administrativas são desenvolvidas pelos diretores, gerentes, supervisores, analistas, assistentes e auxiliares, de maneira a reduzir e/ou evitar erros e melhorar os resultados. Neste sentido a rotina administrativa fundamenta-se em pilares que dão sustentação a operação.
Acesso em: https://sebrae.com.br
A gestão de pessoas é um dos pilares da rotina administrativa, sobretudo o modo como a comunicação é estabelecida e as metas estabelecidas para que as atividades sejam desenvolvidas por meio de objetivos definidos.
 

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3379734 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Fundamentos da rotina administrativa
Para funcionar bem, diariamente, os funcionários das organizações se veem envolvidos na realização de diversas tarefas que fazem a engrenagem funcionar. São essas tarefas que oferecem suporte aos setores de uma empresa e compõem a rotina administrativa, como, por exemplo: assinatura de um contrato; registro do nome do novo contratado; gerenciamento dos benefícios dos colaboradores; pagamentos a fornecedores, entre outras.
Uma das características dessas tarefas é que elas são realizadas por etapas e estão baseadas em um mapeamento de produção do setor, organizando e facilitando os processos. Normalmente, as atividades administrativas são desenvolvidas pelos diretores, gerentes, supervisores, analistas, assistentes e auxiliares, de maneira a reduzir e/ou evitar erros e melhorar os resultados. Neste sentido a rotina administrativa fundamenta-se em pilares que dão sustentação a operação.
Acesso em: https://sebrae.com.br
A rotina administrativa ampliou seu escopo, e atualmente estratégias de fusões, aquisições e outros modelos de alianças estratégicas fazem parte da operação organizacional buscando a colaboração estratégica entre as empresas, de modo que uma complemente as atividades da outra.
 

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3379733 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Controle Interno na Administração Pública
O controle interno na administração pública é frequentemente exercido por uma equipe ou departamento específico dentro da instituição, dedicado exclusivamente a essa função. Esses profissionais são geralmente selecionados por sua experiência e competência em áreas como finanças, contabilidade, auditoria e administração pública. Eles desempenham um papel vital na manutenção da ordem e conformidade dentro da gestão municipal.
Além dos funcionários designados, o controle interno também pode envolver outros membros da administração, como gestores e diretores de departamentos, que têm a responsabilidade de implementar e manter os procedimentos de controle em suas respectivas áreas. Essa abordagem colaborativa assegura que as práticas de controle interno sejam integradas em todos os níveis da organização, fortalecendo a governança e aumentando a eficácia dos controles.
Ademais, em muitas esferas governamentais, existe também a figura do Controlador Interno, um profissional ou equipe que atua de forma independente dentro da organização para avaliar e aprimorar a eficácia dos processos internos e externos de controle. Esta posição é crucial para garantir que o controle interno não apenas siga as regulamentações, mas também promova a melhoria contínua e a transparência na administração pública. A atuação desses profissionais é essencial para garantir que a prefeitura opere de maneira ética e legalmente responsável, cumprindo seu papel perante a comunidade e os órgãos reguladores.
Acesso em: https://cr2.co/controle-interno-administracao-publica/
Uma das funções do controle na administração pública é a promoção da transparência na gestão.
 

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3379732 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Controle Interno na Administração Pública
O controle interno na administração pública é frequentemente exercido por uma equipe ou departamento específico dentro da instituição, dedicado exclusivamente a essa função. Esses profissionais são geralmente selecionados por sua experiência e competência em áreas como finanças, contabilidade, auditoria e administração pública. Eles desempenham um papel vital na manutenção da ordem e conformidade dentro da gestão municipal.
Além dos funcionários designados, o controle interno também pode envolver outros membros da administração, como gestores e diretores de departamentos, que têm a responsabilidade de implementar e manter os procedimentos de controle em suas respectivas áreas. Essa abordagem colaborativa assegura que as práticas de controle interno sejam integradas em todos os níveis da organização, fortalecendo a governança e aumentando a eficácia dos controles.
Ademais, em muitas esferas governamentais, existe também a figura do Controlador Interno, um profissional ou equipe que atua de forma independente dentro da organização para avaliar e aprimorar a eficácia dos processos internos e externos de controle. Esta posição é crucial para garantir que o controle interno não apenas siga as regulamentações, mas também promova a melhoria contínua e a transparência na administração pública. A atuação desses profissionais é essencial para garantir que a prefeitura opere de maneira ética e legalmente responsável, cumprindo seu papel perante a comunidade e os órgãos reguladores.
Acesso em: https://cr2.co/controle-interno-administracao-publica/
A função controle na administração pública envolve a avaliação da adequação das políticas e procedimentos administrativos, visando garantia e conformidade com leis e normas e monitoramento das operações financeiras e de gestão.
 

