Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

Indígenas podem beneficiar todo o pais.
Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.
De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.
A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.
O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.
Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.
Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.
Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.
(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)
Sobre: "(...) a compra e venda de crédito é feita em leilões na BM&FBovespa (...)" é correto afirmar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um carro percorre, aproximadamente, 8,5Km com 1 litro de gasolina. Se em uma viagem foram consumidos 62 litros, que distância aproximada o carro percorreu?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Indígenas podem beneficiar todo o pais.
Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.
De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.
A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.
O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.
Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.
Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.
Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.
(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)
O assunto tratado no texto de Thiago Barros está enquadrado:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
"Câmara aprova aumento da pena para feminicídio. A Câmara dos Deputados aprovou hoje (30) o aumento da pena do feminicídio, caso o crime seja praticado no descumprimento de medida protetiva de urgência prevista na Lei . O projeto, que altera o Código Penal, aumenta a pena de um terço (1/3) até a metade. De autoria do deputado Lincoln Portella (PRB-MG), o texto ainda será apreciado pelo Sena.do Federal. No texto aprovado foram incorporadas medidas como agravamento da pena no caso da pratica do crime ser contra pessoas portadoras de deficiência degenerativas que acarretem vulnerabilidade física ou mental e também se for cometido na presença física ou virtual de descendente ou ascendente da vítima. O código Penal prevê a pena de reclusão de 12 a 30 anos nos casos de homícidio contra mulher por razões de condição do sexo feminino." A qual lei se refere a reportagem?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Indígenas podem beneficiar todo o pais.

Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.

De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.

A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.

O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.

Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.

Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.

Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.

(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)

Identifique a alternativa em que o termo entre parênteses é um objeto direto:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
José e Antônio formaram uma sociedade. José entrou com R$ 6.000,00 e Antônio com R$ 4.000,00. Ao fim de um ano, obtiveram um lucro de R$ 36.000,00, repartindo, proporcionalmente, ao capital investido por cada um.
Quanto coube a Antônio?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Indígenas podem beneficiar todo o pais.

Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.

De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.

A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.

O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.

Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.

Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.

Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.

(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)

Assinale a expressão em que o termo entre parêntese não tem indicação de tempo:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
A renumeração mensal de cada vendedor de uma certa loja é composta por um salário fixo de R$ 850,00 mais 2% do valor das vendas por ele realizadas durante o mês. A fórmula matemática !$ S = 850 + \dfrac{2}{100} \times V !$ V expressa o ganho mensal de cada vendedor
(V = Valor das vendas). Quanto vai receber um vendedor que realizou vendas de R$ 10.000,00 esse mês?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Indígenas podem beneficiar todo o pais.

Resultado de estudo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (lpam) em parceria com a Sociedade Alemã para a Cooperação Internacional (GIZ) volta a colocar os povos indígenas do Brasil em destaque na esfera de discussão sobre os temas ambientais mais relevantes. As instituições apontam que os territórios habitados por índios na Amazônia brasileira representam uma reserva de aproximadamente 13 bilhões de toneladas de carbono, o equivalente a 30% do estoque de toda a floresta.

De acordo com informações do Observatório do clima-rede de entidades da sociedade civil para discussão das mudanças climáticas no Brasil, o relatório do lpam e GIZ estimou que 431 milhões de toneladas de dióxido de carbono (Co2) foram evitadas. Contudo, esse grande potencial não é compensado por estar desarticulado do mercado de crédito de carbono.

A criação de projetos voltados á redução de emissão de gases que aceleram o aquecimento do planeta ganhou força no inicio dos anos 2000, mas muitas comunidades estão alheias a esta realidade por falta de políticas públicas adequadas á regularização. A lógica é a seguinte: cada tonelada de CO2 e a letra "e" significa equivalente não emitida ou capturada da atmosfera em países em desenvolvimento como o Brasil podem ser negociadas com nações que precisam cumprir metas.

O acesso ao mercado internacional de créditos de carbono, no entanto, depende da conquista de certificação, de acordo com Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) aprovado no âmbito do Protocolo de Quioto. Cada crédito de Carbono corresponde a uma tonelada de CO2.

Nos últimos anos, comunidades indígenas brasileiras têm sido alvo cada vez maior de organizações internacionais em busca de créditos de carbono, seja para conseguir Certificados de Emissão Reduzida (CER) - no Brasil, a compra e venda de créditos é feita em leilões na BM&FBOVESPA- ou nos mercados voluntários, que não geram pontuações para países signatários do protocolo de Kyoto.

Desde que os índios paiter-surui de Rondônia confirmaram a primeira venda de créditos de carbono com certificação internacional no Brasil, em 2013, a regulamentação de projetos semelhantes é tema de acirrada discussão: os créditos são dos indígenas ou a negociação deve ser mediada pelas instituições ambientais oficiais brasileiras? Em agosto deste ano, o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) suspendeu a implantação de projeto na Reserva Extrativista Tapajós/Arapiuns, no Pará, após protesto de 13 etnias que vivem na área. Os indígenas cobram a demarcação de terras e afirmam que as empresas envolvidas nas negociações de crédito querem impedir uso das florestas como subsidio.

Impasses como este reforçam a necessidade de atenção urgente do governo sobre o que a manutenção de terras indígenas favorece. A monetarização de créditos de carbono pode auxiliar na diminuição da vulnerabilidade dessas áreas e reforçar a proteção às florestas, o maior patrimônio brasileiro. Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do país também será.

(Fonte: Novos Caminhos-Thiago Barros-Revista Amazônia Viva-Outubro de 2015)

"Se os povos indígenas forem beneficiados, todo o restante do pais será também."

Sobre a estrutura verbal "forem beneficiados" é correto afirmar:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Um reservatório de concreto com a forma de paralelepípedo retângulo tem as medidas 4m, 3m e 1 m. Qual o volume em litros desse reservatório?
Questão Anulada e Desatualizada

Provas

Questão presente nas seguintes provas