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3379731 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Controle Interno na Administração Pública
O controle interno na administração pública é frequentemente exercido por uma equipe ou departamento específico dentro da instituição, dedicado exclusivamente a essa função. Esses profissionais são geralmente selecionados por sua experiência e competência em áreas como finanças, contabilidade, auditoria e administração pública. Eles desempenham um papel vital na manutenção da ordem e conformidade dentro da gestão municipal.
Além dos funcionários designados, o controle interno também pode envolver outros membros da administração, como gestores e diretores de departamentos, que têm a responsabilidade de implementar e manter os procedimentos de controle em suas respectivas áreas. Essa abordagem colaborativa assegura que as práticas de controle interno sejam integradas em todos os níveis da organização, fortalecendo a governança e aumentando a eficácia dos controles.
Ademais, em muitas esferas governamentais, existe também a figura do Controlador Interno, um profissional ou equipe que atua de forma independente dentro da organização para avaliar e aprimorar a eficácia dos processos internos e externos de controle. Esta posição é crucial para garantir que o controle interno não apenas siga as regulamentações, mas também promova a melhoria contínua e a transparência na administração pública. A atuação desses profissionais é essencial para garantir que a prefeitura opere de maneira ética e legalmente responsável, cumprindo seu papel perante a comunidade e os órgãos reguladores.
Acesso em: https://cr2.co/controle-interno-administracao-publica/
A função controle na administração pública, sobretudo quando refere-se a controle interno, busca a criação de uma cultura organizacional ética, valorizando a integridade e a responsabilidade na condução das atividades.
 

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3379730 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Controle Interno na Administração Pública
O controle interno na administração pública é frequentemente exercido por uma equipe ou departamento específico dentro da instituição, dedicado exclusivamente a essa função. Esses profissionais são geralmente selecionados por sua experiência e competência em áreas como finanças, contabilidade, auditoria e administração pública. Eles desempenham um papel vital na manutenção da ordem e conformidade dentro da gestão municipal.
Além dos funcionários designados, o controle interno também pode envolver outros membros da administração, como gestores e diretores de departamentos, que têm a responsabilidade de implementar e manter os procedimentos de controle em suas respectivas áreas. Essa abordagem colaborativa assegura que as práticas de controle interno sejam integradas em todos os níveis da organização, fortalecendo a governança e aumentando a eficácia dos controles.
Ademais, em muitas esferas governamentais, existe também a figura do Controlador Interno, um profissional ou equipe que atua de forma independente dentro da organização para avaliar e aprimorar a eficácia dos processos internos e externos de controle. Esta posição é crucial para garantir que o controle interno não apenas siga as regulamentações, mas também promova a melhoria contínua e a transparência na administração pública. A atuação desses profissionais é essencial para garantir que a prefeitura opere de maneira ética e legalmente responsável, cumprindo seu papel perante a comunidade e os órgãos reguladores.
Acesso em: https://cr2.co/controle-interno-administracao-publica/
Um dos benefícios da função controle na administração pública é a garantia que os riscos que envolvem as atividades da administração pública sejam maximizados.
 

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3379717 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IGEDUC
Orgão: Pref. Afogados Ingazeira-PE
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Considere as seguintes proposições:
P: "Todos os seres humanos são mortais."
Q: "A água ferve a 100°C ao nível do mar."
R: "O céu é verde."
S: "2 + 2 = 5."
RvS é verdadeira porque a disjunção só é verdadeira se as duas proposições forem falsas.
 

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